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𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

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Arqueóloga da Alma

Semana Numerológica: 15/06/19 a 21/06/19

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Imagem: Casey Horner

 

 

15/06/2019 a 21/06/2019 - A terceira semana numerológica de Junho é regida pelos Números 48:12:3 e tem como co-regente o Número 9.

 

 

Continuamos a remover as estruturas que nos têm mantido acorrentados ao passado, prisioneiros das nossas crenças, das nossas verdades deterioradas, dos nossos medos, das nossas ansiedades, das nossas limitações e assim por diante.

 

Mesmo que não queiramos, continuamos a ser escravos de “Senhores” terríveis e castradores, que nos condenaram para sempre a castigos e torturas inimagináveis, mas continuamos a não perceber que esses “Senhores” são, na realidade, as máscaras do nosso ego que tudo faz para nos isolar de nós mesmos e uns dos outros.

 

Este é um tempo de libertação interna, e, se soubermos aproveitá-lo como um surfista surfa a onda, teremos tudo a ganhar (recordo que o mês de Junho é governado pelo Número 9 – uma frequência que nos permite ganhar mais e maior consciência de nós mesmos, dos outros e do ambiente em que vivemos).

 

Estamos em busca de estabilidade, mas o chão parece fugir-nos constantemente debaixo dos nossos pés. Buscamos solidez, mas ainda estamos agarrados a coisas, sentimentos e relacionamentos que não nos pacificam internamente, pelo contrário.

 

Como podemos querer construir algo novo, sólido, duradouro em cima dos escombros que ainda não foram devidamente tratados, cuidados?

 

Há que remover cuidadosamente essas camadas de resíduos, até chegarmos ao fundo do nosso chão, do nosso pedaço de céu e terra, que nos coube nesta jornada. Aí chegados é tempo de remover o pó, até que tudo fique limpo, transmutado, purificado, puro e cristalino.

 

Só nesse momento poderemos começar a edificar o novo templo interno, com a certeza de que não voltaremos a regredir. Até lá, sofreremos os altos e baixos, sujeitos que estamos a todos os condicionalismos ante os quais nos curvamos.

 

Buscamos empoderamento pessoal, mas nós ainda não nos respeitamos ao ponto de requerer esse estatuto, e, se o tivéssemos, ele não seria ainda merecido. Para sermos detentores do nosso próprio poder pessoal, precisamos de reconhecer esse poder dentro de nós e poucos são os que realmente o fazem.

 

O caminho é longo e penoso, cheio de armadilhas que se ocultam nos mais variados cenários, sob as mais diversas experiências e vivências, surgindo muitas vezes através dos comportamentos e atitudes dos nossos irmãos e irmãs de jornada, para que através deles possamos perceber o quanto estamos atentos aos nossos próprios padrões reactivos.

 

Este é um tempo de nos retirarmos para dentro de nós, sempre que isso nos seja possível, até sabermos viver dentro e fora, em igual medida, isto é, saber estar no meio da multidão e ainda assim ter a capacidade de nos retirarmos para um lugar dentro de nós, onde não cabe nem o preconceito, nem a crítica.

 

Por ora, a parte da nossa mente que nos leva a constantes juízos de valor, que nos atira para um mundo onde apenas fazemos suposições, baseando-nos numa observação rápida e superficial do que, e de quem, nos rodeia, leva-nos a cometer erros, uma e outra vez.

 

É importante envolvermo-nos na história do outro e querer conhecer os seus recantos, de mente aberta, prontos para aceitar o que nos chega tal como é e não como gostaríamos que fosse. É desse modo, que abrindo-nos a todas as possibilidades, iniciaremos uma nova era de paz dentro do nosso ser. Através dessa paz experimentaremos novas formas de ser e estar, ocupando o nosso próprio lugar no círculo desta humanidade da qual fazemos parte integrante.

 

 

Boa caminhada.

Eva Veigas

Trazendo mais harmonia para a nossa vida

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Imagem: Manuel M. Almeida
 
 
Na vida, quando um problema te atinge de frente, o melhor é olhá-lo e enfrentá-lo. Depois aos poucos vai mudando de posição, até descobrires o melhor ângulo para o resolver / harmonizar / curar / sanar, sobretudo quando o que está em causa é a tua enorme ferida escancarada, mesmo a tempo de ser observada (e não julgada ou criticada) através dos olhos da Alma, dessa essência amorosa que carregas contigo. 

A vida tem uma forma muito sui generis de te mostrar o que tens dentro de ti para curar, ao mesmo tempo que te revela o teu verdadeiro dom: o poder de curar qualquer coisa que precises ou que estejas pronto para deixar ir.

O nosso poder de harmonizar e curar é uma Fonte Sagrada que jorra infinitamente, mas que muitas vezes se encontra bloqueada no seu fluxo, fruto da nossa incapacidade de nos vermos de forma transparente e inequívoca. Perdemo-nos de nós mesmos, ficamos à deriva e à mercê do nosso ego ferido, enleados em mil e uma questões que apenas nos devolvem confusão e nos fazem perder o norte, só porque não paramos um pouco para colocar nós mesmos as perguntas certas.

Geralmente desesperamos e com essa atitude surgem invariavelmente as perguntas: "Porquê?"; "Porquê eu?"; "Porquê comigo?" e assim por diante.
Na verdade, as perguntas poderiam ser algo como: "Que posso aprender com esta situação?" ou "O que é que esta situação me está a mostrar?"

É só no momento em que nos abandonamos nas Asas do Amor e nos colocamos no lugar do(s) outro(s) que é possível desbloquear essas forças curadoras, essas águas que sanam qualquer dor, por mais intensa e amarga que seja.

Quando o assunto ou o tema é maior do que nós (do nosso ego), quando ele toca diversas pessoas de uma mesma família ou de um mesmo grupo, e tu percebes que todos, em níveis diferentes, claro, irão ser mergulhados numa energia mais harmónica, emerge um sentimento mais elevado, uma frequência mais elevada que toca partes do nosso ser que se encontravam congeladas e nesse exacto momento acontece algo que muitos chamam "cura", outros "milagre", outros ainda "consciência".

Ora, consciência é luz (iluminação), luz é energia, energia é AMOR!

Portanto, nesses momentos o que verás, se estiveres muito atento, em total quietude dentro, será o AMOR actuando, dançando, vibrando, agitando as suas ondas em todas as direcções.

Deixa o AMOR girar através dos teus eixos e rodas, deixa que ele seja o teu Guia, deixa que ele mostre o caminho, deixa que ele seja o próprio Caminho, a própria Verdade, a própria Vida.

 
 
Eva Veigas 

 

Aprendendo com a Natureza

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Num momento de desalento, observa a natureza ao teu redor.

Observa como as folhas se desprendem ao vento.

Observa como outras começam a despontar dos ramos que sustêm a seiva que lhes dá vida.

Observa como surgem nos ramos umas pequenas, por vezes ínfimas, formações, que guardam em si a esperança de novos rebentos, num ciclo interminável de vida e morte, de inícios e fins, de eternos recomeços.

Se as plantas e as árvores podem, e estão sempre no mesmo lugar, não se podendo deslocar para lugares que melhor lhes convenham, que diremos de nós, que temos a possibilidade de recomeçar tantas vezes, inclusive em novos lugares, dentro e fora de nós.

Não permitas que o desalento tome conta de ti. Aproveita cada segundo da tua vida o melhor que puderes e souberes.

 

Eva Veigas

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