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𝑬𝒗𝒂 𝑽𝒆𝒊𝒈𝒂𝒔

𝑨𝒓𝒒𝒖𝒆𝒐𝒍𝒐𝒈𝒊𝒂 𝒅𝒂 𝑨𝒍𝒎𝒂 - 𝑵𝒖𝒎𝒆𝒓𝒐𝒍𝒐𝒈𝒊𝒂 𝑨𝒓𝒄𝒂𝒏𝒂 - 𝑻𝒂𝒓𝒐𝒕 & 𝑶𝒓á𝒄𝒖𝒍𝒐𝒔 - 𝑿𝒂𝒎𝒂𝒏𝒊𝒔𝒎𝒐

𝑬𝒗𝒂 𝑽𝒆𝒊𝒈𝒂𝒔

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Qua | 24.02.21

Os 3 Grandes Ciclos de Vida na Numerologia

Eva Veigas

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De acordo com a Numerologia, a vida é dividida em 3 Grandes Ciclos: Formação, Produtividade e Realização.

Cada um destes  Ciclos é governado por um dos números da data de nascimento, e a análise das suas respectivas características, devolve-nos orientações de carácter geral referentes ao período em questão.

Um Ciclo pode indicar informações acerca dos nossos gostos, prioridades ou interesses, servindo assim como um guia  que nos orienta através desses longos períodos, revelando o tipo de atitude e de comportamento que mais se adequa à nossa necessidade, vontade e decisão de levar a cabo aquilo a que nos propomos na vida.

Evidentemente que o nosso foco, bem como as nossas atitudes, preferências, interesses, etc. tendem a sofrer alterações, sempre que o fim de um ciclo dá lugar a outro na nossa vida.

Podemos afirmar que os Ciclos correspondem ao pano de fundo onde a nossa vida se desenrola, representando uma espécie de cenário, onde nos movimentamos, e onde experimentamos as nossas vivências, as quais serão influenciadas pelo Número que governa cada Ciclo em particular.

A passagem entre cada Ciclo acontece sempre de forma progressiva e gradual, por isso ela nem sempre é sentida por nós de forma imediata ou concreta. É preciso algum distanciamento - a passagem do tempo - para se poder observar a mudança a que vamos sendo sujeitos e a forma como nos vamos adaptando e reagindo às influências de cada número.

Para uma melhor compreensão deste assunto, iremos valer-nos de uma data de nascimento para ilustrar esta explicação.

Data de Nascimento: 25 de Outubro de 1945

O 1º Ciclo, também designado por Ciclo de Formação, tem início no momento do nascimento e termina entre as idades compreendidas entre os 25 e os 34 anos, dependendo de cada caso. De acordo com o nosso exemplo, esta pessoa terminou o 1º Ciclo com 27 anos de idade.

O Número Regente do 1º Ciclo corresponde ao Mês de Nascimento, o qual deve ser reduzido tesoficamente, até obter apenas um número entre 1 e 9.

Ex.: Nasceu em Outubro que corresponde ao mês 10. A redução teosófica de 10 é 1 + 0 = 1

 

O 2º Ciclo, também conhecido por Ciclo de Produtividade, começa entre os 25 e os 34 anos, dependendo de cada caso e tem uma duração de 27 anos ou três ciclos de nove anos (ou novénios). Para o nosso exemplo, esta pessoa começou o 2º Ciclo aos 28 anos e terminou aos 54 anos.

O Número Regente do 2º Ciclo corresponde ao Dia de Nascimento, o qual deve ser reduzido teosoficamente, até obter apenas um número entre 1 e 9.

Ex.: Nascido no dia 25 - a redução teosófica de 25 é 2 + 5 = 7

 

O 3º Ciclo, também é conhecido por Ciclo de Realização. Ainda de acordo com o nosso exemplo , o 3º Ciclo teve início aos 55 anos e estender-se-à até ao final da vida na Terra. 

O Número Regente do 3º Ciclo corresponde ao Ano de Nascimento, o qual deve ser reduzido teosoficamente, até obter apenas um número entre 1 e 9.

Ex.: Nasceu em 1945 - a redução teosófica de 1945 é 1 + 9 + 4 + 5 = 19 = 1 + 9 = 10 = 1 + 0 = 1

 

Portanto, no caso de uma pessoa nascida a 25 de Outubro de 1945, obteríamos a seguinte informação:

1º Ciclo - Ciclo de Formação - 1 - dos 00 anos até 27 anos

2º Ciclo - Ciclo de Produção - 7 - dos 28 anos até 54 anos

3º Ciclo - Ciclo de Realização - 1- dos 55 anos até ao final da vida.

 

Qua | 24.02.21

Correio dos leitores!

Eva Veigas

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Esta é uma nova rubrica do meu blog que servirá para responder às vossas dúvidas e questões mais pertinentes.

O post com a resposta será associado a um dos separadores para facilitar a consulta dos diferentes assuntos do blog.

 

Grata a todos pela vossa participação activa.

Eva Veigas

Qui | 04.02.21

Fevereiro 2021 - Regente Numerológico 7

Eva Veigas

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O Número 7 traz-nos uma proposta maior, mais elevada, mais adequada a estes novos tempos. Se é visível a olho nu, se é passível de ser reconhecida com facilidade esta proposta? Não, nem sempre, talvez... Tudo depende do grau de lucidez de cada um de nós. Há diferentes e multivariados graus de consciência, os quais desconhecemos na sua grande maioria. De modo algum deveremos julgar ou classificar uns aos outros, de acordo com o grau de consciência, pois nem sequer existe um critério ou parâmetros adequados à nossa condição humana, para o fazer.

 

Apenas nos cabe reconhecer quão lúcidos nos encontramos face a cada situação com que nos vamos deparando; face a cada sentimento que vai preenchendo o nosso ser; face a cada pensamento que vai perpassando a nossa mente; face a cada gesto que fazemos ou repetimos ao longo de cada dia.

 

Essa observação, essa autoanálise, vai-nos ligando ao nosso maravilhoso mundo de recursos internos, onde se encontram guardados os nossos verdadeiros tesouros: a nossa capacidade de amar a tudo e a todos (incluindo a nós mesmos); a nossa luz orientadora interior, a nossa compaixão, a nossa bondade, a nossa gentileza, a nossa delicadeza, a nossa atenção e foco, a nossa habilidade intuitiva, etc. Em contacto com esses recursos, habilidades emocionais, manuais e outras, partimos para a experimentação pondo ao nosso serviço e ao serviço dos outros essas mesmas habilidades e recursos.

 

A prática continuada e constante das nossas qualidades e atributos, nos levará a criar uma ideia acerca de nós mesmos, uma espécie de autoconhecimento ou de autoimagem que vamos formando a nosso respeito.

 

Entretanto, discernimento é uma ferramenta que precisamos desenvolver e ampliar para que não fiquemos submetidos a essa auto imagem e muito menos dependentes dela, daí que seja de imperiosa necessidade exercitar uma certa elasticidade mental e emocional, as quais se adquirem, praticando certo desapego de nós mesmos, por forma a não nos tornarmos entorpecidos, bloqueados ou petrificados ou, como agora é hábito dizer: formatados!

 

É nesta direcção que o 7 nos orienta: a conhecer mais a nós mesmos, a aproximarmo-nos mais de nós, embora isso precise de ser feito de forma lenta e gradual. Ora é precisamente neste ponto que muitos seres humanos perdem o contacto com o seu centro, porque o ser humano é impaciente por natureza, é ávido, é ansioso e vive muito dentro de um sistema que é nutrido e sustentado pelo seu corpo de desejos, o qual envia estímulos a todo o instante para o nosso cérebro e para todas as células. 

 

Precisamos de nos "descolar" um pouco todos os dias, desses milhares de estímulos e desejos constantes para fazer uma escolha (a tal escolha de 6 (regente de Janeiro e de Outubro de  2021), madura e responsável, lúcida e transparente) adequada à condição de cada um e que esteja mais de acordo com o ritmo, caminho, missão e verdade de cada ser humano.

 

É neste sentido que o Número 7 nos empresta as suas qualidades, saibamos nós usá-las, aproveitá-las, adequá-las e adaptá-las à nossa vida e a todas as condições actuais em que vivemos e em todos os níveis. É por isso que o 7 está intrinsecamente associado à introspecção, à reflexão, ao pensamento filosófico e à meditação. Qualquer um destes exercícios deve ser praticado de forma equilibrada, para ajudar a movimentar esta pesada maquinaria de engenharia avançada que é a complexidade humana.

 

Em primeiro lugar precisamos de entender que a energia de adaptação e adequação às mudanças está presente na energia do Ano, que é 5, pois esses atributos e características são inerentes a toda a simbologia deste poderoso Número. Em segundo lugar perceber que sendo o 5 fogoso e rápido, vertiginoso e estimulador, tende a tornar qualquer experiência muito superficial. As emoções, por exemplo, os sentimentos, e tudo o que daí decorre carece de observação e integração quando nos ficamos apenas por esta energia. Precisamos de entender a correlação directa e necessária com o 7, o regente deste mês, que insere nas nossas práticas diárias a necessidade de filtrar, seleccionar e identificar cada experiência que necessita de aprofundamento e de reconhecimento interno.

 

Um estado meditativo, uma boa reflexão e autoanálise, destituída de severo julgamento interno, é um remédio infalível, na boa condução da nossa vida.

 

É o 7 que nos coloca no caminho da Sabedoria, enquanto o 5 nos conecta com o Conhecimento das coisas, com a experiência sensorial, e assim por diante. Ambos são necessários e não há razão para gostarmos mais de um ou de outro, já que é no meio das suas virtudes que adquirimos estrutura e espaço suficiente para ancorarmos mais luz divina em nós.

 

Paz e Bênçãos!

 

Eva Veigas

Numeróloga Transpessoal

Ter | 02.02.21

Análise Numerológica 2021 - Ano 5

Eva Veigas

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Ano Universal 2021

 

Regente Numerológico 5

O Destruidor de Mundos ou da Ilusão

(Aquele que destrói para reconstruir em consciência)

 

 

O regente numerológico do ano 2021 (ano universal) corresponde à vibração Número 5. Sendo o 5 o Mestre da Liberdade, da Integridade e da Mudança, precisamos de olhar atentamente para este ano e para os dígitos que o compõem.

O ano universal tem uma influência geral e secundária no mapa numerológico pessoal e é calculado de acordo com o calendário oficial. Lembrando que há outros calendários e que não há verdades absolutas, no que a este assunto diz respeito, e que, se considerássemos todas as variáveis da Numerologia e todos os calendários conhecidos, tornar-se-ia impossível usar as suas Leis, com o intuito de ajudar aqueles que buscam nesta ferramenta uma fonte de inspiração e conhecimento.

Para obter uma leitura profunda e mais definida sugere-se a Consulta de Numerologia: Progressão – Orientação Anual (Ano Pessoal e Trânsitos Numerológicos). Relembro que são os anos pessoais que desvelam a proposta particular que cada ano nos apresenta, juntamente com os seus desafios, impulsos, estímulos e inspiração.

 Os primeiros dois dígitos do ano universal simbolizam a essência do século, que neste caso é representado pelo Número 2 (redução de 20), enquanto os últimos dois dígitos individualizam o ano dentro do século, representado pelo Número 3 (redução de 21).

Somando estes dois Números (2+3) obteremos o Número do Ano Universal que é, como já referi o Número 5.

 

Este ano é de suma importância, dado que ele representa a ponte entre o passado e o futuro de cada indivíduo.

 

Mais concretamente, o número 5, aqui como governante ígneo de 2021, indica o lugar em que nos encontramos nessa mesma ponte, esse lugar de transição entre mundos, realidades ou consciências.

 

Atrás de nós existe um caminho percorrido, onde diversas sementes foram espalhadas (umas cuidadosamente depositadas na terra, outras largadas ao vento…). Muitas escolhas foram feitas; atitudes foram tomadas; comportamentos e gestos foram repetidos, uma e outra vez; paixões, desejos, vontades, e necessidades foram sentidos e/ou experimentados; emoções foram vividas, reprimidas ou libertadas.

 

Estes aspectos deverão ser levados em conta, ao longo de todo o ano, a partir de uma plataforma de observação o mais isenta e objectiva possível, com vista à obtenção de uma maior e mais ampla visão.

 

Diante de nós existe um caminho por percorrer, um caminho totalmente desconhecido, totalmente novo, porém turvado pela poeira do tempo que ainda não foi vivido, pelas experiências que ainda não foram por nós revestidas nem usadas.

 

O 5, com as suas características de Fogo, entre elas a impetuosidade, a excitação (dos sentidos ou gozo espiritual), o ardor, o entusiasmo, a fogosidade, a exaltação, o arrebatamento e a versatilidade, encontram-se aqui bastante acentuadas, o que de certa forma, determina o caminho que cada qual irá escolher ao longo deste ano.

 

Em 2020 (ano 4) as estruturas, em todos os níveis que conhecemos foram abaladas de forma visível, impactante e sem margem para dúvidas. Esse processo de desmoronamento já vinha acontecendo há vários anos, todavia aguardava o momento perfeito para se manifestar, para se materializar, não fosse o 4 o representante da Matéria, sob o domínio do seu Elemento Terra.

 

Ora 2021, sendo um ano 5, também representa o desmoronar de tudo o que agora está assente sobre alicerces altamente instáveis, os quais, como se pressupõe, serão facilmente quebráveis e acabarão por cair e desmembrar-se. O número 5 também significa destruir, desconstruir, desmontar (no todo ou em parte) algo que agora, através de uma observação plenamente consciente, compreendemos que precisamos deixar ir. Precisamos desmaterializar (retirar a matéria que está minada, contaminada pelos desequilíbrios e distorções produzidos pelo nosso ego/mente). Precisamos ainda, de deixar cair muitas construções podres, antes de iniciar a verdadeira limpeza entre os escombros. Quem tentar limpar (quem tentar queimar etapas vitais) antes que este tumultuoso processo esteja completo, arrisca-se a ficar sob o peso dos escombros, dos restos, dos lixos, daquilo que os outros não querem e descartam…

 

É melhor deixar cair tudo o que precisa de cair, e depois, deixar assentar a poeira, para que a visão e o discernimento estejam mais claros, e então sim, dar início ao duro, mas tão necessário processo de limpeza interior/exterior.

 

O Fogo há-de queimar e incinerar todos os processos mentais que estão a impedir a consciência, de irromper desde dentro de cada ser humano. Assim cada um de nós faça a sua parte! É imperioso despertar, assumir de uma vez por todas a nossa quota parte de responsabilidade, por todas as acções ou inacções, por toda a negligência e cruzar de braços, diante de tantas situações tão graves.

 

O Fogo há-de queimar e há-de doer, no exacto local onde cada um de nós precisa de restaurar a energia, para que possamos ver o que precisa ser feito para o nosso próprio bem e para o Bem Maior. Não há Bem Maior do que a Vida! E essa perdurará de qualquer forma. Porque a vida sempre encontra um caminho para se manifestar e não depende de nenhum humano controlador ou manipulador para o fazer.

 

 

Mudança

 

Mudança é a primeira palavra-chave que escolhi para ilustrar a proposta deste ano 5.

Em 2021, precisamos de saber para onde estamos a dirigir o nosso foco, aquele que nos levará a fazer mudanças radicais, porém vitais, para que o novo paradigma possa vibrar no coração de cada homem e de cada mulher, manifestando-se gradualmente no coletivo. A mudança de mentalidade é urgente e só a convergência de muitos seres responsáveis e conscientes poderá fazer alguma diferença real, caso contrário, pode estar em causa a preservação da nossa espécie (se é que já não está).

Não é sonegando direitos, compactuando com a corrupção, com o desgoverno e com toda a espécie de mentira que chegaremos a bom porto. Há que olhar e ver, ouvir e escutar, tocar e sentir, permitindo que o nosso coração e a nossa mente se fundam, num só. Precisamos de ambos para transformar as matérias grosseiras em energias mais elevadas.

 

Os nossos pensamentos originam formas, que são depois revestidos de matéria, de onde surge a materialização dos desejos, sonhos, construções mentais, etc. Precisamos de aprender a sustentar, apoiar e embeber esses pensamentos em Amor (aquele Amor que a maioria apregoa, mas que não faz ideia do que se trata). As nossas acções precisam de ser gizadas em prole da Vida e do Respeito pela Natureza. Elas devem ter origem num ninho de Verdade e Bondade, de Cooperação e de Integridade, de Liberdade e de Confiança.

 

Sentimentos elevados e nobres geram formas-pensamento de alta qualidade, os quais direccionados para o Bem, resultam em Acções correctas que beneficiam o Todo.

 

 

Integridade

 

Para mudar precisamos de agir, e como é sabido, as acções ou os gestos falam mais alto do que as palavras. Pessoas muito palavrosas nem sempre são as que mais agem, pelo contrário. As que mais agem, são precisamente aquelas que menos falam, que se limitam a actuar, manifestando no mundo da matéria, as suas formas-pensamento, as quais souberam nutrir, proteger e cuidar, até que estivessem prontas para ser edificadas.

 

Viver uma vida alinhada com a sabedoria intuitiva do nosso coração é indício de quem vive ao mais alto nível da sua mais elevada integridade. Viver assim, implica uma responsabilidade maior e mais ampla, pois essa pessoa torna-se um exemplo vivo do que é viver as mesmas experiências mundanas (às quais todos estamos sujeitos), sem sucumbir às dificuldades e aos desafios que as mesmas devolvem. É não sucumbir à mentira, ao ódio, à vingança, à traição, à desonestidade, etc.

 

Assim, este ano servirá de base de aprendizagem para observar, compreender e reconhecer de que forma vivemos a nossa vida. Extrair informação acerca deste aspecto é fundamental para atingir o propósito deste ano.

 

A pergunta que se coloca é: Será que eu vivo de acordo com a minha mais elevada integridade?

 

 

 

Liberdade

 

O 5 é o número que representa a Liberdade, um conceito quase sempre mal interpretado, ou, pelo menos, subjetivamente interpretado e demasiadamente colado à visão particular que cada um tem sobre liberdade.

Mas o Número 5, enquanto símbolo da Liberdade, representa a oportunidade de cada um se libertar das ilusões criadas a partir dos nossos próprios padrões limitadores ou bloqueadores.

 

O caminho do 5 mostra (recorrendo na maioria das vezes a cenários complexos e devastadores) como num espelho, a realidade nua e crua: o nosso mundo interior tal como ele é, revelando o nosso lado “feio” – aquele que poucos se atrevem a olhar, quanto mais a reconhecer.

 

Liberta-te! - diz o 5! Liberta-te de quem te oprime; do que te oprime!

 

Quem se oprime e limita a si mesmo senão nós próprios? Quantas limitações aprendemos a tecer, de modo a podermos ter uma justificação bem argumentada, para cada situação em que não sabemos estar à altura do desafio? Quantas histórias e mentiras criamos para nós mesmos, para que os outros não vejam, ou sequer detectem, a nossa fealdade interior? Quantas crenças terríveis nos servem de bengala, para não nos movermos na direcção que o nosso coração intuitivo e sábio nos indica?

 

Para nos libertarmos de um vício necessitamos de criar novos hábitos, novas rotinas, novas regras, que se adequem melhor à nova expressão que queremos manifestar: ao novo ser que se vai construindo e reconstruindo, à medida que se permite desmembrar e desmoronar, isto é, à medida que vai aprendendo a morrer para o passado. Deste modo, a par com a Liberdade, surge a responsabilidade e esta, exige disciplina. A disciplina requer compromisso e acção, entrega e empenho, determinação e foco, resiliência e superação! Isto é 5 no seu melhor!

 

O 5 não gosta de regras, nem de rotinas, no sentido da repetição vã, oca, sem propósitos. Mas se dermos ao 5 algo porque lutar, ele próprio criará as novas regras e se regerá por elas, cumprindo-as em cada passo do caminho!

 

 

Cooperação, Equilíbrio, Autoconfiança

 

Para além das três palavras-chave de 2021, importa realçar a força e a importância dos quatro dígitos que compõem o ano.

 

Assim chegamos à força do 2, que aparece no início e no meio deste número, e que nos vai relembrando da importância de sermos constantes, persistentes e humildes - qualidades presentes no Elemento Água, o Elemento que domina o número 2. Além disso, a cooperação ao mais alto nível deve estar presente em tudo na nossa vida. A cooperação entre membros de uma família, entre amigos, na comunidade, nas relações profissionais, nas relações entre povos e nações e assim por diante.

 

Através do Zero, podemos aprender acerca da necessidade de nos observarmos, com o objectivo de reconhecer onde, e se, estamos a fluir com a Vida natural, com a nossa intuição e com a sabedoria do corpo e da alma. Esta mera reflexão levar-nos-á a compreender a importância de buscarmos constantemente o equilíbrio entre o nosso mundo interior e o nosso mundo exterior.

 

Para isso precisaremos de trabalhar vários recursos internos, entre eles, o da autoconfiança (Número 1). Sem essa capacidade, sem essa firmeza, sem essa tonicidade interna, vacilaremos facilmente diante da expressão fogosa do ano e da sua natureza aquosa. Todas essas vibrações juntas não nos emprestam solidez, nem base firme, por isso teremos que ser nós a criar chão à medida que pisamos este solo sagrado. Teremos que nos reinventar, mais do que nunca, a cada momento. Seremos muitíssimo desafiados e a nossa inteligência criativa e emocional, será testada ao mais alto nível.

 

Assim se conclui, que o ano 5 será muito desafiante em todos os sentidos. Pode afirmar-se que a Humanidade está a ser posta à prova, como um todo, mas mais uma vez todos teremos a perder ou a ganhar, dependendo, claro está, das escolhas e das acções individuais.

 

Um ano em que teremos que desaprender o que aprendemos e em que deveremos de aprender a aprender!

 

Eva Veigas

Numeróloga Transpessoal

 

 

Ter | 02.02.21

Colibri

Eva Veigas

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Quando o teu animal te chama e te convida a ir ao mais fundo de ti, não dá para ignorar, sobretudo quando ele se mostra nitidamente não deixando qualquer espaço para dúvidas ou hesitações.

Aho

Ter | 02.02.21

Cântico xamânico

Eva Veigas

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Tua presença
Sempre a senti
Desde menina
Sempre te vi

Caminho a teu lado
Sem medo ou anseio
Trilhando a floresta
Mesmo pelo meio

Querido Lobo
Meu Professor
Olhar nos teus olhos
Cura a minha dor

De olhos no céu
Na nossa clareira
Rezamos à Lua
Perto da fogueira

Avó Lua Avó Lua
Canta uma canção
Ilumina a Terra
E o meu coração.

Ahooo

Cântico por Eva Vilela Veigas
© Todos os direitos reservados