Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

𝑬𝒗𝒂 𝑽𝒆𝒊𝒈𝒂𝒔

𝑨𝒓𝒒𝒖𝒆𝒐𝒍𝒐𝒈𝒊𝒂 𝒅𝒂 𝑨𝒍𝒎𝒂 - 𝑵𝒖𝒎𝒆𝒓𝒐𝒍𝒐𝒈𝒊𝒂 𝑨𝒓𝒄𝒂𝒏𝒂 - 𝑻𝒂𝒓𝒐𝒕 & 𝑶𝒓á𝒄𝒖𝒍𝒐𝒔 - 𝑿𝒂𝒎𝒂𝒏𝒊𝒔𝒎𝒐

𝑬𝒗𝒂 𝑽𝒆𝒊𝒈𝒂𝒔

𝑨𝒓𝒒𝒖𝒆𝒐𝒍𝒐𝒈𝒊𝒂 𝒅𝒂 𝑨𝒍𝒎𝒂 - 𝑵𝒖𝒎𝒆𝒓𝒐𝒍𝒐𝒈𝒊𝒂 𝑨𝒓𝒄𝒂𝒏𝒂 - 𝑻𝒂𝒓𝒐𝒕 & 𝑶𝒓á𝒄𝒖𝒍𝒐𝒔 - 𝑿𝒂𝒎𝒂𝒏𝒊𝒔𝒎𝒐

Sex | 29.01.21

Janeiro 2021 - Regente Numerológico 6

Eva Veigas

janeiro mes 6_2021.jpg

O ano começou com uma vibração numerológica 6, a qual está sintonizada com a harmonia natural dos ciclos da vida e da natureza e também com a capacidade que o ser humano tem de harmonizar os seus conflitos internos e de projectar essa harmonia à sua volta, caso essa seja a sua escolha.

A ordem impressa na Natureza não é passível de ser quebrada pelo Homem, ainda que por vezes assim possa parecer.

Subitamente a Mãe Natureza dá uma sacudidela aqui ou ali, sopra um vento mais forte, faz irromper as águas de um rio alagando as suas margens, e pronto, o efeito da mão do Homem, fica reduzido a pó.

É importante seguir os ritmos e os ciclos da Natureza, reconhecê-los, acatá-los, fluir com eles, cooperar com eles.

Toda a energia que segue um curso diferente do da Mãe Natureza, encontra-se dissociada do equilíbrio natural do planeta, do equilíbrio entre os diferentes reinos que aqui vivem, e do equilíbrio entre os seres de cada  reino. Estas e outras dinâmicas devem ser levadas em consideração, e respeitadas por todos, especialmente por nós, que pertencemos ao reino dos humanos, dado que somos a espécie a quem compete cuidar, proteger, nutrir e amar todos os seres - não apenas os humanos - mas todos os outros seres de todos os outros reinos, sejam eles visíveis ou invisíveis (aos olhos humanos).

Somos nós que precisamos de fazer o trabalho de aceitação no que toca às diferenças, pois somos os primeiros a detectá-las e a fazer comparações, a julgar e a qualificar cada experiência que vivemos. A cada segundo estamos a emitir um juízo de valor sobre tudo e todos.

Esse constante frenesim interno cria desequilíbrios de ordem vária, desestabiliza-nos interiormente e torna-nos vulneráveis perante nós mesmos e perante os outros. Ficamos à mercê do julgamento dos outros, das condições externas, e, de todo e qualquer gatilho que provoque em nós uma reacção automática de medo, agressividade, fuga, defesa/ataque, vitimização, etc.

Ora, na verdade, este mês convidava-nos a uma aprendizagem essencial: a de reconciliar os eixos opostos transformando-os em complementares. A combinação de qualquer par de energias opostas, resultaria ou resultou, numa nova energia, uma nova forma de ser e estar, mais adequada a cada um de nós, cuja natureza mais elevada nos aproximaria ou aproximou, de frequências interiores mais elevadas, como o respeito, o direito à diferença, a aceitação, a compaixão ou a honra. Seria ou será, uma forma de nos reposicionarmos diante de nós mesmos, diante dos outros e diante da própria Vida.

As escolhas que fizemos ao longo deste mês, são extraordinariamente importantes e irão definir o resto do ano até meados de Setembro, altura em que seremos confrontados novamente com uma lição idêntica e onde seremos levados a escolher, outra vez, com (mais) consciência e maior discernimento (mais cientes da realidade onde nos encontramos; mais perto de nós mesmos e dos outros e mais fora da ilusão onde andamos imersos). Este é o tempo de revelarmos a nossa humanidade, benevolência e compaixão.

Aquilo que não foi conciliado até agora, a nível individual, e que se reflecte, obviamente, a nível colectivo, poderá ser feito mais tarde, em Outubro. Até lá, teremos de viver (com) as consequências das nossas escolhas individuais e aceitar que, ainda que pareça o contrário, somos nós os únicos responsáveis por tudo o que nos acontece e como e quando nos acontece.

estrela de salomão.jpeg

Um bom símbolo para trabalhar a energia 6 é a Estrela de David ou Estrela de seis pontas, uma vez que ela representa precisamente o equilíbrio, a protecção, a união dos opostos, a união do feminino e do masculino, mas também poder e protecção divina.

 

 

 

 

Ter | 19.01.21

Lenda Celta sobre a Felicidade

Eva Veigas

Pavel Tomashevskiy.jpg

Pavel Tomashevskiy



Conta a lenda que vários duendes se reuniram para fazer uma travessura com a humanidade. Um deles falou: “Devemos roubar-lhes algo, porém o que vamos roubar?”

Depois de muito pensar, um duende gritou: “Já sei! Vamos roubar-lhes a felicidade, porém, o problema vai ser onde a esconder para que ninguém possa descobri-la.” E assim seguiu-se a animada reunião de duendes (a Natureza) tramando contra o ser humano…

…o primeiro propôs: “Vamos escondê-la no alto da montanha mais alta do mundo”, e imediatamente retrucou o outro: “Não, recorda que eles conhecem a força e algum dia alguém poderá subir e encontrá-la, e quando um a encontrar, já todos saberão onde ela está”.

Em seguida propôs o outro: “Então, vamos ocultá-la no fundo do mar”, e outro contestou: “Não, recorda que eles possuem curiosidade, algum dia alguém construirá algum aparelho para poder descer e assim a encontrará.”

Outro mais gritou: “Vamos escondê-la num planeta bem longe da Terra.” E responderam: “Não, recorda que eles têm inteligência, e um dia alguém vai construir uma nave para poder viajar a outros planetas e assim vai descobrir, e todos possuirão a felicidade.”

O último deles era um duende que havia permanecido em silêncio, escutando atenciosamente cada uma das proposições dos demais. Analisou cada uma delas e falou: “Creio saber onde colocá-la para que realmente nunca a encontrem.”

Todos se viraram assombrados e perguntaram ao duende: “Onde?”

O duende respondeu: “Vamos escondê-la dentro deles mesmos. Estarão tão ocupados procurando lá fora, que nunca a encontrarão.”