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Numerologia e Tarot: A Assinatura da Alma

by Eva Veigas

Numerologia e Tarot: A Assinatura da Alma

by Eva Veigas

11
Mai18

Numerologia Maio/Junho 2018

Eva Veigas

maio_junho2018.jpg

 

 

 

Entre os dias 1 e 21 de Maio, a energia flui entre os Números 7:9:7. São idas e vindas desde o nível de consciência onde nos encontramos até níveis desconhecidos e inimagináveis para a maioria de nós. É preciso abrir o portal interno que nos leva ao reino das infinitas possibilidades de conexão com o Espírito.

De 22 de Maio a 7 de Junho o momento é de expansão, de crescimento e de realização, sob a visão atenta dos Números 3 e 8. É tempo de aplicar as novas aprendizagens, depois de integradas, na vida de todos os dias.

 

A vida é um constante movimento de contração, pausa, expansão, pausa…

 

A consciência expande-se. O momento é de quietude. A mente busca a integração profunda com tudo o que é. O ser pode relaxar.

 

A Mente, em conexão com o aspecto mais sagrado em si, mergulha nas águas profundas e pouco agitadas da emoção. Mas as águas são escuras, a luz quase imperceptível, os caminhos são praticamente inexistentes ou de difícil acesso. Porém, o ser, desejoso de se religar com o seu Eu mais profundo, reúne todas as suas forças, contrai-se para manter a sua energia no lugar e decidido, propõe-se atravessar as camadas mais inacessíveis da sua alma, atingindo os recantos mais obscuros e insondáveis da sua própria existência.

 

As barreiras do tempo dissolvem-se, as estruturas mentais, habituadas à sua rigidez permanente, colapsam, ante a intensidade do que está a ser sentido. Corpo e mente debatem-se, tentando em vão, mais uma vez criar resistência ao novo, socorrendo-se das suas mil e uma artimanhas evitando encarar a sua própria realidade interna.

 

Nem tudo é luz, nem tudo é sombra! A realidade é avassaladora. O ser procura fugir dali, assustado, com a própria sombra. Afinal, ele não é aquela luz que imaginava ser, aquela luz com que lhe acenam os falsos profetas que coexistem com ele, cá fora, no mundo. Eles (os falsos profetas) não sabem, porque nunca experimentaram. Mas o ser finalmente experimenta mergulhar sozinho nessas regiões longínquas e impenetráveis para a maioria dos humanos.

 

O ser ergue-se e revolta-se contra esses “inimigos” que o tentam enganar, vendendo-lhe falsas ideias a troco de bom dinheiro (ou de outros bens), mas logo resvala, e cai num precipício. Durante a queda compreende o papel que cada um desses falsos profetas interpreta na sua vida e aceita a sua condição de aprendiz. Eles estão a mostrar, muitas vezes da maneira mais dolorosa, as incontáveis armadilhas a que estamos sujeitos, só por que um dia decidimos abrir o nosso coração ao Amor Incondicional. Mal poderíamos supor quão longa e penosa essa jornada seria.

 

Mas aqui está o ser na sua queda sem fim, e se inicialmente ele resistiu de todas as formas possíveis, agora, rendido, cai vagarosamente, qual pena levada pelo vento. E quem sabe? Quem sabe onde os ventos o levam?

 

Talvez o levem a zonas de confrontação. Talvez tenha de lutar com anjos e demónios. Talvez tenha de colocar em causa tudo o que aprendeu. Talvez tenha de largar todas as ideias pré-concebidas acerca de tudo e de todos. Talvez tenha de se desnudar ante a visão do Espírito. Talvez tenha de se curvar ante a Majestade Divina que o quer coroar, em virtude do seu esforço. Talvez tenha de se despir de toda a vaidade, de toda a luxúria, de todo o orgulho, de toda a arrogância, de toda a mesquinhez, de toda a inveja. Talvez tenha de se vergar ante o peso de tanta energia desperdiçada em coisas vãs.

 

Talvez, algures a meio desta viagem, se acenda a luz no seu coração e este ser ganhe consciência da sua verdadeira aspiração.

 

Esse será sem dúvida, um momento de reconciliação, de pacificação interior, de perdão, de rendição e de redenção, e por fim, de regozijo e de festim junto dos deuses, após o que, deverá retornar, trazendo consigo esta glorificação, desprovida de vaidade. O ser, é todo-honra e todo-glória. Retorna vitorioso, pois obteve a maior das vitórias: a vitória do perdão sobre si mesmo.

 

É tempo de festejar e celebrar consigo mesmo e de se alegrar pelas suas conquistas, pois a glória e a honra dedicou-a ao Grande Espírito. Ele sabe que nada possui, nada é seu, nada criou. Tudo o que faz, faz para o Bem Maior. Tudo o que busca, busca não para si mesmo, mas para a Glória d’Aquele Que É!

 

Porém, a existência encarregou-se de o colocar aqui sobre a Terra, atribuiu-lhe um papel, ao qual ele tem dado uma importância exagerada, querendo destacar-se e elevar-se em relação aos seus irmãos, como se ele fosse especial, como se fosse uma espécie de escolhido. Mas este mergulho… Ah! Este mergulho transformou-o em algo muito diferente, algo que ele não podia supor. Este mergulho colocou-o no lugar que lhe cabe, nem mais acima, nem mais abaixo, apenas no exacto lugar que ele, por mérito próprio, com ou sem consciência disso, fez por merecer.

 

E agora, regressado à condição humana e às condições onde a sua existência se desenrola, compreende que tudo passa pela aceitação desse papel, que é apenas um papel que tem de cumprir, tal como um actor cumpre o seu quando se encontra em palco.

 

Um actor espera pela reação do seu público, que tanto pode ser positiva como negativa. Mas um bom actor define-se por cumprir o seu papel, independentemente dessa reacção, interpretando aquele personagem, naquele exacto momento, focando-se apenas em lhe dar vida.

 

Assim é com todo o ser que abre as portas ao Amor, para que ele se manifeste através de si – cumprindo o seu papel sem se incomodar com o que os outros pensam ou dizem, pois tudo o que importa é honrar o Caminho, é honrar o Grande Espírito, é Viver através desse Amor.

 

Regressar ao quotidiano, pode ser celebrado, festejado, pois tudo aquilo que foi contraído, pode agora expandir-se. O ser nada desde as águas profundas até à superfície e todo o lago parece agora completamente novo. As cores, os aromas, as plantas… tudo está mais viçoso, brilhante e apetecível.

 

Valeu a pena viajar até às sombras, pois foi de lá que regressou coberto com o seu manto luminoso, com a sua consciência expandida, com o seu coração irradiando amor, alegria e harmonia. Tudo o que ele deseja, é partilhar com os outros, essa descoberta, e se possível incentivá-los a fazer o mesmo.

 

O ser ganhou novas formas, as suas asas começam a destacar-se do corpo onde tinham permanecido agarradas, tornando-se assim imperceptíveis e invisíveis para o próprio e para os demais.

 

É tempo agora de integração, levando o tempo necessário para que as células, originem um novo corpo, mais consciente, mais adequado para o cumprimento do ser neste plano.

 

Bênçãos e Paz

Eva Vilela Veigas

25
Abr18

25/4/2018 = 22

Eva Veigas

cravos.jpg

 

O Regente de hoje, Dia da Liberdade, é o Número Mestre 22, quando se comemoram exactamente 44 anos, outro Número Mestre.


Não há coincidências! 


O 22 é o Número que nos eleva e nos inspira a construir mundos novos, cujas estruturas assentam em padrões de elevada índole, de elevada nobreza e altruísmo. 


O 22 rege esta data concreta, este momento, um entre tantos e tantos, portanto o que tem de especial?
Provavelmente nada, a não ser a forma como o sentimos. 


Há 44 anos este dia constituiu um marco, uma viragem na nossa História - a História de Portugal - um País tão pequeno e com uma História tão grande e tão vasta (tantas vezes mal contada, é certo), mas plena de feitos e conquistas (nem todas belas e gloriosas como nos fizeram crer), mas onde um Povo mostrou tantas vezes a sua raça: o sangue, a carne, o espírito, a massa de que é feito.


Há 44 anos a numerologia deste dia, mostrava um padrão bem distinto do de hoje. O dia era regido pelo Número 5 e o caminho 13 que apontava morte e destruição, foi como que transformado em outra coisa. E ainda bem ou teríamos assistido a um 25 de Abril, que hoje talvez não gostássemos tanto de recordar.
A chave de resolução do conflito era um 9, que apontava claramente uma conclusão, o fim de um ciclo, de um tempo de medo e inquietação e foi isso que aconteceu.


Hoje, o dia é regido por 22, que pede que olhemos para dentro, para cada um de nós e nos questionemos acerca do que realmente queremos construir. Que País e que mundo queremos construir. Em que bases e princípios, valores humanos e morais, nos queremos estabelecer?


O caminho 19 aponta soluções criativas, originais, completamente novas, desde que não nos deixemos envaidecer e não nos afastemos do objectivo principal, do amor que une e que traz sempre soluções.


A chave de resolução dos conflitos é 12 que pede que abandonemos toda a resistência e nos entreguemos a criar e a manifestar amor por todos os meios que nos sejam possíveis.

 

44 anos é quase meio século e quase 50 anos é mais do que tempo suficiente para compreender com alguma distância o que pode e deve ser alterado em benefício de um Nobre Povo e de uma Nação Valente e Imortal.

 

Viva a Liberdade de Ser e de Criar em Amor!

22
Abr18

Nascido no Dia 2

Eva Veigas

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O nativo deste dia é por natureza sensível, o que lhe empresta uma imaginação poderosa, um sentido artístico peculiar, uma certa disponibilidade para ajudar e colaborar com os outros.

Possui todas as aptidões para ajudar e fazer contactos e prefere usar o seu poder de persuasão, a sua simpatia e cooperação em vez de tentar usar a força.

É uma pessoa amigável, diplomata, por vezes modesta, adaptável e muito sensível ao comportamento alheio.

Procura a calma e a gentileza, é uma pessoa sensível, inspirada e cuidadosa. Sabe exatamente como ser o 'braço direito'.

Vivido de forma negativa, este número pode conduzir a uma emotividade e passividade excessivas e à instabilidade no humor.

Outra característica que pode levar a críticas, é a sua inibição excessiva, devido a crenças injustificadas, aos seus medos ou a uma instabilidade na sua autoconfiança.

 

Leia mais sobre os Dias de Nascimento

22
Abr18

Nascido no Dia 1

Eva Veigas

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Os nativos deste dia são por natureza líderes natos. Capazes de tomar o seu destino nas suas próprias mãos, dado o elevado nível de autoconfiança, vitalidade e dinamismo, estes nativos gozam de grande inteligência e articulam facilmente as suas ideias com as decisões e as iniciativas que necessitam de tomar para realizar os seus intentos.

São originais, ousados, inovadores e bastante impulsivos e geralmente usufruem de uma vitalidade e energia invejáveis.

Costumam ter orgulho em si próprios e adoram iniciar projectos novos. Aliás, é precisamente a antecipação dessas iniciativas que lhes empresta uma energia poderosa com a qual entusiasmam os que os rodeiam. No entanto, nem sempre terminam o que começam.

Por outro lado, apreciam e precisam muitas vezes de estímulos externos para conseguir levar os seus projetos adiante.

Se este nativo optar por viver a sua vibração de nascimento no seu aspecto negativo é possível que desenvolva a crença de que receber é mais importante do que doar, o que naturalmente leva ao comportamento equivalente o que obviamente lhe devolve grandes dissabores.

Existe uma tendência para sofrer de excesso de autoritarismo, orgulho e inveja.

 

Leia mais sobre os Dias de Nascimento

22
Abr18

Nascido no Dia 30

Eva Veigas

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A vibração deste dia proporciona o gosto pela comunicação e incita à extroversão e aos contactos. Pode alcançar o sucesso seguindo carreiras ligadas à criatividade e ao mundo artístico. A sua capacidade de persuasão é um facto. É uma pessoa agradável, sedutora, sempre sociável e otimista. O número 30 contém a vibração do 3, mas numa oitava acima, o que lhe confere um enorme carisma, muita energia e uma intuição desenvolvida. Todas essas qualidades favorecem o sucesso em quaisquer áreas relacionadas com a comunicação, a expressão e a criação. Em geral, os seus investimentos são bem-sucedidos e estáveis. A sua vida afetiva costuma ser bem-sucedida e não precisa de enfrentar grandes obstáculos, exceto talvez a dificuldade em tomar decisões. Quando se compromete com alguém, é leal até o fim, pois a sua vida afetiva interior é, geralmente, bem resolvida. Vivida negativamente, esta vibração pode conduzir a um caminho de frivolidade, de superficialidade, agitação infundada e até mesmo mediocridade ou mau uso dos seus talentos.

22
Abr18

Nascido no Dia 31

Eva Veigas

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A vibração deste dia traz equilíbrio, estabilidade, esforço, aptidão para o trabalho e para a organização. O seu sucesso é muito provável. Por vezes, pode beneficiar de circunstâncias favoráveis e de inspiração, mas não conte somente com a “sorte”. Também é capaz de alcançar o sucesso graças à sua consciência, perseverança e energia, aliados ao seu talento e à sua sociabilidade que impulsiona os seus relacionamentos. Ainda que precise de equilíbrio para ter estabilidade, também sente necessidade de criar e cultivar fantasias e por isso sente atração pela diversidade, criatividade, humor, comicidade e gosta de entrar em grandes desafios. Pode-se dizer que não reage bem à solidão e portanto sente necessidade de procurar companhia e amigos. Vivida negativamente, esta vibração pode levar à intolerância, à falta de recetividade e até a depressão.

21
Abr18

Numerologia Abril 2018

Eva Veigas

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 Imagem: O Nascimento de Vénus  de Sandro Botticelli

 

Numerologia Abril 2018

 

Regente Numerológico – 15:6

 

Dados numerológicos do mês:

- Vibração Universal do ano 2018: 11:2

- Abril: 4º mês do ano

- Vibração Universal de Abril 2018: 15:6

 

 

“Aqueles que dão têm tudo: aqueles que guardam para si não têm nada.”

Provérbio Hindu

 

 

Este mês teve início num dia dedicado ao Sol – Domingo, o que auspicia um período rico em tomadas de consciência, rico em “pequenas iluminações” ou pelo menos assim se poderia esperar.

 

O Sol é sinónimo de consciência, de iluminação. É ele que ilumina as partes mais escondidas, mais sombrias da nossa alma e ao fazê-lo expõe as nossas feridas mais enterradas, mais ocultas – aquelas que ninguém quer ver, muito menos abordar, tocar, falar delas ou, no mínimo, identifica-las como suas.

 

Mas Abril proporcionará espaço para entrar em contacto com essas partes frias, congeladas pelo tempo e pela nossa negligência. É claro que é apenas o medo, que faz com que congelemos essas emoções, ou a expressão das mesmas. O medo de um dia termos de aceitar que essas partes escuras e feias fazem parte deste todo que é o ser em humanização (estamos a aprender a ser humanos)!

 

No dia em que formos humanos, deixaremos de precisar de viver estas lições, estas aprendizagens e seguiremos para a nossa evolução por outros caminhos, outras aprendizagens com novos conteúdos, novos desafios, em novas paragens.

 

Por agora, tratemos dos assuntos terrenos de modo a facilitar o acesso ao caminho do Espírito na Terra.

 

Este Número 6, como todos sabem, é um Número que está rotulado, por assim dizer, por Número do Lar, da Família e do Casamento ou da União de dois seres em amor.

 

Pode parecer à primeira vista que os temas do 6 e do Sol não estão relacionados, mas nada poderia estar mais longe da realidade.

 

É através das relações, dos relacionamentos entre os humanos que ganhamos consciência da maior parte (se não totalmente) das feridas que carregamos na alma há incontáveis eras. Sem elas (as relações) não teríamos possibilidade de nos revermos ou espelharmos nos outros e sem essa possibilidade não teríamos oportunidade de nos conhecermos um pouco mais todos os dias.

 

Sem o auto conhecimento não há progresso e sem progresso não há evolução, nem crescimento interno.

 

Assim, este mês regido pelo Número 6 coloca em evidência o estado em que nos encontramos relativamente aos nossos relacionamentos em geral, e ao relacionamento amoroso, em particular.

 

O 6 questiona-nos acerca do nosso papel no nosso próprio relacionamento, do nosso papel no seio familiar:

 

Quem sou eu enquanto mulher/marido, namorado(a), amante?

Quem é o outro e que papel tem na minha vida?

Aceito o meu papel e honro-o, cumprindo-o? Aceito o papel do outro e honro-o?

Que feridas estão ocultas por baixo do manto de fingimento que optei por envergar?

Porque é que não dispo este manto e encaro de uma vez as minhas dificuldades?

Porque é que o meu coração se fecha ou se abre demasiado?

De onde vem o medo de encarar a responsabilidade sobre a minha própria vida e sobre as minhas escolhas e decisões.

Porque receio encarar o passado?

Porque faço tanta questão de enterrar bem fundo as minhas emoções?

 

Este é o momento de olhar bem de frente os nossos demónios, os nossos fantasmas, os nossos medos e de os trazer à luz, para que possam ser vistos e observados por nós mesmos, com toda a segurança e com toda a firmeza.

 

Se não te sentes capaz de o fazer sozinho(a), procura ajuda de um profissional, para te guiar nos primeiros passos, até que tenhas adquirido a capacidade de o fazeres sem bengalas.

 

 

Mantra do mês: Consciência gera consciência.

 

 

Eva Veigas

09
Mar18

08/03/2018 - Número Mestre 22

Eva Veigas

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08/03/2018 - Número Mestre 22

 

Número Natural do Dia - 8
Número Universal do Dia – 22:4

Número do Ponto Forte do Dia – 18:9

Número do Ponto Fraco do Dia – 13:4

 

Sexto dia da série de 36 portais sob o manto do Número Mestre 22.

 

O sexto dia da série de 36 portais acontece no princípio da segunda semana numerológica de Março, cujo regente é 7. O 7 é considerado um dos mais mágicos, se não o mais mágico de todos os Números.

 

Ora a abertura de mais uma porta dentro do Portal 22, ocorre precisamente neste dia, o que mostra uma rara ocorrência, onde toda a energia parece evidenciar a necessidade de um certo recolhimento, ao mesmo tempo que somos levados a querer concretizar uma série de planos que têm estado em “stand by”.

 

Março chegou, e com ele a esperança da renovação. Não será por acaso que é durante este mês que celebramos o equinócio da Primavera e talvez seja a antecipação desse momento de renovação de que todos necessitamos, que esteja aqui em causa.

 

Por um lado, ainda necessitamos de algum recolhimento e introspecção e por outro já nos imaginamos numa outra fase das nossas vidas, onde uma maior abertura nos permitirá mais movimento, tanto interno como externo.

 

A este portal seguir-se-ão, em Março, mais dois, que trarão novas oportunidades e novas propostas para o nosso caminho.

 

Os portais de Março falam de um novo período que nos convida a reflectir acerca da nossa postura e da nossa responsabilidade perante a Vida. Não apenas em relação à nossa própria vida, mas também a responsabilidade que temos perante os outros, perante toda e qualquer forma de vida e perante o próprio planeta.  

 

O ponto forte 9 fala disso mesmo e alerta-nos para o facto de podermos actuar e para sairmos da inércia, do encolher de ombros ou do virar a cara para o lado, como se tudo o que seja exterior a nós, não nos dissesse respeito.

 

O 9 é detentor de energias ou vibrações que correspondem a uma sabedoria muito antiga. É que o 9 contém tudo em si mesmo, inclusive ele próprio. Há muitos conhecimentos e caminhos que nos podem levar a situações e soluções novas e eminentemente práticas.

 

Não é acertado assumirmos que já tudo foi descoberto ou que já não se pode fazer mais nada, pois já foi tudo inventado.

 

O processo cósmico criativo é interminável e o nosso acesso a esse processo é possível. Todos podemos e devemos beber dessa sabedoria e desses conhecimentos, ainda que para o efeito tenhamos de ser muitíssimo persistentes e determinados.

 

Este portal diz-nos que não é hora de baixar os braços. É hora de mostrar a fibra de que somos feitos. É hora de mostrar de quem somos filhos e filhas (e não me estou a referir aos nossos pais biológicos, embora esse factor também seja importante, como é óbvio). Estou a falar do facto de sermos filhos e filhas de Deus Pai e de Deusa Mãe.

 

Temos que estar prontos, e se não estamos, temos que nos preparar já e agir em conformidade. Temos que parar de estar à espera do dia em que nos sentiremos preparados. O momento é agora e não um dia destes. O momento é agora.

 

É desse momento de nos responsabilizarmos por nós mesmos e por tudo o que vive e respira que temos tanto medo. São milhares de milhões de memórias presas nas nossas células que nos devolvem esse medo e esse terror, mas há que largar isso de uma vez por todas. Há que arregaçar as mangas e simplesmente SER.

Há que parar de estar à espera dos outros e avançar. Fazer o que tem de ser feito.

 

Esse é o nosso calcanhar de Aquiles, o medo de encarar e assumir o ser maravilhoso e amoroso que vive em nós. O medo de nos tornarmos e sermos vulneráveis. O medo de olharmos nos olhos uns dos outros, de esticar a mão e de tocar o outro, como se isso fosse perigoso, como se se tratasse de alguma moléstia ou epidemia maligna.

 

Parece que é mais fácil detestar, odiar ou ser indiferente aos outros, do que amá-los, acarinhá-los, ajudá-los ou abraçá-los.

 

É desta transformação que se fala, é esta que é necessária, e é esta que contém muitas, se não todas, as soluções para uma verdadeira cooperação entre pessoas, povos e nações.

 

É esta transformação, esta morte eminente das nossas partes doentes, porque estão retorcidas, distorcidas, fora de uma vibração elevada, que todos tememos, como se isso nos tornasse um alvo ou nos tornasse menos dignos, quando na verdade essa transformação nos tornaria mais, mas tão mais humanos, mais mas tão mais próximos de Deus/Pai/Mãe.

 

 

Eth' Nah', A que Caminha nas Estrelas

Eva Vilela Veigas

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