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𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

Dançar no Vento

Fotos grátis de Dançarino
 
Ah! Eu não preciso de terapia
Preciso de Sol e Mar,
De sentir a areia debaixo dos pés,
Preciso de abraçar as árvores sagradas
E de escutar o seu sussurro.
 
Ah! Eu não preciso de terapia
Eu preciso de Dançar no Vento
De me deitar na terra e sentir o seu ritmo
Preciso de contar as estrelas no firmamento
E de conversar com a Lua Cheia.
 
Ah! Eu não preciso de terapia
Preciso de caminhar no trilho da floresta
E aspirar o ar bem devagar
Sentada na beira do caminho
Vendo as borboletas dançar.
 
Ah! Eu não preciso de terapia
Eu preciso de escutar as vozes dos ancestrais
que chegam na voz do trovão
e na luz de cada raio
que ilumina o céu e a terra.
 
Ah! Eu preciso é de me respeitar
De me sentir Viva,
De me trazer para a Vida
De Ser Mais Vida em Mim.
 
Todos os direitos reservados

Dia 13 de Maio - Um dia muito especial para mim

Mãe-Maria-Luz.jpg

Vou usar esta tela virtual, como há muitos séculos usava o papiro, gravando cuidadosamente cada desenho, cada símbolo… hoje vou gravar a ouro estas letras.

Hoje é dia fazer balanço. Um balanço de 20 anos.

Se é muito ou pouco, se é positivo ou negativo, depende da perspectiva e da tal de Teoria da Relatividade.

Para mim, as coisas são o que são e só ganham perspectiva e importância se nos focarmos muito nisso. Portanto, isso não é o que mais importa aqui.

O que eu celebro hoje são 20 anos de trabalho árduo interior, de conquistar terreno dentro, de fazer brilhar o Sol interior todos os dias, independentemente dos dias tempestuosos e do lado “feio” da vida.

Claro que tudo começou muito antes, mas há sempre uma data que serve de marco entre duas fases ou ciclos das nossas vidas.

No meu caso, esse dia foi a 13 de Maio de 2002 - o dia em que oficialmente me desvinculei do sistema para não mais voltar. Era mais um dia de celebração do aparecimento de Nossa Senhora aos Pastorinhos e para mim, naquela época, essa era toda a informação que tinha. Pouca ou muita, para mim foi “o” sinal de que algo estava prestes a mudar para sempre e a minha intuição estava certa!

Aquele foi o dia em que troquei o "certo" pelo “incerto". Um dia de lágrimas abundantes, mas de alívio interior, de aligeirar a carga, que na altura já se tornara demasiado pesada para mim, que aos 33 anos já tinha vivido experiências bem marcantes e assustadoras, as quais lá atrás, aos 26 anos, já me tinham apontado o caminho de forma bem directa e bem clara.

Um dia que traçava com rigor esse caminho que estava destinado para mim - um apelo que chegava desde dentro da minha alma, mas que eu mesma evitava (por razões diversas, mas que hoje estão bem claras e com as quais estou em paz).

Era difícil para a Eva de então trocar uma vida onde tudo parecia seguro, por uma vida de entrega a um propósito indeterminado. Eu nunca duvidei daquilo que iria acontecer, mas não fazia ideia da montanha que tinha à minha frente. E é preciso subir a montanha.

Cada um de nós tem a sua própria montanha e instrumentos precisos para a escalar. Porém, antes de dar início à escalada, é preciso conhecer os instrumentos.

Sim, demora. Faz parte do objectivo. E se estas palavras puderem servir de inspiração ou de alimento a quem está neste momento a iniciar a subida, digo que não vale a pena perderem tempo com ansiedade, porque o processo não se torna mais rápido ou curto por isso, por vezes até o torna mais lento e mais longo; também é escusado entrar em competição com alguém, porque não se trata de ser o primeiro a atingir o cume da montanha; muito menos é importante levar muita bagagem, porque é demasiado pesada para quem se prepara para subir – mas se mesmo assim insistirem, descobrirão rapidamente, que a maioria das mochilas, malas e sacos se irão perder pelo caminho, cairão ravina abaixo, e muitos dos vossos pertences, ficaram inoperacionais para sempre.

Com o tempo aprenderão como é mágico estar leve, sem pressa, sem ter que chegar a lado nenhum, mas ainda assim ir chegando a todo o lado. Ao lado de dentro da nossa montanha particular.

Nesta escalada, montanha acima, muitos dias foram duros. Para dizer a verdade, os dias duros venceram os dias leves em muitas bolas a zero.

Mas a leveza, a clareza, a alegria, o entendimento e percepção que vão contagiando os meus dias, valem por todas as dores, lágrimas e desafios que a vida me tem oferecido.

Estou muito mais crescida, mais radiante, mais feliz e mais liberta para ser eu mesma.

É um processo de escavação (não me considerasse eu uma arqueóloga da alma) e como em qualquer local de escavação encontramos dureza, dificuldades, impedimentos, contrariedades, ficamos frente a frente com a rudeza dos elementos.

Ora um bom arqueólogo jamais desiste, não cruza os braços, não vira as costas ao jogo, não dorme, pelo contrário, deleita-se, deambulando pelas madrugadas frias, buscando soluções para os seus enigmas e mistérios até que consiga desvendá-los.

Tudo está por desvendar, até que ousamos entrar dentro da caverna, munidos apenas da nossa pequena lanterna de bolso ou de uma simples caixa de fósforos (mais ou menos o equivalente à luz ainda trémula da nossa essência, quando se atreve a dar os primeiros passos no trilho que ainda não é caminho, mas sim a antecipação daquilo que virá a ser Caminho.

Quando olho para trás vejo tantas Evas, em tantas circunstâncias, em tantos enredos, em diferentes cenários e vejo-a agir, reagir, fazer, refazer, começar, recomeçar... mas nunca a vejo desistir. Nisso ela é coerente.

Vejo a sua ingenuidade em muitas situações, vejo-a aprender com os erros, vejo-a entristecer-se, diminuir e cair, para tentar entender o que se passa dentro dela e à sua volta. Depois volto a vê-la levantar-se, sacudindo o pó da estrada que se agarrou às suas vestes, vejo-a crescer, iluminar-se e seguir em frente com mais e mais amor dentro do seu peito. Há momentos em que ela não consegue sustê-lo e simplesmente essa energia se derrama e alastra, contagiando quem se quiser contagiar.

É criticada por isso, muitas vezes, mas parece que ela conseguiu uma certa imunidade para essas críticas tontas, pois só quem já provou o néctar dos deuses consegue entender esta linguagem. E quem não a entende, não é por falta de inteligência ou capacidade de aprendizagem, é antes por falta de oportunidade.

É por isso que eu entendo de pessoas.

Assim, hoje celebro o momento doloroso do passado, celebro as pessoas que me tornaram a vida num “inferno”, que me fizeram chorar de raiva, de dor e tristeza, porque graças a elas eu fui escalar a minha montanha, eu perdoei o que tinha de ser perdoado em mim, eu fui preparando um terreno que talvez agora esteja nutrido ao ponto de lá crescerem as mais frondosas árvores, de por lá correrem águas cristalinas e de por lá brilharem magníficos sóis e cintilantes estrelas.

Hoje, eu posso abençoar cada pessoa que me fez sofrer, ou melhor, cada pessoa que espelhou em mim uma parte do meu sofrimento, da minha dor, da minha tristeza. Foi através dessas sucessivas tomadas de consciência que fiquei com uma ideia mais clara sobre a minha própria sombra.

Se já atingi o cume da minha montanha? Não, sinto que não. Mas sei que estou num ponto muito alto, porque posso abranger uma paisagem assombrosa e ver uma grande fotografia, como um todo, e ao mesmo tempo, sempre que preciso de ver algo em particular, aponto o zoom para lá e vejo com nitidez partes desse imenso quadro onde nos inserimos.

Se estou longe, se estou perto, não sei, não me questiono sobre isso, porque de momento isso não é importante para mim, nem ocupa a minha vida. Apenas sei que o caminho aponta para cima, sem nunca perder o contacto com o meu chão, com esta terra sagrada onde tento pisar com suavidade e reverência.

Talvez os próximos 20 anos sejam dedicados a outros fins, mas que eu possa voltar a gravar a letras de ouro, num outro pedaço de papiro, mais um parágrafo desta poderosa experiência de se ser humano.

Por hoje é dia de celebrar a deusa em mim, honrando a minha luz e o meu propósito.
Hoje é dia de honrar Maria – Mãe e Todas as Mães – todas as Deusas, todo o Feminino, toda a Criação.

Hoje assino simplesmente Maria, meu belo e magnífico segundo nome.

 

Maria

O Portal

Porta Da Igreja, Castelo, Parafuso, Porta Da Frente

 

O verdadeiro Portal não está fora de nós. Não se encontra no exterior, nem num dia de calendário, nem num ritual mágico. Não é uma crítica, é uma constatação.

 

O verdadeiro Portal está dentro de ti, nasce e renasce contigo de cada vez que sobes um grau na tua consciência. Sempre que ela se expande e abarca mais e mais do Todo. Sempre que ela alberga mais e mais Luz, sempre que ela compreende mais, acolhe mais, entende mais, integra mais até atingir determinado estágio que a prepara para o grau seguinte.

 

Nessa transição se abre o Portal dimensional para cada um de nós em devido tempo e após as devidas provas. Ninguém passa um Portal sem ter passado pelos testes todos. É como na Escola, ninguém entra na Escola Primária e sai no dia seguinte com um Mestrado. É preciso passar por todas as fases. É preciso dar tempo e ir garantido que se integram todas as aprendizagens.

 

Aprende-se algo e depois é praticar, praticar, praticar, errar, começar de novo, praticar, praticar, praticar, errar e recomeçar... Um dia passas no teste! Fantástico!

 

Agora vamos ver se te manténs aí, nesse lugar tão duramente conquistado. E vêm de novo as provas.

 

Quando julgas ter passado no teste e já estás bem seguro que podes estar à vontade nessa matéria, surge de novo a prova, que é geralmente a derradeira prova, aquela que garante que conseguiste integrar totalmente determinada lição/aprendizagem.

Porém, só aqueles que estão MESMO preparados atravessarão esse Portal (e há muitos, muitos mais do que possas imaginar) e seguirão rumo a aprendizagens e provas cada vez mais complexas que os levarão a atravessar outros Portais internos.

 

Ora o que sucede muitas e muitas vezes no momento da derradeira prova? Chumbamos!

Principalmente quando nos encontramos envaidecidos e demasiado autoconfiantes, certos de que estamos muito iluminados e somos muito espirituais para nos misturamos com a “ralé”.

 

Escorrega-se na primeira contrariedade. Quando se vai ver estamos a dar um ou vários passos atrás ou a escorregar pela montanha abaixo, quando já estávamos quase, quase a atingir o cume.

 

Nesse momento dá para conhecer um bom bocado da nossa essência mais profunda – o material de que realmente somos feitos.

 

Muitas pessoas nesse momento tão importante, quando percebem que falharam o teste, identificam-se e colam-se ainda mais aos seus egos inferiores e resmungam dizendo como eram bons, fantásticos, como se dedicaram a fazer isto e aquilo e agora, a vida, ou alguém, pregou-lhes uma partida ou passou-lhes uma rasteira.

 

Só que não! Nem a vida nem ninguém passa rasteiras a ninguém. Somos nós que nos distraímos e nos distanciamos de nós, somos nós que perdemos o centro constantemente por colocarmos o foco fora de nós, por querermos salvar o outro, por queremos redesenhá-lo à nossa imagem e semelhança – como se nós fôssemos perfeitos e infalíveis -, por querermos reconfigurar o outro, porque entramos no “achismo” e cremos veementemente que temos a solução mágica para o outro e não entendemos porque é que ele pensa, fala ou age de determinada maneira. Como se nós fôssemos modelo para alguém!

 

Lembram-se? Acabámos de escorregar na nossa própria prova derradeira!

 

Oh! Lá se foi a oportunidade de atravessar o Portal!

 

O que fazer então? Não resta mais nenhuma possibilidade senão a de recomeçar do zero, com mais força do que nunca, mas também é importante ganhar consciência do que precisa ser trabalhado interiormente.

 

Surge então aquele momento de vazio, de confronto interno, de questionamento muitas vezes confuso, de vontade de desistir de tudo (e por vezes até da própria vida), surgem emoções complexas e destrutivas, etc. e não necessariamente por esta ordem, obviamente.

 

No fundo, tudo isto é apenas a batalha com o nosso próprio ego que não quer de forma nenhuma dar o braço a torcer, mesmo que lhe esteja a doer de uma forma muito profunda e quase impossível de sustentar.

 

O ego é matreiro e sabe muito bem o que fazer para não ser integrado – o que para ele é sinónimo de morte.

 

“Oh não! Eu não posso simplesmente desaparecer e morrer. Oh não! Logo eu! Eu, eu, eu!!!”

 

É por isso que é tão importante não tomar decisões precipitadas durante esses momentos sombrios, porque daí até saltar para áreas trevosas é um instante. O instante em que se agride, em que se maltrata, em que nos tornarmos monstros, o instante que se aniquila outro ser ou milhares de seres (e não me refiro apenas ao reino dos humanos, mas a todos os outros reinos).

 

Aqui entra a nossa quota parte de responsabilidade perante a Vida. O respeito, a humildade, a compaixão…

 

Deixar dissipar a confusão, acalmar o ego e deixar que a LUZ do Espírito invada a nossa alma, até que ela adquira a condição ideal para poder actuar e tomar conta do leme que sempre foi dela por direito próprio.

O ego usurpou o seu lugar, mas apenas porque nos distraímos, porque estamos muito tempo (vidas e vidas) buscando fora aquilo que sempre tivemos dentro de nós.

 

Quando tivermos trabalhado o suficiente para adquirir a nossa mestria pessoal, já nem teremos necessidade de provar nada a ninguém, muito menos de querer salvar alguém, apenas desejaremos do fundo do coração permanecer no trilho do meio ancorados no nosso único e verdadeiro Portal, o nosso Coração ou talvez mais indicado dizer o nosso Cardíaco – onde habita a Sempiterna Chama Trina da Sabedoria, do Poder e do Amor Divino.

 

Eva Wolf Heart

25/02/2022

Ousadia

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Não permitas que te façam abrir mão daquilo que mais queres, daquilo em que acreditas, daquilo que, sem saberes, sabes no teu coração, que é a escolha mais acertada para ti.
Vai à luta. Desbrava o caminho. Pisa onde ninguém pisou antes, com bravura e ousadia, com respeito e com fé.

Eva Wolf Heart

Cultivando Amor

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Sou mais agradecida pelas pequenas coisas, pelos pequenos gestos, as pequenas lembranças. Os pequenos "nadas" são TUDO para mim. E por muito que continuem a existir pessoas tóxicas, pois elas continuarão a existir e a ser como são, eu não me deixarei contaminar. Não te deixes também tu, meu irmão ou minha irmã, contaminar. Cultiva rosas no teu coração e a tua alma será bela, perfumando tudo e todos ao teu redor.

Eva Wolf Heart
 
 
Imagem: Birgith Roosipuu

Misterioso Mistério

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"O caminho do mistério aponta para dentro."


Novalis

 

 

Não se busque fora o que está dentro. É perda de tempo. É inútil.

É motivo de frustração e de energia desperdiçada. O mistério é revelado a quem se abre a

infinitas possibilidades; a quem segue o trilho sem criar expectativas; a quem toma o seu tempo

e caminha pacientemente pela estrada fora; a quem se entrega em Amor a Viver!

 

 

Eva Veigas

Ser Livre

Nunca permitas que nada nem ninguém te roube o teu mais valioso tesouro
Nunca permitas que alguém te diga o que fazer
Nunca permitas que alguém te queira colocar limites e formatações nos teus sentimentos mais puros
Nunca permitas que alguém tome conta da tua VIDA
Nunca permitas que te destruam os sonhos, mesmo que eles pareçam à partida impraticáveis, impossíveis ou utópicos

...

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Nunca abdiques da tua Alegria, do teu Amor Próprio e do AMOR que irradias de dentro de ti

Eva Veigas

Sombras e Luz

Eu não sou o meu nome...
Eu não sou a minha idade,
Eu não sou a minha aparência física
Eu não sou a minha personalidade
Eu não sou a minha profissão...
Eu não sou o meu estado civil
Eu não sou o que penso
Eu não sou o que escrevo
Eu não sou o que os outros me dizem que sou
Eu não sou as minhas expectativas
Eu não sou os meus bens materiais
Eu não sou a minha saúde
Eu não sou o carro que conduzo
Eu não sou os locais que frequento
Eu não sou o que sonho
Eu não sou o supérfluo
Eu não sou a totalidade
Eu não sou um rótulo
Eu não sou a minha altura
Eu não sou o meu peso
Eu não sou o que esperam de mim
Eu não sou isto ou aquilo
SOU O QUE SOU
PORQUE EU SOU TU
E TU ÉS EU.
SOU O QUE SOU
PORQUE TU ÉS EU
E EU SOU TU.
SOU O QUE SOU
PORQUE
NÓS SOMOS TU

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Eva Veigas

Pensamentos 3

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Sempre que nos abrimos ao amor, a esse rio que flui sem parar da divindade para nós, passamos a fluir nós mesmos para a divindade.


Nessa troca maravilhosa e leve acontecem verdadeiros milagres, verdadeiras curas emocionais, onde os velhos padrões não cabem mais. Se não cabem são transformados, porque nada se perde, nada é lixo neste nosso universo. As coisas que vemos e sentimos como más, menos boas, desagradáveis, horríveis e assim por diante, são transmutadas, assim que se ...acede a este fluxo de harmonia onde só a compaixão, a verdade, a integridade, o respeito, a honra, a nobreza de coração prevalecem.


Sempre que nos cumprimos ajudamos outros a cumprirem-se. Sempre que nos nutrimos em amor por nós, ajudamos outros a fazerem o mesmo. Portanto cada ato nosso deve ser um ato de amor por nós, pois com essa consciência sabemos que cada ato nosso produz uma consequência em igual proporção, intensidade e profundidade na vida de todos os seres do planeta e na vida do próprio planeta.
O planeta é uma consciência viva quer acreditemos ou não e um dia todos acederemos a esse nível de conhecimento.

 

Cuidado então, com o que emitimos através do nosso coração.

 

Em Amor & Harmonia com o Cosmos

 

Eva Wolf Heart

Necessidades do ego versus Necessidades da essência

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O ego tem muita necessidade de se afirmar. Ele quer afirmar-se de todas as formas que conhece tentando manipular a atenção de todos em seu redor.

 

Quando um ser humano se refere a algo que já vivenciou ou experimentou de uma forma leve, sem julgamentos nem interferências do seu próprio ego, pois o Espírito falou através dele, logo emergem muitos egos ao seu redor opinando, desdenhando com altivez, ou seja , tentando baixar a frequência desse ser humano, ou, por outro lado elevando para patamares que também não são a realidade que esse ser humano experimentou, tentando, mais uma vez através da manipulação “endeusá-lo. De uma maneira ou de outra pretende-se sempre com isso, consciente ou inconscientemente chamar a atenção sobre si mesmo.

 

O ego tem destas necessidades. Não lhe basta ouvir, integrar e fazer a própria síntese, isto, quando permite sequer que o outro chegue a concluir a partilha que iniciou. Na maior parte das vezes os egos tiram conclusões precipitadas, tão entretidos que estão em julgar os outros, sem nunca terem passado por determinadas vivências.

 

É preciso, começar a aprender a adestrar o ego, pois ele é indisciplinado, não gosta de regras, nem de obedecer a frequências mais elevadas onde a linguagem é de tal modo simples e amorosa que isso o chega a irritar, pois não se pode entender a linguagem do coração até se ter caído dentro do próprio coração.

 

O ego é muito importante no nosso caminho espiritual, pois é através dele que entramos em contacto, no início da caminhada, com os aspectos mais leves da nossa alma, com o lado mais inefável do Ser, e isso de início pode ser de tal modo assustador, que é preferível escarnecer, desdenhar ou virar as costas ao chamamento.

Sim, a alma chama-nos, a nossa essência lança apelos desde a nossa mais tenra idade, em todas as existências terrenas, mas nós teimamos em ignorá-la. Preferimos seguir o nosso caminho de teimosia, de indiferença em relação aos outros e a tudo o que nos rodeia, e essa escolha é-nos dada, através do nosso livre-arbítrio.

A essência não nos condena, nem nos julga, porque ela não tem necessidades.

 

Oh! Mas devem estar admirados… então agora estou a contradizer-me? Então o título desta pequena mensagem não é exactamente “Necessidades do ego versus Necessidades da essência”?

 

E agora digo que afinal a essência não tem necessidades?

 

Digo, sim! Afirmo e repito!

 

O título foi só para confundir os egos dos mais distraídos, porque os atentos, esses repararam logo na “armadilha”.

A essência não tem necessidade de nada porque ela já É! A essência não existe para prover as necessidades do ego. Pois… não mesmo!

 

A essência tem todo o tempo do mundo, todas as eternidades, pois o seu “papel” serve “apenas” a função de nos ajudar a cumprir-nos a cada momento. O seu chamamento um “dia” (um momento qualquer da existência) vai ser ouvido e nesse momento tudo o que foi, deixará de existir.

 

E a essência será revelada ainda no corpo físico, pois nesse momento todos poderão observar que aquela alma foi tocada pelo Grande Espírito, porque ela se permitiu receber toda a Compreensão, toda a Cura, toda a Harmonia, toda a Beleza, toda a Generosidade que lhe estava destinada podendo assim cumprir-se em Amor.

 

Onde está a tua necessidade agora?

 

Eva Wolf Heart

Eva Veigas

 

 

Activar a cura emocional

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Feridas emocionais abertas e deixadas por tratar produzem dores excruciantes na alma que carregamos pela vida fora. Para tentar aliviar o peso dessa dor, certificamo-nos de procurar todo o tipo de bálsamos que possam camuflar a ferida.


Primeiro fingimos que não está lá e tentamos ignorá-la. Também podemos tentar tapá-la, escondendo-nos sob várias capas: indiferença, frieza, agressividade, crueldade, vitimização, e todo o tipo de resistências que possamos imaginar.
Vamos test...ando cada uma destas capas, e os anos vão passando.


A ferida vai alastrando, vai-se tornando mais profunda e dilacerante, mas nós não podemos ceder perante tamanha dor que nos corrói a alma. Não, isso não!
O que é que os outros pensariam? Não, isso não!


Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para manter as aparências, para não sermos julgados pelos outros. É que o mundo lá fora é tão ameaçador...


Mas há um momento... há sempre um momento em que tudo se conjuga e compreendemos que "o que é demais é erro"! E nesse preciso momento, temos que tomar uma decisão que ainda nos vai doer mais porque esse decisão implica destapar a ferida, olhar para ela, tocar-lhe, porque é preciso limpá-la e aplicar-lhe um verdadeiro bálsamo que realmente a cicatrize.


Uns pingos de verdadeiro e autêntico amor por nós, podem ser o suficiente para curar algo tão dorido.
Esse momento é único e indescritível, pois cada um a seu modo irá senti-lo de forma igualmente única, devido ao percurso singular que cada um de nós acredita ter na vida presente.


Algo ocorre nesse momento em que damos permissão interior para curar a ferida. Algo realmente mágico e profundamente curador.


Nós somos energia, energia codificada. Na verdade temos códigos para tudo. Portanto nesse exacto momento activamos um código de cura e quando a contagem para essa activação tem início, o processo torna-se irreversível. 9...8...7...6...5... e agora???


Que mundo é este em que estamos a entrar (mas a contagem continua, imparável, indiferente aos nossos receios) onde tudo é desconhecido?


4...3...


Queremos parar mas é impossível! ....2...1....


Afinal a cura esteve sempre aqui e agora que reconhecemos que temos o poder de activar os códigos o que fazemos?


...0 --------- O equilíbrio e a harmonização, a cura e reconexão.

 

O zero: o Tudo e o Nada!

 

Eva Wolf Heart

Eva Veigas

 

Imagem: Pixabay

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