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Numerologia: A Assinatura da Alma

by Eva Veigas

Numerologia: A Assinatura da Alma

by Eva Veigas

27/6/2018

27.06.18 | Eva Veigas

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“It is he who, blazing, seeks burial mounds, He, the smooth, spiteful dragon that flies through the night, Enveloped in flame; all men fear him greatly.”

Beowulf

 

 

Encontramo-nos já sob a influência desta Lua Cheia. Podemos perceber isso em nós e à nossa volta. A Lua enche e nós também, para depois nos podermos esvaziar e despir de tudo, uma e outra vez, em ciclos contínuos, numa cadência própria, única, e sobre a qual, não temos nenhum tipo de controlo (como, de resto, não temos sobre absolutamente nada)!

 

O dia de calendário marca o final de um pequeno ciclo, o qual poderíamos simbolizar através de uma simples imagem: uma Mulher, metade Fada, metade Bruxa; uma Feiticeira, uma conhecedora da Magia, de pé, em frente de uma gruta semi iluminada. Lá dentro, um enorme Dragão de Fogo, envolto em chamas, guarda um tesouro de valor incalculável.

 

A Sábia mulher não faz qualquer esforço para chegar ao tesouro, ela não tem intenção de lutar com o Dragão. Ela fala-lhe docemente na linguagem da alma, do Amor e da Compaixão, e procura entender o motivo da sua ferocidade. Os seus olhos são doces e ternos, meigos e mágicos, mas o seu poder atormenta qualquer ser mais incauto.

 

Quem se atreveria a tocar naquele tesouro?

 

Assim somos nós, portadores de um tesouro interno de valor incalculável, um tesouro único, com características únicas, mas que na verdade, em muitos casos, nem sabemos que existe, não sabemos que é nosso, e mesmo quando temos uma vaga ideia da sua existência, mesmo quando reconhecemos uma parte e a reclamamos para nós, não fazemos ideia de como a gerir.

 

Este é o tempo de entrar dentro desta dualidade. Somos merecedores do nosso próprio tesouro? Somos capazes de o receber e de fazer um bom uso dele? Temos suficiente amor dentro de nós para ir ao encontro do nosso Dragão de Fogo? Saberemos nós aceitar que não estamos preparados para reclamar ainda o que é nosso, pois não sabemos como o fazer?

 

Olha para ti! Estás sem energia? Esgotado? Cansado? Dividido? Estás prestes a desistir? Então dirige-te humildemente ao teu Guardião de Fogo e pede-lhe permissão para adentrares essa caverna. Entra em contacto com o teu tesouro interno, ou com partes dele. Permite-te sentir e tocar essas relíquias, essas riquezas interiores, que são os teus valores, os teus princípios, as tuas leis internas, a tua verdade, a tua chama interior, as tuas capacidades e habilidades manuais, psíquicas, etc.

 

Abre o teu coração e a tua mente para alcançares uma visão mais abrangente do que podes fazer com tudo isso. Traz um pouco dessa energia, desse tesouro, e verás como te sentirás mais vivo, mais inteiro, mais tu mesmo e com vontade de sair para o mundo e tocar o outro com a tua sensibilidade, com o teu poder de unir e acolher, de amar e respeitar, de orientar e ajudar.

 

Agora tu! Estás demasiado nervoso, irritado, capaz de cometer uma qualquer loucura? Tens tanta energia que não sabes o que fazer com ela? Não consegues dormir? Estás exausto? Embirras com tudo e com todos? Então, dirige-te humildemente ao teu Guardião de Fogo e pede-lhe que guarde essa parte do teu tesouro, até que estejas pronto para a reclamar outra vez, pois ela sempre será tua, sempre!

 

Nada há a temer, pelo contrário. Quando temos excesso de energia devemos ser suficientemente sábios para a saber largar. O Dragão de Fogo fará essa gestão por ti e logo assim que tomes consciência e concluas as aprendizagens que precisas para este momento, estarás novamente em condições de resgatar o teu riquíssimo tesouro.

 

Jamais temas o teu Dragão de Fogo, ele é um aliado poderoso e se souberes trabalhar com ele, poderás usufruir do Fogo que te ilumina e aquece o Espírito, caso contrário será o teu pior inimigo, pois sempre que tentares tocar o teu tesouro interno e ainda não estiveres preparado, o Guardião de Fogo te perseguirá envolto em chamas e lançará sobre ti o Fogo que queima a tua consciência, aquela que quando te deitas, não te deixa dormir.

 

O dia está envolto numa forte e intensa energia 9 e seus desdobramentos (18, 27, 54). Cada um destes desdobramentos dá lugar a várias lições, aprendizagens e seus respectivos desafios, é preciso pois, estar preparado.

 

Mais uma vez, a preguiça e falta de foco estão na ordem do dia e deste mês em particular. Também um excesso de insatisfação e uma exigência e cobrança extrema (quer a nós, quer aos outros, quer à vida no seu todo) estão em cima da mesa, sendo usadas como motivo, desculpa e justificação para não fazer nada, para entrar em modo de estagnação.

 

Mais uma vez a decisão é tua, é minha, é nossa! Cada um será responsável pelas suas escolhas e a tentativa de culpares os outros e a vida por tudo o que de mal te acontece já não pega!

 

Não te deixes enlear na teia da mesquinhez, não te vendas, não repitas o que outros disseram, pensa por ti, sente, pesquisa, busca, mesmo que isso demore mais tempo, não tem qualquer importância, isto não é uma corrida para ver quem chega primeiro. Repara que é por causa da energia gerada por uma competitividade podre, que tantos de nós fazem escolhas precipitadas e consequentemente desadequadas e desajustadas ao que efectivamente precisamos para crescer e aprender, para partilhar e para ensinar.

 

Liberta-te para te enraizares cada vez mais no céu e na terra. Sê!

 

Nota final: Para aqueles mais distraídos ou que possam ter dúvidas (e como estamos numa era em que ocultar, esconder e tapar já não é sustentada por energias elevadas), fica o esclarecimento: o Dragão de Fogo representa na verdade um aspecto teu. Ele é também um representante dos Dragões, esses seres que um dia povoaram a Terra mas que se retiraram devido ao caos em que a humanidade mergulhou, mas isso fica para outra vez.

 

 

Eva Veigas

26/6/2018

26.06.18 | Eva Veigas

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O momento continua a pedir que nos mantenhamos dentro, não isolados do mundo, mas aninhados sob as nossas próprias asas, para nossa própria protecção.

Por muito conhecimento que tenhamos, ainda não estamos aptos para nos elevarmos acima duma certa mediocridade, ainda empenhamos o nosso tempo e a nossa vida em acontecimentos marginais, que não ressoam em nada com as poderosas frequências que vibram em amor e compaixão.

Ainda não somos capazes de entender a linguagem amorosa do perdão. Ainda estamos longe de nos elevarmos até ao primeiro nível de Altas Frequências, onde é possível contactar com vibrações de cura e sanação.

Podemos ter muita vontade de o fazer e de nos julgarmos capazes de tamanho feito, mas falhamos logo nos testes mais básicos.

Ora vejamos: quando tudo nos corre de feição, somos os melhores, os maiores, os que levam tudo a bem, blá, blá, blá, mas assim que surge a mais ínfima contrariedade lá vamos nós para o lugar das queixinhas, das vitimizações, onde "tudo me corre mal", "só a mim é que me acontece", ou "devo ter feito muito mal noutra vida". É ou não é?

Assim que entramos nesse jogo, fazemos desmoronar muitas das nossas conquistas e abafamos as tais frequências maravilhosas de luz e compreensão, de aceitação e de paz, de amor incondicional que tanto se apregoa (sem se fazer a mais pálida ideia do que se está a falar)!

Este é um tempo de desmoronamento interior. Não se surpreendam se nos próximos dias sentirem que estão a desabar por dentro, e que eventualmente, isso se manifeste também exteriormente. Não se admirem se começarem a sentir-se mais divididos, mais desamparados, mais doridos a nível emocional, pois esse teste está aqui para ser superado e transcendido.

Não adiem, se puderem, claro, não façam de conta que nada disto vos diz respeito, porque diz respeito a todos nós. A cada um de nós, independente de crenças, religiões, práticas, etc.

A expressão mais elevada da energia para hoje é muito intensa, pois tem como regente o Número 11, que vem incitar à superação, que vem trazer a motivação necessária a cada um, que vem trazer um aporte de inspiração e de fusão.

Hoje é possível largar medos castradores e limitadores, é possível trazer para mais perto a necessidade de nos libertarmos de certas amarras e correntes que foram forjadas sob o jugo do medo de nos afirmarmos, de reconhecer que somos co-criadores, de reconhecer que podemos efectivamente mudar o mundo (mudando o nosso próprio mundo interior), de sermos mais amorosos e de estarmos mais disponíveis para os outros, principalmente a nossa família, amigos, comunidade, sociedade..., de sermos capazes de manifestar abundância e prosperidade, de sermos capazes de materializar os nossos sonhos, por muito loucos ou utópicos que eles possam parecer.

Hoje é possível apaziguar muitas lutas internas, mas há que permanecer leal ao nosso compromisso connosco.

É por isso que sobretudo hoje nos devemos manter aninhados sob a imensa protecção dos nossos Pais Espirituais, das nossas próprias asas e sobretudo das Asas Douradas do Grande Espírito. 

Eva Veigas

25/6/2018

25.06.18 | Eva Veigas

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O momento é de introspecção depois de um fim-de-semana extraordinariamente agitado, devido à conjuntura numerológica do momento presente.

No passado Sábado, sob o olhar atento do Número Mestre 22 abriu-se mais um portal energético, o qual irá permitir um reposicionamento, relativamente a quatro grandes temas absolutamente desafiantes para muitos humanos:

1º) Confronto interno – estamos mais conscientes acerca da nossa divisão interna. Vemos mais luz porque também vemos mais sombra. Aliás, quanto mais luz ancoramos, mais aspectos sombra vão surgindo por detrás dos véus que vão caindo em maior número e mais rapidamente.

Perante esta nova realidade interna surgem outros desafios, de um calibre diferente. Já não adianta fingir que não se vê, mas ainda é complicado lidar com esta nova versão de nós mesmos. Ainda é difícil aceitar o que somos e quem somos. Ainda é estranho aceitar que somos ambos: luz e sombra. 

Ainda não compreendemos bem para onde estamos a caminhar e em quê ou quem nos iremos tornar.
A ideia é não desistir. Não abrir mão de tudo o que conquistámos até aqui. Esta conjuntura numerológica e não só, pois ela é muitíssimo apoiada pela astrologia e por outras ciências e conhecimentos ancestrais, pede-nos calma e serenidade o que nos leva a um outro desafio deste portal.

2º) Falta de confiança – manifesta-se uma imensa dificuldade para confiar em nós mesmos, na nossa intuição, nos nossos instintos e no nosso poder interno. 

As nossas capacidades, qualidades e características únicas não são reconhecidas por nós, o que nos coloca numa posição complicada, difícil, onde aguardamos ansiosamente por uma solução exterior e miraculosa que nos salve de nós mesmos.

É tempo de observar internamente este movimento e parar para avaliar que emoções estão a bloquear e a comprometer as nossas mais elevadas aspirações.

Observar e não julgar! É tempo de largar a espada que constantemente está apontada na nossa direcção.

3º) Falta de compromisso interno – Facilmente nos descomprometemos e desresponsabilizamos da parte que nos cabe – aquela parte em que somos nós a contribuir para o bem comum. 

Queremos receber, cobramos aos outros, aquilo que não somos ainda capazes de dar, mas não somos capazes de contribuir com um pedacinho de amor, de compreensão, de compaixão, de elevação para melhorar um pouco a vida de alguém. 

Levar a vida de forma leve não é a mesma coisa que levar a vida de forma descomprometida e irresponsável. 

4º) Incapacidade de se manter no aqui e agora – A maioria de nós vive no passado, ou no futuro. Viver num ou noutro momento exige um desgaste de energia enorme, energia essa que nos faria falta para estar em total Presença, a cada “Aqui e Agora”, para criar, para trabalhar, para meditar, para estudar, para enviar energia de cura para nós mesmos, para os outros, para o planeta, etc.

No Domingo, o dia foi regido pelo Número 5 que não raro implica grandes transformações, mudanças e energia fortemente tensa.

A incerteza e o medo deram lugar a uma série de resistências que apenas nos afastam mais e mais do nosso centro. Seria bom termos a capacidade e a suficiente flexibilidade interna para nos podermos acercar mais de nós mesmo, de forma gentil, suave e serena, a fim de podermos aceder a um patamar mais elevado em relação à nossa própria perspectiva das coisas e dos acontecimentos.

Hoje, e após estas conturbações internas que têm obviamente a sua contraparte externa, assistimos a uma necessidade de atravessar mais uma camada interna que nos leve ainda mais para perto de nós.

Esta caminhada pede silêncio, interioridade, calma, serenidade, distanciamento emocional e ancoramento numa energia amorosa, onde a mansidão e a humildade se encontram inevitavelmente unidas.

O maior desafio de hoje está em conseguir manter os pés no chão, ficar e permanecer totalmente presente, independentemente da situação que se esteja a experimentar, pois a tendência é abandonar o barco, saltando borda fora. A capacidade (ou falta dela) de lidar com a pressão irá ditar o tom deste momento. 

O convite à transformação de situações caóticas, nomeadamente no que se refere a questões familiares é muitíssimo evidente. Cada um saberá se está apto e capaz de transformar dentro a dificuldade que vê fora.

O contínuo desafio de aliar a materialidade à espiritualidade está presente, e traz muitas situações e experiências para que cada um possa continuar a desbravar caminho nessa direcção. 

O material sem o espiritual não tem sustentação energética e por isso tudo o que for criado nessa energia irá, mais tarde ou mais cedo, certamente, perecer, desmantelar-se, dissolver-se, esfumar-se.

Eva Veigas

22/6/2018

22.06.18 | Eva Veigas

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O momento é de expansão, de ampliação, de trazer para fora o que foi sendo gerado dentro.
Mas não é uma expansão desordenada, pois não se trata de caos, bem pelo contrário.

 

É uma expansão ordenada, estruturada. Cada passo é dado com conhecimento e mestria, como se soubéssemos exactamente a consequência que resultará desse movimento.

 

O movimento é leve, mas firme, ritmado, mas fluído e sobretudo muito poderoso, pois leva uma direcção precisa, cirúrgica, porém apoiada numa expressão sustentada em Amor, compreensão, consciência do Eu Sou.

 

Há uma consciência interior, profunda, uma sabedoria que implica uma espécie de certeza que nos devolve quietude, paz e nos torna imperturbáveis ante a mudança que silenciosamente acontece a cada momento, mesmo debaixo do nosso nariz.

 

Os eixos numerológicos hoje são muitíssimo fortes. Temos, por exemplo o eixo 22 - 22, ou o 22 - 8 ou o 8 - 40.

 

Todos eles estão fortemente ancorados no Elemento Água, mas sobretudo no Elemento Terra.

 

É tempo de manifestar através da criatividade gerada por um campo emocional poderoso, trabalhado, consciente das suas possibilidades.

 

É tempo de trazer à Terra a manifestação sagrada que o Céu emana através da sua Luz Líquida que é o Amor da Criação.

 

 

Eva Veigas

21/6/2018

21.06.18 | Eva Veigas

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O momento é de contracção. Experimentá-la-emos de todas as formas prováveis, pois são infinitas as possibilidades de que dispomos.

 

A sensação de que tudo está suspenso, que nada avança, que nada se manifesta porque uma espécie de névoa nos envolve e não nos permite ver mais além.

 

O corpo físico reflecte isto mesmo, por isso é importante manter o foco na respiração, respirando conscientemente, sentindo o ar que entra e o ar que sai...

 

Existe uma propensão para parar, parar o movimento externo, mas o que mais nos pode ajudar é parar o movimento interno: o turbilhão emocional, a confusão, o medo, a raiva, a própria sensação de impotência, pois tudo isso provoca uma espécie de torpor, de condicionamento, como se de repente sentíssemos que a vida fica em câmara lenta.

 

Atingir esse estado de receptividade, de abertura, de permissão interna, liberta-nos das dúvidas, dos medos e dos bloqueios e atira-nos para um outro estado mais alerta, mais consciente da realidade que está a acontecer e onde nós estamos a acontecer, onde estamos a ser, onde estamos a respirar.

 

Para muitos de nós, o dia de hoje pode constituir um marco importante, capaz de nos devolver ao centro, à Câmara Secreta onde arde a nossa Chama Trina, lugar a partir do qual toda a nossa perspectiva dos acontecimentos da nossa vida se transforma e se eleva.

 

Eva Veigas

20/6/2018

20.06.18 | Eva Veigas

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O momento é de união, de cooperação, de dar as mãos, de abraçar, de acolher, porém sempre respeitando a identidade de cada ser.

 

O caminho está aberto e cada um deve seguir o seu trilho de acordo com as suas escolhas, respeitando os seus princípios, honrando os seus valores.

 

O desafio deste mês, que se prende com a dificuldade em avançar, devolve-nos uma sensação de impedimento, o que nos faz questionar se estamos de facto no caminho "certo" para nós.

 

E outro desafio lhe subjaz, pois agora o teste reside na nossa capacidade de escutar a nossa voz interior, de seguir a nossa intuição, de conseguir captar os pequenos ou grandes sinais que nos vão revelando o passo seguinte.

 

Uma parte da nossa mente, aquela que se encontra em modo automático e se limita a repetir infinitamente os pensamentos mais tenebrosos que possamos ter, irá dificultar-nos a vida, na medida em que o permitirmos.

 

Essa parte não está lá para que cruzemos os braços esperando que essa nuvem ameaçadora que paira sobre a nossa cabeça, simplesmente se desvaneça. Pelo contrário, ela está lá para que compreendamos de que massa somos feitos e que temos muitas possibilidades, muitas capacidades que nos permitem superar estes desafios.

 

É através destes desafios que nos poremos a caminho, de mochila às costas, levando apenas o essencial - e o essencial é leve, muito leve -, prontos para iniciar mais uma etapa nas nossas curtas vidas por aqui.

 

Por agora, basta assegurar que um estado interno, onde a boa vontade impera, já é meio caminho andado para resolver uma boa parte dos dilemas, problemas e complicações em que andamos mergulhados.

 

Usar o discernimento, e sobretudo não nos precipitarmos em julgamentos e em críticas, ajuda sobremaneira a evitar muitos desastres e muitos mal-entendidos.

 

E é sempre bom lembrar que tudo o que parte de nós, volta a nós, portanto cuidemos do que sai para que o regresse seja doce e não amargo.

 

Eva Veigas

16/6/2018

16.06.18 | Eva Veigas

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 Beautiful Artworks by Elena Dudina

 

Através da dificuldade se chega à solução. O sofrimento cria camadas de uma aparente protecção, de modo a impedir que as feridas provocadas por esse sofrimento fiquem expostas e possam desse modo ser facilmente acedidas, quer por nós, quer pelos outros.

 

Essas camadas protegem até certa medida o ser que se quer livrar do sofrimento a todo o custo, e em grande parte isso parece constituir uma boa táctica, mas na verdade o que sucede é que essa postura, muitas vezes inconsciente (há reacções automáticas à dor gerada pelas diferentes formas de sofrimento) gera diferentes estados de anestesia mais ou menos profunda.

 

É nesse estado que se encontra uma boa parte da humanidade. É nesse estado que muitas pessoas com que nos relacionamos diariamente se encontram. É nesse estado que muitos de nós já estivemos ou ainda nos encontramos.

 

Mas como sair desse estado de letargia?

 

Acima de tudo é preciso querer muito, embora essa decisão, em grande parte das situações não seja suficiente. O que nos move a sair e que determina a nossa decisão e correspondente movimentação de um estado para outro é o cansaço, a exaustão que nós mesmos, num dado momento, sentimos. É o "Já não me aguento mais a mim mesmo!"

 

É nesse momento que a "vítima" em nós se mostra e revela um pouco e só nesse exacto segundo a podemos ver e a podemos acudir.

 

A vítima que se escondia e escudava atrás de tudo e de todos, que se justificava atrás de todo o tipo de desculpas e justificações, mostra-se agora, embora ainda um pouco a medo, mais disponível para encarar uma nova possibilidade - a de se libertar do medo, da dor e acima de tudo da anestesia por eles provocada.

 

A partir deste momento a vítima pode escolher seguir em frente ou ficar onde está, mas uma coisa é certa, ela já não pode ignorar o que viu e sentiu. Ela já viu e já se apercebeu que é possível começar a despertar desse longo sono, dessa longa anestesia onde tem estado mergulhada.

 

Eva Veigas

15/6/2018

15.06.18 | Eva Veigas

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Tempos de mudança exigem elevados padrões de responsabilidade, exigência e sustentação em torno da transição para o novo paradigma.

 

Os novos modelos que se vão adoptando, por via de uma nova consciência que se vai alicerçando em nós, exigem grande coragem, uma capacidade de adaptação constante (um pouco (ou muito) camaleónica), pois observa-se a necessidade de nos ajustarmos e reajustarmos continuadamente a cada novo desafio, a cada novo obstáculo (assim designamos cada situação que nos provoca desconforto, dor e/ou contrariedade) e um aperfeiçoamento na nossa forma de encarar os problemas que nos afectam directamente.

 

Mas uma nova consciência surge, em muitos casos, de forma ainda incipiente, assaz silenciosa e por isso quase imperceptível, que vai revelando uma abrangência maior, que cobre e se alarga a um conjunto de problemas e desafios transversais à humanidade inteira.

 

É esse novo estado de consciência que está surgindo no horizonte, como um Sol nascente, que começa a revelar os primeiros raios com as suas cores deslumbrantes e brilhantes.

 

É esse estado que leva a mente a ajudar-nos a compreender que o nosso caminho, em direcção a um novo estado de ser, que eventualmente, produzirá seres de vibração mais elevada e de mais alta frequência, está agora a começar.

 

Há que compreender, fazendo um esforço até, a dimensão do que está para se manifestar e acima de tudo não temer esta mudança interior, não temer assumir o que somos, não temer validar tudo o que já fomos um dia, mas acima de tudo não temer o compromisso que estamos prestes a fazer connosco: o de iniciar esta jornada, com a firme convicção de que estamos a construir um mundo novo.

 

Um mundo que será construído com base na nossa experiência, onde devemos ter bem presente todas as experiências que não devolveram crescimento, que não permitiram a existência da vida de outros seres (humanos ou não), que não trouxeram a possibilidade de trabalhar em total cooperação entre povos.

 

Cada um de nós pode agora selar esse compromisso interno, dentro do seu espaço sagrado, sem necessidade de tornar isso público. É um momento de cada um, no tempo de cada um. Não são necessários rituais, nem cursos, nem workshops, nem teatros, nem dramas...

 

Tudo o que é sagrado é simples. Portanto torna esse teu voto simples, despojado de acessórios supérfluos.

 

Toma um momento para ti, quando sentires o chamado do teu coração e compromete-te no caminho verdadeiro, o único que te pode conduzir de volta a casa.

 

Eva Veigas

Massagem Terapêutica - Toque de Cura

09.06.18 | Eva Veigas

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Massagem profundamente relaxante com óleos essenciais, com a ajuda preciosa do reino mineral através da conexão profunda com os cristais de cura.

Esta massagem proporciona uma profunda conexão interna levando-a numa viagem ao encontro de si mesma, através dos sentidos.

A massagem é conhecida desde a antiguidade pelas suas virtudes e pelos seus benefícios únicos.

A massagem que executo é baseada na massagem terapêutica comum e noutros tipos de massagem, que pratico há mais de 20 anos, aliada à minha intuição e capcidade de entender a linguagem do corpo: as suas tensões, as suas memórias, os seus medos.

 

Massagem localizada: 30m

Massagem integral relaxante: 1h

 

Atendimento de 2ª a Sábado entre as 11h e as 18h

Local: São Domingos de Rana

 

 

 

4 - O grande desafio de Junho

02.06.18 | Eva Veigas

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 Art by Iris Scott

 

O grande desafio de Junho é regido pelo Número 4, o Senhor da Ordem.

 

A grande dificuldade está e irá ser sentida em termos de contrariedade, impedimentos e obstáculos de toda a espécie, mas a nossa dificuldade, o nosso teste pessoal vai ser manter o foco naquilo que é realmente importante e prioritário para cada um de nós.

 

É preciso estar mais atento e fazer um esforço maior de modo a não deixar passar certas oportunidades, pelo simples facto de não estarmos preparados para quando elas chegarem.

 

Por essa mesma razão é importante cuidar da nossa organização pessoal, quer no que diz respeito ao nosso espaço privado, quer ao profissional. Tudo precisa de estar funcional ou entraremos numa espiral confusa onde nos perdermos facilmente.

 

O 4 implica foco constante, sem perder de vista o essencial. Ora, este Número encontra-se precisamente a exercer a sua influência numa posição difícil - a casa do desafio complementar ou secundário, o qual se vai conjugando com o desafio principal a cada dia do mês.

 

É essa dinâmica que nos vai mostrando e indicando a direcção, dificuldade e intensidade deste desafio, cujas nuances se revelam de acordo com esta dança.

 

Adiar decisões, adiar projectos, adiar os nossos deveres e obrigações, desviar a cara para o lado, fingir que os problemas não estão lá, serão a receita certa para este mês se poder tornar desastroso ou num verdadeiro pesadelo.

 

Como travar ou transformar este desafio?

 

A resposta reside numa imensa capacidade de colocar a nossa atenção e o nosso foco no lado mais prático da vida. Deve dar-se prioridade a tudo o que implica prazos, compromissos inadiáveis, etc. 


A nível pessoal teremos de lidar com a preguiça, a inércia e a nossa incapacidade de lidar com os nossos limites.

 

Eva Veigas