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Numerologia e Tarot: A Assinatura da Alma

by Eva Veigas

Numerologia e Tarot: A Assinatura da Alma

by Eva Veigas

08
Jul18

Julho 2018 (actualização) - Os pólos positivo e negativo do mês

Eva Veigas

julho act 1.jpg

 Imagem da Internet

 

Julho 2018

(actualização)

 

Após tudo o que foi escrito acerca deste importante mês de Julho, que funciona como um marco sinalizador de profundas mudanças, tanto internas quanto externas, importa ainda referir mais alguns aspectos que poderão ajudar a compreender todo o movimento energético que, tal como as ondas, vêm trazendo umas coisas e levando outras.

 

Há 3 aspectos que pretendo realçar, são eles: a dinâmica gerada entre os pontos, mais alto e mais baixo, destas frequências, isto é, entre o ponto forte e o ponto fraco do momento, se preferirem; o grande desafio de Julho e a essência do mês.

 

Para já irei falar sobre o primeiro aspecto que referi que é precisamente a dinâmica entre os dois polos opostos e complementares do mês.

 

Os Números que os regem são 11 e 2. Sendo que o 11 é o regente do polo positivo ou ponto forte e o 2 é o regente do polo negativo ou ponto fraco.

 

O 11 como polo positivo representa a união, a cooperação, a colaboração ao mais alto nível, onde uma competitividade agressiva e uma ambição desmedida não têm lugar.

 

O 2 como polo negativo simboliza aqui a incapacidade de aceitar o nosso lugar e o nosso papel no mundo. Trata-se da nossa resistência, da teimosia, de um certo complexo de inferioridade, disfarçado de complexo de superioridade. Há uma tendência para que nos coloquemos à defesa, misturado com um sentimento de raiva e de zanga por ainda não se saber fazer melhor, o que gera uma onda negativa de ciúme e inveja em relação aos outros.

 

Há pessoas que estão de tal modo emaranhadas nesta densidade que nem se dão conta do que fazem, como fazem e porque o fazem. Podemos dizer que há um certo grau de “inconsciência”, pois escolhem colocar-se num lugar onde não há qualquer abertura ou espaço para a compreensão, para a aceitação daquilo ou daqueles que são diferentes ou que pensam de forma diferente da sua, para a aceitação de si-mesmo, e assim por diante.

 

O 2 é uma relação. O 2 sou eu e o outro. O 2 somos nós. O 2 é a minha relação de amor comigo, de mim para mim e logo passará a ser de mim para o outro. Mas muitas pessoas preferem ficar numa relação de sentido único em que o egoísmo, o medo e as limitações as fazem permanecer na tal atitude defensiva, em que nada ganham e tudo perdem. São aquelas pessoas que querem ter sempre razão, que se zangam com tudo e com todos, que não se condoem com a dor do outro, que não se sabem colocar no lugar do outro, que não se arreliam ou se incomodam com o que se passa ao seu redor, pois nada mais importa a não ser o seu próprio bem-estar.

 

O 11 é um desdobramento de 2 e está do lado contrário, a provocar, a instigar, a chamar, a convidar tosos os seres humanos a experimentarem-se numa nova e cristalina energia – aquela que está associada ao 9 regente do mês, acerca do qual já falei nas publicações anteriores (podem aceder nos links que deixo mais abaixo nos comentários), - uma energia pura e vibrante, totalmente nova, completamente descarregada de preconceitos e ideias anteriores a esta nova realidade.

 

Para o efeito basta escolher a nova energia (claro que há muitos de nós que não o farão, porque o medo ainda se sobrepõe), mas basta escolher, é mesmo muito simples! Se não acreditam, experimentem!

 

Não vale dizer que “os outros não me deixam”. Os outros são os outros, tu és tu! És tu que decides em que nível de amor queres estar, viver e permanecer. Deixa os outros e trilha a tua senda. Os outros farão a sua escolha, mais tarde ou mais cedo. Tal como tu!

 

Só precisas de saber que escolher viver de acordo com altas frequências te vai obrigar a abrir o coração, que o teu cardíaco para começar a receber amor, tem que primeiro emitir esse amor. É uma onda de arrebatamento interno, que depois, com o tempo, se vai intensificando.

 

Esta dinâmica 11 – 2, vai ajudar-nos a perceber, numa primeira fase, em qual dos polos estamos a viver e se queremos lá permanecer. Numa segunda fase, já com maior consciência do movimento que está acontecer dentro de nós, quereremos neutralizar uma parte desta energia, através da anulação de certos comportamentos desgastantes, que são geradores de dor e de dificuldade, sobretudo ao nível das correctas relações humanas.

 

A cordialidade, a harmonia, o respeito, a compreensão, a aceitação, a união, a cooperação são as metas a atingir entre todos os seres e é essa energia que silenciosamente vem caminhando na nossa direcção, que nos vem cercando e penetrando na alma, para que muitos de nós iniciem essa tarefa na Terra.

 

Muitos já iniciaram e estão suportando e apoiando os que agora também pretendem juntar-se a estra nobre tarefa e começar a fazer a sua parte.

 

Precisamos de muitos veículos que vibrem amor e que ressoem com esta imensa e grandiosa obra. Não necessitamos de seres vaidosos que apenas querem visibilidade e esperam ganhar algo em troca do que dão. A cobrança não cabe aqui e muito menos a esperteza ou o calculismo.

 

O regente 9 do mês não tolera egoísmos nem nada que não seja feito em absoluta entrega, verdade e pureza.

 

Numa última fase querermos construir algo através desta dinâmica, quando aprendermos a somar esforços e a respeitar o lugar de cada um, nesta grande Roda da Vida, neste Grande Círculo de Amor Manifestado.

 

Mais actualizações em breve, para falar do grande desafio do mês e da essência de Julho.

 

Eva Veigas

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