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Numerologia Arcana

por Eva Veigas

Numerologia Arcana

por Eva Veigas

Dom | 05.09.21

Numerologia de 22 de Agosto a 21 de Setembro

Eva Veigas

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Numerologia de 22 de Agosto a 21 de Setembro

 

As diversas frequências numerológicas 14, 19, 21 e 33 presentes no período compreendido entre 22 de Agosto e 21 de Setembro de 2021, activarão forças até aqui adormecidas em nós.

Um desejo irreprimível de ir mais longe e mais além, mais além de nós mesmos, no sentido da superação pessoal, levar-nos-á a experimentar e viver situações que nem nos nossos sonhos mais loucos poderíamos imaginar.

Essa força, escondida no número 21, começa a revelar-se interiormente como um leve desejo ao início, o qual se irá desenvolvendo gradualmente, até se tornar numa vontade irrefreável.

Assim que começa a tomar forma mental sairemos em busca dos materiais necessários para lhe dar forma. Pode tratar-se de um projecto, da busca de um trabalho que nos satisfaça inteiramente, de uma conversa que há muito queríamos ter com determinada (s) pessoa (s), de iniciar um verdadeiro e consciente processo de depuração e limpeza da nossa alma, da busca de sentido para a vida, e assim por diante.

No entanto, tenha esse desejo a dimensão que tiver, não será demais dizer que devemos tomar cuidado com buscas desenfreadas e sobretudo que devolvam aquela sensação desmedida de que já não se irá a tempo de entender, de conseguir, de perdoar, de atingir a meta, etc.

A força da criatividade presente nesta frequência activa o campo das ideias, das soluções práticas, da imaginação fértil, etc., e, em consequência disso, abre-se espaço para entrar em contacto com a abundância e a prosperidade, áreas férteis onde podemos ser quem somos, livremente.

Já a influência do número 14 recorda-nos que temperança, equilíbrio, perspectiva e bom senso, são essenciais para este momento que atravessamos, caso contrário poderíamos abeirar-nos da insanidade.

O que a vida pede é que encontremos o nosso caminho e o percorramos tranquilos e cientes do que estamos a fazer, com que intenção o fazemos e com que dose de alegria no coração o trilhamos em busca do nosso mestre interno. Assim que o encontrarmos será bom passarmos muitos momentos a sós com ele, isto é, connosco! Espera-se que o saibamos escutar e que saibamos aprender a discernir entre as mensagens que ele desprende e as confabulações mentais, criações mentais, que nos entretemos a fazer; espera-se que desenvolvamos competências que nos permitam bem usar os nossos dons espirituais, de modo a exercitar a nossa humanidade com cada vez mais afinco, trazendo ternura, compreensão e compaixão para nós mesmos e para todos os outros seres.

Enquanto não passarmos para esse nível pouco ou nada mudará nas nossas vidas. E é quando teimamos em permanecer no mesmo lugar que surgem as maiores confrontações internas, as maiores provas na vida relativamente às quais surge a tendência, posteriormente, para a lamúria, a vitimização, a autocomiseração, etc.

Nova aprendizagem surge no caminho, até que compreendamos que o caminho da vitimização também não devolve crescimento algum, nem devolve o Amor que tanto ansiamos, pelo contrário, as queixas e lamentações afastam a maioria das pessoas, porque ninguém tem paciência ou estofo para escutar o outro, sobretudo quando se observa que esse outro não está a fazer nada por si mesmo, passando e gastando o tempo a apontar o dedo para fora, culpando tudo e todos pelos seus males.

Devemos lembrar-nos a todo o momento que podemos contar com a ajuda celeste, que se encontra viva, bem presente e vibrante, irradiando a todo o momento, bem no centro do nosso cardíaco (procurem ler e inteirar-se acerca do assunto; podem pesquisar por “chakras”).

É com essas forças que nos devemos banhar, devemos querer conhecê-las, saber para que servem, de que modo as podemos servir e de que modo elas nos podem ajudar, devemos activá-las em nós, manifestando-as no nosso dia-a-dia, através de pequenos gestos, pequenos actos, pequenos nadas.

A presença do 19 vem lembrar-nos que tudo na Terra tem início, meio e fim, que tudo acontece em ciclos e não de forma linear, que tudo nasce e tudo morre e que isso inclui a nossa vida na Terra.

Vivamos de acordo com os ciclos da Natureza e afastemo-nos daquilo que é imposto e mecanizado, pois isso afecta-nos, adoece-nos, martiriza-nos, escraviza-nos. Pratiquemos o mais possível uma vida ao ar livre e mesmo que vivamos nas grandes cidades, sob stress e numa grande azáfama, há pequenos comportamentos que podemos mudar, porém teremos que ter uma imensa força de vontade, para não sermos esmagados pelas regras da sociedade.

Vale a pena lembrar que a sociedade somos nós: cada um de nós! E se cada um de nós mudar um pouco, a sociedade não mudará?

Somos todos nós, com maior ou menos consciência do nosso papel que alimentamos modas, regras tolas, comportamentos desviantes, etc. Dá que pensar e há muitos assuntos em que precisamos reflectir seriamente. Não trarei exemplos, pois são milhares, e acredito que quem ler estas linhas saberá do que falo.

Finalmente, surge o 33, um dos números dobrados menos falados e ao qual menos importância se dá. Mas o 33 está a ganhar raízes e em breve ele será um dos mais importantes números com cujas frequências teremos que lidar de frente e ele é tão maravilhoso e doce, como firme e duro com quem não estiver sintonizado com a sua energia.

Sempre que se fala do 33 uma grande percentagem de pessoas associa-o a Cristo, que se diz ter morrido na Cruz com essa idade. É, portanto, conhecida como Idade Crística. Mas a Idade Crística está longe de ser atingida pela Humanidade, que ainda não entendeu nada do que se passa à sua volta, pois nem sabe quem é. É como uma criança com 2 ou 3 anos que ainda anda a tactear e precisa dos pais ou dos adultos para sobreviver.

Há tanto para crescer, tanto para amadurecer, tanto para aprender e pôr em prática… e o que se observa é cada vez mais pessoas iludidas, sobretudo neste mundo dito da Nova Era ou Espiritual. É um desfilar de vaidades e egos inflamados, cada um tentando mostrar que sabe mais do que o outro. Sempre a velha ilusão a fazer das suas. O caminho dos Iniciados, os verdadeiros, não é feito em função da aprovação dos seguidores das redes sociais, mas enfim, tudo faz parte do crescimento da humanidade e de cada humano que faz parte dela.

Evidentemente, que no meio desta amálgama existem e existirão sere pessoa sérias e comprometidas no seu caminho espiritual, porém essas não fazem alarde disso.

Para viver o 33 na sua plenitude precisamos de aprender a ser 3 e depois aprender a ser 6 e isso dá muito, mas mesmo muito trabalho.

Requer atenção a toda a hora, requer vibrar muito alto e com muita intensidade, no que diz respeito à alegria de viver – e as pessoas andam tristes e cabisbaixas, deixam-se cair sem forças para lutar, por coisas pequeninas e básicas e que a esta altura, já deveriam estar resolvidas dentro delas.

Outra questão prende-se com o reconhecimento da divindade interior – as pessoas ainda se viram para fora, para o alto, para o céu e esquecem que tudo está dentro delas mesmas. As pessoas não se dão as mãos, não se perdoam a si mesmas, nem aos outros, criticam tudo e todos de forma negativa e zombeteira e depois vão rezar e dar conselhos gratuitos aos outros e apontar-lhes o caminho. São cegos a conduzir outros cegos.

Quando despertarmos realmente para o divino que somos, pararemos de nos insultar, de criticar, de ironizar e de enviar recados uns aos outros, Isso não é necessário. Isso alimenta um caldeirão de líquido negro e viscoso, onde se cairmos, dificilmente conseguiremos sair dele, pois é escorregadio e arrasta-nos para o fundo.

O que é necessário é mais Amor. E Amar implica Respeitar, Honrar, Ajudar, Cooperar, Facilitar, Solucionar, trazer a Verdade, Manifestar, Curar, Sanar, Cuidar, Abraçar, Olhar com ternura, etc.

Por isso para ser 33 e vivermos nessa Era de Ouro, ainda falta muito tempo, muitas aprendizagens, muitas vidas, muita mestria e muita prática, muita prática, muita mesmo!

Em 33 somos levados a escolher sempre o Amor, sempre, independentemente do ego e da mente. Aliás, esses dois aspectos em nós serão “sacrificados” na cruz, em devido momento, porque quando a linha da Terra se cruza com a linha do Céu, esse ponto exacto é a nossa cruz e é nele que sacrificaremos o nosso ego inflamado e é daí que “ressuscitaremos”; é a partir daí que poderemos regenerar, restaurar e decantar a nossa alma, que uma vez purificada, poderá seguir o seu percurso, livre e solta de toda e qualquer amarra anterior.

Se estas palavras te ajudarem a reflectir mais um pouco, se elas te retirarem desse lugar de dor e miséria, então elas são abençoadas, e, se assim for e sentires que elas podem ajudar outras pessoas, passa esta mensagem adiante. Nunca saberemos quem as lê e se quem as lê poderá ser confortado ou confrontado consigo próprio e isso é bom!

Grata por estares desse lado e por seres quem és.

 

Eva Veigas

Numeróloga Transpessoal

Sab | 04.09.21

Setembro 2021 – Regente Numerológico 5

Eva Veigas

 

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Setembro 2021 – Regente Numerológico 5

 

 

Seguindo a tradição da Numerologia, quando atingimos a dimensão correspondente ao número 5, encontramo-nos a meio de uma etapa, ou seja, no verdadeiro ponto de equilíbrio. Dizem que no meio é que está a virtude, portanto, poderíamos deste modo, afirmar que o caminho do meio está simbolizado por este poderoso número que se encontra no meio da primeira série de números de 1 a 9.

 

Para trás ficam 4 dimensões, ou níveis de consciência (os quais se desdobram infinitamente), e que correspondem, obviamente aos números 1, 2, 3 e 4 e através dos quais fomos desafiados a viver e experimentar certos movimentos internos, os quais, nos levarão mais tarde, a compreender o tema da aprendizagem proposta para aquele momento e circunstâncias da nossa vida. Neste caso concreto, esses números correspondem aos passados meses de Maio, Junho, Julho e Agosto, respectivamente.

 

Para a frente ficam outras 4 dimensões, as quais correspondem aos números 6, 7, 8 e 9 e que governarão os próximos meses de Outubro de 2021 a Março de 2022.

 

Ou seja, encontramo-nos precisamente a meio de um ciclo curto que teve o seu início em Maio deste ano e que só irá terminar em Março do próximo.

 

Estar neste lugar de forma consciente, implica fazer muitos movimentos internos e externos em simultâneo, pois precisaremos da versatilidade e adaptabilidade do 5 - o qual não nasce preparado para a Mudança, pois ele é a própria Mudança –, o agente que trabalha no sentido de dar novas formas às coisas no campo da matéria, e não só, e de revelar novos caminhos que anteriormente pareciam não estar visíveis, alterando assim o rumo dos acontecimentos.

 

Porém, quem determina se seremos ousados ao ponto de mudar de direcção, imbuídos de um certo espírito aventureiro, seremos nós mesmos, e, claro está, tudo irá depender da força do nosso ego versus a da nossa alma.

 

Se estivermos afinados com o Espírito não hesitaremos em manejar o leme interno e levar o nosso barco para outras paragens, retirando-o assim do cais e partindo à descoberta de novas aventuras, realidades e experiências. Caso contrário, iremos experimentar mais do mesmo, mas com contornos mais abrasivos.

 

O movimento do 5 é sustentado pelo Fogo e pelos seus devas, portanto, se teimarmos em permanecer parados dentro do barco, sujeitamo-nos a ser lançados borda fora, por força das circunstâncias, sem ter usufruído da viagem.

 

Este mês será tudo menos calmo, tudo menos tranquilizador, porque o 5 gera impulsos vitais para a nossa evolução e aprendizagem, o que automaticamente nos retira da confortável zona onde teimamos em permanecer.

 

Sentir-nos-emos perturbados e insatisfeitos, nervosos, ansiosos, incapazes de lidar com situações extremas e verdadeiramente desafiantes. O 5 exerce aqui o seu papel desequilibrador nas nossas vidas, o qual será bastante acentuado, dado que 5 é também o regente de 2021.

 

Esta duplicidade provoca desequilíbrio entre as polaridades, precisamente pela ausência de um elemento unificador entre elas, ou seja, estaremos nos limites de um dos polos do 5, o que se revelará através de diversos movimentos internos, subtis, por vezes impercetíveis, ou pelo contrário, através de um chocalhar interno de emoções mal resolvidas que sugerem raiva, zanga, choro contido, impaciência, falta de humildade, insatisfação geral, aversão à mudança, dificuldade em se adaptar ao novo, incapacidade em lidar com problemas pequenos e sem importância, rigidez mental, dificuldade ou não querer aprender com a experiencia, teimosia e obstinação, falta de tato e um sentido de injustiça exacerbado, entre muitas outras questões que eventualmente nos deixarão esgotados, extenuados, sem forças.

 

A acrescentar a tudo isto teremos que considerar que o ponto fraco deste mês se revela como uma tendência para a dispersão e alheamento da realidade e dos assuntos mundanos, aos quais também precisamos de dar atenção, cuidando e resolvendo tudo atempadamente, até para não termos surpresas desagradáveis. Cuidado com questões legais, jurídicas, financeiras, contratuais, e tudo o que se relacione com prazos, pagamentos, etc.

 

Evidentemente, este cenário não está montado para nos castigar ou fustigar, mas antes para que tenhamos a oportunidade de colocar em prática várias aprendizagens anteriores, muitas delas resultantes de erros passados. Estamos, portanto, num óptimo momento para testar as nossas capacidades, os nossos recursos internos, a nossa força, determinação e coragem, versatilidade, dinamismo e força de vontade.

 

O que podemos fazer é trabalhar com o aspecto mais forte e poderoso deste mês que nos ajuda a focar nos assuntos importantes e urgentes, mas acima de tudo nos ajuda a abrir caminho no meio do emaranhado de fios em que se tornou a nossa vida.

 

Falo de um 4 (ponto forte do mês) a fazer um bom aspecto ao regente 5 de Setembro.

 

Ora, o 4 é, como sabemos, o Senhor da Ordem, e por isso devemos trabalhar os seus aspectos em nós e na nossa vida, ajustando-nos aos altos e baixos que um mês e um ano desta frequência nos propõe.

 

Podemos, portanto, pôr de lado a inércia, a procrastinação, a preguiça, a indiferença, etc. perante os desafios presentes na nossa vida e arregaçar as mangas, trazendo disciplina, organização, planeamento e intenção certeira aos assuntos pendentes ou àqueles que estão somente a aguardar uma conclusão.

 

Por outro lado, poderemos precisamente renovar alguns objectivos traçados anteriormente, uma vez que, como já referi, nos encontramos a meio de um ciclo de 9 anos. Quer isto dizer que podemos ajustar as velas para retomar o percurso iniciado, o qual se pode ter desviado da rota, por conta da nossa distracção, preguiça, indolência, etc., ou (e isto só serve os mais ousados, empoderados e conscientes das forças que carregam consigo), podemos simplesmente traçar um rumo para a nossa vida, completamente novo!

 

Dá um frio na barriga, não é? Mas isso é um bom augúrio, pois o nosso plexo solar sinaliza muito bem as tomadas de decisão importantes, caso estejamos atentos, alinhados e em harmonia com o Propósito da nossa Alma.

 

 

Redesenhar a nossa vida, intenções e desejos implica uma força de vontade adamastoriana, porém necessária para quem quer saltar para o próximo nível e resgatar muito do seu poder pessoal, mental, emocional e espiritual.

 

O 5 é realmente um número representativo de equilíbrio, porém, enquanto não conseguirmos igualar de forma proporcional as bases da nossa vida como um todo, ele revelar-se-nos-á como elemento descompensador, de forma intensa e brusca, surgindo sem avisar, deixando a nu, tudo o que precisa ser reavaliado, restaurado, resgatado, modificado, adaptado, e assim por diante.

 

Assim, resta-nos trabalhar no sentido de harmonizar as 5 forças e princípios presentes no campo do 5, honrando-as e trazendo-as para fora, para o mundo visível, para que as possamos manifestar e carregar connosco onde quer que estejamos ou onde quer que nos desloquemos.

 

Lembrando que a figura geométrica que corresponde ao 5 é a estrela de pontas ou pentagrama, cujas pontas simbolizam entre muitos outros aspectos o reino elemental e as suas 5 representações dévicas: Água, Fogo, Ar, Terra e Éter.

 

 

 

Paz e Bênçãos!

 

 

Eva Veigas

Numeróloga Transpessoal