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Eva Veigas

Medicina para a Alma

Eva Veigas

Medicina para a Alma

Ano Pessoal 4 em 2017

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O Ano Pessoal 4 é o quarto ano de qualquer ciclo novenal. Se se encontra em Ano Pessoal 4 significa que 2014 foi o ano em que teve início o seu ciclo de 9 anos, que obviamente para si terminará em 2022.

 

Um ano 4 representa uma oportunidade de crescimento que depende da criação de condições para restaurar, reconfigurar, reorganizar, reestruturar, reordenar todo e qualquer aspeto ou esfera da nossa vida, que se encontre desalinhado, fraco, caótico, desarrumado, sem rumo e sem alicerces ou bases sólidas que nos permitam viver no fluxo energético criativo.

 

Por outras palavras, todas as situações que, nos bloqueiam, limitam e impedem, por via da nossa necessidade absoluta de querer controlar todas as experiências, vivências, situações e pessoas que estão na nossa vida agora.

 

Este é o ano de varrer a casa. O 4 percorre cada uma das áreas de vida que clamam por atenção. É preciso parar para sentir e avaliar os danos, e organizar a melhor e mais adequada estratégia para dar início à reparação e reconstrução daquilo que em nós está “doente” e já não nos devolve crescimento e aprendizagem.

 

O 4 é a poda dos ramos secos, onde a vida estagnou… Podar permite dar oportunidade à árvore, uma nova oportunidade de crescer e de esse estender para outras paragens, experimentando o novo, em 5, que neste caso será, no ano pessoal seguinte.

 

Para que essa nova possibilidade aconteça, é preciso dar tempo e espaço para que o 4 aconteça em nós.

 

A pressa, a ansiedade, a impaciência, o querer fazer tudo de uma vez, queimando etapas, querendo ultrapassar desafios em modo de competitividade, são os verdadeiros inimigos de um ano 4, que pede maturidade e sapiência para saber esperar.

 

Um jardineiro experiente sabe exactamente onde podar, que ramos cortar, que troncos, folhas e flores estão prontos para se desprender, sem ferir a árvore e sem se ferir a si mesmo, pois é paciente, ponderado, sensato, ama o que faz e acima de tudo ama-se e ama a Árvore. Respeita-a, sente-a, sabe que é um ser vivo, que pulsa e gera vida em si.

 

Assim também nós deveremos fazer na nossa vida, o que faz o jardineiro. Devemos aprender com ele, observá-lo e acima de tudo não ter pressa de fazer.

 

Saber fazer é uma aprendizagem, um dom ou um talento que se adquire, que mais tarde ou mais cedo, nos será muito útil.

 

Um ano 4 é um ano para limar arestas e onde simultaneamente devemos criar espaço e condição para nos irmos recriando, reinventando, reorganizando, regenerando.

 

Na verdade, trata-se de um ano de construção ou reconstrução interna, em termos de bases para a vida.

 

É tempo de rever, reajustar ou redefinir os valores pelos quais nos guiamos na vida.

 

Relativamente aos Anos Pessoais em 2017 cuja soma dá 13 ou 22 serão reduzidos a 4, por isso há que levar em consideração todas as vibrações numerológicas e não apenas o 4.

 

Vibração 13 - Trata-se de um ano pessoal onde algum tipo de metamorfose vai ter lugar. Pode ser o início, o meio ou fim de algo, que está em vias de transformação.

 

Geralmente é algo invisível, algo que se sente dentro, mas que não se sabe explicar. É preciso ganhar distância deste acontecimento e muitas vezes só nos ciclos seguintes (9, 18, 36 anos depois, ou mais) é que se ganha a verdadeira consciência do que ali foi transformado ou metamorfoseado.

 

Algo está pronto para morrer dentro de nós e dependendo do grau de sensibilidade de cada um, pode-se sentir essa morte, como algo quase tangível. Um dos exemplos mais fortes que se podem experimentar sob a influência de 13:4 é o Síndrome do Ataque de Pânico que gera um inexplicável, absurdo e repentino medo da morte; há uma sensação quase palpável da morte de algo.

 

Na verdade, tudo foi preparado com bastante antecedência. Ao longo da nossa vida, vamo-nos preparando para deixar morrer aspectos, crenças, tradições, superstições, pensamentos, recordações, objetos pessoais, ideias, gostos, amores, etc.

 

Porém, quando chega o momento de deixar ir, surge o verdadeiro teste, e, encontramo-nos frente a frente com a nossa real dificuldade de nos desapegarmos daquilo que já não nos devolve aprendizagem de género algum.

 

Agarrados ao que é (ou ao que foi) “nosso”, movemo-nos para um campo perigoso e lamacento que nos paralisa, imobiliza e nos condena a sobreviver num cenário triste e pesado, onde as nossas emoções congelaram e onde a nossa mente brilhante estagnou e não produz nem gera criação.

 

O nosso coração afastou-se da razão e, pior, afastou-se de Deus/Pai/Mãe, remeteu-se ao silêncio, mas não ao verdadeiro silêncio.

 

O verdadeiro silêncio é leve, agradável, profundo como o mar, mas solto como o vento, perfumado com o orvalho das manhãs e límpido como um belo dia de Sol.

 

O silêncio de que falo é cruel, frio, distante, não comunica, não cria, apenas usa a mente como um veículo distorcido onde se limita a repetir a dor daquilo que acha que lhe fizeram sentir. Um silêncio que pune e que acredita em castigo e recompensa.

 

Um ano 13 pode ser muitíssimo transformador se soubermos elevar-nos até às camadas mais altas do nosso Eu Superior!

 

Vibração 22 – É um ano onde a estrutura interna do ser pode aprender a tornar-se maleável, dócil, adaptável, ajustável, flexível como uma árvore frondosa, cujos maravilhosos ramos dançam ao sabor do vento, sem se partirem ou rasgarem.

 

É uma construção sólida (terra (4), concreto, palpável) porém flexível (contém água (2) dentro, na quantidade e qualidade certa) o que lhe confere uma condição única para poder crescer de forma saudável, progredir, evoluir e expandir-se, mantendo o foco, criando e autossustentado as suas próprias raízes.

 

Sob esta vibração, os seres podem direcionar a sua vida para grandes empreendimentos, para criar superestruturas em praticamente todo o tipo de áreas, desde que tenham feito bem o seu trabalho de casa e desde que o seu objectivo e intenção estejam alinhados com e para o seu Bem Maior e, para o Bem do Todo.

 

O seu grau de sensibilidade e sensatez levá-lo-á a dar os passos necessários, com a cadência e o ritmo próprios de quem ganhou consciência suficiente para se colocar ao Serviço da Humanidade (da família, da comunidade, de uma causa, etc.).

 

Não adianta querer servir a Humanidade, se não se cuida de quem (ou do que) precisa verdadeiramente, neste momento, da nossa atenção, do nosso amor, das nossas capacidades, do nosso saber fazer.

 

Este é um ano de recomeços e pode muito bem ser um ano incrível e de suma importância para dar um rumo completamente novo à sua vida.

 

 

Eva Veigas

 

Eva Veigas

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