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Eva Veigas

The Silent Path

Provérbio Árabe

18.09.18 | Eva Veigas
blue and brown concrete building
 
Photo by Fancycrave
 
 
Não digas tudo o que sabes
Não faças tudo o que podes
Não acredites em tudo o que ouves
Não gastes tudo o que tens
 
Porque
 
Quem diz tudo o que sabe
Quem faz tudo o que pode
Quem acredita em tudo o que ouve
Quem gasta tudo o que tem
 
Muitas vezes
 
Diz o que não convém
Faz o que não deve
Julga o que não vê
Gasta o que não pode.

Fragmentos de Sabedoria

18.09.18 | Eva Veigas

concrete statuette

Photo by Chris Ensey

 

Filosofando

 

Não se irrite, Sorria

Não critique, Auxilie

Não grite, Converse

Não acuse, Ampare

 

FILOSOFANDO

 

Provado está que a vida é curta e bela...

E que se morre um pouco em cada dia.

Não queira "sem querer" dar cabo dela,

Não se irrite - SORRIA!

 

Queira ser indulgente e confiante,

Seja a própria Justiça quem o guie.

E quando vir errar seu semelhante,

Não critique - AUXILIE!

 

Seja calmo, sereno, recto e bom!

Faça do Amor a base, o alicerce.

Tente da voz não alterar o tom:

Não grite - CONVERSE!

 

Ponha o "caso" em si sempre que possa.

Deixe falar quem fala...nem repare.

E ouvindo a consciência, amiga nossa:

Não acuse - AMPARE!

 

 

Desconheço o Autor

 

 

Numerologia: 18/9/2018

18.09.18 | Eva Veigas
 silhouette of man standing on hill during starry night
 
Photo by Joshua Earle
 
 
Essência do Dia ~ 18/9/2018 ~Tom Cósmico da Cooperação ~ 29:11:2
 
 

O Tom Cósmico da Cooperação liberta o poder encerrado em 18:9:18 ou 9:9:9. Na verdade, trata-se de um triplo 9 que contém em si mesmo mistérios prontos a serem descodificados, embora essa não seja, para muitos, uma tarefa fácil ou sequer passível de ser imediatamente desvendada.

 

 

A fim de usar o Poder da Cooperação connosco mesmos ou com os outros precisamos de nos abrir a todas as possibilidades e a todas as realidades. Um triplo 9 muda a realidade ou o cenário em que se vive, pois abre as portas do sonho, do imaginário e do real onde tudo se combina perfeitamente, já que um não se distingue do outro.

 

Somos livres de sonhar a nossa realidade, uma e outra vez, mas para isso precisamos de nos retirar um pouco do mundo, mesmo que por breves segundos, a princípio, e, depois, ir aumentando esses momentos com o intuito de adquirir prática.

 

Nesse espaço de silêncio e paz podemos ver e escutar outras realidades, podemos sonhar dentro do nosso sonho, recriando estruturas internas complexas, descongelando partes integrantes dessa nossa estrutura rígida que assenta em princípios e verdades obsoletas, que estagnaram no tempo e no espaço das nossas eternidades.

 

Retirarmo-nos do mundo não significa fugir das nossas responsabilidades, mas antes aprender a criar espaços seguros onde nos seja possível aprender (connosco e através dos outros) acerca das nossas capacidades e habilidades criativas e de como podemos contribuir para a criação do novo, de um novo modelo, de um novo mundo...

 

A fim de sermos bem-sucedidos em qualquer empreendimento na nossa vida, precisamos de saber ir largando o apego ao que vamos fazendo, conquistando, construindo ou destruindo.

 

Saber largar não significa desprezar, ignorar ou virar as costas, mas apenas validar o que se fez, com a consciência de que se fez o melhor dentro das nossas possibilidades. Se nos sentimos mal com a nossa consciência é porque de alguma forma sabemos que não demos o nosso melhor.

 

Porém, dado que o passado não pode ser alterado, porquanto ele invade a nossa memória a todo o momento, mais vale pacificarmo-nos com essa questão e seguir em frente, tentando resolver o que ainda for passível de ser resolvido, da melhor forma que pudermos e soubermos.

 

E se estivermos dispostos a resolver alguma coisa do passado que ficou por concluir, por dizer ou por fazer, é para resolver mesmo e não para colocar pensos rápidos nas feridas ensanguentadas ou nas fracturas expostas, porque isso, todos sabemos que não irá resultar.

 

Se é para resolver então acerquemo-nos de nós mesmos em silêncio e aceitação total por tudo o que somos e representamos na nossa própria vida.

Olhemos para a nossa profundidade mas não para ficarmos lá, agarrados aos dramas passados, mas antes para avançarmos na vida, usando o poder de construir, colaborando com o mundo, com os outros e connosco mesmos, disponibilizando o nosso conhecimento, colocando a nossa experiência em movimento, ao Serviço, numa entrega despojada da necessidade de sermos reconhecidos.

 

Estamos aqui para viver e para nos tornarmos humildes e pequenos entre os Homens e não o contrário!

 

Eva Veigas

Reflexão

18.09.18 | Eva Veigas

tree printed and multicolored closed doors

 

Photo by Luis Alfonso Orellana

 
 

«As grandes obras são sonhadas pelos génios, executadas pelos lutadores, disfrutadas pelos felizes e criticadas pelos inúteis crónicos.»

 

 Autor desconhecido