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Eva Veigas

The Silent Path

Numerologia Julho 2018 - Parte 1

01.07.18 | Eva Veigas

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 Imagem da Internet

 

Julho 2018

(Parte 1)

 

Julho marca o início do terceiro trimestre deste ano. (Numa próxima publicação falarei do regente numerológico deste trimestre).

 

O sétimo mês do ano está sob a forte influência do Número 18, cuja redução é o Número 9. É deste desdobramento numerológico que vos irei falar, o qual se encontra conjunto ao poderoso Número 11, o regente do ano.

 

Como se sabe a vida é feita de ciclos. Ciclos dentro de ciclos. Ciclos que se fecham, para dar lugar a ciclos novos. Ciclos que se encerram, para que novos se abram. É a vida na sua infinitude, no seu eterno movimento de nascimento, crescimento, amadurecimento, envelhecimento, morte e renascimento.

 

A tudo esta fórmula se aplica e nada, nada fica de fora. Tudo perece. E os restos mortais do que quer que seja são a matéria perfeita para criar um novo projecto, uma nova planta, uma nova harmonia, um novo paradigma, um novo ser…

 

Julho assinala assim mais um ciclo que chega ao fim. Um pequeno ciclo dentro de um ciclo maior. Julho encerra uma etapa importante para todos nós, ao mesmo tempo que serve de trampolim para a nova energia que irá emergir em Agosto. Na verdade, os novos códigos e as novas frequências desdobradas irão começar a ser sentidas a partir de meados de Julho, o que está em sintonia com as energias dos próximos eclipses do Sol e da Lua.

 

Mas quando falamos da influência de um Número estamos a falar de quê concretamente? Naturalmente estamos a focar-nos nas características principais e essenciais das vibrações emanadas pelas frequências dos códigos numerológicos e seus infinitos desdobramentos.

 

O Número 9 possui características únicas, pois na verdade ele acumula em si mesmo todas as características dos Números que o precedem. Na verdade quando se adentra este símbolo, porque é isto que é o Número para o Numerólogo, encontramo-nos dentro de um gigantesco universo, que por sua vez contém outros tantos superuniversos.

 

Podemos falar do 9, desfiá-lo, esquadrinhá-lo e nunca o conheceremos na sua totalidade, pois ele representa o eterno fim contido dentro do eterno princípio.

 

Mas vou tentar trazer um pouco do 9 e dos seus códigos desdobrados em 18, aplicados à nossa viagem a bordo da Nave-Terra. O 9 na sua mais elevada frequência representa maturidade, aquela maturidade que vem com a idade da alma, com a experiência quando bem aproveitada e bem integrada, com uma capacidade de entendimento e compreensão dos ritmos cósmicos que ressoam e se interligam com os ritmos biológicos do planeta e dos seus filhos, com a capacidade de entendimento e aceitação do próprio mistério que é a Vida, entre outros aspectos igualmente importantes.

 

É daqui que vai emergindo um certo grau de sabedoria, que se vai revelando cada vez mais afinado, mais aperfeiçoado. Uma sabedoria aliada ao conhecimento e à experiência.

 

O 9 representa o momento exacto que antecede o regresso à origem, o regresso ao 1, onde tudo recomeça.

 

Este é um momento, que no grande ciclo da Vida corresponde ao momento da morte (de crenças limitadoras e castradoras, de verdades criadas com o fim de nos mantermos presos na malha ilusória impedindo que a nossa capacidade criativa se revele e manifeste para buscar solução, amor, harmonia e alegria), de deixar ir, de dizer adeus, de virar a página, de deixar cair as máscaras, etc.

 

Onde sentires que algo está morto, sem vida, sem hipótese de ser recuperado a não ser através da morte e do renascimento (processo através do qual algo velho dará lugar a algo completamente novo), não te demores, não permaneças, não te agarres, não te apoquentes, simplesmente deixa ir. Larga tudo isso no rio das emoções e deixa que a corrente leve tudo embora. As águas transformarão tudo isso em algo novo. Mas não te agarres ou serás levado na corrente e arrastado para paragens dolorosas onde a dor e a dificuldade imperam.

 

É muito importante fechar este ciclo em perfeita consciência, pois os portais que encerrarmos serão lacrados e selados para sempre. Nesse domínio teremos que saber usar a nossa arte, a nossa mestria interna, para que estes portais se mantenham selados e não mais voltem a ser abertos por nós ou por outros.

 

As almas antigas presentemente encarnadas neste planeta, reconhecendo a importância deste momento, tentam por todos os meios ajudar-se e ajudar, porém, este é um momento muitíssimo delicado e portanto há que ter muita cautela, muito bom senso e um coração muito puro, capaz de perdoar, amar e seguir em frente.

 

A quem se permitir ir mais longe e mais fundo na sua busca interna e na sua aprendizagem pode contar com uma ajuda extra, pois não há melhor conjuntura numerológica do que um mês 9 em trânsito por um ano 11, pois este é um trabalho de especial purificação – tudo terá de passar pela fina peneira do Rigor, da Verdade e da Justiça.

 

Julho será mesmo muito exigente, tal como o 9 o é! Já não há desculpa, justificação ou razão suficiente para continuarmos a enganar-nos a nós mesmos e aos outros. Os véus da ilusão estão a dissolver-se tal como foi previsto por muitos de nós, há muito tempo e mais recentemente também.

 

A frase “ É tempo de assumir a responsabilidade por quem somos” já começa a ficar obsoleta. Quem decidiu assumi-la já está trazendo mais alegria, amor e harmonia à sua própria vida. Quem ainda está a equacionar e se encontra cheio de medo, de dúvida e de presunção, provavelmente já não o irá fazer, mas se o fizer ainda vai muito a tempo. Há sempre tempo. Pode não ser o melhor e mais adequado mas haverá sempre tempo, quando a vontade de nos aceitarmos e de nos transformarmos desde dentro é verdadeiramente genuína.

 

A grandeza do ser humano não está no fenómeno espiritual mas sim no que ele é capaz de fazer por Amor à Vida como um Todo. A grandeza do ser humano está na sua aprendizagem de se tornar mais e melhor humano. A grandeza do ser humano reside na qualidade do que emana através dos seus sentimentos e acções.

 

E o 9, meus amigos, o 9 é amar sem restrições, sem preconceitos, sem medos, sem julgamentos. O 9 é amar como o Sol ama a Terra, sem dela querer nada. Ele apenas a ilumina com os seus raios dourados e ela apenas recebe. Amar é doar e doar-se. E isso é 9.

 

Mais será escrito sobre a numerologia de Julho, na próxima publicação.

 

Eva Veigas

Julho 2018 - 119 - A essência do mês.

01.07.18 | Eva Veigas

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 Photo by Jordan Withfield

 

Julho 2018

A essência do mês.

 

Tal como prometido, hoje irei falar-vos de um segundo aspecto de Julho. Em termos numerológicos cada mês possui uma essência, uma fragrância específica que o caracteriza. É como uma chave mágica que dá acesso a uma porta, atrás da qual se encontram as soluções que poderão dar resposta aos desafios que cada um de nós tem de enfrentar.

 

A essência deste mês é regida pelo Número 119. É um número um pouco mais complexo, devido às suas características, no entanto não deixa de ser um desdobramento do Número 2.

 

Esta essência tem vários números 11, quer visíveis quer ocultos. Há que adentrar estes símbolos, há que ir de camada em camada para se chegar mais fundo a esta chave.

 

Esta essência toca nas mais elevadas e cristalinas frequências do 9, que é, como sabem o regente numerológico deste mês. Mas também edifica, enfatiza e promove o 11 como regente do pólo positivo ou ponto forte de Julho.

 

Assim 9 e 11 estão novamente em evidência, indicando a urgência de lhes prestarmos atenção.

 

O 119 abre-nos as portas para uma dimensão muito elevada e muito acima da mesquinhez e do egoísmo humanos. É necessário que nos pacifiquemos dentro, connosco, que observemos e conheçamos os fantasmas que povoam o nosso ser.

 

Todos esses personagens precisam de vir à luz para que tu possas respirar, para que eles possam respirar pela primeira vez em muito tempo. Estão escondidos há tanto, mas tanto tempo, que têm medo de se mostrar tal como são. É por isso que quando se “mostram”, reflectem o “pior” de nós!

 

Isso acontece porque não sabes lapidar-te, porque não fazes um esforço para te conhecer, porque não te respeitas, porque não respeitas os outros, porque queres salvar os outros, mas não te sabes salvar a ti mesmo, porque queres ajustar o outro, encaixá-lo dentro da tua medida, da tua própria pequenez e, se o outro não cabe no teu mundo, porque faz escolhas diferentes das tuas, então apenas te resta descartá-lo, criticá-lo, removê-lo.

 

O que tu gostarias é que todos fossem como tu! Que todos pensassem como tu! O que tu gostarias é que os outros se submetessem ao que pensas, ao que fazes, ao que decides, ao que tu achas que é bom para ti e para eles.

 

Tu gostas de estar no controlo, certo? Querias que a vida acontecesse de acordo com os teus padrões, com as tuas fantasias, com as tuas “verdades”, com as tuas vontades e caprichos, certo?

 

Não há maior ilusão do que essa!

 

O que estas energias em movimento nos estão a devolver é a possibilidade de te veres a ti mesmo mergulhado nessa ilusão.

 

Neste momento existem vários écrans dentro de ti. É como uma sala cheia de écrans que transmitem imagens captadas através de várias câmaras colocadas no teu interior.

 

Um dos écrans mostra todo o movimento ilusório de controlo, outro mostra a realidade, da qual tens andado alheado. Um terceiro écran se junta no qual te observas em pânico por só agora teres percebido o movimento e a densidade em que estás mergulhado. (Compreendes por que tens ataques de pânico? Esta é só uma das razões!) Outro ainda mostram tudo a negro, sem imagem (é aquele momento em que não vês solução, queres desistir, não vale a pena lutar mais, não há saída, o mundo está perdido, etc.).

 

Porém as frequências subtis de 119 revelam outros écrans, outras janelas de informação, às quais apenas podemos aceder quando relaxamos, quando deixamos de querer controlar a nós e aos outros. Esses blocos de informação conectam-te com realidades (as quais muitos de nós designam por milagres) que promovem e instigam a nossa criatividade.

 

O movimento ligado à criatividade é muitíssimo mal compreendido pela maior parte das pessoas. Não raro, nas minhas consultas, quando abordo esse tema, as pessoas afirmam não ter criatividade nenhuma, outras confundem criatividade com ser artista plástico, músico, bailarino, etc.

 

O movimento de criar está sempre presente. Estamos constantemente a criar. Nem sempre criamos a melhor realidade para nós, porque pura e simplesmente perdemos quase 100% de cada dia a criar e a manifestar lixo mental, por isso não admira que tanta gente ande com dores de cabeça e dores de costas, tal o peso que atraem e carregam para si próprias.

 

Assim, o 119 é um desafio à nossa capacidade de adentrar mundos novos internamente, onde a nossa capacidade de cocriar está presente de forma consciente, onde a nossa vontade de manifestar o melhor de nós, de trazer as nossas mais elevadas fragrâncias para fora, para o mundo, numa perspectiva de partilha e de entrega, está a acenar-nos.

 

É tempo de devolver esse aceno, de fazer sinal de que compreendemos a mensagem e de começar a trabalhar no sentido de nos despirmos de tanta vaidade, de tanto orgulho, de tanta arrogância, de tanto teimarmos em dar lições de moral aos outros, de tanto querermos impingir a nossa realidade podre, de tanto querermos ser aquilo que ainda não somos, de tanto querermos mostrar o que sabemos, de tanto querermos acreditar que somos superiores, melhores, mais belos, mais elegantes, mais inteligentes, mais espertos, mais sábios…

 

Mergulhados nesta falsa energia, a maior parte das pessoas não se apercebe que há seres humanos caminhando noutros quadrantes, noutras dimensões, caminhando calma e vagarosamente, porém estando mesmo ao seu lado e vendo a sua pressa em ser mais e melhor do que todos.

 

Caminhamos todos lado a lado, mas não estamos todos nas mesmas frequências.

 

Se poderíamos estar? Não! Mas não porque há castigos e recompensas, mas sim porque uns trabalham em si mesmos, lapidando e limando as suas arestas, expondo partes de si para estarem em relação permanente com o mundo e com os outros, reservando outras partes para que a sua essência espiritual não se perca.

 

E mesmo assim, nunca estaremos todos nas mesmas frequências, pois isso faz parte de um Plano Maior em que cada um de nós vem experimentar determinadas condições, e cada experiência de vida, devolve determinada lição que nos coloca em diferentes lugares ao longo do percurso terreno.

 

A próxima publicação será sobre o grande desafio do mês.

 

Eva Veigas

5 - O grande desafio de Julho

01.07.18 | Eva Veigas

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  Photo by Bruce Mars

 

 

5 – O Grande Desafio de Julho

 

 

O grande desafio deste mês é regido pelo Número 5, o que está a dificultar ainda mais a estreita passagem que o 9, como regente de Julho, nos está a propor (tudo isto está descrito nos artigos referentes a Julho 2018 (Partes 1 e 2).

 

Quando nos encontramos frente a frente com o Número 5 como obstáculo ou desafio, teremos de ser cautelosos e permanecer numa postura flexível, aptos a qualquer viragem repentina.

 

O número 5 enquanto desafio representa um excesso de energia, que nos poderá levar a ter vontade de viver muitas experiências diferentes e diversificadas. O 5 simboliza ainda uma mudança repentina, abrupta, inopinada. Deste modo, o melhor é prepararmo-nos para todos os cenários possíveis, porque com este 5 no lugar do desafio, nunca se sabe o que pode suceder, quando e em que circunstâncias.

 

As principais dificuldades estão (e estarão) a ser sentidas em termos de: falta de motivação, apatia, medo e cansaço extremo, porém nada disto deverá ser usado como desculpa para não continuarmos as nossas aprendizagens ou desistirmos das nossas intenções, projectos ou ideias. Antes pelo contrário, este género de manifestações surgirão precisamente para que as possamos transcender, para usar os nossos recursos internos (e com isto podemos usar o referido excesso de energia, o excesso de Fogo, que é o Elemento que rege o 5) que nos permitirão ajudar a chegar a um certo equilíbrio no que fazemos através das nossas escolhas.

 

Porém tudo isto gera muita insatisfação, nervosismo, irritabilidade e uma forte tendência para “abandonar o barco” de repente.

 

Estamos a ser convidados a ir para além das nossas limitações ao nível físico, intelectual, emocional ou mesmo espiritual. Estamos a ser desafiados no que diz respeito à nossa capacidade de permanecer abertos à mudança sempre que ela nos convide a fazer alterações profundas ou radicais nas nossas vidas. Daí a importância de nos tornarmos flexíveis, mutáveis, e, mais do que nunca, trazermos à consciência o Elemento Água em nós, pois a Água ajudar-nos-á neste tema, já que ela tem uma capacidade infinita de se adaptar ao meio e de contornar qualquer obstáculo. Recordo que os Números 2 e 11 e que regem aspectos essênciais durante este mês, pertencem ao Elemento Água.

 

Este é o momento de corrigir muitas escolhas desajustadas que fizemos no passado, e agora, neste exacto momento, temos a oportunidade de “corrigir” essas escolhas, tomando decisões mais adequadas e mais de acordo com a nossa consciência actual.

 

Para muitos este será um período difícil e desgastante, pois tudo isto irá obrigar-nos a olhar para dentro, mais uma vez, e a olhar para fora também, para podermos fazer um verdadeiro reposicionamento e ajustar as nossas forças às novas intenções que desenhámos para a nossa vida.

 

Poderemos passar por períodos de desgaste físico, pois poderemos eventualmente ser consumidos pelo nosso excesso de curiosidade, correndo riscos desnecessários, como por exemplo, comer ou beber em excesso, consumir drogas, abusar de certos medicamentos, e assim por diante. Em muitos casos estes períodos são intercalados por outros em que poderemos assumir uma certa rigidez interna, onde tenderemos a criar e implementar regras rígidas para a nossa vida como uma espécie de punição pelos exageros que eventualmente possamos ter cometido em períodos anteriores.

 

A Liberdade, tantas vezes associada ao 5, pode ficar comprometida, pois existe uma forte tendência a ensarilhar mais a nossa vida, a perder o rumo e a não saber por onde começar. Nesses casos, é importante parar e relaxar para que o caos gerado por nós mesmos se apazigue um pouco, de modo a permitir-nos encontrar o nosso norte interno. Meditar um pouco, caminhar em silêncio, respirar fundo, respeitar as horas de descanso, uma boa nutrição, beber muita água e saber e acreditar que isto também vai passar (não sem antes fazermos a aprendizagem respectiva, claro), pode ser a receita simples para atravessar este período tão conturbado, gerado pelos difíceis trânsitos numerológicos em curso.

 

Principais trânsitos numerológicos em Julho:

 

Geradores de tensão:

 

Ano 11 – Mês 9 (Desafio 5)

 

Ano 11 – Ponto Forte 11 / Ponto Fraco 2

 

 

Geradores de resolução:

 

Ano 11 – Essência 11

 

Ano 11 – Ponto Forte 11 – Essência 11

 

Eva Veigas