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Eva Veigas

Consultas de Numerologia e Tarot * Autoconhecimento e expansão da consciência

Consultas de Numerologia e Tarot * Autoconhecimento e expansão da consciência

Janeiro 2023 - um mês governado pelo Número 8

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JANEIRO 2023 – MÊS 8

 

 

“Fazer mais pelo mundo do que o mundo faz por si - eis o sucesso.”

Henry Ford

 

8 - O Guardião de Janeiro 2023

Esta poderia ser a máxima que ilustra o convite que o 8, como guardião deste mês de Janeiro, nos faz, ao desafiar-nos naquilo que, por vezes, parece tão fácil de executar em teoria, mas que se torna tão difícil de colocar em prática no quotidiano.

O 8 é um número que por norma se associa à expansão da nossa consciência e que alarga os nossos horizontes; que nos incita a ultrapassar limites e obstáculos que nos são impostos por terceiros ou ainda aqueles que nos autoimpomos, mesmo que de forma inconsciente.

É um impulsionador nato, porque representa o movimento cósmico incessante, cuja energia jamais estagna ou se esgota.

O 8 é por isso muito associado à abundância, à fartura, à riqueza, à prosperidade e à fertilidade. Uma energia que amplia todo tipo de experiências como se fosse uma lupa altamente poderosa e capaz de alcançar todos os domínios da existência humana. Assim, como Guardião deste mês, podemos orientar-nos pela energia que ele exorta. Procuremos reconhecer as bênçãos de abundância, que temos nas nossas vidas.

São tantas, e acontecem todos os dias e a todos os segundos. A verdade é que perdemos a capacidade de as contar, porque tornámo-nos tão exigentes que nem sequer as reconhecemos. Passa tudo tão rápido que perdemos a capacidade de nos deleitarmos com os pequenos “nadas” desta vida tão efémera.

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O 8 desafia-nos, portanto, a ir além da visão curta e mesquinha e impele-nos a ir mais longe, a voar para o alto de um penhasco e a pedir emprestada a visão da águia – aquela que tanto vê a floresta como um todo, como distingue uma única árvore no meio da amálgama de verdes. Esse animal sagrado e solar, cuja visão é perfeita, pode ensinar-nos muito acerca de abundância, de expansão, de mudança de perspectiva e de aprender a lidar com o grande e com o pequeno, com o perto e o longe.

As oportunidades ao longo deste mês e sob esta vibração são inúmeras, mas há que estar atento, lembrando que a energia que modula cada um dos meses do ano é 7 – o Guardião de 2023 –, e, atenção, observação e concentração são algumas das principais características deste número místico e sagrado, que é o 7.

O sucesso pode bater-nos à porta, mas é preciso estar preparado para ele. A sorte não acontece por acaso. A sorte conquista-se com sangue, suor e lágrimas – e não há milagres no que diz respeito a este tema.

O trabalho interior para crescimento e evolução espiritual passa, precisamente, por um lado, pelo sucesso no plano material (dinheiro, reputação, fama, poder e espírito de luta) e por outro, por saber usar a sabedoria, seguindo a sua intuição, e por manter o respeito pelos valores morais e espirituais. O cerne da questão consiste em encontrar o equilíbrio entre esses dois polos (aparentemente) opostos.

A nós, fica reservado o papel de alcançar o sucesso no plano material, sem jamais deixar de considerar certas qualidades internas, como sensatez, moderação, humildade e modéstia quanto a esse sucesso e, acima de tudo, mantermos uma boa dose de generosidade, partilhando com os outros um pedaço das nossas conquistas.

Se formos capazes de seguir esse trilho, poderemos experimentar uma imensa satisfação de nos sentirmos tranquilos e em paz.

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Contudo, como em qualquer circunstância há sempre desafios a superar e o maior desafio deste mês, fica a cargo do Número 6 – uma espécie de termómetro pessoal que vai mostrando a temperatura ao longo dos dias: quanto mais “quente” maior e mais complexo é o desafio.

O tema do 6 enquanto desafio diz respeito às questões relacionadas com a família, com os deveres e obrigações que temos para com ela, mas acima de tudo com a importância de nos doarmos sem cobranças nem exigências.

Se é para fazer algo, que o façamos desde o coração, caso contrário, será penoso não só para nós, mas também para as pessoas a quem estaremos a ajudar. E porque todos temos a capacidade de reconhecer as frequências, ou a energia, se preferirem, geradas a partir das nossas acções e respectivas intenções, os outros sentem se o que fazemos é com boa-vontade e intenção clara de as ajudar, sem querer nada em troca, ou não. Portanto, imaginem como se devem sentir, caso a nossa dedicação, seja afinal uma obrigação que fazemos contrariados e aborrecidos. É só trocar de lugar com elas e saberemos como dói.

Outro aspecto complexo do mês diz respeito a sentimentos de posse e controlo sobre os outros. Há que mergulhar bem fundo nas nossas camadas mais sombrias – e para isso, mais uma vez, teremos a preciosa ajuda do 7, que nos leva para o mundo da introspecção e da reflexão, por forma a questionar as nossas intenções relativamente aos outros.

Será amor? Será que estamos a confundir amor com controlo? Será necessidade de afirmação? O que será? Nós sabemos, podemos é não querer aceitar e reconhecer que temos muito trabalho interior a fazer, porque uma boa parte dos humanos acha que já fez tudo e que já atingiu a iluminação. Mas isso não é verdade. É uma ilusão. Mais uma para ultrapassar e dissolver.

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E por último, a busca da perfeição, que torna este mês um caso sério no que diz respeito a esta temática. Quantas vezes adiamos os nossos projectos em busca de uma perfeição que jamais alcançaremos? É bom recordar que a dita “perfeição” surge da prática, e, nessa medida, quanto mais praticarmos (e para isso teremos que arriscar a sair do casulo), mais perto estaremos de chegar a essa “perfeição”. E como o 8 – o Guardião do mês – nos incita e impulsiona a explorar novas possibilidades, talvez esteja na hora de arriscar e sair da escuridão.

E por falar em impulsos, o maior impulso ou fluência positiva deste mês recai novamente no Número 8, que assim dobra as possibilidades e as oportunidades já descritas anteriormente.

Portanto este mês devemos dedicar-nos a conquistar o nosso espaço e a ocupar o nosso lugar no mundo, com simplicidade, mas com garra.

É o momento de realizar e concretizar projectos e de dar forma às ideias que irão surgindo ao longo dos dias, ou em alguns casos, aos sonhos que temos vindo a adiar, por razões várias.

É um tempo de crescimento em diferentes direcções, o que pode afectar diversas áreas da nossa vida, como os relacionamentos, a carreira, a saúde, etc.

O que este mês tem de diferente e único é que colheremos no imediato os frutos das nossas acções, por isso, deveremos ser cuidadosos no plantio e atentar ao bom estado e à qualidade das sementes que iremos lançar no nosso terreno fértil.

 

Luz e Paz em todos os Corações

Um Feliz e Abençoado Mês de Janeiro

 

Eva Veigas

Numerologia & Tarot

Dezembro 2022 - um mês governado pelo número 9

 

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Dezembro 2022

Regente Numerológico 9

 

 

Tópicos

Integridade / Desconexão

Profundidade / Frivolidade

Sabedoria / Mente fechada

 

Aspectos positivos do 9 em evidência durante este mês:

 - Inspiração

- Questionamento interno

- Unificar mente e coração (consciente e subconsciente)

- Oportunidades

- Liderar pelo exemplo

 

Aspectos Negativos do 9 em evidência durante este mês:

- Frustração

- Sentimento de culpa

- Negação dos próprios sentimentos

- Confusão (confundir opinião própria com a Vontade Superior do Espírito)

- Dificuldade em ajustar-se à realidade

 

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Dezembro - Mês 9

Quem governa o último mês do ano? O 9, precisamente o Número que representa o final de um ciclo. Para uns há-de ser mera coincidência, para outros, nem tanto. Para mim, uma combinação perfeita, por forma a extrair a essência máxima das energias exortadas pelo 9.


É um tempo de balanço, de validar o que foi pensado, dito e feito, e de compreender e de reconhecer todos os esforços que envidámos para concluir as tarefas e objectivos a que nos propusemos anteriormente. Reconhecer vitórias e derrotas. Entender que muitas contrariedades e impedimentos, foram na realidade autênticas bênçãos disfarçadas.

 

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Simbolismo

A Montanha do Sol, era assim que os egípcios designavam o número 9. Em todas as tradições e culturas encontramos a estrutura do 9, que em termos gerais se refere à evolução nos três mundos. No que diz respeito à tradição egípcia, por exemplo, deparamo-nos com o arquétipo tríplice: Osíris, Ísis, Hórus, representando a Essência, a Substância e a Vida.

O 9 representa a Vida, as três fases da gestação ou os 9 meses necessários para o nascimento de uma criança, portanto, representa também o nascimento, ao mesmo tempo que marca o final de um ciclo - o ciclo de gestação, e abre um novo, pois uma nova vida começa.

Ele pode ser representado como um princípio e um fim em si mesmo. O 9 representa o nascimento, a vida e a morte.

É uma ponte que une duas margens e que se aplica aos três mundos que formam o nosso universo, esta realidade que experimentamos.

 

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O Número 9 como regente do mês de Dezembro de 2022

O 9 surge como um marco sinalizador deste momento. Encontramo-nos no final do ano civil, que por si só constitui o final de um ciclo de 12 meses, e, ao mesmo tempo, o número que governa este mês de Dezembro é precisamente o 9, o número que representa o final de um ciclo e o início de outro. É a ponte que une duas ou mais energias ou realidades diferentes que vamos experimentando ao longo do caminho.

De um lado, fecha-se a energia de 6, que rege todo o ano 2022, e de outro, abre-se e energia de 7, que irá governar o ano 2023.

Despedimo-nos deste ano da Água (onde nos 3 mundos pudemos experimentar e testemunhar o comportamento da Água dentro e fora de nós: a Água do Espírito que nos sacia a Sede da Sabedoria, a Água do mundo emocional que nos reposiciona face aos nossos sentimentos mais profundos e a Água do mundo físico que nos proporciona um recurso essencial à Vida (e tanto se tem falado da importância da Água e tão pouco se tem feito para a preservar pura e intacta).

Do outro lado, preparamo-nos para receber 2023, um ano do Ar, que certamente nos trará lições valiosas, tanto a nível individual quanto colectivo, assim saibamos delas tirar partido.

Entretanto, foquemo-nos nas frequências exortadas pelo Número 9 para Dezembro.

Os tópicos que trouxe para esta análise são vitais para a nossa aprendizagem e evolução enquanto nos movimentarmos por esta realidade: Integridade, Profundidade e Sabedoria.

Dito assim, parece utópico, pode até parecer irreal e impossível de atingir semelhantes objectivos. Pode fazer até com que alguns, ao ler estas palavras, encolham os ombros ou apresentem de imediato sinais de desistência interna (não só de ler este documento, isso seria de somenos importância, mas pior, muito pior, desistência da própria vida). Na visão de muitos não vale a pena o esforço, mas para outros tantos isto é o tema das suas vidas, é isto que os move, é por isto que lutam todos os dias.

Cada um de nós é um mundo, um universo infinito de possibilidades. Se cada um de nós atingir um mínimo de integridade, profundidade e sabedoria, imaginem o mundo enquanto colectivo. Ultrapassa a nossa imaginação, certo?

As perguntas que coloco são: Quão longe te encontras desta possibilidade? E o que podes fazer para te aproximares de experimentar essa realidade? Que contributo podes oferecer a ti mesmo(a) e ao todo, para que essa imagem deixe de ser uma abstração e passe a ser uma realidade? De que estás disposto(a) a abdicar para te dedicares a esta Busca interior?

A realidade que vivemos ou experimentamos devolve-nos alguns dados essenciais, acerca dos quais é vital reflectir:

Encontramos muitas pessoas desconectadas da realidade, do mundo interior, do seu coração, que é na verdade o guia interior, que raramente é escutado e quando o conseguem escutar, têm tendência a ignorá-lo.

Dando um exemplo muito concreto: Uma pessoa sabe (conscientemente) que ingerir doces lhe é altamente prejudicial, a sua mente diz-lhe que quer doces, que tem desejos e quer ver esses desejos realizados. O seu coração, o guia interior, a intuição, diz-lhe que é prejudicial, que não deve realizar esse desejo da mente, que isso trará consequências futuras que podem ser devastadoras para o seu corpo físico e não só. A pessoa escutou a mensagem interna, até pode ter validado e reconhecido que recebeu a mensagem, mas fez o que a mente pediu e ingeriu os doces.

Não podemos afirmar que esta pessoa não tem intuição, que ela não escuta a sua intuição, mas podemos afirmar que ela simplesmente prefere ignorar os sinais e sucumbir ao desejo da sua mente, do seu ego-mente. Portanto, quando ela tiver que arcar com as consequências das suas escolhas, que podem traduzir-se num problema que venha a afectar a sua saúde, de nada lhe adiantará atribuir culpas ou responsabilidades ao mundo exterior. Na verdade, a causa estará apenas e só no seu próprio mundo interior e na sua dificuldade em permanecer em total conexão com ele, em escutá-lo e em seguir os seus conselhos e orientações.

Este exemplo pode alargar-se a todas as esferas da nossa realidade e por isso este mês serve para fazer um balanço das nossas escolhas, dos comportamentos, atitudes, acções e palavras que decidimos adoptar neste último ano da nossa vida.

Evidentemente trata-se de um exercício nada fácil de fazer, pode até em alguns casos ser bastante penoso, podendo tornar a pessoa mais susceptível ao longo deste período. Pode ficar mais sensível, mais enervada, mais impaciente, etc., pois tudo isso poderá levá-la a atingir níveis elevados de frustração. Terá que lidar com os seus sentimentos, sobretudo os de culpa, bem como aprender a sair desses lugares (entendendo que isso também faz parte da aprendizagem de se aproximar cada vez mais da sua substância, da sua essência, da Vida que existe em si, do alento que faz bater o seu coração).

Tudo isto poderá gerar confusão mental e o nível de dualidade a que está acostumada pode intensificar-se em virtude da força contida no 9. Na verdade, o número do equilíbrio – o número 3 (3x3=9)- encontra-se triplicado, e, portanto, é natural que ao atravessar estas questões de fundo, que contêm os princípios e os valores que estão na base da nossa complexa construção interna, mais as Leis naturais e divinas às quais todos nos encontramos sujeitos,, nos sintamos desequilibrados, tontos, desestruturados, sem apoio, perdidos… é natural, repito, mas também convém lembrar que  é passageiro. Só precisamos de aprender a ficar serenos e a despegar-nos do egozinho traiçoeiro, enquanto as águas se agitam sob os nossos pés.

É preciso aprender a distinguir entre aquilo que é a sua opinião, o seu desejo ou vontade do ego, e a vontade superior do Espírito. Não conseguir fazer essa distinção pode conduzir a pessoa para um lugar onde tendencialmente quererá interpretar o papel de um deus/salvador, tendo sempre respostas e soluções para os problemas alheios, excepto para os seus próprios problemas e dramas emocionais. Sob esta “estranha” vibração qualquer pessoa que encontre ressonância neste número 9, pode tornar-se um líder, mas, cuidado ao conduzir aos outros quando ainda nem sequer se sabe conduzir a própria vida.

É preciso aprender a separar o trigo do joio, o que dá trabalho e requer conhecimento e perícia. Na verdade, mesmo os entendidos, têm dificuldade em distinguir e uma planta da outra. Só quando as plantas atingem a maturidade é que se torna mais fácil distingui-las, mas aí já pode ser tarde, até porque entre outras características o joio pode até ser venenoso. Interessante, não?

Então, mais uma vez, se torna imperativo, começar desde cedo esta preparação para sabermos lidar com o nosso mundo interior e consequentemente lidar com o mundo exterior – o mundo onde nos relacionamos com os outros (os outros seres humanos, os outros reinos, os outros mundos).

É absolutamente essencial atravessar este processo, ainda que como já disse, ele seja penoso e difícil, e para isso se sugere serenidade, que se usem sabiamente os recursos internos e que se faça bom uso da respiração, o que muito ajuda a trazer clareza mental e relaxamento do corpo físico.

É importante encontrar (ou criar, caso não tenha) um espaço físico agradável e arejado para poder meditar um pouco, reflectir acerca das suas inquietações e assuntos que mais o/a preocupem e, o mais importante, para entrar em contacto com a sua sempiterna sabedoria interior.

 

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O ponto forte e o ponto fraco do mês são ambos regidos pelo Número 6

Surge aqui um aspecto dual, as duas faces do 6 com os seus aspectos desafiantes. Escolher ou não escolher, eis a questão. O desafio está em encontrar o caminho do meio, sempre que nos surja um problema complexo. Observar todos os ângulos, distinguir os prós dos contras, ter em consideração o próprio bem, mas evitar a todo o custo, ferir os outros.

Há sempre uma solução equilibrada em que todos saem a ganhar. Ela pode não ser evidente num primeiro olhar, por isso há que busca-la, tendo em conta o tal equilíbrio que nos sugere o triângulo.

Se em 9 observamos três triângulos sobrepostos que nos colocam em contacto com a Sabedoria, em 6 observamos dois triângulos. E sempre que temos uma díade, temos pela frente uma escolha que implicaria à partida decidirmo-nos por um dos lados. Mas, e se não escolhermos nenhum deles? Se a opção não estiver visível e não for óbvia? Será o ser humano capaz de ver além do óbvio, do trivial, do comum?

O propósito é difícil de se mostrar, difícil de encontrar, difícil de reconhecer. Mas colocar um pé à frente doutro, honrando cada passo, buscando o equilíbrio em todas as relações, carregando o estandarte do Amor, da Beleza e da Vida, através de um caminho estreito, único, permanecendo fiel a si mesmo, sem escorregar para a vala da esquerda nem para a vala da direita, pode ajudar a revelar o verdadeiro propósito de cada um de nós, alcançando assim o grau de humanidade de excelência.

 

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Mantra do Mês: Eu Sou o Caminho, Eu Sou a Verdade, Eu Sou a Vida.

 

 

Eva Vilela Veigas

Numeróloga Transpessoal

Movimento de transição da energia entre Agosto e Setembro 2022

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Movimento de transição da energia entre Agosto e Setembro 2022

 

Passamos um momento de transição bastante desafiante, na realidade, é mais um, entre tantos que já passámos e outros tantos que iremos passar. A tendência não apresenta indícios de acalmia, bem pelo contrário, mas isso não significa que os eventos e as experiências que viveremos sejam forçosamente negativas, até porque isso depende da nossa perspectiva, experiência de vida, sabedoria interna, postura e atitude diante das contrariedades, dos desafios e das armadilhas próprias desta caminhada na Terra.

Em termos numerológicos, dizemos que nos encontramos em transição, por exemplo, nos períodos que abrangem os últimos 10 dias de um mês e, os primeiros 10 dias do mês seguinte.

No que diz respeito ao momento presente, o período que teve início em 22/8/2022 e que irá terminar em 31/8/2022, está sob a regência do Número 22; enquanto o período que se inicia no dia 1/9/2022 e termina no dia 7/9/2022, estará sob a influência do Número 6, o qual irá reger, também, todo o mês de Setembro; finalmente teremos ainda a influência do Número 3 que se inicia no dia 8/9/2022 e continua até ao dia 14/9/2022. Mas claro a zona de influência desta transição termina dia 10/9/2022, sob a influência do 3.

Esta transição diz respeito a essa mudança gradual, que todos iremos sentindo, enquanto o 22 vai dando lugar ao 6 e posteriormente ao 3. Mas nós vamos fixar-nos apenas na transição do 22 para o 6.

Na prática, isso pode ser um pouco desconcertante, dado que sairemos de um lugar em que a energia é muito alta - do nível da alta frequência -, para uma energia mais baixa - e por baixa não quero dizer, negativa ou densa, muito pelo contrário. O que acontece é que as frequências dos Números se apresentam de modo muito distinto, sendo que algumas pertencem a dimensões ou campos onde essas frequências são muitíssimo subtis ou elevadas, que é o caso do 22.

Ora, nem todos os seres humanos são capazes de captar essas frequências, pois para isso teriam que apurar, previamente, muitas das suas habilidades naturais, as quais nunca foram experimentadas, porque nunca criaram espaço dentro de si para as conhecerem, para as reconhecerem em si mesmos, para as sentir, usar, compreender e manipular, no sentido de as fazer funcionar de forma eficiente, em seu proveito e em proveito dos demais, do Todo.

Assim, não colocar esses recursos ao Serviço do Bem Maior, significa que toda essa carga energética (referente aos temas do 22) se encontra estagnada, parada, não podendo ser alcançada pelos próprios seres humanos. No entanto a energia em si mesma está sempre vibrando – só não está sendo utilizada por quem deveria prestar atenção nela.

Posto isto, já podemos compreender melhor porque é que este impacto será mais forte, isto é, saímos da zona de influência de 22, que é o Número que permite empreender projectos de grande responsabilidade, de grande envergadura, abrangência, alcance e de grandes repercussões, para a influência do 6, que é o número que nos irá cobrar todo o movimento realizado neste final de Agosto.

Portanto, se iniciámos algo, com uma determinada intenção, apoiados pela nossa forte intuição, presentes e conscientes dos nossos passos e acções (sobretudo aqueles que estão a ressoar com a mudança pedida pelo Número 5, regente de Agosto), então em 6 seremos questionados acerca desse movimento: se estamos realmente aptos a levar esses propósitos adiante ou se simplesmente deixámos apagar essa chama, essa força, essa determinação, essa garra, esse planeamento (que vem apoiado e sustentado pelo 22); se nos responsabilizamos pelos nossos actos e palavras ou se deixamos cair o véu e percebemos que demos um passo maior do que a perna.

Na verdade, qualquer coisa que seja iniciada sob esta vibração do final de Agosto, terá um impacto e uma repercussão fortíssima, mais à frente na nossa vida, e, nessa altura, talvez não nos recordemos do motivo pelo qual iremos estar colhendo essas consequências, por isso deveremos acautelar-nos neste momento tão sensível e importante.

Por isso, viver este período de forma consciente, presente em cada acção que tomamos, em cada pensamento que emanamos, em cada palavra proferida, em cada gesto efectuado é muito importante, pois esta transição para uma influência de 6, que devolve um cenário que busca harmonização interna e externa, que busca equilibrar os opostos e que nos questionará acerca dos eventuais desequilíbrios que provocámos com as nossas discussões, com o eco das nossas palavras amargas e destrutivas, através dos sentimentos associados a muitos pensamentos ruins, negativos, cujas ondas têm origem em nós e a nós regressam com intensidade triplicada, depois de terem atravessado universos, galáxias e dimensões cósmicas, terá consequências em todos os níveis da nossa vida. Todos!

O 6 é o início do caminho daquilo que por ora, designamos por Amor, e que nos guia até ao plano do Amor Incondicional.

É o primeiro contacto com o Amor, depois de termos experimentado um Amor inicial em 2 (embora este seja um Amor que ainda está muito focado na dependência mútua, na comparação, na competitividade, na actividade sexual, etc.); em 6 começam a desenhar-se os primeiros traços dessa tal “coisa” a que chamamos Amor, quando nos começamos a aperceber da responsabilidade que temos sobre as nossas próprias vidas e as dos outros seres, não só do reino humano, mas também de outros reinos, como o animal e o vegetal.

Então aqui começamos a aprender a colocar algumas Leis Universais em acção, como a Lei do Equilíbrio ou a Lei do Não Julgamento.

Tudo aspectos para refletirmos ao longo do próximo mês de Setembro.

Relativamente ao plano do Amor Incondicional, trata-se de algo muitíssimo subtil e muito incompreendido e abstracto para muitos humanos, que só é alcançado depois de muitas mudanças na nossa consciência e após termos superado um número incrível de armadilhas onde facilmente tropeçamos (mesmo aquelas pessoas que se autodenominam espirituais, facilmente caem, se não agora, mais à frente, pois os testes são também eles subtis e as rasteiras são quase impercetíveis para os mais atentos, quanto mais para aqueles que não estão presentes e conscientes de cada movimento da sua própria respiração).

Espero que com estas considerações tenha ajudado um pouco, aqueles que amam os movimentos numerológicos, a trazer mais clareza ao momento actual.

Lembro ainda, que hoje, particularmente, a vibração do dia é também 22, portanto podemos lançar as últimas cartadas sob esta influência, enquadrada na energia de Agosto, no que diz respeito às nossas intenções e empreendimentos. O que te motiva a fazer o que estás a fazer? O que sustenta as tuas ações, palavras e gestos? O que esperas alcançar no final desta empreitada?

Desejo a todos uma transição cheia de Luz sustentada pelo Amor Maior que a todos Une!

Eva Veigas

Numeróloga

Cascais, 26 de Agosto de 2022

 

Agosto 2022 - Um mês governado pelo Número 5

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Agosto 2022

Regente Numerológico 5

A Renovação

 

Aspectos positivos do 5 em evidência durante este mês:

 - Mudança

- Adaptabilidade

- Versatilidade

- Criatividade

- Movimento

 

Aspectos Negativos do 5 em evidência durante este mês:

- Incerteza

- Instabilidade

- Nervosismo

- Impulsividade

- Evasão

 

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Todos temos duas vidas.

A que nos dão e a que podemos fabricar.

Mary Carpenter

 

 

O Número 5

Elemento – Fogo

Fogo é vida, é criação, é criatividade, é ânimo e impulso para viver, é ir em busca da realização dos nossos sonhos. 

É o elemento que aquece e ilumina, o mesmo que queima e destrói tudo o que toca.

Num momento ilumina a vida, afastando a escuridão, para que possamos caminhar mais à vontade, sem tropeçar. Tanto nos liga à nossa natureza mais íntima, provocando constantes alterações nas nossas consciências, como nos permite cozinhar o alimento que nos nutre. Esse calor que nutre a alma e o corpo.

Porém, logo num outro momento, o Fogo queima e destrói para sempre, em minutos ou segundos, tudo aquilo que parecia ser estável, durável, indestrutível até. O Fogo coloca em movimento a Lei da Impermanência. ‘Nunca as mesmas flores, mas sempre a Primavera’. Nada permanece igual como nos mostra este belo ditado chinês.

Aquilo que observamos ao nosso redor e em nós mesmos, muda de forma, num ápice – é uma transformação ou uma transmutação. Pode ser uma experiência aterradora, benéfica, mais ou menos difícil de lidar, mais ou menos desagradável, pode surgir de repente ou pode anunciar a chegada muito tempo antes.

Seja de que forma for, mais cedo ou mais tarde, teremos de aprender a aceitar cada mudança na nossa vida, e a conviver com ela de forma natural, já que faz parte de um conceito universal. Nada permanece igual à forma original em que foi criada. Ideias, formas, sentimentos, entidades, seres, tudo, sem excepção, está sujeito a uma permanente transformação. 

É em virtude desta situação que não é possível resolver um problema no mesmo estado, na mesma energia ou consciência em que foi criado. É que de facto, entre a origem ou causa do problema e o momento em que lhe queremos dar solução, já muitas mudanças ocorreram e ninguém consegue parar esse processo!

Por isso podemos e devemos buscar soluções novas, pensar em alternativas diferentes, inovadoras, nunca experimentadas, sendo que todos estes adjectivos correspondem a características do Número 5.

 

Simbolismo

O 5 simboliza a União, o Equilíbrio, a Harmonia, a Perfeição, o Universo, o Centro e o Homem; a sua representação pode ser observada num Pentáculo, numa Estrela de 5 pontas, nas 5 vogais, nos 5 sentidos, nos 5 dedos de cada mão, nos 5 dedos de cada pé, na Rosácea de 5 pétalas, na Cruz (4 braços ou linhas rectas em oposição a um centro) e assim por diante. Para uns é considerado um símbolo de instabilidade e mau augúrio e para outros de boa sorte e felicidade. Para os esotéricos, é o quinto elemento ou a quinta-essência, o éter.

 

Como regente do mês de Agosto em 2022

O Número 5 impele à renovação, tudo renasce e floresce, tudo se renova de forma cíclica, e a Natureza demonstra isso mesmo, se a observarmos com atenção. Portanto ao longo deste mês devemos buscar equilibrar nas nossas vidas, todos os aspectos que não estejam alinhados com o nosso verdadeiro propósito, com a nossa meta maior.

Evidentemente, sabemos que não é tão simples assim, e por isso, é importante lembrar antes de mais, que cada um de nós tem ao seu dispor todos os recursos internos de que necessita para lutar por aquilo que quer e que precisa. Obviamente, teremos que definir o que queremos, teremos que saber articular as perguntas certas, teremos que ser muito honestos connosco e também realistas ou cairemos na ilusão e na fantasia de querer viver coisas que ainda não estão ao nosso alcance.

Claro que dá trabalho, exige disciplina e requer concentração e foco, método e planeamento (algo que poderíamos ter aproveitado bem, sob a vibração 4 que governou o mês anterior). Ainda assim, essa é uma tarefa que poderemos retomar em qualquer momento que queiramos, tendo em conta que precisaremos firmar esse compromisso connosco e permanecer fiéis a essa decisão, caso contrário, as intenções, por melhores que sejam, esfumar-se-ão, pois serão queimadas pelo Fogo destruidor do 5 e no final, restarão apenas cinzas.

Ora de acordo com os tópicos que descrevem os aspectos principais atribuídos ao Número 5, este é um período de grande agitação e mudança, de instabilidade e de movimento, etc. Estes aspectos inerentes à própria vida, estão presentes no nosso quotidiano, embora nós tenhamos uma certa tendência a ignorá-los ou a não querer reconhecê-los, pois preferirmos sempre fugir das oscilações para viver uma vida mais confortável e não nos sujeitarmos ao preço de viver esta vida na Terra. 

Sob esta vibração de 5 surge uma forte e abundante energia, uma fonte inesgotável de recursos e com eles podemos criar uma vida nova, mais adaptada ao novo eu que, irremediavelmente, se vai renovando.

Porém, se não soubermos usufruir desta energia usando-a com uma verdadeira intenção, que beneficie os outros e não apenas a nós mesmos, e obstruirmos o seu fluxo com os nossos próprios medos e fantasmas interiores, iremos descarregar esse excesso - essa abundância de energia maravilhosa para criar, inovar e reinventar – em todo o tipo de vícios ou maus hábitos: abusando da comida, do álcool, do cigarro e de todo o tipo de dependências, pois o 5 gosta de experimentar e estimular os sentidos e de se levar ao limite.

Como sabemos, além das adições nos prejudicarem o corpo físico, elas atrasam a nossa evolução, pois adoptamos uma postura dormente, vivemos um pouco (ou muito) anestesiados (dependendo do tipo de adição), alheados do mundo e da nossa própria realidade, e, dessa forma a dor e o sofrimento podem aparentar ser menores. Claro que tudo isso não passa de mais uma ilusão, e quando esse véu cair não teremos outra possibilidade se não a de encarar a realidade, reerguer o nosso edifício e continuar a caminhar. Mas há que ponderar que muitas vezes é tarde demais, pois o edifício pode ruir completamente e restarão apenas escombros.

No que diz respeito à saúde, sob esta vibração convém tomar cuidado com os seguintes aspectos ou zonas do corpo:

Coluna vertebral, Cabeça, Visão, Ossos, Aparelho Reprodutor, Alimentação (saltar refeições, comer depressa ou comer em excesso), Sistema Nervoso, Problemas circulatórios.

Sugestões: Aumentar ingestão de água; praticar desportos aquáticos; natação; meditação; experimentar algum tipo de massagem que leve ao relaxamento profundo.

Aprender a conhecer, escutar e confiar no corpo, é de suma importância, pois ele guia-nos de volta ao equilíbrio natural, restaurando a energia e regenerando as células, promovendo assim, a saúde e a vitalidade que nos permitirão executar as nossas tarefas.

Temos diante de nós, a possibilidade de seguir este fluxo de mudança ou mesmo tornarmo-nos em agentes de mudança, - ‘Sê a mudança que queres ver no mundo’ diria Gandhi -, mas esse apelo é como um adorno, como uma coroa real, é belíssima, mas também pesada, ou seja, exige que estejamos preparados para a usar, é por isso que a maioria das pessoas fantasia acerca daquilo que quer, mas não faz nada em termos práticos para o conseguir.

Após estas considerações, realizamos que este é um tempo de lutar pelos nossos sonhos mais loucos, por aqueles que nos fazem bater o coração, por aqueles que nos animam e nos fazem vibrar de alegria e de vontade de mudar o nosso mundo interior, de experimentar a nossa vida de forma totalmente diferente, ou, no mínimo, mais ajustada a nós e às nossas necessidades actuais.

É preciso actualizarmo-nos, deixar ir o velho criando espaço para que o novo se instale e possa prosperar e invadir cada canto da nossa vida, tornando-a numa aventura ímpar. Podemos pensar que temos tempo para isso e ir adiando os nossos projectos, mas as circunstâncias da vida mostram claramente o contrário; podemos inclusive acreditar na transmigração da alma, mas precisamos de compreender que esta jornada é finita, é uma janela de oportunidade que uma vez fechada, não volta a acontecer!

Muitos de nós anseiam por uma liberdade ainda não conquistada. Falta-nos o tempo, dizem uns; não há espaço para mais nada, dizem outros!... Estamos escravizados pelo tanto de informação, pela variedade de coisas para experimentar. Vivemos do lado de fora da nossa essência, com a atenção sempre virada para fora, para o mundo lá fora, para todo o tipo de fenómenos que nos prendem a atenção.

Mas será que paramos um pouco para reflectir na trapalhada que resulta de tanta adição que nos consome o tempo e a energia?

A própria espiritualidade está desvirtuada, a busca de um sentido para a vida, tornou-se vã, banal, vazia, negociável, capaz de encher e inchar ainda mais o ego de pessoas que lutam desesperadamente para provar que são mais espirituais do que os outros, ou que pretendem mostrar que atingiram um determinado patamar espiritual encontrando-se assim acima da maioria dos “pobres mortais”.

Talvez seja o momento de encarar a espiritualidade do lado de dentro, de compreender que não é algo de que nos apropriaremos, ninguém vai ter nota nem diploma para publicar numa qualquer rede social, a espiritualidade é algo que viveremos em total comunhão com a Natureza e com a nossa própria natureza interna, algo que nos permitirá experimentar a nossa própria humanidade, que nos conduzirá à plenitude, ainda dentro da nossa fisicalidade, do nosso campo material. 

Enfim, é tempo de olhar para tudo o que nos vicia, tudo o que nos formata e escraviza, e continua a retirar do verdadeiro caminho de retorno ao sagrado em nós.

 

Mensagem final: Abrir espaço para que a Mudança se manifeste.

 

Mantra do Mês: Eu Sou a Mudança que gera a Renovação da Vida.

 

Eva Veigas

Numeróloga Transpessoal

Julho 2022 - Um mês governado pelo Número 4

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Julho 2022

Regente Numerológico 4

Corregente 13

 

 

Trânsitos numerológicos relacionados

Último trânsito igual: Julho 2013

Último trânsito idêntico:  Agosto de 2021

Próximo trânsito idêntico: Junho 2023

 

Aspectos positivos do 4 em evidência durante este mês:

 - Ordem

- Disciplina

- Método

- Organização

- Estrutura

 

Aspectos Negativos do 4 em evidência durante este mês:

- Caos

- Procrastinação

- Confusão mental

- Inflexibilidade mental e física

- Desordem

 

 

O Número 4

Elemento – Terra

Terra é concretização, realização, execução. Tempo de trazer as ideias para o papel, tempo de dar forma, de criar na matéria, de colocar as mãos na massa (em alguns casos, literalmente). Tempo de criar a estrutura, a plataforma que servirá de base ao que se deseja realizar.

Através do Número 4, o elemento Terra trabalha as estruturas de base, os esqueletos que servirão de suporte ao que quereremos tornar visível, isto é, que mais tarde viremos a revestir essa estrutura com os materiais que convêm a cada projecto nosso, selando tudo no final, para que a obra não se desmanche, tal como a pele que contém os nossos músculos e ossos.

O 4 está associado aos detalhes, portanto aquilo que vai ser realizado terá em conta esses detalhes, esses pormenores e nada ficará ao acaso.

Uma nota importante para quem tem tendência a adiar as suas tarefas ou projectos é envolver-se e conectar-se com a terra, enraizando, tomando consciência do seu corpo, neste caso, especificamente, do corpo físico, mas também de todos os outros, claro. Caminhar descalço na areia, na terra, na relva, conectando-se com os devas e com os elementais da natureza que sustentam a Terra (o elemento). Esses seres, também conhecidos por Gnomos podem ajudar-nos nos nossos trabalhos concretos, sobretudo quando cuidamos da Natureza, quando a protegemos e nutrimos, através de pequenos actos de amor, cuidando de um bosque, de um jardim, de um canteiro, de uma planta, de um arbusto, de um animal, etc.

Também podemos trabalhar directamente com cristais, conectando-nos aos seus devas, aos seus guardiões, os quais nos podem facilitar algum trabalho que requeira mais persistência, mais convicção, mais tempo, mais foco, etc.

Tudo isto, sempre na base do respeito para com aqueles que nos ajudam e nos dão directrizes alinhadas com o nosso propósito e nunca assumindo uma posição de superioridade, achando que esses seres existem para nos servir e satisfazer os nossos caprichos, como se fossem nossos escravos.

Uma boa forma de trabalhar com estas energias é convidá-las para formar uma parceria, uma entreajuda. Dessa forma todos ganhamos, todos aprendemos e todos evoluímos. Lembrando que os devas têm o seu próprio processo de evolução que pode acontecer a par com o processo humano.

Para dar forma aos nossos sonhos, os quais foram idealizados anteriormente, o 4 vai exigir método e disciplina, horários, planos e objectivos bem definidos. Caso isso não aconteça, o mais provável é que os nossos planos – que tinham tudo para dar certo – fiquem adiados ou mesmo estagnados, devido à nossa frustração por não conseguir realizá-los.

Claro que é preciso conhecer o nosso mapa numerológico natal e os nossos trânsitos numerológicos, pois esta é uma leitura generalizada e não personalizada. Ainda que possa servir para muitos, cujas frequências e trânsitos numerológicos estejam de alguma forma ressoando com o Número regente deste mês, obviamente, não irá servir outras pessoas que estejam a atravessar um outro momento das suas vidas, que nada tenha a ver com estruturação e concretização de sonhos. Podem estar apenas na fase embrionária do sonho ou do projecto, por exemplo.

 

O que acontece quando o Número 4 é vivido e sentido pela negativa, isto é, na sua energia contrária?

Os aspectos negativos do 4 empurram-nos para a dormência, ficamos como que anestesiados, entediados, sem vontade de abraçar os nossos projectos, as nossas ideias, que lá atrás, devido a algum impulso criativo, gerado pelo nosso fogo instintivo, pareciam ter condição de existir, de serem realizados.

Essa energia do 4, mal orientada, leva-nos a desistir dos sonhos que outrora acalentámos, leva-nos a desistir de nós e do nosso próprio projecto de vida.

Começamos então a adiar, a colocar o foco em coisas, pessoas ou situações que nada nos acrescentam, que não nos trazem conhecimento, crescimento, evolução, etc. Deixamos de cumprir regras, desde as mais básicas às mais complexas, fugimos das rotinas necessárias à nossa sanidade mental e física e começamos a cair para dentro do abismo.

Vale lembrar que fomos nós mesmos quem criou esse abismo e que se fomos nós os criadores de tal evento, se tivemos a força, o poder e a atitude necessária para tal, então também podemos destruir ou desfazer essa forma que, entretanto, foi gerada e redirecionar as nossas forças para nos reconstruirmos. É bom lembrar que somos poderosos, e que esse poder é bidirecional. Ele funciona para criar e para destruir, com a mesma força, ritmo e intensidade que lhe quisermos imprimir.

 

O que acontece quando o Número 4 se encontra com o Número 6 (regente do ano 2022)?

Quando a Terra (4) e a Água (6) se combinam de forma equilibrada e adequada, produz-se a terra fértil, aquela terra que permite o crescimento saudável de qualquer semente ou plantinha.

A questão que aqui se levanta é quando surgem os desequilíbrios: o excesso de água ou a ausência dela, que darão lugar a uma terra pantanosa ou demasiado lamacenta onde nenhuma semente pode brotar, pois apodrecerá antes de conseguir quebrar a casca e irromper terra acima, ou, por outro lado, excessivamente seca e por consequência estéril, onde também nenhuma semente terá possibilidade de germinar pois ficará seca e impedida de revelar o seu maravilhoso potencial escondido dentro dela.

Assim é connosco. Se as nossas emoções se descontrolarem, desequilibrarão o nosso terreno interior, a nossa terra interna, e por muitas sementes que queiramos semear, nenhuma delas sobreviverá, o que, naturalmente nos causará muita dor, muito desconforto, muita ansiedade e muita frustração.

Será então necessário reavaliar a nossa conduta, as nossas acções e a qualidade dos nossos pensamentos, para que então possamos ajustar as nossas velas e levar o nosso barco na direcção certa, justa e adequada para nós.

 

O corregente 13

O corregente 13 que sustenta a energia deste momento particular adverte para o elevado, intenso e exigente grau de transformação que precisamos vivenciar para passar por esta apertada peneira.

Viveremos muitas mortes simbólicas, as quais são necessárias e pelas quais devemos agradecer, até de forma antecipada, dando-lhes as boas vindas, pois será através delas que será possível libertarmo-nos de muitos dogmas, muitos preconceitos (pré-conceitos), muitas ideias fixas, muitos modelos de comportamento, completamente obsoletos.

 

O ponto forte do mês é regido pelo Número 7

Aproveitar a energia do 7 para reflectir bastante sobre aquilo que queremos transformar, sobre tudo o que é desconfortável e desagradável para poder fazer essa mesma transformação, sempre com o intuito de aprender a lição que se esconde por trás da vivência que estamos a experimentar e, se possível, identificar essa aprendizagem.

Teremos momentos a sós, que não são para nos ficarmos a lamentar por estarmos sozinhos diante de uma qualquer situação, mas sim para ficarmos gratos por podermos ter esse tempo sagrado, e podermos ficar de frente para nós mesmos, sem interferências de terceiros, tomando dessa forma, um contacto directo com o nosso ser interior por forma a nos conhecermos mais e melhor.

 

O ponto fraco do mês é regido pelo Número 8

Este elemento é determinante para compreender e sentir até que ponto estamos envolvidos connosco, até que ponto estamos comprometidos com o nosso Reino Interior. Se estivermos no bom caminho, sentiremos estes testes do 8 como uma bênção, como mais uma oportunidade de afugentar os “fantasmas” e os medos que nos cercam; caso contrário poderemos sentir, na pele, todo o tipo de obstáculos e indefinições, todo o tipo de percalços e de cobranças tanto internas como externas que chegarão a nós de forma um pouco abrupta, sem aviso e por vezes até com alguma agressividade. É, portanto, imperioso que façamos uma pausa, que nos silenciemos interiormente e que façamos o trabalho interior bem feito.

Mensagem final: Este é um momento ideal para levar a cabo as nossas intenções de qualquer natureza, para concretizar sonhos e dar forma às nossas ideias e projectos. É também um momento de renovação e de renascimento, não sem antes, passarmos pelas necessárias e fundamentais mortes simbólicas.

 

Mantra do Mês: Eu Sou a Ordem que expressa os fundamentos do Amor em todas as direcções.

 

 

Eva Vilela Veigas

Numeróloga Transpessoal

Honras e Bênçãos

A Todos os que vierem por Bem! Caminhemos lado a lado nesta jornada de autodescoberta, guiados pela Luz Divina. Tornemo-nos, a cada dia, mais e melhores humanos. Eva Veigas

Eva Veigas

foto do autor

Filha das Estrelas

A Terra é o meu Lar. Mas eu venho das Estrelas. Sou mais antiga que a Terra. Mais antiga que a Lua e que o Sol. Viajei entre Galáxias. Visitei outros espaços. Outras dimensões. Trago na Alma. A Sabedoria dos Tempos. E de outros lugares. A Terra é o meu Lar. Mas eu venho das Estrelas © Eva Veigas

A Cura Começa em Ti

Se não sabes por onde começar... começa por ti mesmo! Cura a tua criança ferida e curarás a tua mãe e o teu pai, as tuas avós, os teus avôs e os teus antepassados todos - homens e mulheres que pisaram a Terra antes de ti, que viveram e lutaram, que riram e derramaram lágrimas, que caíram no sono da morte, mas que deixaram a semente para que tu possas estar aqui hoje. - Eva Veigas - Cascais, 18 Dezembro 2019

A Numerologia

A Numerologia é uma Arte. Um instrumento sagrado que o numerólogo usa com Arte, Conhecimento, Sabedoria, Intuição e Amor, para descodificar e traduzir esta linguagem simbólica, composta de signos (números e letras) numa linguagem acessível para todos. A Numerologia não julga, nem critica, ela levanta o véu que cobre a nossa ignorância, acerca de nós mesmos, para revelar a nossa essência mais pura.

O Tarot

O Tarot é uma ferramenta sagrada, riquíssima de simbolismo, onde estão representados Números, Cores, Figuras, Objetos, Elementos, Flores, Árvores, Animais... É composto por 78 cartas ou lâminas, comummente designadas por Arcanos, os quais se dividem em 22 Arcanos Maiores e 56 Arcanos Menores. Os Arcanos Menores estão agrupados em conjuntos de 4 naipes, de 10 cartas numeradas de 1 (Ás) a 10, mais as respectivas Figuras da Corte (Pajem ou Valete, Cavaleiro, Rainha e Rei). Cada naipe corresponde a um campo ou esfera da vida humana: Paus (Fogo) - Esfera Espiritual; Copas (Água) - Esfera Emocional; Espadas (Ar) - Esfera Mental e Ouros (Terra) - Esfera Material.

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Ma'at

~ ~ ~ ~ "Destas penas de avestruz da Dupla Verdade, tão delicadas que o mais subtil hálito mental pode agitar, pendem através das correntes da Causa e do Efeito, os pratos ou esferas onde o Alpha (o primeiro) e o Ómega (o último) , se equilibram. Não é possível deixar cair um alfinete sem provocar uma reacção correspondente em cada estrela." ~ ~ ~ ~ A. Crowley, O Livro de Thoth

Regra de Ouro

Nenhum estudante jamais realizará qualquer progresso no desenvolvimento espiritual se saltar de um sistema a outro, utilizando ora algumas afirmações do Novo Pensamento, ora alguns exercícios de respiração a posturas meditativas da ioga, para prosseguir depois com algumas tentativas nos métodos místicos de oração. Cada um desses sistemas tem o seu valor, mas esse valor só é real se o sistema é praticado integralmente." Dion Fortune

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