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𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

Os Números Repetidos…

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Milhares de pessoas se interrogam acerca do fenómeno, cada vez mais sentido e observado, dos números repetidos.

 

Eu própria comecei a reparar nesse fenómeno há muitos anos, quando ainda ninguém falava destes assuntos abertamente. Sempre achei divertido ver números repetidos, nas horas, nas matrículas dos carros, nas datas, e assim por diante. E, claro, também me interrogava, acerca disto. Sabia que era um sinal. Mas ignorava o que estava por detrás do facto de eu reparar neles.

 

Hoje em dia recebo imensas mensagens de pessoas que querem saber porque lhes “aparecem” estes sinais, porque é que estão sempre a ver determinados números repetidos, e que significado tem isto para as suas vidas.

 

Antes de mais, é preciso esclarecer algo muito simples: os números, assim, como quaisquer outros sinais, não “aparecem”. Eles estiveram e estão sempre lá, mesmo à nossa frente.

 

A diferença é que nós passámos a “reparar” neles.

 

Sendo assim a questão poderá ser colocada noutros moldes:

“Porque é que só agora reparei?”

“Para que serve este sinal e o que faço com esta informação?”

 

A verdade é que os números ou sinais são energia, ou melhor, são uma frequência ou uma faixa de luz que vibra num determinado comprimento de onda e que interpenetra, desde as camadas mais subtis às mais densas, toda a malha electro biomagnética do universo, e por conseguinte, podemos vê-los plasmados nesta dimensão, intui-los ou lê-los e interpretá-los (mas cuidado com as interpretações!).

 

Tudo é energia. Nós somos energia.

 

O que sabemos é que essa energia promove transformações, através de processos incrivelmente complexos de construção/desconstrução/destruição/formação, no Todo, nos Universos, nos múltiplos mundos, planetas e corpos celestes e consequentemente nos seres que habitam esses mundos, como é o caso da Terra.

 

Os Maias previram essa transformação na Terra com muitíssima antecedência. Muitos povos e muitos seres que pisaram este planeta ao longo dos séculos anunciaram essa mudança.

 

Mas essa transformação, não foi um passe de mágica, foi real, e traduz-se no trabalho de muitas almas nobres que trabalham há incontáveis existências, no sentido da evolução da consciência humana.

 

Essas almas, estão hoje encarnadas aqui. São o que hoje designamos de Guerreiros da Luz, Trabalhadores da Luz, Guerreiros Arco-íris, etc.

 

Esse Guerreiro sou Eu, és Tu, somos Nós!

 

Um Guerreiro da Luz é um ser que individualmente, através da sua experiência pessoal vai resolvendo as suas dualidades, os seus pares de opostos, vai apurando e afinando a qualidade da sua consciência e da sua essência, como um ferreiro na forja aprimora a qualidade da sua espada, e é desse modo que vai expandindo esse mesmo grau de consciência, estando mais atento, mais presente, mais ligado ao seu coração amoroso, à sua parte divina, sagrada.

 

Um Guerreiro da Luz é alguém que conhece e faz por conhecer a sua Sombra, em vez de a ignorar, ou pior, que cai nas garras da ilusão, acreditando que não tem Sombra. (Os seres mais iludidos são os que andam mais perdidos, mais cheios de si, mas cheios de nada, pois não se dão a conhecer, nem a si mesmos nem aos outros. São seres que vivem em desamor por si mesmos e não conseguem harmonizar nada à sua volta, apenas encontram dor e dificuldade no caminho e não tendo capacidade para pacificar o seu próprio conflito interno, criam ainda mais desordem e caos ao seu redor.) A tomada de consciência individual, afeta, consequentemente, todos os seres que estão noutros graus de consciência (mas cuja semente, também já desperta, busca matar a sua sede).

 

Cada Ser que desperta, “encarrega-se” (pode fazê-lo, tem permissão para isso) de despertar outros à sua volta, ainda que por vezes não tenha plena consciência disso. Esse despertamento surge quando alguém, propositada ou inadvertidamente, toca a nossa alma, pela sua capacidade amar, perdoar e seguir em frente ou quando somos nós a tocar a alma de alguém, e usamos essas mesmas qualidades. Desse modo o despertar, surge como exemplo a seguir ou como inspiração, levando-nos a transformar aquilo que está pronto para ser lapidado por nós.

 

A magia deste despertar revela um sentido de união como há muito não experimentávamos, ou talvez a humanidade nunca a tenha experimentado desta forma.

 

Estamos à procura da Tribo. Sim, da nossa Tribo “perdida”. Perdemo-nos ou eles perderam-se de nós, enquanto estivemos a viver a divisão, a ilusão da separação. Na verdade nunca estivemos separados, nem nunca estaremos. A diferença é que agora estamos a ganhar essa consciência, ou a recordar-nos dela.

 

Eu faço parte do Todo. O Todo faz parte de mim. Eu Sou o Todo. O Todo és tu!

 

Andamos à procura da outra parte, da alma gémea, dizem alguns; eu busco a mim mesma, digo eu… Buscamos nos outros uma compreensão e uma aceitação que não praticamos connosco. E voltamos a dividir-nos.

 

Mas… eis chegado o momento em que do “Céu virão os sinais”. É chegada a hora de reconhecer que não há divisão, que afinal falamos a mesma linguagem, a linguagem do coração, a linguagem da alma, a linguagem do Amor.

 

Quando se experimenta e se mergulha nesse Amor, do qual nunca estivemos verdadeiramente desligados (foi apenas a malha ilusória que nos fez sentir desadequados e inadaptados) já não buscamos explicações para tudo, nem precisamos de justificações, nem de reconhecimento externo, nem de guias, manuais ou orientações e nem de textos, como este.

 

Onde há Amor não há falta, nem ausência, nem carência, pois o Amor quando é real preenche todos os espaços, mesmo os mais inacessíveis.

 

Chegámos ao momento para o qual temos trabalhado tanto, ao longo de tantas e incontáveis gerações. O momento em que chegaremos de forma mais rápida às sínteses que nos permitirão retirar cada vez mais véus – os véus que nos impediam de “ver” e sentir aquilo que realmente ainda está por curar, o que ainda dói, o que ainda precisa de colo, de carinho, de amor, e de atenção da nossa parte.

 

Ora, este processo ao longo de éons* foi dando (e continuará a dar) origem à evolução e expansão da consciência, tanto individual, como coletivamente.

 

É através deste processo de resgate que muitos de nós estão a reaprender a SER RESPONSÁVEIS por si mesmos e não pelos outros! Responsáveis pelas nossas escolhas. Conscientes dos nossos atos. Isto significa basicamente que sabes que estás a escolher e que cada escolha tem uma consequência, seja ela qual for, e que assumes internamente (de ti para ti) que procurarás lidar com essa consequência o melhor possível, da forma mais amorosa e mais generosa que possas conseguir.

 

Posto isto, é mais fácil então compreender que há 100, 50 ou mesmo 10 anos, estivéssemos num outro patamar de consciência que não se pode igualar ao atual. Percebes então porque não adianta reclamar do passado?

 

A partir desta exposição, também é fácil compreender que naquele momento do passado, não estávamos alinhados com determinadas vibrações mais subtis, e portanto, e agora sim vamos ao que interessa, os números repetidos (as horas eos minutos, as matrículas dos carros, as datas, os números das portas, etc.), estavam lá na mesma, mas nós não reparávamos nelas! Sim percebeste bem! Não reparavas!

 

Se reparamos agora, é porque uma parte do nosso SER está pronta e disponível para perceber/captar o sinal que sempre esteve ali. Já reparaste que a maior parte das coisas senão todas, estiveram sempre à nossa frente, mas por serem tão evidentes e tão óbvias, tendemos a ignorá-las?

 

Nunca te aconteceu passares centenas, milhares de vezes num local e ao fim de muitos anos apercebes-te que está ali uma estátua “nova”? … Entretanto passa um transeunte, fazes um ar de “estrangeiro de fora” e perguntas como quem não quer a coisa, se a estátua é recente. E o tal, transeunte, diz-te que não, que ela está ali vai p’ra 100 anos e começa a contar-te um bocadinho da História de Portugal…

 

É assim com os Números! Com os Números repetidos (ex. de sequência de Números repetidos: 11/11/2011 ou 11:11:11 ); com os Números espelho (ex. 2112 ou 21:12); com os Números pares (ex. 2222 ou 22:22) com os Números Ímpares (ex. 1111 ou 11:11); com os Números sequenciais (ex. 1234 ou 12:34) e os exemplos não têm fim, como infinitos são os Números quer sejam positivos ou negativos.

 

Quando observas, reparas num Número, seja ele qual for, toma consciência desse momento. Retira o cabo da energia, aquela que alimenta o ego, do: ‘eu sou especial porque vejo sinais’, ‘sou um guru’, ‘sou um mestre iluminado’, etc., e permanece em ti mesmo, como simples observador.

 

O que estás a fazer nesse exato momento? Em que estás a pensar? De quê ou de quem é que estás a duvidar? O quê ou quem é que não consegues perdoar? Onde é que te estás a limitar? O que é que pensas que não consegues fazer? Que crença está a vir ao de cima? Que ideia maravilhosa te anda invadir o pensamento? Que proeza é essa que queres conseguir? Que projecto não te sai da cabeça? E assim por diante.

 

Agora observa o (s) número (s) (ou sequência de números) que acabaste de ver. O que te faz sentir esse número? Gostas dele? Não gostas? És supersticioso(a)? Sempre que vês esse Número alguma coisa corre muito bem? Ou muito mal?  Faz-te lembrar alguma data feliz por exemplo, ou pelo contrário lembra-te de um episódio triste?

 

Lembra-te que tudo é energia!

 

Tudo isso te fará refletir numa imensidão de questões que estavam profundamente enterradas no teu inconsciente.

 

Lembra-te que se permitires que essa dor chegue à tua parte consciente poderás ter a oportunidade de a curar. Lembra-te que se curares essa dor, se a libertares de forma responsável estarás a permitir que outros seres se libertem (por vezes quase automaticamente). Lembra-te da explicação acima acerca do momento do despertar!

 

Por outro lado, pode ser apenas o momento de avançar com essa resolução que tomaste mas que não sai da tua mente (Ar) e que precisa de ser injectada pela tua força, entusiasmo e demais capacidades (Fogo) do teu espírito, banhada pelas tuas emoções plenas de amor (Água), para depois ser posta em prática, trazida à matéria (Terra).

 

Isso, mesmo! Toma nota de tudo! Mentalmente, ou então escreve (se fores como eu vais anotar tudo, pelo menos de início).

 

Mais importante do que teres uma lista com a descodificação de centenas de Números, é entrares num processo de profunda meditação acerca de tudo aquilo que o Número te fez sentir e pensar.

 

Mas… esse é que é o problema, não é? Dá muito trabalho meditar e preferes respostas prontas, bem ao estilo da vida moderna, tal como quando vais ao supermercado e compras comida já feita, preparada por outras pessoas! Por isso gostas tanto de listas com significados de Números e outros símbolos, certo?

 

Se não queres ter trabalho de confecionar com amor os teus pratos e receitas preferidas, de escolher os ingredientes frescos, um por um, para enriquecer a tua refeição, não te podes queixar do cozinheiro… Assim é com a tua vida! Se não te entregares ao teu próprio processo, ninguém o fará por ti! E ao contrário das refeições pré-cozinhadas (essas ainda podes usufruir delas, apesar de tudo) neste caso irás passar fome. Fome de sabedoria, pois não passarás pelas tuas próprias experiências, pelas tuas próprias conquistas, pelos teus próprios fracassos. Ou então e em último caso irás “comer” apenas os restos das experiências dos outros, pensando que são as tuas! É isto mesmo que queres dar a ti mesmo?

 

Mas vamos imaginar que tens uma lista com a descodificação de alguns Números.

 

Lembra-te, são apenas, palavras-chave. O que importa é o que para ti seja válido. Lê com a tua parte divina e consciente, ou seja, a tua parte iluminada. Lê com os olhos do coração.

 

É necessário dar tempo até que a mensagem do Número-símbolo seja perfeitamente captada pelas tuas dimensões mais subtis de modo a ser plenamente integrada. É por esse motivo que muitas pessoas reparam num dado número repetido muitas vezes ao longo de um dia, de um mês ou de um ano (ou anos) por exemplo. É mesmo uma chamada de atenção para aquela situação/experiência que estão a viver.

 

O facto de se reparar nesses números repetidos durante períodos mais ou menos longos prende-se com a nossa resistência à mudança ou à nossa incapacidade de captar o sinal. No momento em que entrares em contacto com a sua essência e o integrares, isto é, de agires de acordo com as indicações que recebeste de ti próprio através do símbolo, a vibração mudará e poderás passar a reparar num outro número repetido de outra frequência.

 

Exemplo: uma pessoa via constantemente 11:11 durante dois anos e após ter integrado a sua informação (o que provavelmente indica que a sua vida levou uma volta de 180º) passará a reparar, por exemplo, no 17:17.

 

Notas finais:

  • Presta particular atenção aos Números que “não gostas”, a repulsa relativamente a m Número-símbolo, é muito significativa.
  • Repara na tua data de nascimento e vê se existe alguma ligação entre os Números que vês e os Números de Nascimento
  • Adquire, estuda, analisa o teu mapa numerológico natal com um especialista em Numerologia.
  • Regista os Números-símbolo que vês com mais frequência, aqueles que te “perseguem”, digamos assim.
  • Sonhar com Números não significa que devas ir jogar na lotaria, embora, como é óbvio, o possas fazer se quiseres, mas geralmente, num sonho, os Números trazem muita informação importante para a tua vida, pois revelam partes abstractas e ocultas até aquele momento no subconsciente.

 

Eva Veigas – Terapeuta Holística

Numeróloga / Taróloga Transpessoal

http://evaeleven.blogs.sapo.pt

evaveigas@sapo.pt (para agendamento e informações sobre consultas)

 

Números repetidos: 22:22

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22

222

2222

22222

222222

22:22

22:22:22

 

(ou outras sequências)

 

A forte e vibrante energia emanada pelo 22 transmite capacidade para realizar tudo o que se quiser. Todos os trabalhos pesados, sobretudo físicos, mas também mentais.

Já despertaste e ainda não te apercebeste, diz o 22. Levanta-te e vai fazer o que tens que fazer!

Mas… ainda andas às voltas com questões de auto-estima? Não vês que ainda estás identificado com esse ego inflamado disfarçado de vítima? Aqui, sob a minha vibração, não há espaço para vitimizações. Não há vítimas nem dominadores. Aqui procuro os Trabalhadores da Luz que fazem o trabalho pesado, físico. Não vês que é precisamente por causa desse “véu” que não te tornas na tua essência? É ele, o ego, que oculta a tua beleza e magnificência. Sabes o que isso revela? Que ainda não te amas de verdade! Ainda há trabalho nesse campo, porque ainda duvidas de ti e das tuas capacidades que são imensas. Possuis uma capacidade de trabalho invejável, tanto física quanto mental. Tens a robustez necessária para cumprir as tuas tarefas. Costumas aguentar mais do que os outros e fazes-te de vítima, em vez de reconhecer esse teu dom maravilhoso.

Já pensaste na quantidade de pessoas que dariam tudo para ter esse dom? Se calhar até nasceram com ele mas entretanto estão doentes ou fracas demais para se colocarem ao Serviço da Humanidade.

Espera! Não és daqueles que pensa que estar ao Serviço da Humanidade implica ser uma Madre Teresa de Calcutá? Ou que tens uma Missão Especial para sozinho salvar a Humanidade, do género Super-homem ou Supermulher? Ah és? Se és pensa de novo? Achas mesmo que isso te faz sentido? Se fôssemos todos como a Madre Teresa não havia Engenheiros Civis, percebes? E o Super-homem e a Supermulher é aquele (a) pai/mãe que sai todos os dias bem cedo para ir trabalhar, que apoia a família, que cuida do lar, que vai buscar os filhos à escola, que está presente e inteiro nos seus relacionamentos, que tem tempo para se amar e para amar. Já te identificaste? Óptimo!

De uma vez por todas, entende que cada um tem o seu papel a cumprir e se o fizermos conscientemente, com responsabilidade e usando a nossa inteligência emocional já estaremos a prestar um grandioso Serviço à Humanidade.  

Portanto, continuo a chamar-vos à razão! Sim sou eu o 22 a falar! Cuidem das vossas emoções doentes. Dos desequilíbrios na forma como se relacionam uns com os outros e sobretudo na forma como se relacionam com vocês mesmos.

Trabalha no sentido de libertares essa carga demasiado pesada. E agora sim podes começar o teu verdadeiro trabalho na Terra!

 

O 22 simboliza assumir a responsabilidade pela construção de um Novo Mundo. É o 22 que traz os Planos para edificar as renovadas estruturas onde a Nova Humanidade assentará. São os Arquitectos do Novo Mundo. Não só idealizam e planificam, como sob as suas ordens cristalinas, plenas de pureza e energia radiante, se manifestam na matéria as novas construções.

As frequências 22, mostram que é tempo de dar corpo às ideias, de materializar os sonhos e as visões, mas não como foi feito até aqui, com base no medo e na subjugação e alienação dos direitos e dos deveres dos Cidadãos do Mundo – habitantes e Filhos e Filhas da Terra.

O que quer que se construa nesta energia estará sempre de acordo com as mais elevadas Leis Cósmicas, que vibram na Verdade, no Amor e no Respeito pelas Hierarquias e que detêm um verdadeiro conhecimento da natureza humana e planetária.

O 22 representa devoção a uma causa maior, trabalho em prol de toda a Humanidade, compreensão e reconhecimento de que tudo é uma coisa só.

O 22 mostra a importância da organização das superestruturas cósmicas, onde o nosso pequeno planeta se insere. Nenhum grão de pó das estrelas é ignorado ou desprezado.

 

Eva Vilela Veigas

Numeros repetidos: 11:11

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11

111

1111

11111

111111

11:11

11:11:11

 

 

Este é um dos números repetidos mais “famosos” nos últimos tempos. O 11:11 traz a boa nova! Ele representa a energia da nova Era de Aquário em todo o seu potencial. Já imaginaram? Ainda estamos só no princípio…

Vamos Despertar, diz o 11. Acorda! Precisamos da tua colaboração total no Projecto Divino que foi desenhado para elevar a vibração deste Planeta e de todos os seres que nele habitam.

Acorda, criança! Assume o teu poder interno. Reconhece os teus dons, um por um. Acreditas mesmo nessa mentira que dizes a ti próprio, quando afirmas que não tens jeito para nada, que não tens criatividade nenhuma, que não serves para nada? A sério? Acreditas nisso? Larga os teus medos completamente desadequados e desajustados desta Nova Energia que convida os puros de coração a religar-se ao Propósito Individual para que em comunhão cumpram o Projecto Divino.

Perdoa e segue em frente. Enquanto não o fizeres não te libertarás desses pesos que carregas há incontáveis vidas. Deixa ir… De que te serve isso? Quem achas que está a sofrer? Achas que é o outro a quem não perdoas?

Precisamos de seres humanos tolerantes, capazes de transcender tanta incompreensão, tantos mal-entendidos, tantas dores, tanto sofrimento. Já não há espaço para tanta mesquinhez. Sai do confronto contigo mesmo. Cresce. Sente-te feliz por estar aqui e agora…

Lembra-te! Tu quiseste estar aqui e agora!

A transformação já ocorreu dentro do teu coração, do meu e do dele. Apenas ainda, levará algum tempo a ajustarmo-nos às novas frequências. É hora de romper com o passado ilusório, com essa malha doente e inadequada para nós. É hora de tomar consciência do nosso verdadeiro propósito de vida, arregaçar as mangas e seguir em frente, independentemente das circunstâncias, das dificuldades, dos impedimentos e principalmente das opiniões alheias.

Vai! Segue o teu ritmo, corajosamente, usa a tua bravura de outros tempos, daquelas vidas em que eras soldado e combatias porque um qualquer Senhor Tirano te obrigava. Agora, és livre, combate em nome da tua verdade, da tua divindade. Faz o que está certo para ti! Não duvides de quem és. Reconhece o teu valor e embainha a tua espada que provocou dor. Isso já foi harmonizado, perdoado, saldado. Para de te culpares pelo que fizeste ou deixaste de fazer.

Usa a tua criatividade e pega na tua espada para cortares o “mal” pela raiz, isto é, corta as dores que ainda te fustigam e ainda te apertam o coração. Rompe com esse passado e liberta-te para viveres livre Aqui e Agora.

A tua Espada foi transmutada pelo Fogo do Perdão transformando-se na Espada da Verdade e da Justiça Divina. Usa-a para combateres o Bom Combate.

 

O 11 representa de facto uma Nova Visão, a capacidade de antever os acontecimentos, mas não para se tornar num adivinho ou num "perito" em futurologia, porque agora é o tempo da consciência divina se ancorar na Terra através dos humanos que se encarregaram de trazer a Nova Consciência, dos humanos que se responsabilizam pela sua vida e não mais por aqueles que não querem mudar e se escondem atrás de justificações mesquinhas e pequenas. O 11 está acima da cobardia, mas desenvolve a tolerância, e é capaz de perdoar a si mesmo, permite-se aceitar o que a vida lhe oferece e traz inspiração e seriedade nas suas subtis frequências.

É um número, ou uma sequência de números, incompreensível para quem o quiser compreender racionalmente. Em 11 tem que se abrir o coração e uni-lo à mente e à vontade de agir para um Bem Maior.

É o Número das Revelações Internas, portanto só se revela a quem se sente preparado, merecedor e paciente. Quem percorre o caminho, é o caminho e o caminho faz-se ao andar, diz o poeta.

Não busques compreendê-lo, dissecando o seu significado, mas antes, respira-o, sente-o entranhar-se no teu Ser e abre-te à possibilidade de ele fazer parte de ti. Sendo parte de ti, serás um 11 em acção, ou vários 11 em diferentes oitavas, construindo mundos a partir de uma simples visão carregada de amor.

 

Eva Viela Veigas

Números repetidos: Introdução

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Milhares de pessoas se interrogam acerca do fenómeno, cada vez mais sentido e observado, dos números repetidos.

 

Eu própria comecei a reparar nesse fenómeno há muitos anos, quando ainda ninguém falava deste assunto comigo. Sempre achei divertido ver números repetidos, nas horas, nas matrículas dos carros, nas datas, e assim por diante. E, claro, também me interrogava, acerca disto. Sabia que era um sinal. Mas o que é que ele significava?

 

Hoje em dia recebo imensas mensagens de pessoas que querem saber porque lhes “aparecem” estes sinais, porque é que estão sempre a ver determinados números repetidos, e que significado tem isto para as suas vidas.

 

Antes de mais, é preciso esclarecer algo muito simples: os números, assim, como quaisquer outros sinais, não “aparecem”. Eles estiveram e estão sempre lá, mesmo à nossa frente.

 

A diferença é que nós passámos a “reparar” neles.

 

Sendo assim a questão poderá ser colocada noutros moldes: “Porque é que só agora reparei?” ou “Para que serve este sinal e o que faço com esta informação?”

 

A verdade é que os números ou sinais são energia, ou melhor, são uma frequência vibratória da energia que se encontra presente em tudo e em todos.

 

Tudo é energia. Nós somos energia.

 

O que sabemos é que se deu uma grande transformação na energia, no Todo. Os Maias previram essa transformação com muitíssima antecedência. Muitos povos e muitos seres que pisaram este planeta ao longo dos séculos anunciaram essa mudança.

 

Mas essa transformação, não foi um passe de mágica, foi real, e traduz-se no trabalho de muitas almas nobres que trabalham há incontáveis encarnações, no sentido da evolução da consciência humana.

 

Essas almas, estão hoje encarnadas aqui. São o que hoje designamos de Guerreiros da Luz, Trabalhadores da Luz, Guerreiros Arco-íris, etc.

 

Esse Guerreiro sou Eu, és Tu, somos Nós!

 

Um Guerreiro da Luz é um ser que individualmente, através da sua experiência pessoal vai resolvendo as suas dualidades, os seus pares de opostos, vai apurando a qualidade da sua consciência e é desse modo que vai expandindo esse mesmo grau de consciência, estando mais atento, mais presente, mais ligado ao seu coração amoroso, à sua parte divina, sagrada.

 

Essa expansão ou tomada de consciência individual, afeta, consequentemente, todos os seres que estão noutros graus de consciência (mas cuja semente também já despertou). Cada Ser que desperta, encarrega-se de despertar outros à sua volta, ainda que por vezes não tenha plena consciência disso.

 

A magia deste despertar revela um sentido de união como há muito não experimentávamos, ou talvez a humanidade nunca a tenha experimentado desta forma.

 

Estamos à procura da Tribo. Sim, da nossa Tribo “perdida”. Perdemo-nos ou eles perderam-se de nós, enquanto estivemos a viver a divisão, a ilusão da separação. Na verdade nunca estivemos separados, nem nunca estaremos. A diferença é que agora estamos a ganhar essa consciência.

 

Eu faço parte do Todo. O Todo faz parte de mim. Eu Sou o Todo. O Todo sou eu.

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Andamos à procura da outra parte, da alma gémea, dizem alguns, buscamos nos outros uma compreensão e uma aceitação que não praticamos connosco. E voltamos a dividir-nos. Mas… eis chegado o momento em que do “Céu virão os sinais”. É chegada a hora de reconhecer que não há divisão, que afinal falamos a mesma linguagem, a linguagem do coração, a linguagem da alma. Onde não há necessidade de escrever textos, como este. Onde o que existe é apenas a magia do Sentir.

 

Chegámos ao momento para o qual temos trabalhado tanto, ao longo de tantas e incontáveis gerações. O momento em que juntos, de mãos dadas, de corações ligados, chegamos de forma mais rápida às sínteses que nos permitirão retirar cada vez mais véus – os véus que nos impediam de “ver” e sentir aquilo que realmente ainda está por curar, o que ainda dói, o que ainda precisa de colo, de carinho, de amor, e de atenção da nossa parte.

 

Ora, este processo ao longo de milénios foi dando (e continuará a dar) origem à evolução e expansão da consciência coletiva. É por isso que estamos a aprender a SER RESPONSÁVEIS por nós mesmos e não pelos outros! Responsáveis pelas nossas escolhas. Conscientes dos nossos atos.

 

Posto isto, é mais fácil então compreender que há dez ou vinte anos, estávamos num outro patamar de evolução, em que o nível de consciência não era igual (porque seria impossível sê-lo) ao nível deste aqui e agora. (Percebes então porque não adianta reclamar do passado?)

 

A partir desta exposição, também é fácil compreender que naquele momento do passado, não estávamos alinhados com determinadas vibrações mais subtis, e portanto as horas repetidas (as matrículas dos carros, as datas, os números das portas, etc.), estavam lá na mesma, mas nós não reparávamos nelas!

Se reparamos agora, é porque uma parte do nosso SER está pronta e disponível para perceber o sinal e se encontra em estado de total recetividade para receber a sua descodificação.

 

 

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O que podes fazer quando reparas nas sequências dos números repetidas várias vezes ao longo do dia.

 

Toma consciência desse momento. Retira a mente (aquela que se põe logo a fazer filmes, aquela que alimenta o ego. Exemplo: eu sou especial porque vejo sinais, sou um guru, sou um mestre iluminado…) desse momento e permanece em ti mesmo, como simples observador.

 

O que estás a fazer nesse exato momento? Em que estás a pensar? De quê ou de quem é que estás a duvidar? O quê ou quem é que não consegues perdoar? Onde é que te estás a limitar? O que é que pensas que não consegues fazer? Que crença está a vir ao de cima?

 

Agora observa os números (ou sequência de números) repetidos que acabaste de ver. O que te faz sentir esse número?

 

Lembre-se que tudo é energia!

 

Gostas do número? Não gostas? Faz-te lembrar alguma data feliz por exemplo, ou pelo contrário lembra-te de um episódio triste?

 

Tudo isso é para te fazer refletir numa imensidão de questões que estavam profundamente enterradas no teu inconsciente. Lembra-te que se permitires que essa dor chegue à tua parte consciente poderás ter a oportunidade de a curar. Lembra-te que se curares essa dor, se a libertares de forma responsável estarás a permitir que outros seres se libertem (por vezes quase automaticamente). Lembra-te da explicação acima acerca do momento do despertar!

 

Isso, mesmo! Toma nota de tudo! Mentalmente ou então escreve (se fores como eu vais anotar tudo, pelo menos de início).

E agora vamos à descodificação de alguns dos números em que as pessoas mais reparam. Mas lembra-te, são apenas, palavras-chave. O que importa é o que para ti seja válido. Lê com a tua parte divina e consciente, ou seja, a tua parte iluminada. Lê com os olhos do coração.

 

Nota: É necessário dar tempo até que a mensagem enviada pelos números seja perfeitamente entendida e posteriormente, plenamente integrada. É por esse motivo que muitas pessoas reparam num dado número repetido muitas vezes ao longo de um dia, por exemplo. É mesmo uma chamada de atenção para aquela situação que estamos a viver.

 

O facto de se reparar nesses números repetidos durante períodos mais ou menos longos prende-se com a nossa resistência à mudança ou à nossa incapacidade de entender o sinal.

 

No momento em que tomares consciência do significado e o integrares, isto é, agires de acordo com as suas indicações, a vibração mudará e poderás passar a reparar num outro número repetido de outra frequência.

 

Exemplo: uma pessoa via constantemente 11:11 e após ter integrado a sua informação passará a reparar, por exemplo, no 17:17.

 

by Eva Veigas

Em Profunda Comunhão com a Vida

 

Sequências de Números, Números Repetidos, Números Espelho

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Quando reparamos em determinadas sequências de números, como por exemplo: capicuas, números repetidos, números espelho, seja nas horas, nas matrículas, nos documentos, nas senhas do supermercado, etc. estamos apenas perante uma chamada de atenção, é o que nós chamamos um sinal.

Fomos nós que decidimos, há muito tempo, criar um conjunto de sinais em forma de código, usando uma linguagem numérica, que acaba por ser acessível a todos. Sabíamos que ao reparar constantemente nos mesmos números durante um determinado período de tempo, isso prenderia a nossa atenção. Iríamos querer compreender para lá da simples informação que os números mostram, como é o caso das horas, iríamos querer saber a razão que se esconde por trás desse simples facto.

E estávamos certos! Já repararam que o facto de estarmos sempre a ver estes números nos está a levar mais longe?

Que nos perguntamos a todo o momento qual o verdadeiro significado dos números (parece tolice... então não queríamos apenas saber as horas? Ou que dia é que iremos ter determinado compromisso? Ou qual o número do documento que precisamos entregar ou assinar, etc.?

Mas porque é que reparamos mais nuns números do que noutros?

E porque é que de repente passamos a ver outros números e deixamos de ver os anteriores?

Como sabem os números pertencem a faixas vibratórias distintas. Ora nós ressoamos precisamente com a energia que nos faz falta para nos cumprirmos, portanto é lógico que reparemos nos números que vibram nessa mesma energia de que necessitamos.

Por exemplo: se precisarmos de trabalhar a nossa tolerância e compaixão é natural que reparemos muitas vezes nos números 11, 111, 1111 ou em números terminados em 11; e também na sequência 11:11 (caso das horas) ou 11-11 (caso das matrículas), só para dar alguns exemplos.

Mas também pode ser que estejamos a duvidar das nossas capacidades de ver para além do evidente, do imediato, de ver mais além, de ver através de... no fundo, temos medo de acreditar que temos uma visão mediúnica, temos medo de aceitar que isso é natural e então estabelece-se uma dúvida em nós, pois não queremos ser arrogantes mas a verdade é que vemos ou melhor "sabemos" que determinada situação vai acontecer ou vai ter determinado rumo. Então também é possível que nesses momentos de "crise" onde as dúvidas nos assolam, passemos a ver - até entender a mensagem - as mesmas sequências do 11, 11:11, etc.

Ora quando finalmente entendemos a mensagem, estamos prontos para a integrar e fazer uso dela (um bom uso de preferência). Nesse caso, poderemos começar a reparar noutras sequencias, por exemplo, 33, 03:33, 03:30 ou números terminados em 33.
O 3 está relacionado com a criatividade plena e a alegria de possuir e reconhecer o nosso dom. O 33 está sincronizado com as possibilidades de criar infinitas soluções para diversos desafios pois o poder de criar encontra-se dobrado.

Então pegando no exemplo que dei mais acima - trabalhar o nosso dom de visão interna - podemos deduzir que alguém que aceitou o seu dom com coragem e alegria, e que aprende com ele todos os dias a ser um pouco mais tolerante, pode agora usá-lo sem medo de falhar, pois sabe que não há como errar, isto é, pode finalmente expressar ao máximo a sua maravilhosa e ilimitada criatividade. De cada vez que repara no 33 é como se a vida estivesse a dizer: não páres, segue em frente, sorri.

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