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Numerologia e Tarot: A Assinatura da Alma

by Eva Veigas

Numerologia e Tarot: A Assinatura da Alma

by Eva Veigas

01
Jul18

Julho 2018 - 119 - A essência do mês.

Eva Veigas

Jordan withfield.jpg

 Photo by Jordan Withfield

 

Julho 2018

A essência do mês.

 

Tal como prometido, hoje irei falar-vos de um segundo aspecto de Julho. Em termos numerológicos cada mês possui uma essência, uma fragrância específica que o caracteriza. É como uma chave mágica que dá acesso a uma porta, atrás da qual se encontram as soluções que poderão dar resposta aos desafios que cada um de nós tem de enfrentar.

 

A essência deste mês é regida pelo Número 119. É um número um pouco mais complexo, devido às suas características, no entanto não deixa de ser um desdobramento do Número 2.

 

Esta essência tem vários números 11, quer visíveis quer ocultos. Há que adentrar estes símbolos, há que ir de camada em camada para se chegar mais fundo a esta chave.

 

Esta essência toca nas mais elevadas e cristalinas frequências do 9, que é, como sabem o regente numerológico deste mês. Mas também edifica, enfatiza e promove o 11 como regente do pólo positivo ou ponto forte de Julho.

 

Assim 9 e 11 estão novamente em evidência, indicando a urgência de lhes prestarmos atenção.

 

O 119 abre-nos as portas para uma dimensão muito elevada e muito acima da mesquinhez e do egoísmo humanos. É necessário que nos pacifiquemos dentro, connosco, que observemos e conheçamos os fantasmas que povoam o nosso ser.

 

Todos esses personagens precisam de vir à luz para que tu possas respirar, para que eles possam respirar pela primeira vez em muito tempo. Estão escondidos há tanto, mas tanto tempo, que têm medo de se mostrar tal como são. É por isso que quando se “mostram”, reflectem o “pior” de nós!

 

Isso acontece porque não sabes lapidar-te, porque não fazes um esforço para te conhecer, porque não te respeitas, porque não respeitas os outros, porque queres salvar os outros, mas não te sabes salvar a ti mesmo, porque queres ajustar o outro, encaixá-lo dentro da tua medida, da tua própria pequenez e, se o outro não cabe no teu mundo, porque faz escolhas diferentes das tuas, então apenas te resta descartá-lo, criticá-lo, removê-lo.

 

O que tu gostarias é que todos fossem como tu! Que todos pensassem como tu! O que tu gostarias é que os outros se submetessem ao que pensas, ao que fazes, ao que decides, ao que tu achas que é bom para ti e para eles.

 

Tu gostas de estar no controlo, certo? Querias que a vida acontecesse de acordo com os teus padrões, com as tuas fantasias, com as tuas “verdades”, com as tuas vontades e caprichos, certo?

 

Não há maior ilusão do que essa!

 

O que estas energias em movimento nos estão a devolver é a possibilidade de te veres a ti mesmo mergulhado nessa ilusão.

 

Neste momento existem vários écrans dentro de ti. É como uma sala cheia de écrans que transmitem imagens captadas através de várias câmaras colocadas no teu interior.

 

Um dos écrans mostra todo o movimento ilusório de controlo, outro mostra a realidade, da qual tens andado alheado. Um terceiro écran se junta no qual te observas em pânico por só agora teres percebido o movimento e a densidade em que estás mergulhado. (Compreendes por que tens ataques de pânico? Esta é só uma das razões!) Outro ainda mostram tudo a negro, sem imagem (é aquele momento em que não vês solução, queres desistir, não vale a pena lutar mais, não há saída, o mundo está perdido, etc.).

 

Porém as frequências subtis de 119 revelam outros écrans, outras janelas de informação, às quais apenas podemos aceder quando relaxamos, quando deixamos de querer controlar a nós e aos outros. Esses blocos de informação conectam-te com realidades (as quais muitos de nós designam por milagres) que promovem e instigam a nossa criatividade.

 

O movimento ligado à criatividade é muitíssimo mal compreendido pela maior parte das pessoas. Não raro, nas minhas consultas, quando abordo esse tema, as pessoas afirmam não ter criatividade nenhuma, outras confundem criatividade com ser artista plástico, músico, bailarino, etc.

 

O movimento de criar está sempre presente. Estamos constantemente a criar. Nem sempre criamos a melhor realidade para nós, porque pura e simplesmente perdemos quase 100% de cada dia a criar e a manifestar lixo mental, por isso não admira que tanta gente ande com dores de cabeça e dores de costas, tal o peso que atraem e carregam para si próprias.

 

Assim, o 119 é um desafio à nossa capacidade de adentrar mundos novos internamente, onde a nossa capacidade de cocriar está presente de forma consciente, onde a nossa vontade de manifestar o melhor de nós, de trazer as nossas mais elevadas fragrâncias para fora, para o mundo, numa perspectiva de partilha e de entrega, está a acenar-nos.

 

É tempo de devolver esse aceno, de fazer sinal de que compreendemos a mensagem e de começar a trabalhar no sentido de nos despirmos de tanta vaidade, de tanto orgulho, de tanta arrogância, de tanto teimarmos em dar lições de moral aos outros, de tanto querermos impingir a nossa realidade podre, de tanto querermos ser aquilo que ainda não somos, de tanto querermos mostrar o que sabemos, de tanto querermos acreditar que somos superiores, melhores, mais belos, mais elegantes, mais inteligentes, mais espertos, mais sábios…

 

Mergulhados nesta falsa energia, a maior parte das pessoas não se apercebe que há seres humanos caminhando noutros quadrantes, noutras dimensões, caminhando calma e vagarosamente, porém estando mesmo ao seu lado e vendo a sua pressa em ser mais e melhor do que todos.

 

Caminhamos todos lado a lado, mas não estamos todos nas mesmas frequências.

 

Se poderíamos estar? Não! Mas não porque há castigos e recompensas, mas sim porque uns trabalham em si mesmos, lapidando e limando as suas arestas, expondo partes de si para estarem em relação permanente com o mundo e com os outros, reservando outras partes para que a sua essência espiritual não se perca.

 

E mesmo assim, nunca estaremos todos nas mesmas frequências, pois isso faz parte de um Plano Maior em que cada um de nós vem experimentar determinadas condições, e cada experiência de vida, devolve determinada lição que nos coloca em diferentes lugares ao longo do percurso terreno.

 

A próxima publicação será sobre o grande desafio do mês.

 

Eva Veigas

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