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Eva Veigas

Medicina para a Alma

Eva Veigas

Medicina para a Alma

Ano Pessoal 9 em 2018

Mandala, Ornamento Da Flor, Étnicas, Dourado

 

 

O Ano Pessoal 9 em 2018 resulta da redução dos Números 18 ou 27. Portanto, quem está num ano Pessoal 9 receberá influência de um destes Números conforme a data do seu nascimento.

 

Em ambos os casos, trata-se, inevitavelmente, de um fecho, de uma conclusão, do encerramento de vários assuntos, do tempo de virar a página e começar a escrever um capítulo completamente novo.

 

O Número 9 é o selo com que marcamos o final de uma etapa. Porém, ele contém em si mesmo, as sementes do novo, que darão corpo ao novo ciclo, o qual terá início, para estes nativos, em Janeiro de 2019.

 

Porém, para que as novas sementes encontrem terreno fértil, é necessário limpar o tereno, cuidar dele, lavrá-lo, nutri-lo, e tudo isto é tarefa do 9, preparando-o bem para a nova sementeira. Todavia, é necessário todo este trabalho interno de separação do” trigo do joio”. O que é que ainda pode ficar e ser reaproveitado? O que é que tem qualidade? O que é que nos pode continuar a devolver oportunidades de crescimento? Onde é que poderemos continuar a doar-nos? E onde é que já não cabe o velho? O que é que já pode ser largado? E assim por diante.

 

Mas cuidado com este largar… Estamos a largar para nos vermos livres do que quer que seja, por incapacidade de lidar com isso?

Teremos de ter em consideração se estamos a fazer uma fuga para a frente, teimando em queimar etapas ou se estamos a desembaraçar-nos de algo porque temos medo de não ser capazes.

Ocorrem-me tantas outras questões que aqui teriam aplicação, mas fiquemos por aqui, para que não se torne exaustiva ou maçadora esta leitura.

 

No momento em que tomamos a decisão de largar é para o fazer na totalidade, com consciência, serenamente, agradecendo honestamente pela experiência, sem ironias, sem mágoas, sem virar as costas, pois isso representaria mais uma ilusão: é um largar sem largar; desprende-se uma parte, mas há um fio invisível a segurar outra parte ainda. Isto mostra que o processo não está concluído, não é um 9 selado, fechado, arrumado…

Esta é uma das razões que nos mostra a dureza e o amargo provocado pelas duras lições do Número 9. É uma derradeira lição, mas apenas para quem já fez muito trabalho nestas frequências e adentrou este portal sem nunca mais olhar para trás.

Para quem ainda não o fez, há sempre uma primeira vez, uma primeira oportunidade, um primeiro chamamento que se sente a ecoar desde a alma e que chega até nós como um murmúrio ou um sussurro…

 

18/9 – Um ano de colheita ao nível da materialidade, que tanto pode significar ganho como perda, êxito ou fracasso, glória ou falta de reconhecimento.

Em ambos os casos deve ser feita uma avaliação minuciosa de tudo o que plantámos, edificámos, construímos, destruímos, deixámos para trás e assim por diante.

 

Desta forma, poderemos usar bem a energia contida nestes números, a qual nos permitirá criar uma estratégia harmoniosa para o próximo ciclo. Uma estratégia que nos mantenha firmes no propósito interno, mas que não nos crie expectativas nem nos atire para o controlo das coisas, ou que nos diga: “isto deve ser desta ou daquela maneira”, ou “só faço se tiver a certeza de…”; uma estratégia que nos dê liberdade de ser, de usar a nossa intuição e de nos elevarmos acima da razão e da emoção. Uma estratégia diria, divina, vibrante, que agarra as oportunidades quando elas se materializam diante de nós.

 

 

27/9 – Um ano que nos permite um salto no desconhecido, que nos permite mergulhar nas profundezas do nosso ser, e que nos oferecerá a possibilidade de trazer à tona esse ser sensível, puro, conhecedor, experiente, sábio, inteiro…

 

Um ano que nos porá à prova em termos relacionais. É o tudo ou nada. Ou avançamos no processo criativo e o nutrimos, ou deixamos de “amamentar” as partes de nós que exigem atenção a toda a hora, que se comportam como crianças birrentas e chatas, que nunca estão contentes ou satisfeitas com brinquedo nenhum, que são implicativas, que têm o poder de criar dificuldade e incómodo.

 

É tempo de conversar com essas crianças e coloca-las no seu devido lugar. Fazer contratos e entrar num esquema de castigo e recompensa não é viável, pois logo essas partes de nós tratarão de criar cenários de culpa e castigo, para logo depois se comportarem muito bem, na esperança de receber a tão desejada recompensa.

 

O que fazemos com os outros, fazemos connosco e vice-versa, portanto é tempo de cuidar destas crianças, destas nossas partes, para que possamos abrir caminho, espaço e vazio dentro de nós mesmos, de modo a podermos aceder àquela parte do verdadeiro ser, que se descobre a cada momento, que possui a pureza e a inocência das crianças, mas que não se faz de ingénuo, tonto ou palhacinho.

 

Falemos agora dos pontos-chave deste ano pessoal 9.

 

O ponto forte deste ano pessoal é regido pelo Número 2 (redução de 20), enquanto o ponto fraco é regido pelo Número 2 (Número puro ou raiz).

 

Na realidade, trata-se do mesmo Número posicionado na mesma polaridade, mas em polos opostos e complementares. Traduzindo, para uma linguagem mais simples, poderíamos afirmar que se trata de um 2 positivo e de um 2 negativo.

O que está em evidência é a constelação numerológica do 2, constituída pelo próprio 2, pelo 11 e pelo 20 (entre outros números secundários, como o 29 ou o 38).

 

Na realidade o caracter positivo do 2, acentua-se aqui, e apenas no contexto deste ano particular, na medida em que este é um ano que nos catapulta para um momento de redenção interna, um momento de harmonização de conflitos internos, de resolução de dilemas tanto internos como externos, por isso é muito importante regenerar a carga de juízos e de criticas que lançamos sobre nós e sobre os outros.

Essa postura poderá trazer leveza e discernimento interno, dispondo-nos ao novo de uma maneira nunca antes experimentada ou sentida.

 

O carácter negativo do 2 conduz-nos às águas paradas, estagnadas, que trazem morte e decomposição dos tecidos internos mentais, provocadas pelas nossas emoções ressabiadas, pela nossa postura arrogante que nos distancia de nós mesmos e dos outros, do mundo e do Amor, do colectivo, da união entre tudo e todos, que nos desagrega e nos exclui da malha maravilhosa que a todos acolhe, nutre e abraça

 

 

Eva Veigas

Ano Pessoal 8 em 2018

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O Ano Pessoal 8 em 2018 resulta da redução dos Números 17 ou 26. Portanto, quem está num ano Pessoal 8 receberá influência de um destes Números conforme a data do seu nascimento.

Em ambos os casos trata-se de um ano de intensa expansão ou de forte contração, dependendo do tipo de aprendizagem que se fará através do 8. Na prática significa que poderemos viver um ano onde tudo aumenta, tudo se amplifica, tudo parece muito maior, mais intenso e forte do que é na realidade, ou pelo contrário tudo diminuirá, encolherá ou parecerá muito mais pequeno e menos importante do que na realidade é. É preciso ser muito cauteloso ao longo de um ano 8, qualquer que ele seja, porém este em particular, por causa do trânsito numerológico com o ano universal que é 11.

O 8 é o Número da realização e da concretização dos desejos no mundo das formas, ou seja, dá-nos a possibilidade e a oportunidade de os tornarmos reais, palpáveis, na fisicalidade, dado que se trata de um Número Material, um Número regido pelo Elemento Terra.
O 8 é um estratega, um planificador, um enlaçador de mundos, um poderoso centro de forças cósmicas, capaz de criar desde a mais simples, à mais complexa e intricada obra que um indivíduo possa conceber, emprestando ao seu portador, competências e habilidades específicas, precisamente nestes níveis. 

A lição ou aprendizagem do 8 está relacionada com a autoridade, o dinheiro, os negócios, o poder, a fama, o controlo sobre a vida, as experiências e os outros. Esta lição levanta questões de fundo entre as quais destaco as seguintes:

Como me relaciono com o dinheiro e com os bens materiais de uma forma geral? 
Sou um esbanjador quando tenho dinheiro e posses? 
Sou demasiado agarrado ao dinheiro e às riquezas ou aos meus bens materiais? 
Flutuo entre as duas situações?
Como me posiciono perante as pessoas que representam a autoridade?
Sou excessivamente servil? 
Enfrento essas pessoas e situações com medo de estar a cometer alguma infração e faço tudo o que me dizem sem questionar? 
Enfrento essas pessoas sem medo, exagero na confrontação e vejo-me às voltas com a justiça, por causa de uma atitude de insubordinação?
Se eu for um representante ou agente da autoridade como me posiciono ante os outros? Escudo-me atrás desse poder? 
Dou demasiada confiança e não honro o poder que me foi confiado? 
Tenho medo de perder a minha autoridade?
Tenho medo das luzes da ribalta e fujo, ainda que inconscientemente do sucesso, do êxito e da fama ou busco tudo isto incessantemente e sem olhar a meios?

17/8 – Um ano que pede amadurecimento e silêncio, pois a obra (o projeto, a relação, o negócio, etc.) que está a ser construída (ou planificada) envolve grande responsabilidade. Nada deve ser deixado ao acaso e tudo segue um plano e uma ordem pré-estabelecida, a qual deverá ser respeitada e honrada.
É um ano exigente, que acima de tudo não deixará aos seus nativos, muito espaço para divertimentos e lazer. Por isso há que cuidar muito bem da saúde e respeitar as horas de descanso.
Haverá espaço para muitos momentos eureka, pois muitas revelações internas tenderão a ocorrer sob a forte influência do laço cósmico, dado que a mente estará preparada para receber e apreender muitas perceções subtis que sob outras influências numerológicas não seriam tão impactantes. Por todas estas razões, trata-se no fundo, de um ano regenerador, restaurador, reparador, onde o sentido de empreendedorismo impera e onde o desânimo não encontra terreno para proliferar.

É importante permitirmo-nos ser guiados pela nossa intuição que deve andar de mãos dadas com a nossa poderosa mente e com a nossa capacidade de agir, para inovar e crescer, para conceber uma ideia com o intuito de a materializar no mundo físico.

26/8 – Um ano que implica um olhar sobre os outros, sobre o efeito das nossas escolhas que sempre recai não só no nosso pequeno mundo, mas também na vida de quem nos rodeia. 
Um olhar mais atento sobre as nossas relações, implica questionarmo-nos acerca do que esperamos dos outros e obviamente do que os outros esperam de nós.

O mundo das expectativas, é um mundo perigoso que cria vínculos pesados entre as pessoas e que acarreta mil e um compromissos, a maioria dos quais, como se sabe, impossíveis de cumprir. Os relacionamentos esgotam-se pela agitação provocada pelo 8 que tende a amplificar e a aumentar tudo o que está sob o seu domínio, pelo seu próprio movimento continuado e infinito. 
Cuidado pois, ao olhar para as suas relações e para as situações que está a viver, pois aos seus olhos elas parecerão muito empoladas e excessivamente exacerbadas.

É um ano para assumir uma posição, para nos tornarmos responsáveis pelo que somos, pelo que fazemos, pelo que dizemos e pelo contributo que queremos dar ao mundo.

Falemos agora dos pontos-chave deste ano pessoal 8.

O ponto forte deste ano pessoal é regido pelo Número 1, o que coloca em evidência a capacidade para ir à luta, não baixando os braços, não permitindo que nada nos afaste do nosso caminho interior, o qual haveremos de percorrer com os nossos próprios pés, movidos pelo nosso coração, guiados pelo nosso Espírito.

O 1, como ponto forte, suporta, apoia, ativa e alimenta todas as iniciativas que queiramos empreender, não fosse o próprio 1 o Número daqueles que se ocupam de abrir e percorrer caminhos completamente novos e inexplorados, originais e inovadores. O 1 é sinónimo de versatilidade e ousadia, de pioneirismo e de uma habilidade especial para ultrapassar qualquer fronteira ou limitação.

Entretanto, o ponto fraco deste ano pessoal é regido pelo Número 3, o que implica que nos iremos confrontar com um cenário onde a distração poderá imperar. O ano é rico em oportunidades e pode apontar caminhos muito diferentes, os quais, certamente nos parecerão mais apelativos pela sua variedade, por serem diferentes, por serem mais fáceis, etc. 

Contudo teremos que permanecer na firme disposição interna de não abdicar do nosso propósito inicial, ou não conseguiremos acompanhar as rápidas frequências deste ano pessoal 8.
Evidentemente, isto significa que ao não acompanharmos o ritmo do ano, poderemos não nos aperceber da quantidade incrível de oportunidades que este 8 apresenta, o que, com toda a certeza, nos devolverá, lá mais para o final do ano de 2018, uma forte insatisfação, acompanhada de uma enorme frustração, por não termos sido capazes de ser firmes, determinados e persistentes.

 

Eva Veigas

Ano Pessoal 7 em 2018

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O Ano Pessoal 7 em 2018 resulta da redução dos Números 16 ou 25. Portanto, quem está num ano Pessoal 7 receberá influência de um destes Números conforme a data do seu nascimento.

 

Em ambos os casos trata-se de um ano de introspeção, onde o silêncio e a quietude são absolutamente necessários. Há no entanto que considerar que o ser humano não é uma ilha isolada, e mesmo respeitando os seus próprios limites precisará sempre de criar pontes com outras ilhas e com outros continentes.

 

Os relacionamentos são necessários e importantes, na medida em que nos devolvem material suficiente para podermos trabalhar em nós muitas arestas internas e externas, sem no entanto nos diluirmos neles e sem, obviamente, perder a nossa identidade.

 

Uma tendência para nos afastarmos subitamente ou nos isolarmos excessivamente poderá trazer mais prejuízo do que benefício, além de poder conduzir a estados depressivos e antissociais.

 

No entanto, há que ter em conta que em determinadas situações pode ser muito importante, e deveras necessário, retirarmo-nos o tempo necessário, do mundo, com o intuito de nos aproximarmos mais de nós, por causa da nossa profissão ou por qualquer outro motivo que a isso nos obrigue.

 

O 7 é um Número que rege a Mente e o Espírito, portanto é no domínio do Elemento Ar que ele se sente à vontade. Por isso mesmo tem tendência para pensar demasiado perdendo-se no emaranhado profundo da mente, caso não esteja ainda habituado a usar a mente para o propósito que ela serve.

 

Sempre que nos deixamos guiar exclusivamente pela mente, o resultado é desastroso, pois não há nada que nos afaste mais do amor que existe em nós do que optar por tornar a mente o nosso guia e mentor. É como se pedíssemos a um cego, surdo e mudo que nos conduzisse pela vida fora.

 

O sétimo ano de um ciclo de 9 costuma ser indicador de um tempo reservado a uma paragem propositada, de modo a poder avaliar o caminho percorrido até aí. É um tempo de maturação e de crescimento, mas também de duras provas para quem aspira alcançar metas mais elevadas e nobres.

 

 

16/7 – Um ano que coloca em evidência o plano dos afetos e de todo o tipo de relacionamentos, o que inclui o parceiro/a, a família, os filhos, o mundo do trabalho, a vida em sociedade, etc., espelhando em nós o que necessitamos de aprender a esse respeito, mas de uma forma mais responsável, mais crescida e amadurecida, evitando cair nas mesmas armadilhas de sempre.

 

É que nem sempre estamos a ver as várias perspetivas sobre um qualquer acontecimento, aliás, na maioria das vezes, vemos apenas através da nossa própria perspetiva, da nossa própria lente, a qual, está tantas vezes distorcida, suja e desfocada.

 

É tempo de aprender que envolvermo-nos com os outros, comprometer-nos seriamente num relacionamento, qualquer que ele seja, implica comprometer-nos connosco, sem que isso tenha que ser forçosamente assustador ou constrangedor.  

Se não nos propusermos fazê-lo, correndo todos os riscos que isso implica nunca chegaremos a saber o que é estar de facto num relacionamento: o que significa crescer a dois, o que implica constituir uma família, o que é ser umas vezes o forte pilar que não abana e outras vezes cair nos braços de alguém em busca de conforto e compreensão, e assim por diante.

 

Quem não se acercar de si mesmo dificilmente se acercará dos outros e vice-versa.

 

 

25/7 – Um ano que devolve liberdade de movimentos, devido à sua proposta constante de transformar conhecimentos adquiridos através da experiência, em refinada e profunda sabedoria. As mudanças que um ano com estas características pede, envolvem e exigem uma total presença da nossa parte, uma total atenção, o que implica estarmos bem despertos, bem conscientes de tudo o que acontece dentro de nós, especialmente o que é provocado pelos acontecimentos exteriores.

 

Observar o que sucede dentro de nós, implica observar imóvel, em total quietude, as reações imediatas ao evento exterior, quer elas sejam muito ou pouco evidentes. Desde uma leve ruborização na face até uma explosão de raiva, desde um formigueiro no estômago até ao ataque de choro, desde um arrepio no corpo até à rendição total.

 

Para além disto temos ainda a considerar o ponto forte deste ano pessoal 7 que é influenciado e regido pelo Número 9, o que proporcionará uma boa aliança entre estas duas vibrações e que, na prática nos permitirá levar o nosso nível de consciência a um ponto mais elevado, e que ainda não tínhamos experimentado.

 

Estas energias abrem caminhos para que nos debrucemos sobre a importância dos valores e princípios sob os quais regemos a nossa vida e dos quais não abdicamos. E tudo isso está certo. Mas é hora de os revermos, um por um, buscando compreender de onde nos surgiram, como chegaram até nós e através de quem.

 

É tempo de entrar em contacto com essas verdades e esses princípios herdados, quer tenham sido passados à força ou não e sentir se tudo isso se encaixa no nosso novo eu, se tudo isso foi adquirido por nós com perfeita consciência ou se somos apenas o espelho dos nossos pais, da nossa família, da nossa cultura, etc.

 

É tempo de sentir e reconhecer o que é efetivamente nosso e caso não haja nenhum tipo de identificação, é bom recordar que temos poder suficiente para nos reinventarmos, para nos reconstruirmos e para criar um sistema de valores e princípios completamente novo e mais ajustado e adequado à nossa nova condição e consciência.

 

Por outro lado, teremos de enfrentar o ponto fraco deste ano pessoal 7 que é regido pelo Número 4, o que demonstra a importância de sermos coesos, coerentes sabendo que a nossa vida deve assentar em sólidas bases internas.

 

O 4 como ponto fraco indica que será muito difícil manter o foco permanentemente apontado ao que é deveras importante, útil e prioritário, num ano que nada tem de concreto. Tudo é vivido num nível muito abstrato, onde predomina o Ar, que leva e traz informação, que deve ser passada a pente fino, pois só o que interessa deve permanecer, tudo o resto pode seguir o seu caminho.

 

Eva Viela Veigas

Ano Pessoal 6 em 2018

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O Ano Pessoal 6 em 2018 resulta da redução dos Números 15 ou 24. Portanto, quem está num ano Pessoal 6 receberá influência de um destes Números conforme a data do seu nascimento.

 

Em ambos os casos trata-se de um ano de amadurecimento e crescimento no plano das responsabilidades, deveres e obrigações, sobretudo a nível familiar, sem descurar contudo, as suas próprias necessidades e prioridades.

 

O desafio encontra-se na busca desse equilíbrio, que deve ser bem gerido a fim de restaurar velhas feridas emocionais, resgatando desse modo mais poder pessoal e mais poder de decisão, o que certamente lhe devolverá a possibilidade de redesenhar a sua vida, os seus projetos e as suas ambições.

 

Na verdade, não lhe faltarão cenários onde poderá colocar em prática tudo o que aprendeu acerca desta esfera da vida, e onde, com toda a certeza, poderá continuar a aprender e a experimentar novas formas de lidar com esta questão.

 

15/6 – Este será um ano voltado para a busca de respostas internas, o que envolve pesquisar, ler, investigar, escavar…

 

De início, o impulso fogoso do 5 pode levá-lo a agir por mera curiosidade, mas com o tempo essas ações tornar-se-ão um verdadeiro prazer. Pode ser avassalador descobrir que ‘pôr as mãos na massa’ é a melhor forma de crescer e evoluir. Este é um momento para integrar conhecimentos e não para os acumular como uma enciclopédia. Conhecimento sem articular a sabedoria com a experiência, não tem qualquer validade – limita-se a ocupar espaço!

 

Um ano 15/6 revela uma necessidade de buscar e/ ou de reaprender a obter prazer nas mais pequenas coisas e de recuperar a alegria de viver, expressando-se e exprimindo-se de forma natural e espontânea, sem sentir qualquer culpa ou peso.

 

O direito natural e a capacidade de sentir prazer foi distorcido ao longo dos séculos, a partir do momento em que o prazer foi confundido com pecado. Desde então, as pessoas lutam consigo mesmas na tentativa de não pecarem, afastando-se cada vez mais de si mesmas, como se ter prazer na vida fosse de facto um grande mal.

 

Ora, aqueles que estiverem sob a influência deste Número, têm aqui uma oportunidade maior para poderem fazer as pazes com esta área sensível da sua vida, a qual pode implicar muito trabalho árduo, visto que terão de lidar com os aspetos negativos do seu sistema de crenças pessoal.

 

Devem aprender a fluir, não se prendendo a conceitos pré-fabricados pelas suas mentes ou aos de outras pessoas. Dado que o 6 se sente à vontade estabelecendo relações em grupo, deve aprender a estar no grupo sem perder a sua própria identidade. Caso isso tenha sucedido, deve trabalhar no sentido de resgatar a sua individualidade e autonomia em relação aos outros, de modo a não se sentir invisível, inútil ou dispensável, mas sempre escolhendo vias onde caibam a amabilidade e a doçura, caso contrário poderá ativar os processos destrutivos e aguerridos do 5 que só lhe trarão dificuldade e amargura.

 

24/6 – Um ano desta natureza confere aos seus nativos, a necessidade de criar uma certa estabilidade, uma certa reordenação das suas vidas num ou em diversos sectores, o que poderá implicar uma certa reorganização pessoal e/ou profissional.

É evidente que se trata de um ano trabalhoso, pois reorganizar uma ou mais áreas da nossa vida, sempre se nos depara bastante complexo e avassalador, pois requer muita autodisciplina, muita concentração e muita necessidade de pré-estabelecer determinadas regras para posteriormente cumpri-las, se queremos obter determinado propósito ou objetivo na vida.

 

Também é necessária grande dose de sensibilidade da nossa parte, dado que qualquer movimento nosso influencia, quase de certeza, as mais diversas relações estabelecidas com as pessoas que fazem parte da nossa vida (quer gostemos delas ou não).

 

Por este motivo é importante ir com calma, trazendo harmonia a todo e qualquer tipo de conflito mas evitando fugir dele, uma vez que este ano traz consigo a possibilidade de nos tornarmos excessivamente rígidos, pois poderemos optar por condutas demasiado severas e hostis em relação a nós mesmos e consequentemente aos outros, o que poderá tornar os nossos dias em autênticas batalhas emocionais, tanto internas quanto externas.

 

Para evitar este tipo de situação há que recorrer sempre ao diálogo, à escuta ativa e acima de tudo evitar permanecer cair na armadilha da reatividade, pois sempre que “(re)-agimos”, perdemos a condição natural da nossa espontaneidade, perdemos a possibilidade de escolher não agir e passamos a agir de forma condicionada, respondendo ao estímulo externo lançado pelos outros.

 

Desta forma, este ano pretende ser uma plataforma estável para podermos regressar à nossa condição natural, onde a não-exigência e a não-obrigação serão os principais aspetos a ser tomados em conta à medida que formos tomando consciência do tanto que precisamos de amadurecer e crescer.

 

O ponto forte deste ano pessoal 6 é influenciado pelo Número 8, o que proporcionará um imenso crescimento interno, aumentando as nossas possibilidades de êxito e sucesso nas mais variadas áreas. O 8 é o Número responsável pela exacerbação de todo e qualquer evento, pelo que há que ter um certo cuidado, para não empolar demasiado os acontecimentos, pois logo que a sua influência termine, tudo voltará à “normalidade”, e, nessa altura, poderemos sentir-nos um pouco abalados, frustrados ou mesmo desanimados perante a vida, os outros, ou nós próprios.

 

O ponto fraco deste ano pessoal 6 é regido pelo Número 5, o que demonstra a necessidade de respeitarmos o encadeamento interminável dos ritmos da vida, os altos e baixos, os triunfos e os insucessos, os êxitos e os fracassos das nossas intenções, dos nossos empreendimentos e do resultado dos mesmos.

 

É preciso aprender a escalar a montanha, a permanecer no pico, a descer a montanha e a permanecer no vale, usufruindo de cada uma dessas fases, aprendendo com cada uma delas, compreendendo que cada um desses momentos nos proporciona novas descobertas, novas oportunidades, novos estados de ser. É preciso entender que nenhuma é igual à outra e que é aí que reside a maravilha, o milagre, a experiência de estar vivo e presente nesta realidade.

 

Esta é só e apenas mais uma das muitas realidades que existem e nós estamos aqui e agora para aprender acerca da escalada desta montanha particular que é a nossa existência na Terra.

 

Eva Veigas

Eva Veigas

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    162. M
    163. J
    164. J
    165. A
    166. S
    167. O
    168. N
    169. D