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Eva Veigas

Medicina para a Alma

Eva Veigas

Medicina para a Alma

Análise Numerológica 2018 – Ano 11

 

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2018 - Um ano mestre

 

 

“Basta que você dê às pessoas uma chave para que elas abram as suas próprias fechaduras.”

Robert R. McCammon

 

 

2018 é um ano universal regido pelo Número 11. O 11 é um dos Números Mestre mais comuns mas não deve ser subestimado, pois a sua mensagem é forte e intensa. A proposta deste ano em particular é ousada, radical, vertical e consiste em quatro aspetos essenciais: criar e desenvolver um elevado nível de cooperação e equilíbrio nos relacionamentos; aumentar e intensificar o amor-próprio; desenvolver a autoconfiança e a criatividade; manifestar abundância usando o poder para o bem maior.

 

Acerca do ano universal cabe aqui explicar, que a influência de cada ano é exercida sobre a humanidade em geral, mas são os anos pessoais que, transitando pelo ano universal, revelam (juntamente com outros Números em trânsito - caso dos Ciclos e dos Pináculos) as propostas de vida específicas para cada indivíduo.

 

Os primeiros dois dígitos do ano representam a essência do século, que neste caso é representado pelo Número 2 (redução de 20), enquanto os últimos dois dígitos individualizam o ano dentro do século, representado pelo Número 9 (redução de 18).

 

Somando estes dois Números (2+9) obteremos o famoso Número Mestre 11.

 

Mas antes de abordarmos a temática do 11, convém referir que 2018 é o segundo ano deste ciclo novenal e que este momento corresponde ao instante em que a semente - que foi deitada à terra no ano 1 (2017) -, se encontra agora no interior da terra, imersa na escuridão, protegida pelo útero da Grande Mãe…

 

Algo está para nascer… mas… o que será?

 

Por enquanto não sabemos. Não é possível obter essa resposta, nem é suposto adivinharmos que fruto nascerá dessa semente ou se essa semente chegará a irromper dando lugar a uma nova planta.

 

O que podemos fazer é confiar no processo natural da vida, nos ritmos e nos ciclos que se sucedem e que não se detêm ante os nossos desejos, caprichos ou vaidades; além disso, devemos confiar em nós, e se ainda não o soubermos fazer, devemos propor-nos aprender. É um excelente ano para o fazer, como veremos mais adiante.

 

Os resultados da sementeira do ano anterior, serão pouco ou nada visíveis ao longo deste ano e isso pode levar-nos a desconfiar ou a temer, que aquilo a que nos dedicámos com tanta entrega e tanto esmero possa ter sido em vão. No limite, esta sensação poderá mesmo levar-nos a desistir das nossas intenções, perdendo-nos assim do objetivo principal. Porém, o que este ano propõe é precisamente o contrário. A ideia subjacente é nunca desistir, pois este é um ano que testará a nossa firmeza e determinação internas.

 

Um ano 2 é precisamente um ano de gestação, onde tudo acontece num nível oculto para nós, devolvendo-nos sempre a oportunidade de aprender novas lições acerca da paciência, da persistência e da resiliência. Portanto, há que buscar a calma e a serenidade necessárias e esperar pacientemente que a semente dê lugar a uma pequena e frágil plantinha, da qual teremos de cuidar em devido tempo.

 

 

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Mas falemos então sobre os quatro aspetos essenciais deste ano 2018.

 

- Criar e desenvolver um elevado nível de cooperação e equilíbrio nos relacionamentos.

O que provoca a maior destabilização na vida dos seres humanos comuns são os nossos relacionamentos. O relacionamento mais complicado, difícil e complexo é precisamente o da nossa relação com a divindade, com Deus Pai/Mãe.

 

Em última análise, tudo se reduz a um sentimento de abandono, de questionamento interno, de dúvida absoluta, de medo ou de fanatismo, entre muitos outros aspetos, relativo a Deus Pai/Mãe. Esse relacionamento precisa de ser curado. Esse processo precisa de ser iniciado, pois a nossa zanga, a nossa agressividade, o nosso medo, embora não o queiramos encarar por agora, surge do facto de nos sentirmos abandonados, sós, entregues a nós próprios, sem ninguém que nos guie, nos apoie, nos acuda ou nos salve de nós mesmos.

 

O nosso maior problema é sempre entre nós e Deus Pai/Mãe! Nunca é com os outros! Mas os outros estão tão perto e são tão facilmente manipuláveis, são vítimas fáceis e por isso é mais fácil descarregar neles toda a nossa frustração, todo o nosso medo de sermos abandonados, rejeitados, relegados para segundo plano, etc., tal como Deus Pai/Mãe fez connosco (se considerarmos que este é, por assim dizer, o pensamento transversal à humanidade).

 

Portanto, é urgente dar início ao processo de cura e sanação, entre a criatura e o Criador, devolvendo o respetivo lugar a cada um, honrando o lugar que ocupamos nesta complexa teia que é a vida, honrando o legado da nossa ancestralidade e dos nossos antepassados e honrando a nossa própria existência.

 

Esperar que alguém nos venha salvar tem sido motivo de guerras e crimes hediondos contra a humanidade, que prejudicam a vida de todos os seres vivos, incluindo o próprio planeta.

 

Talvez esteja na hora de encarar a realidade e perceber que ninguém nos vem salvar numa nave espacial ou através de um qualquer milagre que nos levará a todos para o céu. Trata-se agora de nos salvarmos a nós mesmos, confiando no nosso discernimento e na Força Criadora que é a própria Vida, a própria Natureza.

 

Fazer as pazes com Deus Pai/Mãe (o que quer que isso signifique para cada um de nós), propicia novos estados mentais e emocionais, físicos e espirituais, que se adequam mais ao nível de inteligência emocional que se pretende atingir e, por conseguinte, isto poderá facilitar e aumentar qualitativamente a forma com que nos relacionamos connosco.

 

Precisamos buscar compreender-nos antes de aprendermos a perdoar e para isso precisamos de nos dar espaço para nos conhecermos em profundidade, permitindo-nos ser quem somos a cada momento.

 

Se cada um de nós agisse e falasse exatamente como sente, sem subterfúgios nem fugas para a frente e para trás, a crítica e o julgamento desapareceriam, pois cada um poderia expressar-se livremente. O problema, é que ainda não sabemos expressar a verdade em amor, porque ainda temos medo, e, portanto, sempre que nos expressamos emanamos medo. Ora esse medo é sentido pelos outros, e nós, tal como os animais, reagimos ao medo quase sempre de forma negativa.

 

Portanto, rapidamente se apreende, através desta breve análise, a gigantesca tarefa que a humanidade tem entre mãos e do quanto nos falta caminhar no sentido do equilíbrio das relações e da cooperação entre pessoas, povos e nações.

 

- Aumentar e intensificar o amor-próprio;

 

O amor-próprio, ou melhor, a falta dele, é, juntamente com a questão analisada acima, outro agente de desequilíbrio, de dor e de frustração entre nós. É necessário, portanto, trabalhá-lo, aumentá-lo, desenvolvendo a autoestima, a confiança, a persistência, a determinação, a firmeza, a aceitação e o respeito por nós.

 

O amor-próprio dispensa crítica, julgamento, inveja, mesquinhez, etc. O amor-próprio não tem nada a esconder, não precisa de máscaras sociais, nem de acessórios para interagir com os outros. 

 

As vibrações presentes neste trânsito numerológico são favoráveis para quem quiser iniciar esse processo de auto cura ou para quem quiser aumentar o nível de amor e respeito por si mesmo.

 

- Desenvolver a autoconfiança e a criatividade.

 

O Número 1 (e neste caso o 1 duplicado - 11) tem desafios bastante complexos a superar, como é o caso da insegurança. Pode parecer paradoxal, mas a proposta do 1 é, ao contrário do que se pensa, conseguir superar-se a si mesmo em vez de competir com os outros. Daí que lhe seja tão importante desenvolver um elevado nível de confiança em si mesmo.

 

Neste caso concreto, o ano vai pintar um cenário onde os nossos níveis de insegurança e autoconfiança serão postos em causa. Além disso, teremos de aprender a transformar todo o tipo de comportamentos que geram padrões e hábitos negativos ou vícios (pois são estes que estagnam, bloqueiam, contêm ou descarregam a nossa energia vital), em hábitos saudáveis, ajustados às nossas reais necessidades.

 

Teremos de aprender a assumir os riscos inerentes às nossas decisões e acima de tudo teremos de ser ousados seguindo caminhos novos ou muito pouco frequentados. O 1 tem medo de seguir em frente, de arriscar, pois caso corra mal, tem dificuldade em assumir o erro e o risco por ousar ser diferente.

 

No entanto, há que recordar que este é um tempo de avivar memórias e de aprender a ouvir o ritmo e a melodia do coração, sabendo que a razão (a mente) unida ao coração aumentará exponencialmente a capacidade criativa do 1, pois é ele o motor da evolução e dos sucessivos processos de criação e destruição, que vão dando lugar ao progresso.

 

Este 11 pede assim, que utilizemos a nossa energia criativa positiva, para construir pontes entre as pessoas, destruindo as barreiras que as impedem de estar juntas, em relacionamentos fortes, corretos e harmoniosos.

 

Na verdade o 11 é uma máquina geradora de soluções para os problemas mais difíceis e complexos com os quais nos deparamos ao longo da vida. (Quem tem este Número no mapa numerológico natal, já faz uma ideia do que ele representa como caminho de vida).

 

- Manifestar abundância usando o poder para o bem maior.

 

Este ano universal propõe ainda que trabalhemos a abundância e que a apliquemos ao serviço do bem comum (família, trabalho, comunidade, sociedade, etc.), pois o egoísmo não cabe aqui.

 

Os desafios relacionados com a questão da abundância estão associados a problemas ou dificuldades associadas ao dinheiro, à autoridade e aos seus representantes, ao poder e ao controlo sobre os outros e a uma necessidade permanente de reconhecimento pelo que se faz.

 

As lições que correspondem a este desafio passam por perdas súbitas, humilhações em diversos níveis e perda de poder e controlo.

 

Existe ainda um medo de ser bem-sucedido e subconscientemente, de um modo geral, uma tendência para evitar ter sucesso material.

 

Ora, para trabalhar e manifestar abundância teremos de experimentar essa abundância, esse poder, esse reconhecimento e controlo mas a nível interior. Isso obrigar-nos-á, de certa forma, a refletir sobre estas questões, lançando mais luz/consciência sobre os nossos conceitos (ou pré conceitos) acerca do que pensamos ser a abundância e a prosperidade, por exemplo.

 

Existem pessoas, cujos recursos são mínimos, que experimentam um tal sentimento de abundância na vida, que chega quase a ser incompreensível para quem os observa. No entanto, alguns milionários, devido à pressão e ao stress causado pelo dinheiro e pelos bens que têm de gerir, dificilmente chegarão a experimentar tal sentimento.

 

É sempre bom recordar que abundância não é sinónimo de dinheiro ou de bens materiais.

 

 

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Concluindo, 2018 será um ano muito transformador para todos os que estejam sintonizados e alinhados com o seu propósito pessoal e com uma intenção bem definida. É um ano maravilhoso para quem se comprometer com o seu próprio desenvolvimento pessoal e espiritual. Para quem quiser despedir-se e despir-se de vaidades e pôr os pés no chão, de uma vez por todas.

 

Para quem continuar a resistir à mudança, os desafios serão cada vez mais intensos e complexos, mas não quer dizer que as pessoas o vejam dessa forma, pois o mais provável será continuarem a querer encontrar um culpado ou um responsável pelas suas desgraças, pelos seus fracassos e pelas suas desilusões.

 

 

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Curiosamente, o ano começa com um dia universal 13 (01/01/2018 = 1+1+2+1+8 = 13) a pedir a morte ou a transformação de tudo o que já não nos serve nem nos devolve energia. Um trabalho ao qual, com certeza, nos entregaremos ao longo de todo o ano.

 

Morrer é dar permissão para transformar as dores, as alegrias, os devaneios, as queixas, as vaidades, as aspirações, os objetivos, enfim, é abrir mão de tudo o que nos limita.


Só morrendo se renasce! Só assim poderemos transmutar tudo o que nos condiciona. Quando não temos nada a perder, nada a que nos agarrar, compreendemos o que é viver de forma desapegada, inteira e plena neste planeta e sob esta condição humana.

 

Assim, este primeiro dia do ano dá-nos a indicação de que este será um ano altamente exigente e transformador mas apenas para aqueles que se prepararam para estes tempos de mudança, os quais requerem um trabalho conjunto entre a razão e o coração.

 

Quem estiver preparado, sabe que terá de lidar com as consequências próprias de uma grande transformação e que será necessária muita disciplina, muito rigor, muito trabalho, muita entrega e muita vontade de mudar o que precisa ser mudado.

 

Já o último dia do ano corresponde à frequência universal 9, fechando assim com chave de ouro um ano que se espera bastante agitado, permitindo dessa forma virar a página, deixando para trás muitas questões arrumadas e organizadas, para que 2019 (Ano Universal 3) seja um cenário onde as tenras plantinhas possas crescer e frutificar.

 

 

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Dias especiais em 2018

 

As datas assinaladas mais abaixo são regidas pelo Número Mestre 11.

 

A sua importância é relevante na medida em que estes dias farão trânsitos rápidos com o ano universal, que é, como já se viu, também regido pelo Número 11.

 

São aspetos tensos que geram forças contrárias e potencialmente intensas, dado que a sua vibração produz uma energia de tal forma acelerada, que é capaz de provocar acontecimentos sucessivos tão rápidos e intensos, que quem se encontrar despreparado ou descuidado, pode sofrer todo o tipo de obstáculos e revezes ao longo do ano.

 

Exceção feita a estas tensões será o dia 29/07/2018 que produzirá uma triangulação benéfica de frequência 11, constituída pelo Número do dia de calendário 29 (2+9=11), pelo Número do dia universal (2+9+7+2+1+8=29=2+9=11) e pelo Número do ano universal 2018 (2+1+8=11).

 

Ao somarmos o dia e o mês destas datas específicas iremos sempre obter o Número 18, que nos mapas numerológicos individuais designamos por Número da Via de Missão, e que neste caso se destaca por corresponder aos últimos dois algarismos do ano, realçando assim a necessidade de prestar particular atenção a estes dias.

 

Se reduzirmos o Número 18 obteremos o Número 9, o que quase sempre implica o fecho de algo, o culminar de uma situação, a resolução de alguma coisa, embora, e por essa mesma razão, o 9 anuncie, simultaneamente, a preparação ou o momento de transição para um novo ciclo, uma nova etapa, uma nova fase da vida.

 

Mas se nos ficarmos apenas pelo Número 18, ele traz uma outra mensagem para além da anterior que lhe é subjacente. Para melhor entendermos o 18 podemos dividi-lo nos seus componentes e analisar adequadamente cada um.

 

Assim, o Número 1 e o Número 8, são ambos Números racionais, por exemplo, e portanto, formam um par manifestamente ligado à razão e ao hemisfério esquerdo. Mas enquanto o 1 pertence ao Reino do Fogo e do Ar, o 8 pertence ao Reino da Terra, e dessa forma poder-se-á afirmar que o 1 é a semente, o grão, o detentor das ideias e o impulsionador para as concretizar enquanto o 8 é o que lhes dará a forma e a estrutura necessárias, para que as ideias se tornem visíveis e se manifestem no plano material.

 

Na prática são dias especiais para iniciar e completar pequenas tarefas mas, o que estará por trás desse movimento e intenção, será sem dúvida algo muito rico, cujo efeito será capaz de perdurar por muito tempo na vida.

 

Por outro lado, poderão ser dias de suma importância para finalizar uma gigantesca tarefa ou projeto que teve início há muito tempo e que agora chega ao fim, precisando apenas dos retoques finais para finalmente poder ser apreciada.

 

No final, há que ter em consideração que o 18 nos surge repetido nestas datas em concreto, como uma forma de chamar a nossa atenção para estes momentos, que sob hipótese alguma deverão ser desperdiçados.

 

A assinalar ainda a Lua Escura (Lua Nova) do dia 09/09/2018. Outro dia especialmente forte e vibrante para quem está alinhado com os seus propósitos e possui intenções bem firmes.

Mas das especificidades de cada uma destas datas falarei noutros artigos com uma análise mais detalhada.

 

29/07/2018

19/08/2018

28/08/2018

09/09/2018*

18/09/2018

27/09/2018

 

 

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As datas assinaladas mais abaixo são regidas pelo Número Mestre 22.

 

Ainda que este ano não fosse tão importante por causa do Número Mestre que o rege, teríamos sempre que referir estas datas especiais, dado que todas elas pertencem ao reino do não menos importante Número Mestre 22.

 

Mas uma coisa é termos um Número Mestre em evidência durante um ano inteiro, outra é termos dois ou três em trânsito como é o caso este ano. Estes trânsitos, com a passagem de diferentes Números Mestre pelas várias casas dos mapas individuais trarão muitas oportunidades e benefícios a toda a humanidade, mas claro, os mais beneficiados serão aqueles que tenham nos seus mapas natais um ou mais destes Números.

 

Não pretendo criar falsas ilusões ou expectativas quando falo em benefícios, dado que a maior parte das bênçãos que se manifestam nas nossas vidas, surge quase sempre disfarçada de dor ou perda, ou, pelo menos, é assim que as vemos e sentimos.

 

É preciso criar uma condição interior de recetividade, aceitação e flexibilidade para lidar com um ano deste calibre em termos de frequências numerológicas.

 

Assim, estas datas, revelam-nos mais um 11 no seu Número de Via da Missão (Dia + Mês = D+M). Desta vez o que está em evidência e em duplicado é o Número 11 que surge nesta posição e no Número do Ano Universal a fazer um aspeto especial com o Número 22 que é o Número Universal do Dia de cada uma destas datas.

 

Ora, esta triangulação é constituída apenas por Números Mestre, o que demonstra bem a importância e a relevância de todos estes eventos, alguns dos quais presenciados pela forte influência da *Lua Escura (Lua Nova).

 

Mas então o que está em causa nestes dias e ao longo do ano?

 

Em primeiro lugar, devemos atentar bem, nos Números Raiz correspondentes a estes Números Mestre, a saber, o 2 (duplicado em 22) e o 4 (redução de 22) respetivamente.

 

O Número 2 pertence ao Reino das Águas e da emocionalidade enquanto o 4 pertence ao Reino da Terra e da materialidade. Mas o 11, cuja redução é 2, é constituído por um par de 1, e o 1 como já se disse pertence aos Reinos do Fogo do Espírito e do Ar que por sua vez rege o plano das ideias, das conceções abstratas, das ideologias e das filosofias.

 

Numa primeira análise podemos afirmar que se encontram presentes todos os Elementos necessários que constituem a base da vida na Terra e que nos possibilitam experienciar todo o tipo de vivências.

 

O 22 é assim o Número que possibilita a construção de Mega Estruturas (4), as quais obedecem a uma Ordem bem definida e precisa (4), que serve um bem maior, o coletivo (2) e que exige a cooperação (2) e o trabalho de pessoas organizadas (4) em equipas (2) bem estruturadas e delineadas (4), cuja sensibilidade extraordinária (22) tudo fará para atingir os fins propostos.

 

Qual é a diferença essencial entre um Número Raiz e um Número Mestre?

 

A diferença é que o primeiro é mais lento em relação ao segundo, é mais denso, mais pesado e mais moroso, enquanto os efeitos causados pela presença do segundo se podem assemelhar ao de um ciclone ou de um furacão que à sua passagem arremessa ou absorve para dentro do seu olho tudo o que encontra na sua frente. O efeito pode ser devastador e destruidor, mas a reconstrução de um ser passa sempre por uma violenta destruição das partes de nós que teimam em se agarrar ao passado, a memórias de pessoas e situações tantas vezes dolorosas, onde se teima em não perdoar e seguir em frente, deixando para trás um passado morto e decadente.

 

Não significa que essa destruição ocorra em termos práticos e que tenha de ser de uma violência extrema, atingindo o corpo físico, por exemplo, o que acontece no caso das doenças graves ou dos acidentes, mas pode ocorrer a nível interno, como um súbito descontentamento com a vida que se leva e as escolhas que nos trouxeram até aqui.

 

Não é tanto a questão de sofrer com isso, mas sim a capacidade de olhar esse descontentamento com isenção, isto é, sem dramatizar demais a situação, enfrentando a nossa sombra pessoal, olhando de frente os monstros e os fantasmas escondidos há tanto tempo dentro de nós.

 

Não necessitaremos apenas de coragem, pois ela acabará por se revelar no momento certo. Precisaremos sim, de honrar o compromisso de nos transformarmos assim que nos capacitarmos de que precisamos de efetuar essa mesma transformação para nosso próprio bem. Precisamos de morrer para renascer. Precisamos de nos despir de velhas vaidades, velhos caprichos, antigos orgulhos e preconceitos em relação a tudo e a todos, incluindo nós próprios.

 

Tal como referi a respeito dos dias regidos pelo Número 11, também algumas destas datas específicas regidas pelo Número 22, serão tratadas separadamente e publicadas em devido tempo.

 

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Características e simbologia dos Números 2 e 11

 

Palavras-chave: Apoio, Colaboração, Cooperação, Diplomacia, Harmonia, Mediação, Meditação, Paciência, Paz, Perdão, Recetividade, Reflexão, Resolução de conflitos, Sensibilidade, Tolerância, Trabalho em equipa.

 

Símbolo geométrico: A reta

 

Elemento: Águas primordiais ou primevas

 

Letras: B (2), K (11), T (20)

 

Cor / Frequência: Azul celeste, Azul mar, Azul-turquesa, Azul-escuro, Cinzento (todos os tons), Platina, Prateado.

 

Pedras / Cristais: Larimar, Pedra Estrela, Quartzo Azul

 

 

Eva Veigas

Cascais, 28 de Novembro de 2017

 

 

 

Eva Veigas

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