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𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

12/12/2019 - O triplo 12 (parte 3)

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12/12/12 = 36:9

Depois de estudarmos e analisarmos os Números 12, 1, 2, 3, 21, com bastante profundidade (na publicação anterior deixei alguns tópicos apenas), podemos conhecer e compreender melhor o significado do triplo 12.

Assim, estamos perante todos estes atributos e significados, mais ou menos fáceis de apreender e reconhecer, potenciados, ampliados, aumentados, uma vez que nos surgem em triplicado.

De que forma podemos aplicar isto à nossa vida quotidiana e em particular, ao dia de hoje?

Podemos começar por observar o nosso movimento interno relativamente a estes simbolismos. Será que ressoa algo em nós? Será que nos encontramos equilibrados relativamente aos nossos pólos positivo e negativo? O masculino e o feminino em nós (independentemente do género a que pertencemos) estará equilibrado?

Teremos facilidade em fazer acontecer algo na nossa vida? Somos capazes de assumir o controlo das rédeas que comandam a nossa montada e dirigi-la para onde queremos?

Vemos acontecer a vida ou fazêmo-la acontecer?
Somos capazes de simplesmente nos aquietar e permanecer dentro de nós mesmos, sem emitir nenhum tipo de julgamento? Seremos capazes de nos comportar como um verdadeiro vaso que simplesmente recebe o que nos é dado?

E estando em equilíbrio na própria polaridade, seremos capazes de nos expressar e de comunicar, partilhando com os outros, este mundo interior, tão rico e tão cheio de criatividade, tão pleno de actividade, feito do tecido que compõe os sonhos?

Somos capazes de largar velhos comportamentos? Velhas energias cheias de dor, associadas às experiências do passado?

Somos capazes de olhar para trás e realizar, reconhecer dentro de nós que essa ofensa, essa humilhação, essa dor, essa tristeza, etc. já não têm qualquer importância ou poder sobre nós?

Seremos mesmo capazes de largar tudo isso?
Estaremos aptos a receber o novo. Estaremos prontos para lidar com os desafios decorrentes de novas experiências?

Estaremos assim tão colados à tal zona de conforto ou estamos mesmo é felizes pelo surgimento de uma nova oportunidade a cada dia (eu diria mesmo a cada momento) de nos tornarmos quem nascemos para vir a ser?

Seremos nós capazes de nos comportamos de modo altruísta em cada segundo da nossa vida por aqui? Altruístas, digo, em relação a nós mesmos. Paremos de nos tratar como mendigos. Mendigamos amor, atenção, validação, etc.

As crianças interiores, ainda feridas e magoadas, revoltadas e iradas, por tudo o que viveram, ainda acreditando que são vítimas da bruxa má, fazem-nos tropeçar a cada instante. É preciso resgatar essas crianças, essas partes de nós, para que, uma vez sanadas, se possam unir àquelas partes de nós mais amadurecidas, mais sãs, mais em amor e desse modo seja possível integrar mais e com maior profundidade que já podemos existir, ser, e viver em maior liberdade e autonomia.

Deixemos de depender dos outros para sermos isto ou aquilo e sejamos nós por nós mesmos.
Só quando formos capazes de nos tratarmos como Reis e Rainhas a nós próprios é que trataremos os outros com o respeito que eles merecem.

Enquanto isso não suceder, provaremos frutos amargos, e ainda bem, pois parece não existir outra forma de despertar e de descongelar tantas emoções reprimidas ou excessivamente exteriorizadas.

3*12 ou 12+12+12 = 36 = 9

E , para rematar, veja-se o Número que governa este dia - o Número 9!

Uma vibração elevada, das mais elevadas, se não a mais elevada. A frequência que nos coloca em contacto com o Amor Incondicional, a frequência do cardíaco que nos recorda que somos todos filhos do 1 e do 2, da Fonte, da Inteligência Divina. A frequência que nos revela dentro, e apenas dentro, que a diferença entre nós, uma formiga, uma gota de água ou uma nuvem, é simplesmente, inexistente!

 

Eva Veigas

12/12/2019 - O triplo 12 (parte 2)

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O triplo 12 (parte 2)

12/12/12 = 36:9

Conforme prometido venho falar-vos um pouco acerca do Número 12. Para começar é um número que associamos a diversos factos: 12 meses, divisão do dia e da noite em 12 horas, 12 apóstolos, 12 trabalhos de Hércules, 12 casas astrológicas, 12 signos astrológicos,12 animais na astrologia chinesa, 12 tribos de Israel, 12 fihos de Jacó, 12 pedras preciosas no peitoral do sumo sacerdote, 12 portas de Jerusalém, 12 anjos que as guardavam, 12 cavaleiros da Távola Redonda, o ser humano possui 12 costelas de cada lado, e muitos mais simbolismos mais ou menos conhecidos.

O 12 é um número mais místico do que se imagina e o seu significado não é assim tão fácil de se apreender.

No Tarot, por exemplo, a carta 12 que corresponde ao Dependurado - um homem preso pelo pé; de cabeça para baixo; mãos atrás das costas; as pernas, uma delas dobrada por cima da outra, formam um 4 -, representa a verdadeira renúncia do homem a todo o apego, desejo, vontades, que o aprisionam à personalidade. É a derradeira rendição do homem.

As 12 cartas do Tarot - as primeiras 12 - são as chaves-mestras que descodificam as que se lhes seguem.
Há todo este percurso do Louco até chegar à 12ª etapa e, por assim dizer, se ele passar esta prova, pode afirmar-se, que ele estará em condições de franquear as portas que se seguem.

O 12 tem três aspectos que se devem analisar para melhor o conhecer e compreender:
- é composto pelos números 1 e 2
- a sua redução resulta no número 3
- o seu número espelho é o 21

O Número 1 está associado com o principio universal masculino ou com a energia Yang. Por isso mesmo ele representa o início ou o começo de algo, também significa a direcção que a própria energia toma. O 1 é a energia que rompe e atravessa qualquer obstáculo com mais ou menos dificuldade. É a semente, o grão, o Fogo Primordial.

O Número 2 associa-se ao princípio universal feminino, energia Yin. Representa a receptividade, o pólo negativo da polaridade, enquanto o 1 representa o pólo positivo. Simboliza as Águas Primevas, o Útero de onde nasce toda a criação, é o vaso sagrado que acolhe a semente, o contentor das Águas-Mãe.

O Número 3 é o filho, o fruto da união do 1 com o 2. Temos assim a tríade sagrada ancestral: Pai - Mãe - Filho.
O 3 representa a frutificação, a criação, e bem assim a criatividade, a comunicação. É através do Filho, que o Pai e a Mãe, que são na realidade um só, se comunicam e expressam no mundo, pois a sua semente espelha-se nele.

O Número 21 representa a passagem da alma que desencarnou, que sai do mundo material e regressa ao imaterial, completa que está mais uma jornada na matéria.
É tempo de largar o veículo humano e regressar ao Oceano Cósmico.

Farei ainda uma outra publicação sobre este assunto mais daqui a pouco.

 

Eva Veigas

12/12/2019 - O triplo 12 (parte 1)

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O triplo 12 (parte 1)

12/12/12 = 36:9

Amanhã, quinta-feira, 12 de Dezembro de 2019, resulta numa data que intriga muitas pessoas e que também leva a criar muitas ilusões e desinformação na área da chamada espiritualidade, bem como da própria Numerologia.

Na minha visão dos Números, os quais estudo há muitos anos, não vejo estas datas como portais, embora houvesse um tempo em que também eu caí nesta armadilha.

Claro que a nossa vida é feita disto mesmo, de erros, tentativas, desafios e experimentos, os quais devem ser usados para crescer, evoluir e progredir.

Como tal, aprendi por mim mesma que esses "portais" não estão relacionados com datas, cujos números aparecem triplicados ou duplicados, ou fazendo triangulações*, ainda que eventualmente possa existir, aqui e ali, um movimento cósmico que sirva para libertar velhos padrões, preparando-nos para acolher novos paradigmas e que coincida com uma dessas datas.

Além disto, como é sobejamente conhecido, existem diversos calendários, e portanto, nem todos os povos se orientam pelo calendário gregoriano. Este apenas foi tornado oficial pela maioria dos países por questões práticas, a fim de demarcar o ano civil no mundo inteiro, visando, supostamente, facilitar o relacionamento entre nações no mundo inteiro.

Temos de aprender a pensar. Temos de olhar para as coisas como elas são. Aprofundá-las. Caso contrário estaremos sempre a cair nos mesmos erros e armadilhas do ego e das projecções.

Quando um portal se abre é para a humanidade inteira e certamente não é uma data, que surgiu de uma convenção determinada e criada por homens, que vai definir a abertura de um portal (sendo que a maioria das pessoas nem faz ideia do que isso seja).

No entanto, e uma vez que se seguíssemos por esse caminho (o dos diversos calendários existentes), estaríamos perante uma quantidade incrível de variáveis, as quais obviamente, não poderíamos considerar no seu todo, trabalharemos como costumo dizer, com os recursos que temos.

E o que temos neste caso à nossa disposição é um calendário gregoriano e mesmo que nos identifiquemos com o calendário maia, ou com qualquer outro, é com este calendário que trabalhamos agora (e tudo o que importa é o agora).

Evidentemente, acredito que mais cedo ou mais tarde se vá dar uma tremenda revolução no que diz respeito aos sistemas de divisão do tempo a nível mundial, mas isso ainda vai ter que esperar que se renovem mentalidades e nesse campo, tal como noutros, existe ainda, um longo caminho a percorrer.

Ainda assim, e do ponto de vista numerológico, não deixa de ser uma data que se distingue naturalmente das outras, precisamente por causa da força contida no número 12, que aqui surge, como já referi, triplicado. Mas é apenas por isso.

Na próxima publicação falarei um pouco mais sobre este triplo 12.

 

Eva Veigas

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