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Arcanos & Cia. by Eva Veigas

Vem, caminha comigo. Levo-te pela mão ao encontro de caminhos não percorridos através do universo mágico da Numerologia e do Tarot. Vem! Eva Veigas

Arcanos & Cia. by Eva Veigas

Vem, caminha comigo. Levo-te pela mão ao encontro de caminhos não percorridos através do universo mágico da Numerologia e do Tarot. Vem! Eva Veigas

15.07.19

Importante é semear...


Eva Veigas

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Imagem: Markus Spiske

 

"Importante é semear...

Semeia, semeia...

O importante é semear

- um pouco, muito, tudo-

as sementes da esperança.

Semeia o teu sorriso

para que, à tua volta,

ele possa resplandecer.

Semeia as tuas emergias

para que as batalhas da vida

possam ser enfrentadas.

Semeia a tua coragem

para que a dos outros se regenere.

Semeia o teu entusiasmo, a tua fé

e o teu amor.

Semeia as coisas mais insignificantes, os pequenos nadas.

Semeia e tem confiança:

- cada semente enriquecerá

um pequeno ponto da terra."

 

Anónimo

Eva Veigas
04.06.19

Dez Mil Luzes


Eva Veigas

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Imagem: Bart LaRue

 

 

Dez mil luzes

Correndo para lá e para cá

Dez mil luzes 

Cheias de preocupação e dor.

 

 

Uma pequena luz

Trazendo alegria e riso

Uma pequena luz

Toda inocência e arrebatamento.

 

 

Uma pequena luz brilhando

Com o coração de uma criança

Transmuta dez mil luzes

Cheias de preocupação e culpa.

 

 

Korton

Eva Veigas
04.06.19

Páginas da Vida


Eva Veigas

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Imagem: Karolina Grabowska

 

Não fales, sente.

Não penses, vive.

Nada mais é a vida que uma sinfonia eternamente inacabada.

Nada mais és tu que o instrumento que a faz soar.

Por mais páginas que tenhas escrito com a tua história, a última folha está permanentemente por preencher.

 

Eva Veigas

Eva Veigas
03.06.19

To that God be adoration...


Eva Veigas

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"To the God Who is in the FIRE and Who is in the waters;
To the God Who has suffused Himself through all the world;
To the God Who is in summer plants and in the lords of the forest;
To that God be adoration, adoration."


—Sh’vet Upanishad, II.17.

 

Eva Veigas
21.05.19

A Conduta do Guerreiro


Eva Veigas

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Artist: Caroline Manière

 

Um verdadeiro guerreiro sabe que no seu coração moram a sombra e a luz e que nenhuma delas é mais importante do que a outra.
Um verdadeiro guerreiro sabe que a vida não se resume a preto e branco, e que embora esses dois sejam um, existe uma infinidade de tons e cores que não devem ser ignoradas.
Um verdadeiro guerreiro escuta a voz da razão e do coração, mas no final segue as palavras murmuradas pelo seu Espírito.
Um verdadeiro guerreiro é um adulto com uma imensa capacidade de brincar. É livre e solto, mas firme e persistente.
Um verdadeiro guerreiro sabe quando lutar e quando baixar as armas!
Um verdadeiro guerreiro obedece e respeita os ciclos da Vida e da Natureza.
Um verdadeiro guerreiro, nem sempre sabe que o é, mas sabem-no os outros...

by Eva Veigas
Todos os direitos reservados


Eva Veigas
21.05.19

O Tao


Eva Veigas

A imagem pode conter: céu e noite

Imagem: Graham Holtshausen

 

O Tao é um vazio insondável em movimento incessante que nunca se esgota. O Tao que pode expressar-se não é o Tao eterno. O tao que pode ser nomeado não é o verdadeiro Tao. Sem nome é o Princípio do Universo. Sem nome é a origem do céu e da terra. Com nome é a mãe de todas as coisas. Os dois Taos são o mesmo, diferenciando-se só no nome. A vida é emanação do Tao. O Tao na sua origem é Vazio. Uma confusão inacessível ao pensamento humano. No Vazio está a origem de todas as coisas: a Suprema Verdade.

Tao Te King 

Eva Veigas
03.02.19

Código de honra e moral das mulheres sábias e sacerdotisas celtas.


Eva Veigas

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Imagem: Laurens R.M.D.

 

 

Código de honra e moral das mulheres sábias e sacerdotisas celtas.

 

 

 "Jamais permitas que algum homem te escravize, nasceste livre para amar e não para ser escrava.

 Jamais permitas que teu coração sofra em nome do amor.

 Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer?

 Jamais permitas que teus olhos derramem lágrimas por alguém que jamais te fará sorrir!

 Jamais permitas que o uso do teu próprio corpo seja cerceado. O corpo é moradia do espírito, por quê mantê-lo aprisionado?

 Jamais te permitas ficar horas esperando por alguém que jamais virá, mesmo tendo prometido.

 Jamais permitas que teu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome tu sequer sabes!

 Jamais permitas que teu tempo, corpo e coração seja desperdiçado por alguém que nunca terá tempo para ti.

 Jamais permitas ouvir gritos em teu ouvido.

 O Amor é o único que pode falar mais alto!

Jamais permitas que paixões desenfreadas te transportem de um mundo real para outro que nunca existiu.

 Jamais permitas que os outros sonhos se misturem aos teus, fazendo-os virar um grande pesadelo.

 Jamais acredites que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.

 Jamais permitas que teu útero gere um filho que nunca terá um pai. (E se tu o gerares saibas que a dádiva da Mãe-Deusa é apenas Tua, cria e educa teu filho/filha de modo que possa vir a ter força e jamais temas ser mãe solteira; o pecado está apenas na mente dos fracos.)

 Jamais permitas viver na dependência de um homem como se tu tivesses nascido inválida.

 Jamais permitas que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos teus olhos te dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de ti.

 E, sobretudo, jamais te permitas perder a dignidade de ser mulher!"

 

 

Provável código de honra e moral das mulheres sábias e sacerdotisas celtas.

 

 (Para ser utilizado também como um código de conduta e moral feminina entre todas as Mulheres e Filhas da Grande Mãe)

Eva Veigas
13.01.19

O Alfaiate e o Tesouro de Bresa


Eva Veigas

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Imagem: Rachelle Magpayo

 

 

Conta-se que houve, outrora, na Babilónia - a famosa cidade dos Jardins Suspensos - um pobre e modesto Alfaiate, chamado Enedim. Homem inteligente e trabalhador, que, por suas boas qualidades e amor no coração, era muito querido no bairro em que morava. Enedim passava o dia inteiro, da manhã até a noite, cortando, costurando e preparando as roupas de seus numerosos fregueses, e, embora muito pobre, não perdia a esperança de vir a ser muito rico, senhor de muitos Palácios e grandes tesouros.

Como conquistar, porém, essa tão ambicionada riqueza? - pensava o mísero alfaiate, passando e
repassando a agulha grossa de seu ofício - Como descobrir um desses famosos tesouros que se acham escondidos na terra ou perdidos nas profundezas do mar? Ouvira contar, em palestra com estrangeiros vindos do Egipto, da Síria e da Grécia, histórias prodigiosas de aventureiros que haviam topado com cavernas imensas, cheias de ouro...
 
Grutas profundas crivadas de brilhantes... Caixas pesadíssimas a transbordar de pérolas. E não poderia ele, à semelhança desses aventureiros felizes, descobrir um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, de um momento
para o outro, o homem mais rico daquelas terras?
 
Ah! Se tal coisa acontecesse, ele seria, então, senhor de um imenso e magnífico palácio... Teria numerosos escravos e, todas as tardes, num grande carro de ouro, passearia, sobre as muralhas da Babilónia, cumprimentando amistosamente os príncipes ilustres da casa Real.

Assim meditava o bondoso Enedim, divagando por tão longínquas riquezas, quando lhe parou à porta da casa um velho mercador da Grécia, que vendia tapetes, imagens, pedras coloridas e uma infinidade de outros objectos extravagantes tão apreciados pelos Babilónios.
 
Por mera curiosidade, começou Enedim a examinar as bugigangas que o vendedor lhe oferecia, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, passando as mãos ásperas pelas barbas que lhe caiam sobre o peito, e custava apenas três dinares. Três dinares.

Era muito dinheiro para o pobre alfaiate. Para possuir um objeto tão curioso e raro, Enedim seria capaz de gastar até os dois últimos dinares que possuía.

- Está bem - concordou o mercador - fica-lhe o livro por dois dinares, mas esteja certo de que lhe foi de graça!

Afastou-se o vendedor e Enedim tratou, sem demora, de examinar cuidadosamente a preciosidade que havia adquirido. Qual não foi a sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda, escrita em complicados caracteres caldeus:
 
"O segredo do tesouro de Bresa". Por Deus! Aquele livro maravilhoso, cheio de mistério, ensinava, com certeza, onde se encontrava algum tesouro fabuloso! O TESOURO DE BRESA! Mas, que tesouro seria esse? Enedim recordava-se vagamente, de já ter ouvido qualquer referência a ele. Mas quando? Onde? E com o coração a bater descompassadamente, decifrou ainda: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo génio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha a encontrá-lo".

Harbatol? Que montanhas seriam essas que encerravam todo o ouro fabuloso de um génio? E o
esforçado alfaiate, dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, e ver se atinava, custasse o que custasse, com o segredo de Bresa, para apoderar-se do tesouro imenso que o capricho de seu possuidor fizera enterrar nalguma gruta perdida entre as montanhas. As primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos.

Enedim foi obrigado a estudar os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialectos persas, o complicado idioma dos judeus.

Ao fim de três anos, deixava Enedim a antiga profissão de alfaiate, e passava a ser o intérprete do Rei, pois na cidade não havia quem soubesse tantos idiomas estrangeiros. O cargo de intérprete do Rei era bem rendoso. Ganhava Enedim, cem dinares por dia; ademais morava numa grande casa, tinha muitos criados e todos os nobres da corte o saudavam respeitosamente.

Não desistiu, porém, o esforçado Enedim, de descobrir o grande mistério de Bresa. Continuando a ler o livro encantado, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. E, a fim de ir compreendendo o que lia, foi obrigado a estudar Matemática com calculistas da cidade, tornando-se, ao cabo de pouco tempo, grande conhecedor das complicadas transformações aritméticas.
 
Graças a esses novos conhecimentos adquiridos, pode Enedim calcular, desenhar e construir uma grande ponte sobre o Eufrates; esse trabalho agradou tanto ao Rei, que o monarca resolveu nomear Enedim para exercer o cargo de Prefeito. O humilde alfaiate passava, assim, a ser um dos homens mais notáveis da cidade.
 
Activo e sempre empenhado em desvendar o segredo do tal livro, foi compelido a estudar profundamente as leis, os princípios religiosos de seu país e os do povo caldeu; com o auxilio desses novos conhecimentos, conseguiu Enedim dirimir uma velha pendência entre os doutores.

- É um grande homem o Enedim! - declarou o Rei quando soube do fato - Vou nomeá-lo Primeiro
Ministro.
 
E assim fez. Foi o nosso esforçado herói, ocupar o elevado cargo de Primeiro Ministro.

Vivia, então, num sumptuoso palácio, perto do jardim Real, tinha muitos criados e recebia visitas dos príncipes mais poderosos do mundo. Graças ao trabalho e ao grande saber de Enedim, o reino progrediu rapidamente e a cidade ficou repleta de estrangeiros; ergueram-se grandes palácios, várias estradas se construíram para ligar Babilónia às cidades vizinhas.
 
Enedim era o homem mais notável do seu tempo. Ganhava diariamente mais de mil moedas de ouro, e tinha em seu palácio de mármore e pedrarias, caixas cheias de jóias riquíssimas, e de pérolas de valor incalculável. Mas - coisa interessante! - Enedim não conhecia ainda o segredo do livro de Bresa, embora lhe tivesse lido e relido todas as páginas! Como poderia penetrar naquele mistério?

E um dia, cavaqueando com um venerando sacerdote, teve a ocasião de referir-se à incógnita que o atormentava. Riu-se o bom religioso, ao ouvir a ingénua confissão do grande vizir, e, afeito a decifrar os maiores enigmas da vida, assim falou:

- "O tesouro de Bresa já está em vosso poder, meu senhor. Graças ao livro misterioso é que adquiristes um grande saber, e esse saber vos proporcionou os invejáveis bens que já possuis". Bresa significa "saber".

Harbatol quer dizer "trabalho". Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros maiores do que os que se ocultam no seio da terra ou sob os abismos do mar!

Tinha razão o esclarecido sacerdote. Bresa, o génio, guarda realmente um tesouro valiosíssimo, que qualquer pessoa, esforçada e inteligente pode conseguir; essa riqueza prodigiosa não se acha, porém perdida no seio da terra nem nas profundezas dos mares; Encontrá-la-eis, sim, nos bons livros e na dedicação ao trabalho, que proporcionam saber e maravilhosos tesouros encantados às pessoas!

Autor Desconhecido

 

Eva Veigas

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