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𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

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Arqueóloga da Alma

O Número Regente do dia 13 e o Arcano 13

13 Morte.jpg

 

Outrora designado pelo Arcano Sem Nome, tal era o medo e o pavor de verbalizar a temida Morte!

 

O esqueleto que com a sua foice, ceifa pernas, braços, cabeças, está a reunir todos os elementos base que constituem o corpo físico.

 

A imagem do esqueleto não simboliza a morte física, é antes a representação sublime do que é Primordial, já que é a primeira estrutura que se forma no ser humano e a última a desaparecer.


O 13 é um Número que exige um grande sacrifício àqueles regidos pela sua vibração.

 

Porém, antes de mais, convém lembrar a origem da palavra "sacrifício", que significa 'o acto de manifestar o sagrado'.

 

Portanto, antes de tirarmos conclusões precipitadas, reduzindo o sentido que geralmente se atribui a esta palavra, que é o de privação, voluntária ou não, de algo, é bom reflectir um pouco, mergulhando nas origens, por vezes, obscuras, das palavras.

 

O sacrifício que o 13 propõe àqueles que são polarizados pela sua energia, implica o afastamento, provisório, é certo, da sua espiritualidade. Uma espécie de negação necessária, a fim de nos podermos distanciar das Leis do Céu (Leis Universais) para poder conhecer e aprender acerca das da Terra.

 

A tarefa de reunir os elementos base primordiais é trabalhosa e por vezes penosa, porém, exige um certo grau de organização mental, emocional e física, para que cada um possa edificar-se ou construir algo no plano material, visível.

 

Porém, é preciso ter em conta que toda a construção nesta fase da vida será perecível, como toda a matéria é. Assim que os objectivos estejam cumpridos e tenham servido o seu propósito é tempo de largar, de deixar de ir, de “MORRER” para essa construção!

 

E com isto, com esta experiência, tem início novo ciclo: por um lado, pode-se sempre recomeçar e por outro lado é tempo de compreender o verdadeiro significado de desapego – o de morrer constantemente para o passado, para o que foi feito, para o que foi dito, para quem fomos ou para quem desejávamos ser!

 

O Número Regente do dia 12 e o Arcano XII

12 Dependurado.jpg

 

Por vezes é melhor mudar de perspectiva!

 

Permancer muito tempo na mesma posição, defendendo as mesmas velhas ideias, conduz o indivíduo a uma tal rigidez e intransigência, que torna difícil a sua inclusão no mundo.

 

A dificuldade de relacionamento com o mundo, e a incapacidade de interagir com os outros, gera um campo de forças contrárias que obriga o indivíduo a esforçar-se demasiado, gastando assim demasiada energia.

 

Não admira pois, que quem se encontra neste estado se sinta exaurido, profundamente desconfortável na sua própria vida e consigo mesmo, ansiando para que algo ou alguém lhe alivie este peso, fazendo com que tudo isto termine... sem ter consciência que é ele próprio o responsável por essa mudança tão necessária na sua vida.

 

Enquanto ele não se render à sua condição humana, enquanto ele não permitir que a humildade lhe corra suavemente nas veias, exalando os aromas da aceitação (que ele tanto teme e rejeita) da sua própria totalidade, não será livre, não será inteiro, não será homem nem deus.

 

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