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Eva Veigas

Numerologia: a Ciência ou o Estudo dos Números

28.01.19 | Eva Veigas

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Substancialmente diferente da Matemática, que atribui aos números um valor quantitativo, a Numerologia transmite-nos uma perspectiva sagrada, mística e esotérica do Número enquanto símbolo.

 

A Ciência dos Números permite-nos estabelecer uma ligação entre o palpável e o impalpável. É uma ponte entre o visível e o invisível.

 

Viemos do não manifestado, manifestar-nos nesta vida com um objectivo bem definido.

 

Porém, a nossa necessidade de respostas lógicas não nos permite ver o Todo, mas apenas a parte. Assim, agarramo-nos a tudo e a todos, muitas vezes de uma forma egoísta, esquecendo o outro em prol do nosso próprio bem-estar. Outras vezes, revertemos o papel e esquecemo-nos de nós! E assim vamos repetindo ciclicamente estas situações pela vida fora, encontrando-nos, não raras vezes mergulhados no desespero e na frustração, fruto das nossas escolhas e acções. 

 

Para nos ajudar a entender o porquê das nossas escolhas, é essencial recorrer à Numerologia, bem como a outros conhecimentos que com ela se relacionem directa ou indirectamente, como o Tarot ou a Astrologia.

 

A Numerologia revela então o seu papel fundamental na nossa vida: o de nos fazer recordar o nosso propósito inicial, através dos Números da nossa Data de Nascimento.

 

O nosso Mapa Numerológico Natal é um roteiro que nos permite aproveitar ao máximo as nossas qualidades humanas, reconhecendo as nossas dificuldades e limitações, ajudando-nos a transformá-las em aliados poderosos.  

 

O Caminho traçado e percorrido por cada um de nós é sustentado pela regência dos nossos Números, que nos revelam os nossos maiores desafios, que nos mostram onde fluímos e onde estagnamos, onde somos vitoriosos e onde fracassamos.

 

Entrar em contacto com este conhecimento é o equivalente a ser o dono de um tesouro de incalculável valor.

 

Para saber mais sobre as consultas de numerologia clique aqui.

 

Eva Veigas

O Alfaiate e o Tesouro de Bresa

13.01.19 | Eva Veigas

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Imagem: Rachelle Magpayo

 

 

Conta-se que houve, outrora, na Babilónia - a famosa cidade dos Jardins Suspensos - um pobre e modesto Alfaiate, chamado Enedim. Homem inteligente e trabalhador, que, por suas boas qualidades e amor no coração, era muito querido no bairro em que morava. Enedim passava o dia inteiro, da manhã até a noite, cortando, costurando e preparando as roupas de seus numerosos fregueses, e, embora muito pobre, não perdia a esperança de vir a ser muito rico, senhor de muitos Palácios e grandes tesouros.

Como conquistar, porém, essa tão ambicionada riqueza? - pensava o mísero alfaiate, passando e
repassando a agulha grossa de seu ofício - Como descobrir um desses famosos tesouros que se acham escondidos na terra ou perdidos nas profundezas do mar? Ouvira contar, em palestra com estrangeiros vindos do Egipto, da Síria e da Grécia, histórias prodigiosas de aventureiros que haviam topado com cavernas imensas, cheias de ouro...
 
Grutas profundas crivadas de brilhantes... Caixas pesadíssimas a transbordar de pérolas. E não poderia ele, à semelhança desses aventureiros felizes, descobrir um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, de um momento
para o outro, o homem mais rico daquelas terras?
 
Ah! Se tal coisa acontecesse, ele seria, então, senhor de um imenso e magnífico palácio... Teria numerosos escravos e, todas as tardes, num grande carro de ouro, passearia, sobre as muralhas da Babilónia, cumprimentando amistosamente os príncipes ilustres da casa Real.

Assim meditava o bondoso Enedim, divagando por tão longínquas riquezas, quando lhe parou à porta da casa um velho mercador da Grécia, que vendia tapetes, imagens, pedras coloridas e uma infinidade de outros objectos extravagantes tão apreciados pelos Babilónios.
 
Por mera curiosidade, começou Enedim a examinar as bugigangas que o vendedor lhe oferecia, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, passando as mãos ásperas pelas barbas que lhe caiam sobre o peito, e custava apenas três dinares. Três dinares.

Era muito dinheiro para o pobre alfaiate. Para possuir um objeto tão curioso e raro, Enedim seria capaz de gastar até os dois últimos dinares que possuía.

- Está bem - concordou o mercador - fica-lhe o livro por dois dinares, mas esteja certo de que lhe foi de graça!

Afastou-se o vendedor e Enedim tratou, sem demora, de examinar cuidadosamente a preciosidade que havia adquirido. Qual não foi a sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda, escrita em complicados caracteres caldeus:
 
"O segredo do tesouro de Bresa". Por Deus! Aquele livro maravilhoso, cheio de mistério, ensinava, com certeza, onde se encontrava algum tesouro fabuloso! O TESOURO DE BRESA! Mas, que tesouro seria esse? Enedim recordava-se vagamente, de já ter ouvido qualquer referência a ele. Mas quando? Onde? E com o coração a bater descompassadamente, decifrou ainda: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo génio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha a encontrá-lo".

Harbatol? Que montanhas seriam essas que encerravam todo o ouro fabuloso de um génio? E o
esforçado alfaiate, dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, e ver se atinava, custasse o que custasse, com o segredo de Bresa, para apoderar-se do tesouro imenso que o capricho de seu possuidor fizera enterrar nalguma gruta perdida entre as montanhas. As primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos.

Enedim foi obrigado a estudar os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialectos persas, o complicado idioma dos judeus.

Ao fim de três anos, deixava Enedim a antiga profissão de alfaiate, e passava a ser o intérprete do Rei, pois na cidade não havia quem soubesse tantos idiomas estrangeiros. O cargo de intérprete do Rei era bem rendoso. Ganhava Enedim, cem dinares por dia; ademais morava numa grande casa, tinha muitos criados e todos os nobres da corte o saudavam respeitosamente.

Não desistiu, porém, o esforçado Enedim, de descobrir o grande mistério de Bresa. Continuando a ler o livro encantado, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. E, a fim de ir compreendendo o que lia, foi obrigado a estudar Matemática com calculistas da cidade, tornando-se, ao cabo de pouco tempo, grande conhecedor das complicadas transformações aritméticas.
 
Graças a esses novos conhecimentos adquiridos, pode Enedim calcular, desenhar e construir uma grande ponte sobre o Eufrates; esse trabalho agradou tanto ao Rei, que o monarca resolveu nomear Enedim para exercer o cargo de Prefeito. O humilde alfaiate passava, assim, a ser um dos homens mais notáveis da cidade.
 
Activo e sempre empenhado em desvendar o segredo do tal livro, foi compelido a estudar profundamente as leis, os princípios religiosos de seu país e os do povo caldeu; com o auxilio desses novos conhecimentos, conseguiu Enedim dirimir uma velha pendência entre os doutores.

- É um grande homem o Enedim! - declarou o Rei quando soube do fato - Vou nomeá-lo Primeiro
Ministro.
 
E assim fez. Foi o nosso esforçado herói, ocupar o elevado cargo de Primeiro Ministro.

Vivia, então, num sumptuoso palácio, perto do jardim Real, tinha muitos criados e recebia visitas dos príncipes mais poderosos do mundo. Graças ao trabalho e ao grande saber de Enedim, o reino progrediu rapidamente e a cidade ficou repleta de estrangeiros; ergueram-se grandes palácios, várias estradas se construíram para ligar Babilónia às cidades vizinhas.
 
Enedim era o homem mais notável do seu tempo. Ganhava diariamente mais de mil moedas de ouro, e tinha em seu palácio de mármore e pedrarias, caixas cheias de jóias riquíssimas, e de pérolas de valor incalculável. Mas - coisa interessante! - Enedim não conhecia ainda o segredo do livro de Bresa, embora lhe tivesse lido e relido todas as páginas! Como poderia penetrar naquele mistério?

E um dia, cavaqueando com um venerando sacerdote, teve a ocasião de referir-se à incógnita que o atormentava. Riu-se o bom religioso, ao ouvir a ingénua confissão do grande vizir, e, afeito a decifrar os maiores enigmas da vida, assim falou:

- "O tesouro de Bresa já está em vosso poder, meu senhor. Graças ao livro misterioso é que adquiristes um grande saber, e esse saber vos proporcionou os invejáveis bens que já possuis". Bresa significa "saber".

Harbatol quer dizer "trabalho". Com estudo e trabalho pode o homem conquistar tesouros maiores do que os que se ocultam no seio da terra ou sob os abismos do mar!

Tinha razão o esclarecido sacerdote. Bresa, o génio, guarda realmente um tesouro valiosíssimo, que qualquer pessoa, esforçada e inteligente pode conseguir; essa riqueza prodigiosa não se acha, porém perdida no seio da terra nem nas profundezas dos mares; Encontrá-la-eis, sim, nos bons livros e na dedicação ao trabalho, que proporcionam saber e maravilhosos tesouros encantados às pessoas!

Autor Desconhecido

 

Numerologia: Semana de 13 a 19 de Janeiro 2019

12.01.19 | Eva Veigas

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Imagem: Benjamin Voros

 

Semana de 13 a 19 de Janeiro 2019

 

Olá de novo!

 

Seguindo com a reflexão numerológica para a semana de 13 a 19 de Janeiro, levaremos em consideração a influência dos regentes 25:7 e 38:11:2 que governarão este período.

 

Assim, os dias 13 e 14 de Janeiro serão regidos pelo Número 25:7 enquanto o período de 15 a 19 de Janeiro será governado pelo Número 38:11:2. Quer isto dizer que Domingo e Segunda-feira, dias regidos pelo Sol e pela Lua, respectivamente, serão beneficiados por este Número 7, que vai pedir um tempo de reflexão, de interiorização, colocando-nos em contacto com partes de nós que precisam de ser olhadas a partir de uma visão mais consciente, mais madura, mais isenta de julgamento. É importante, durante estes dois dias, trabalhar os nossos recursos internos, trazendo o nosso conhecimento para um novo patamar. Usar o conhecimento de uma forma inteligente, como um recurso valioso do ponto de vista emocional e não apenas cognitivo.

 

Ter conhecimento e não fazer nada com ele é um verdadeiro desperdício de energia e de oportunidade de servir o Bem Comum. Porém, usar esse mesmo conhecimento, só por usar, sem consciência ou responsabilidade pode ser desastroso. Portanto é necessário buscar um equilíbrio entre o conhecimento que pode e deve ser passado ou partilhado com os outros e aquele que ainda deve permanecer dentro de nós de forma a poder amadurecer e solidificar antes de ser colocado cá fora, no mundo.

 

Os dias seguintes serão governados pelo poderoso Número 11 (redução de 38), usando a força máxima da criatividade (3) combinada com o poder da manifestação (8). Criar sem materializar, sem manifestar, pode tornar-se muito desgastante ou frustrante. Por isso é importante ir dando forma às ideias que vamos gerando, inventando ou criando, para que o processo criativo se torne mais interessante e estimulante para cada um de nós. O 11 gera constantemente novos campos de energia, e com eles novas possibilidades e oportunidades de evolução são criadas, através da captação de ideias, de soluções geniais, de momentos eureka, e assim por diante.

 

Este é assim, um período muito rico, o qual devemos levar em conta, focando a nossa atenção no aqui e agora, mantendo-nos cientes de tudo o que se passa dentro de nós e à nossa volta.

 

Posto isto, vamos falar de seguida das propostas e dos desafios que cada dia nos apresenta para este período específico.

 

No dia 13

 

A proposta deste dia assenta na capacidade de nos superarmos a nós mesmos no que diz respeito à nossa fé, à nossa capacidade de renascer das cinzas, confiando no nosso poder de decisão e de actuação, em conformidade com os princípios que regem a nossa vida. É importante identificar esses princípios, compreendê-los, activá-los e de vez em quando confirmar se eles são observados quando agimos.

 

Ao longo deste dia, é importante não nos distrairmos com coisas menores ou que desviem a nossa atenção daquilo que é importante. Criar uma intenção e mantê-la é outro ponto fulcral deste dia 13 de Janeiro. Também convém manter uma mente aberta e versátil ante cada desafio que for surgindo. E, acima de tudo convém manter uma certa disciplina e usar regras ou métodos simples e descomplicados se queremos atingir algum objectivo concreto neste dia. Trabalho, foco, disciplina e determinação, são algumas das principais palavras-chave do dia 13.

 

No dia 14

 

Este é um momento de encerrar alguns assuntos, portanto é bom que nos preparemos para deixar ir alguma coisa. Iremos lidar com o medo de perder e o nosso excesso de sensibilidade pode complicar-nos a vida, atirando-nos para o velho e conhecido lugar da procrastinação. Não vale a pena adiar mais o inevitável. O ideal é encarar o que nos paralisa, olhar o monstro nos olhos e saber que somos mais fortes do que imaginamos. É tempo de nutrir o que queremos que cresça realmente na nossa vida e parar de alimentar velhos medos e receios que nos mantêm no mesmo lugar há décadas ou mesmo vidas inteiras.

 

Para nos livrarmos do medo precisamos de lidar com ele, conhecê-lo e transformá-lo dentro e através de nós e para isso precisamos de ser corajosos, valentes e capazes de aprender com as experiências, a que chamamos erros.

 

Os erros são a nossa mais-valia, pois é através deles que podemos crescer e experimentar fazer as coisas de diversas formas para obter resultados diferentes.

 

No dia 15

 

O dia 15 abre um novo ciclo curto de 9 dias, durante o qual poderemos aproveitar para treinar a nossa mente, educando-a e afinando-a, para que possamos escolher através do contacto real com as experiências em vez de escolher através da paralisia provocada pelo medo de agir, ou seja, não escolher (que é uma outra forma de escolher, embora muito menos criativa e prazerosa).

 

Treinar a mente, abrir a mente, troná-la mais elástica e plástica, ajuda a desfazer bloqueios e a eliminar crenças tóxicas, limitadoras ou castradoras.

 

Está na hora de caminhar sobre os nossos próprios pés, tendo em conta que precisamos uns dos outros, precisamos de nos unir e de conjugar forças para chegar mais longe e mais depressa. Se conseguirmos essa união com os outros num nível espiritualmente amadurecido e elevado, poderemos trazer soluções mais eficazes, para problemas concretos, onde antes só existiam dúvidas e incertezas.

 

No dia 16

 

Todo o nosso campo de sensibilidade estará ao rubro. É preciso saber dialogar, saber agir, saber pensar, saber estar, saber fazer tudo com bastante cuidado aplicando, mesmo às tarefas mais simples, toda a mestria que acumulámos entretanto.

 

O mais pequeno descuido trará consequências desastrosas, gerando oscilações e assimetrias no periclitante equilíbrio conquistado entretanto. Conseguir o equilíbrio de duas forças antagónicas é muito difícil e mesmo que o não fosse, o maior desafio consiste em manter esse equilíbrio por muito tempo, pois é importante e necessário cuidar permanentemente dos dois aspectos contrários.

 

Portanto, ao longo deste dia, teremos de saber usar a nossa sensibilidade para manter tudo em harmonia, pois o dia é dado a conflitos tanto internos como externos. Não é um apelo para que fujamos do confronto, mas antes para que saibamos usar qualquer tipo de confronto ou conflito, como forma de aprendizagem e crescimento.

 

No dia 17

 

Tudo o que não soubermos segurar irá cair, ou desabar sobre a nossa própria cabeça. Se não tem sustentação, se não vivificamos ou revitalizamos a energia de algo que queremos ou que julgamos estar preparados para obter, essa mesma energia “morre”, cai, ou desaba, geralmente com grande estrondo ou ruído. Nada há a temer. Estas situações são mesmo assim, para que possamos passar em revista a lista de coisas que um dia achámos que seriam boas para nós. Talvez seja chegado o tempo de largar alguns desses desejos. Talvez já não façam sentido. Talvez já se encontrem fora de prazo e tenha chegado o tempo de actualizar a nossa lista de desejos, necessidades, vontades, ambições, projectos ou intenções.

 

Se queremos manifestar algo, precisamos de ter a certeza quanto ao que queremos, precisamos de dar energia a essa ideia, a esse projecto. Se queremos melhorar a nossa relação com alguém, precisamos de cuidar e dar atenção a essa pessoa. Caso contrário a relação “morre” ou termina por falta de presença da nossa parte. Portanto é um dia para nutrir, cuidar e amar as sementes que um dia deitámos à terra e que agora germinaram. Tal como uma planta, uma relação ou um projecto, precisa de ser cuidado, nutrido, acarinhado, amado, abraçado.

 

No dia 18

 

O dia 18 é governado pelo Número 22, e surge aqui como uma peça chave, pois na verdade ele dá continuidade em termos de frequência ao dia anterior. É como uma continuação do episódio anterior, para que essas decisões sejam seladas através de comportamentos e atitudes que correspondam às escolhas feitas anteriormente. É preciso honrar a palavra. É preciso fazer o que se prometeu e trabalhar no sentido de trazer à fisicalidade, ao mundo do concreto, do material, o que se decidiu através de acções e gestos reais e efectivos. Este curto ciclo de 9 dias está a chegar ao meio e é preciso revisitar os dias anteriores, mesmo que rapidamente, para que possamos compreender se nos encontramos na trilha certa ou se nos estamos a desviar do caminho traçado por nós mesmos, pois neste momento é muito fácil sair dele, já que são muitas as distracções e as armadilhas geradas pelo nosso lado mais humano – o lado da personalidade que facilmente se corrompe, se desvia e se distrai com o que orbita à sua volta.

 

No dia 19

 

Finalmente, o dia 19, que ressoa com a terminação do ano 2019, é governado pelo Número 5, o qual vem propor um crescimento através do amor presente na família (qualquer que seja o significado da palavra família para cada um de nós), na comunidade, no grupo, etc.

 

É nesses núcleos que encontraremos novas formas de viver o amor, de forma desinteressada e descondicionada. É um dia em que sentiremos de forma mais vincada uma mudança na nossa vida, sobretudo ao nível dos sentimentos que nutrimos por certas pessoas. Pode ser que cheguemos à conclusão que o que sentíamos não era assim tão real, ou, pelo contrário, poderemos firmar um sentimento e lutar por ele com mais fervor e empenho.

 

Em todo o caso é sempre um dia para construir ou destruir algo. Há que estar preparado para lidar com qualquer uma destas possibilidades e acima de tudo ter consciência de que se é para destruir, desmontar ou fazer desabar algo, que o saibamos fazer bem feito, sem necessidade de magoar ou ferir os outros ou a nós mesmos.

 

 

Boa semana

 

Eva Veigas

Numeróloga Transpessoal

Numerologia: Semana de 06 a 12 de Janeiro 2019

05.01.19 | Eva Veigas

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Imagem: Jeremy Thomas

 

Semana de 06 a 12 de Janeiro 2019

 

Continuamos com a análise das semanas em termos numerológicos, adiantando já, que no dia 6 de Janeiro temos a primeira Lua Escura (ou Nova) do ano. A Lua Escura é um tempo de voltar para dentro, de recolhimento, de regresso à caverna. No escuro apercebemo-nos melhor de certos aspectos que a luz do dia ou da Lua Cheia, por exemplo, não permitem.

A par com os aspectos tratados pela Lua Escura, surgem os desafios numerológicos deste dia que estão associados a uma incapacidade de lidar com o novo e com o inesperado, com os altos e baixos da vida, com os ritmos que marcam as nossas vidas, e com os quais nem sempre conseguimos lidar ou sequer somos capazes de aceitar.

Outro aspecto desafiante prende-se com a dificuldade de expressar a nossa verdade interna, que se traduz em diversos bloqueios, como por exemplo uma dificuldade em fazer-se ouvir ou em passar a mensagem pretendida, levando por vezes a mal-entendidos e conflitos desnecessários.

Este é um dia de tomar iniciativas, de iniciar algum projecto ou tarefa relativamente pequena, a qual, será importante terminar ou concluir, de preferência no próprio dia 6.

 

 

No dia 7

 

O dia 7 traz consigo as sementes que foram plantadas no dia anterior, através da energia lunar que nos atirou para dimensões profundas e nos fez repensar e requalificar a experiência que estamos a viver.

As relações geram conflitos e diferenças de opinião e este dia surge com este desafio para que possamos disto ganhar consciência.

A família e o lar constituirão desafios e oposições complexas surgindo como forma de aprendizagem, e embora nos possamos sentir um pouco destruturados, seremos levados em busca de equilíbrio e harmonização. Nem sempre conseguiremos ou poderemos resolver todas as situações que se nos apresentam, mas pelo menos poderemos ver mais claramente tanto as nossas limitações como as nossas capacidades, de forma a sentirmo-nos melhor com a nossa própria consciência. É necessário usar a nossa sensibilidade e manter o respeito pelos outros se queremos de facto apaziguar a dor gerada pelas diferenças e pelos confrontos em que nos envolvemos com as outras pessoas.

 

No dia 8

 

A falta de fé e de convicção, a insegurança gerada pela falta de motivação e de objectivos será a maior dificuldade sentida neste dia, que é na verdade excelente para criar algo completamente novo, diferente ou ousado, ainda que seja em colaboração com outras pessoas.

É um dia para manifestar de forma prática aquilo que no início era apenas uma ideia ou um projecto. Mas a ansiedade espoletada por conta de querer fazer tudo ao mesmo tempo, acabará por queimar etapas preciosas na construção e manifestação dessa ideia-semente. Há que parar um pouco para sentir qual o caminho a seguir e confiar na intuição. Depois executar uma tarefa de cada vez e dessa forma será mais fácil completar aquilo a que se propôs neste dia ou nos dias posteriores.

Não basta sonhar com o que se quer, também é preciso mover-nos numa determinada direcção para que os nossos sonhos saiam da dimensão a que estão sujeitos e adquiram forma e cor, materializando-se diante dos nossos olhos.

 

No dia 9

 

O dia 9 de Janeiro é governado pelo Número 22, um número que nos permite sonhar e materializar projectos mais estruturados, de um outro calibre, mais exigentes, mais elaborados, mas sem nunca tirarmos os pés da terra.

Caso não estejamos preparados para lidar com semelhantes exigências, teremos que nos contentar com a energia emanada pelo Número 4, que é a redução de 22. Neste caso, trataremos de trabalhar aspectos que se relacionam com a ordem e o caos, dentro de nós.

Em qualquer dos casos seremos fortemente desafiados ao longo deste dia, sobretudo porque iremos sentir um estranho medo de avançar, de decidir e cumprir com afinco o plano inicial. Também sentiremos muita insegurança, muito medo de correr riscos e uma extrema necessidade de querer estar no controlo da situação.

Mas como a vida é uma carta fechada, teremos de ser bastante crescidos para assumir a responsabilidade por nós próprios e estar preparados para lidar com as consequências dos nossos actos.

 

 

No dia 10

 

O dia 10 de Janeiro é governado pelo Número 5. Sentir-nos-emos tentados a livrar-nos de tudo o que nos sufoca ou impede de atingir o que queremos. Precisamos de reflectir um pouco sobre esses sentimentos e sobre as emoções envolvidas neste processo, pois a tendência será atribuir culpas a terceiros, geralmente membros da família chegada, amigos, colegas ou parceiros de trabalho.

Se formos realmente honestos e sinceros, isentos de culpa e nos libertarmos da autocrítica ou do julgamento dos outros, seremos, certamente, capazes de atingir um certo equilíbrio interior, sustentado por uma personalidade forte e dinâmica, a qual nos permite, obviamente, tomar decisões mais adequadas e ajustadas aos nossos desafios.

É um dia excelente para aprender ou para ensinar ou partilhar o que se aprendeu, seja em contexto profissional, familiar ou outro. Em qualquer momento se revela o Mestre Interno, ou o Sábio, ou o Aluno pronto para aprender com o Mestre. Ora somos um ora outro e se o fizermos com um sentido de verdadeira humildade teremos conquistado um dos mais preciosos patamares de compreensão e consciência que podemos alcançar enquanto humanos em aprendizagem.

 

No dia 11

 

O dia 11 de Janeiro é governado pelo Número 6. É tempo de escolher, de tomar uma decisão importante, mas só depois de ponderarmos bastante sobre esse assunto. Se não estivermos seguros acerca das nossas intenções, a nossa decisão pode levar-nos a caminhos já percorridos, a labirintos ou a becos sem saída.

Escolher implica estar ciente dessa mesma escolha. Implica compreender que estamos a assumir um compromisso, seja ele qual for ou com quem for. Tudo isso terá, com toda a certeza, consequências, e é impossível saber ou definir quais serão elas exactamente. Teremos de estar preparados para lidar com elas, quando elas se apresentarem diante de nós.

A frequência do 6 está associado à beleza, ao amor, à arte, ao lar, à estética e portanto é caso para perguntar de que forma estamos a contribuir para embelezar ou melhorar a nossa vida? Que contributo damos ao mundo para o deixar mais belo, mais limpo, mais harmonioso, do que quando aqui chegámos?

A vida é uma escolha constante, porém cheia de incertezas, mas a meu ver é aí que reside toda a sua magia!

 

No dia 12

 

O dia 12 de Janeiro é governado pelo Número 7. O dia em que podemos harmonizar conflitos e transformar escolhas antigas, que não correram tão bem, noutras que poderão ser melhores para nós. As desarmonias e as inseguranças estarão muito fortes e a tendência será cair no mesmo erro de sempre – o de adiar e deixar andar as coisas até que se resolvam por si mesmas. Mas o dia pede acção, pede movimento e deslocação até uma dimensão muito sombria em nós. Ele convida-nos a mergulhar nas nossas sombras, por isso é importante reservar algum tempo para ficar a sós consigo. Meditar. Caminhar. Ler ou simplesmente ficar a sós consigo mesmo, contemplando a Natureza. A Natureza é mágica e os seus Elementais sabem muito bem o que fazer quando um ser humano está preparado para dar um salto na sua própria consciência.

Seja criativo, e procure usar as suas habilidades para transformar toda e qualquer rigidez que possa aflorar à sua consciência. Lembre-se: tudo o que é rígido quebra. Tudo o que é flexível dança!

 

Boa semana

 

Eva Veigas

Numeróloga Transpessoal

 

Transição Dezembro 2018 / Janeiro 2019

04.01.19 | Eva Veigas

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Transição Dezembro 2018 / Janeiro 2019

 

Recordemos que o Regente Numerológico de Janeiro é 13:4. Para ler acerca do mês clique aqui

 

O Ano oficialmente celebrado pela maioria das pessoas em todo o mundo, transita de segunda para terça-feira, movendo-nos da influência de um trânsito ou aspecto numerológico muito forte que congrega as forças de 11:2 (Regente de 2018), 12:3 (Regente de 2019), 23:5 (Regente de Dezembro 2018), 13:4 (Regente de Janeiro 2019) e ainda 18:9 (Regente do dia 31/12/18) e 14:5 (Regente do dia 01/01/2019).

 

Porém para a Numerologia, o início de cada Ano é mutável, ou seja, a regência de 1, nem sempre começa no primeiro mês de cada ano civil. Assim em 2019, o verdadeiro início de 2019 dar-se-á em Julho, mês regido pelo Número 19:1.

 

Mas voltando aos aspectos desta transição, devemos compreender o que se move por trás destas influências numerológicas. Assim, transitamos de um momento em que nos foi pedido um novo olhar, uma nova visão acerca do modo como cooperamos uns com os outros, como colaboramos, como nos entre ajudamos, levando esta experiência para um novo patamar onde os relacionamentos são o ponto fundamental a considerar, já que é através deles que crescemos, não sem dor, como sabemos.

 

Porém, é através desta dor profunda, que nos chega tantas e tantas vezes, através dos afectos ou desafectos, que nos damos a oportunidade de quebrar e romper barreiras e limites que julgávamos impossíveis de acontecer. É aqui que entra muitas vezes a energia do Perdão e é através dela que tem início a verdadeira transmutação. É neste ponto que accionamos o Poder da Chama Violeta que nos liberta as asas que há muito tempo têm estado presas e incapazes do mais pequeno movimento.

 

E como nos iremos libertar? Através do movimento criativo que tenderá a expandir-se ao longo deste ano, e que atingirá o seu pináculo nos meses de Junho, Julho e Setembro.

O poder de criar e manifestar novas soluções, novos cenários, novas possibilidades está dentro de cada um de nós. Não há ninguém que não tenha esse poder, simplesmente nem todos querem usá-lo ou sequer aprender a fazê-lo.

 

O movimento brusco, louco e apressado de Dezembro (5) dá agora lugar a um período de reflexão (4), para que nos possamos reorganizar, no meio do turbilhão gerado pelo regente 11 de 2018.

 

O último dia do ano fecha com a energia 9 que representa isso mesmo: um fechar, um concluir de situações, assuntos e diversas questões às quais já dedicámos o tempo suficiente. É tempo de nos debruçarmos sobre o que realmente pretendemos que fique na nossa vida e o que sabemos que já podemos largar com segurança, afirmando as nossas convicções e a nossa fé em nós mesmos.

 

Está na hora de virar a página e começar um novo capítulo no dia 1 de Janeiro, com a sua vibração 5 que mostra um caminho novo, desconhecido, porém sólido o bastante para o podermos trilhar com confiança e determinação.

 

Assim o dia 1 trata de trazer uma mudança forte no tema dos relacionamentos familiares ao qual é preciso prestar bastante atenção, pois são sempre questões onde a nossa sensibilidade, espírito crítico, inteligência emocional por exemplo, serão postos à prova.

É tempo de deixar cair muros e barreiras que impedem o verdadeiro entendimento e diálogo construtivo e criativo. Esse sim traz soluções, ainda que seja a longo prazo.

 

No dia 2

 

O foco continua a centrar-se no tema família, nos apegos excessivos, nos ciúmes, no sentimento de posse sobre os outros. É necessário muito trabalho para trazermos a nossa confiança e coragem para fora e mostrá-las, não como uma forma de imposição e de mostrar quem manda, mas como um exemplo de determinação e capacidade de resolver conflitos difíceis. A ideia é harmonizar diferenças, respeitando o espaço de cada um e não há melhor forma de ensinar os outros do que dar o exemplo.

 

No dia 3

 

Aprofundamos o tema família, mas agora trazendo mais consciência a quaisquer processos complexos em que estejamos envolvidos e iniciamos o processo de transmutação do que quer que esteja a dificultar-nos a vida, através do Poder do Perdão que é libertado pelo uso da Chama Violeta.

Há que fazer escolhas e nem sempre serão fáceis, mas serão as mais ajustadas e adequadas ao momento e à consciência de cada um.

 

No dia 4

 

Colocamos agora o foco na manifestação daquela harmonia que estivemos a criar desde o início do ano. Escutar a nossa própria voz e orientação internas é uma forma de possibilitar um caminho de sucesso para conquistar este equilíbrio interior.

Os processos criativos podem bloquear, servindo como lembrete para que não nos distraiamos ou fiquemos focados em outro tipo de assuntos menos importantes ou secundários.

Dar início a algo novo, nem sempre é tão fácil como parece. É preciso ser muito perseverante, humilde e laborioso.

 

No dia 5

 

Parece que depois deste período é preciso ir limpando o que vamos deixando para trás, para que não fiquem restos de alguma coisa, que mais tarde possam voltar a tornar-se impedimento na nossa vida. Assim, há que ir largando com consciência tudo o que já não precisamos, porque parece tão óbvio (afinal já resolvi, não é?) que temos tendência a ignorar este aspecto.

O medo ou receio de continuar esta tarefa por querer tomar conta de nós, mas se formos diligentes e criteriosos e usarmos bem a nossa racionalidade, a nossa mente, isso acabará por ser transcendido. Com toda a certeza nos sentiremos mais livres, mais soltos para continuar a nossa jornada e ir transformando pedras em flores.

 

 

Chegando ao fim esta análise mais concreta espero e desejo que todos saibamos aproveitar cada oportunidade, cada momento, cada segundo das nossas vidas, pois ela é sem dúvida, rara e preciosa.

 

Feliz Ano 2019

 

Eva Veigas

Numeróloga Transpessoal

Regente do dia

03.01.19 | Eva Veigas

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3/1/2019 = 3:1:3 = 7

Perante um grande desafio podes ter que parar um pouco para reflectir antes de tomar uma decisão final.
Podes ter que rever os vários aspectos inerentes a esta situação, tanto os que já identificaste e portanto conheces, como aqueles que se ocultam por trás do óbvio, e que muitas vezes podes não levar em consideração, por achares que não te deves preocupar com eles.
Porém, é muitas vezes aí mesmo que reside uma parte da solução ou da resposta que procuras.
Para escutares a tua voz interior precisas de silenciar a tua mente e de serenar o teu coração, apaziguando as emoções responsáveis pelas tuas angústias e ansiedade.
Lembra-te de dares tempo a ti mesma. Não te pressiones a chegar à resposta, pois ela virá quando menos esperas.

Eva Veigas
Numerologia & Tarot