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Arcanos & Cia. by Eva Veigas

Vem, caminha comigo. Levo-te pela mão ao encontro de caminhos não percorridos através do universo mágico da Numerologia e do Tarot. Vem! Eva Veigas

Arcanos & Cia. by Eva Veigas

Vem, caminha comigo. Levo-te pela mão ao encontro de caminhos não percorridos através do universo mágico da Numerologia e do Tarot. Vem! Eva Veigas

31.08.20

Alma Peregrina


Eva Veigas

Durdle door

Imagem: Toby Elliott

 

Hoje a minha reflexão vai para as experiências vividas e integradas; para outras tantas vivências que estou integrando aos poucos; para aquelas que ainda não sei se terei condição para integrar e para aquelas que vividas e integradas, posso agora aplicar no meu mundo.

Não importa se as experiências foram dolorosas ou maravilhosamente inesquecíveis. O que importa é que elas me permitiram crescer e ampliar à lupa, tudo o que eu precisava de saber a cada momento, quer eu aceitasse esse facto, naqueles momentos, quer não!

As nossas experiências e conhecimentos são adquiridos por meio do contacto directo com a situação, com a pessoa, com o lugar, etc. e por muito que um livro nos leve a viajar, nada se compara à viagem em si, seja ela dentro ou fora de nós!

A viagem e as suas peripécias são tudo o que devemos aprender a desfrutar, entender, integrar e guardar connosco.

Cada momento em que parei para contemplar a paisagem, daquelas de suster a respiração...

Cada momento de partilha, de um abraço, de um olhar...

Cada gargalhada, cada lágrima...

Um tropeço aqui e outro ali...

Saber que por muito que doa, sempre me posso levantar...

Comungar com a Natureza, falar com o rio e com as pedras, escutar os pássaros e o vento através das árvores, correr atrás das borboletas e sentir as cócegas de uma lagarta na pele, abençoar a Creação, abraçar uma árvore, conversar com o Carvalho ou com o Pinheiro mais antigo da floresta, deitar na erva fresca e olhar o céu azul... adormecer a olhar para o firmamento por teimar em querer contar as estrelas todas que vejo, conversar com a Lua e contar-lhe as minhas mais íntimas indagações, escutar as respostas e saber no meu peito que assim é e que posso confiar nela... porque ela é sábia e antiga! Virar-me para o Sol e saber que iluminação provém da sua Luz, daquela Consciência Solar e aninhar-me nos seus raios para receber calor e aconchego do Pai!

A viagem é tão bela, tão magnífica, portadora de tantas bênçãos e ao mesmo tempo de tantas provas, tantos momentos em que quereremos desistir, de nós, dos outros, da vida... queremos excluir-nos deste cenário...mas depois... há sempre algo...ou alguém...ou nós mesmos... que nos sussurra ao ouvido: Vem... Continua... Tu és uma Filha (ou Filho) de Deus, estás aqui por uma razão que quase sempre desconheces e precisas de estar aqui para aprender mais sobre ti mesma/o e sobre este lugar... vem... sacode a poeira e lava o teu rosto, refresca a tua alma e apoia-te no teu bastão e prepara-te para continuar, mas desta vez mais forte, mais revigorada/o, mais empoderada, mais firme a cada passo!

O final de cada viagem, é belo, mas esse não é o principal objectivo, nem a sua parte mais importante. O mais importante é a preparação para a viagem, as pessoas e os lugares que ficam para sempre guardados no nosso coração, na nossa memória, na nossa alma. Não são sequer as fotografias ou os vídeos, porque o que de verdade importa, é testemunharmos a transformação que vai ocorrendo a cada passo no caminho.

 

 

Eva Veigas
30.08.20

Dúvida


Eva Veigas


Dúvida - Estado mental comum no indivíduo que se mantém polarizado nos níveis psicológicos do seu ser.

 

Nos planos abstractos - regiões da consciência além da mente analítica e dedutiva - é impossível duvidar: ali se sabe o que é exacto e verdadeiro para cada momento, por se estar em contacto com a essência.

 

A dúvida não é parte do ser; tem origem em forças externas que podem introduzir-se nele e estimular desarmonias. Muitos encampam na sua aura dúvidas provenientes do psiquismo colectivo e, sem o perceberem, alimentam-nas.

 

Enquanto circulam no campo mental do indivíduo, as dúvidas geram vibrações que corroem as bases nas quais se firma o seu desenvolvimento interior. Por isso, ao surgirem, devem ser prontamente esclarecidas ou, conforme o caso, rejeitadas pela afirmação da verdade e, em seguida, dissolvidas - o que se consegue com a abertura plena da consciência para níveis de realidade além dos conceitos.

 



"Se buscais a luz, entregai-vos a ela. Não vos iludais - é preciso firmeza e fidelidade. As chaves de poder serão entregues aos que cruzarem o Portal. Que os servidores caminhem; que reconheçam o valor da entrega, que amem verdadeiramente e penetrem a Chama. É chegado o momento."



Glossário Esotérico

Eva Veigas
29.08.20

13:4 - Regente Numerológico de Setembro 2020


Eva Veigas

Simples Minimalista Fotografia Ar livre Post Faceb

 

Setembro 2020 - Um mês governado pelo Número 13:4

 

Este é o momento de trabalhar afincadamente no nosso ser interior, um momento dedicado a erradicar de forma detalhada e consciente, todas as ervas daninhas que nos sufocam a alma. É um tempo dedicado a nós, que promove e impulsiona um olhar atento em direcção às nossas raízes, às nossas origens, tanto humanas como espirituais. É um espaço de transformação radical, com direito a uma forte purificação interior. Este é um tempo para trabalhar no nosso ser interno, a partir do nosso coração, com muita determinação, muita firmeza. Este é um momento decisivo para todos nós, porém talvez nem todos tenham a condição de o aproveitar. No meu mais recôndito ser desejo que todos o fizéssemos.

 

Este é um tempo de reconciliação com aqueles fragmentos perdidos da nossa alma, onde cabem também as reconciliações com fragmentos de alma de outras pessoas, de familiares, de amizades perdidas, de todo o tipo de relacionamentos que possamos ter e que precisam de ser nutridos, restaurados, revitalizados, relembrados, evocados, como se disso dependesse a nossa respiração. Isso será um bom alimento para as nossas almas que andam tao sequiosas de paz, de compreensão, de compaixão, de superação e que anseiam por um pouco de repouso nas margens do rio da vida.

 

É um breve repouso, pois esta experiência terrena não serve para tirarmos férias, no entanto, aqui e ali, precisamos de encontrar um lugar para nos restaurarmos - para revitalizar o nosso ser, para saciar a nossa sede por uma paz duradoura - um lugar de conforto que nos dê alento para continuar a caminhar, depois de sacudir o pó na beira da estrada.

 

Comecemos pois por nos restaurar, para podermos realizar a alquimia necessária à transformação de qualquer processo doloroso, de qualquer ferida da alma, de qualquer história incompleta, de qualquer situação por resolver.

 

Precisaremos de usar a nossa imaginação – essa ferramenta divina, poderosa, de alta tecnologia com que os deuses nos bafejaram.

 

A imaginação é muito mal utilizada e por vezes é ignorada, pois a nossa racionalidade tende a sobrepor-se-lhe com bastante facilidade, tal é a força do hábito em seguir “quase sempre” a linha da dedução lógica, a linha da intelectualidade, a linha da inteligência racional, quase científica, que não dá margem para que a intuição supere a razão.

 

A razão tem o seu lugar próprio e a sua função, mas precisamos de explorar mais o outro lado da nossa história e começar a usar outras faculdades inerentes à nossa condição humana. Não somos tão desprovidos de poder transformador, poder criador e poder destruidor como muitos ainda pensam e afirmam.

 

Somos seres pensantes, que desconhecem, na sua quase totalidade, esse mistério profundo que é a Mente Criadora – aquela parte de nós que tem o poder de criar algo a partir do nada… sempre que se junta à Mente Divina d’Aquele Que É, Foi e Será!

 

Somos seres que carregam uma centelha divina - e esta asserção não é óbvia, não é uma repetição do que muitos e muitos seres humanos, desde praticantes a mestres, passando por iniciados e afins, já afirmaram e escreveram antes de mim, muito antes…

 

Se a transcrevo, é não só porque concordo com ela ou a acho bela, mas porque a vivo em mim, porque a respiro, porque a sinto, porque essa Chama vive através de mim e da mesma maneira, vive através de cada um de nós. Para a reconhecermos no outro, precisamos de o sentir em nós. E quem já sentiu, e sente, o efeito de tamanha realidade, sabe do poder que isto representa, bem como da responsabilidade que acarreta.

 

Somos todos Filhos e Filhas dessa Chama Primordial, dessa Fonte que deu à Luz incontáveis Frutos – Filhos, Filhas, Seres de todas as cores, frequências e vibrações, desde as mais densas às mais subtis.

 

Somos Frutos, e por essa razão, é impossível duvidar que trazemos em nós a semente, tal como o fruto da árvore que quando amadurece solta o seu aroma e se abre para revelar as suas sementes, as quais poderão regressar a solo fértil e gerar uma nova plantinha, que mais tarde voltará a dar frutos.

 

É impossível duvidar que carregamos a Semente do Pai e o Amor da Mãe, para aprendermos a cuidar desses dois tesouros como se nada mais existisse.

 

Somos Fruto – somos também síntese de Fogo e Água, de Ar e Terra - somos a Quintessência da Chama Primordial.

 

E a beleza da Criação está na palete de miríades de tons, pois existem tantas Quintessências como estrelas nos Céus – e há tantos Céus!...

 

Nesta Escola que nos permite a vivência de múltiplas experiências na Terra, podemos perder-nos facilmente, e é por isso que muitos de nós vão perdendo as suas cores originais. Os nossos tons empalidecem à medida que vamos desistindo de cuidar de nós mesmos e uns dos outros. Há os que desistem, há os que assobiam para o lado, há os que não se importam, há os que acreditam no ódio, na mentira, na vingança, na raiva, na discórdia, na guerra, na doença. Há os que apoiam e trabalham na perversão das Leis Espirituais, Universais, Cósmicas.

 

Há tudo isso e muito mais! Mas no fundo, todos queremos o mesmo – todos queremos viver em paz, ter saúde e não ter preocupações de maior, todos queremos estar bem, todos queremos ser compreendidos, aceites e aprovados pelos outros.

 

Porém, quando confrontados com a crua realidade em que vivemos percebemos que as coisas não são assim tão simples e em face de não sermos aquilo que acreditávamos que fôssemos e de não experienciarmos a vida que queríamos, acreditamos que tudo o que nos acontece de mal, mau ou menos bom, é motivado por algo exterior a nós, desde um deus castigador a um vizinho vingativo, passando por um familiar mal-humorado ou um amigo carrancudo!

 

Este mês, e esta frequência, vem mostrar-nos que está na hora de nos reorganizarmos internamente, para o que teremos que em primeira instância nos reposicionarmos ante nós mesmos, embora isso implique sentir a dor aguda da consciência a alfinetar-nos com maior ou menor intensidade, em diversos momentos, ao longo deste mês.

 

O 13 representa a necessidade absoluta de destruir e/ou transformar tudo o que nos sufoca o coração de forma a criar uma nova dimensão interna, gerando uma nova semente, saudável, sã, capaz de suportar as tempestades da vida, as contrariedades e os impulsos negativos e destrutivos do nosso ego inferior. Precisamos de nos tronar gestantes desse novo pensamento, dessa nova forma de estar e sentir e para isso não podemos distrair-nos. Precisamos de estar atentos ao que pensamos, sentimos, dizemos e fazemos pois o investimento que fizermos – se o fizermos – dará bons frutos, mas não podemos deixar de cuidar dessas sementes, tal como um jardineiro cuida da sua sementeira para que ela germine se desenvolva, cresça e dê frutos.

 

Este é um momento crucial para cada indivíduo desta humanidade, só os que estiverem preparados e atentos, darão o salto quântico agora. Os outros terão outra oportunidade noutro momento, obviamente, pois ninguém é deixado para trás. Todos os seres têm o seu ritmo, a sua complexidade, a sua missão, que não é mais do que a sua própria aprendizagem – aquela que devem depurar para posteriormente servir de alimento / informação / luz para o seu Eu Superior, o qual vai reunindo toda a experiência aprendida, e a vai organizando em dimensões superiores, cujas faixas de frequência são mais elevadas e, por conseguinte, mais subtis, o que torna o homem comum, incrédulo, pois dificilmente acede a esses lugares ou mundos internos, por ignorância, escárnio ou outras incapacidades.

 

Os 4 planos do mês:

Ao nível espiritual falamos de um mês em que podemos sentir-nos mais apoiados, mais estruturados a nível interno, poderemos sentir apoio dos nossos guias e mentores de forma mais “palpável”, o que nos devolverá a possibilidade de resgatar partes da nossa Fé. Será interessante trabalhar com os nossos ancestrais e está aberto o caminho para podermos curar as nossas linhagens quer humanas, quer espirituais, desde a génese.

Ao nível emocional, podemos sentir menos confusão emocional, os medos e a ansiedade podem desvanecer-se, ou mesmo desaparecer para dar lugar e espaço a emoções e sentimentos mais puros, que estavam à espera de encontrar uma saída para se poderem expressar e mostrar.

Ao nível mental, podemos contar com um pensamento mais claro, mais ordenado, o que nos permitirá ganhar espaço para nos organizarmos em diversos níveis: pessoal, familiar, profissional, social, etc. Excelente para arrumar as ideias, preparar e planear ao detalhe tudo o que se queira efectivamente materializar ou conseguir.

Ao nível prático e físico, é excelente para arrumar, limpar, arejar, destralhar, dar atenção a pormenores que antes eram ignorados, e tudo isto se adapta a espaços físicos, como as nossas casas, espaços de trabalho, alindar jardins, canteiros ou varandas, mas também às nossas viaturas ou quaisquer outros bens móveis ou imóveis que precisemos de renovar, limpar, melhorar, vender, trocar, adquirir, etc. Setembro também é o momento em que as crianças e os jovens regressam às aulas e por isso, também podemos aqui incluir toda essa preparação, que implica o tal movimento de regresso a uma certa ordem e disciplina para o ano lectivo que se aproxima.

Também há que cuidar do corpo físico e nessa medida talvez seja o momento de perguntar ao nosso corpo de que é que ele precisa. Também é muito importante prepararmo-nos para aprender a escutá-lo! Caso ainda não estejamos confortáveis com esse exercício, podemos sempre pedir ajuda a quem sabe e hoje em dia há muitas práticas e boas terapias disponíveis para todas as bolsas e agendas.

 

Síntese do Mês – Por um lado, este é um momento muito alinhado com a morte ou destruição pacífica, desejada, consciente, de tudo o que tivermos pronto para deixar sair das nossas vidas. Por outro lado, é tempo de reconstrução, de recolher os “cacos”, de aproveitar todos os “materiais” que sejam úteis para restaurar e revitalizar todas as partes de nós que precisem de ganhar mais vida, mais espaço e um meio de se expressarem, possivelmente de uma forma completamente nova e diferente. Portanto, e tendo em conta tudo o que foi dito, pode afirmar-se que este mês corresponde a um reinício, uma renovação, um recomeço, uma nova oportunidade, um verdadeiro “reset” interno.

 

Próximo artigo: Desdobramento numerológico de Setembro. Uma bússola para o dia-a-dia!

 

Destaque: Live na página do Fb Numerologia by Eva Veigas Meditação para Setembro na Lua Cheia - quarta-feira, dia 2/9/2020 - 21h00.

Eva Veigas

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