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Eva Veigas

The Silent Path

Junho 2019 - Regente Numerológico 18:9

03.06.19 | Eva Veigas

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Junho 2019

 

Regente Numerológico 18:9

 

O sexto mês do ano é dedicado a Juno (Hera na mitologia grega), esposa de Júpiter e mãe de Lucina (Ilítia), deusa dos partos e gestantes, Juventa (Hebe), deusa da juventude, Discórdia (Éris), a deusa da discórdia, Marte  (Ares), deus da guerra e Vulcano  (Hefesto)  deus da tecnologia, dos ferreiros, dos artesãos, dos escultores, da metalurgia, do fogo e dos vulcões.

 

De acordo com a Numerologia este mês, governado pelo Numero 9 em 2019, actua como uma ponte entre ciclos menores, os quais correspondem a mais ou menos 12 meses. 

 

Desde Julho de 2018 a Junho deste ano, vivemos um ciclo menor, também ele governado por números, cores, frequências, devas, o qual encontra o seu término ao longo deste mês. 

 

Assim, este é um tempo de concluir e encerrar assuntos, de terminar projectos, de fechar contratos, de terminar relacionamentos (por exemplo).

 

O ideal é que se arrume o assunto, caso já tenhamos meditado o bastante sobre o que está em causa (os prós, os contras, como nos sentimos diante desta situação concreta, se já fizemos tudo o que está ao nosso alcance para trazer uma solução que beneficie ao máximo todos os envolvidos - isto inclui o ambiente em que nos encontramos e não só indivíduos -, tudo isto deve estar devidamente distribuído pelos pratos da balança) e se assim se constatar não devemos adiar mais a nossa decisão, ou por outro lado, devemos estar aptos a aceitar a decisão do (s) outro (s).

 

Não será no entanto fácil, viver sob estas frequências, já que por trás delas estão outras, bastante desafiantes, pois ao mesmo tempo que as acções do quotidiano se desenrolam e a vida prática nos acena de todos os ângulos, impelindo-nos constantemente a agir, surge o turbilhão de pensamentos desagregados, conduzidos por uma torrente de emoções que vão emergindo do lago do nosso inconsciente.

 

Perante este cenário teremos tendência a permanecer tolhidos ou a agir descontroladamente, buscando tapar as feridas graves e as fracturas expostas com simples pensos rápidos ou unguentos caseiros.

 

Porém, em breve constataremos que isso não é remédio e claro, seremos obrigados a destapar rapidamente essas feridas antes que gangrenem. Porque este é um tempo de cuidar, de limpar e desinfetar, de curar e de cicatrizar e, acima de tudo, de respeitar cada uma dessas etapas. 

O pior que podemos desejar é que a ferida cicatrize antes de a observarmos, de a limparmos, de retirarmos toda a sujidade que a envolve. Porque isso, sim, seria verdadeiramente amargo.

 

Todavia amargo é o despertar! E cada um de nós andará pelo caminho que precisa percorrer até se tornar o próprio caminho!

 

Acredito que sempre que estivermos prontos o nosso Mestre aparecerá, seja ele um livro inspirador, um amigo, um conselheiro ou alguém que nos toca profundamente na ferida (alguém a quem provavelmente detestaremos e a quem teremos muita dificuldade em perdoar), alguém que nos provocará dor e com isso nos despertará do nosso sono profundo, do nosso torpor, daquele estado anestesiado em que nos encontramos.

 

Seja como for, o nosso sábio interno despertará, mais cedo ou mais tarde, e com ele virá o curador interior e esse será o primeiro momento em que nos sentiremos a acordar, embora isso seja apenas o início da caminhada.

 

Podemos celebrar, mas não em demasia, pois tal como a Bela Adormecida, já dormimos por demasiado tempo. Agora é tempo de pegar na mochila e seguir em frente, buscando a nós mesmos, pois algures no tempo e no espaço, perdemo-nos de nós, num qualquer momento em que nos encontrávamos desatentos às armadilhas do caminho – o mundo das ilusões onde todos nos perdemos um dia!

 

É tempo de resgatar essa “parte” de nós que se “desprendeu” e de voltar a ganhar consciência da realidade em que nos encontramos e do que estamos realmente aqui a fazer.

 

Para muitos de nós, este (mês) será um tempo de ganhar uma nova consciência, mais profunda, mais vertical e mais horizontal, e para outros tantos será o tempo de continuar a dormir.

 

Cada um se encontra no seu próprio ritmo, aprendendo (mesmo que disso não tenha qualquer consciência) a recordar-se de quem é.  

 

Para os que vão ganhando contacto com novas partes de si, estas frequências trazem um conselho: “Cuidai para manterdes a humildade e a união”. Ninguém é uma ilha. Ninguém está só. Ninguém evolui sozinho qual ermita vivendo no meio de uma floresta.

É o contacto com os outros seres, com o ambiente, com todos os reinos – do mineral ao dévico, que nos ajuda a evoluir.

 

Ninguém evolui ou passa para o próximo nível de consciência (essa é a verdadeira e real transmutação – não basta decretar fiats da Chama Violeta –, há que tornar viva essa Chama na nossa Câmara Sagrada, através de gestos e actos aos quais subjaz uma pura intenção de ajudar e melhorar a vida de algo ou de alguém).

 

Este é um tempo de mostrar a nós mesmos a fibra de que somos feitos, é um tempo só nosso e dos “nossos” Mestres, é um tempo de reunião, sagrado e puro. É um tempo de renovar votos internos, de contacto com dimensões superiores das mais Altas Esferas e Frequências, não para que nos salvem, mas para que nos levem a instâncias superiores e nos questionem relativamente ao grau de consciência actual.

 

Se estivermos preparados o Caminho abrir-se-á à nossa frente e muito nos será revelado internamente; se não for o caso, continuaremos a fazer tudo como até aqui e por isso também seremos respeitados, embora com as devidas consequências, num ou noutro caso.

 

O tempo é agora. A acção é aqui.

 

Boa Caminhada

Eva Veigas