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Eva Veigas

Numerologia, Tarot e Terapias para Desenvolvimento Pessoal e Espiritual.

Eva Veigas

Numerologia, Tarot e Terapias para Desenvolvimento Pessoal e Espiritual.

27.06.18

27/6/2018


Eva Veigas

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“It is he who, blazing, seeks burial mounds, He, the smooth, spiteful dragon that flies through the night, Enveloped in flame; all men fear him greatly.”

Beowulf

 

 

Encontramo-nos já sob a influência desta Lua Cheia. Podemos perceber isso em nós e à nossa volta. A Lua enche e nós também, para depois nos podermos esvaziar e despir de tudo, uma e outra vez, em ciclos contínuos, numa cadência própria, única, e sobre a qual, não temos nenhum tipo de controlo (como, de resto, não temos sobre absolutamente nada)!

 

O dia de calendário marca o final de um pequeno ciclo, o qual poderíamos simbolizar através de uma simples imagem: uma Mulher, metade Fada, metade Bruxa; uma Feiticeira, uma conhecedora da Magia, de pé, em frente de uma gruta semi iluminada. Lá dentro, um enorme Dragão de Fogo, envolto em chamas, guarda um tesouro de valor incalculável.

 

A Sábia mulher não faz qualquer esforço para chegar ao tesouro, ela não tem intenção de lutar com o Dragão. Ela fala-lhe docemente na linguagem da alma, do Amor e da Compaixão, e procura entender o motivo da sua ferocidade. Os seus olhos são doces e ternos, meigos e mágicos, mas o seu poder atormenta qualquer ser mais incauto.

 

Quem se atreveria a tocar naquele tesouro?

 

Assim somos nós, portadores de um tesouro interno de valor incalculável, um tesouro único, com características únicas, mas que na verdade, em muitos casos, nem sabemos que existe, não sabemos que é nosso, e mesmo quando temos uma vaga ideia da sua existência, mesmo quando reconhecemos uma parte e a reclamamos para nós, não fazemos ideia de como a gerir.

 

Este é o tempo de entrar dentro desta dualidade. Somos merecedores do nosso próprio tesouro? Somos capazes de o receber e de fazer um bom uso dele? Temos suficiente amor dentro de nós para ir ao encontro do nosso Dragão de Fogo? Saberemos nós aceitar que não estamos preparados para reclamar ainda o que é nosso, pois não sabemos como o fazer?

 

Olha para ti! Estás sem energia? Esgotado? Cansado? Dividido? Estás prestes a desistir? Então dirige-te humildemente ao teu Guardião de Fogo e pede-lhe permissão para adentrares essa caverna. Entra em contacto com o teu tesouro interno, ou com partes dele. Permite-te sentir e tocar essas relíquias, essas riquezas interiores, que são os teus valores, os teus princípios, as tuas leis internas, a tua verdade, a tua chama interior, as tuas capacidades e habilidades manuais, psíquicas, etc.

 

Abre o teu coração e a tua mente para alcançares uma visão mais abrangente do que podes fazer com tudo isso. Traz um pouco dessa energia, desse tesouro, e verás como te sentirás mais vivo, mais inteiro, mais tu mesmo e com vontade de sair para o mundo e tocar o outro com a tua sensibilidade, com o teu poder de unir e acolher, de amar e respeitar, de orientar e ajudar.

 

Agora tu! Estás demasiado nervoso, irritado, capaz de cometer uma qualquer loucura? Tens tanta energia que não sabes o que fazer com ela? Não consegues dormir? Estás exausto? Embirras com tudo e com todos? Então, dirige-te humildemente ao teu Guardião de Fogo e pede-lhe que guarde essa parte do teu tesouro, até que estejas pronto para a reclamar outra vez, pois ela sempre será tua, sempre!

 

Nada há a temer, pelo contrário. Quando temos excesso de energia devemos ser suficientemente sábios para a saber largar. O Dragão de Fogo fará essa gestão por ti e logo assim que tomes consciência e concluas as aprendizagens que precisas para este momento, estarás novamente em condições de resgatar o teu riquíssimo tesouro.

 

Jamais temas o teu Dragão de Fogo, ele é um aliado poderoso e se souberes trabalhar com ele, poderás usufruir do Fogo que te ilumina e aquece o Espírito, caso contrário será o teu pior inimigo, pois sempre que tentares tocar o teu tesouro interno e ainda não estiveres preparado, o Guardião de Fogo te perseguirá envolto em chamas e lançará sobre ti o Fogo que queima a tua consciência, aquela que quando te deitas, não te deixa dormir.

 

O dia está envolto numa forte e intensa energia 9 e seus desdobramentos (18, 27, 54). Cada um destes desdobramentos dá lugar a várias lições, aprendizagens e seus respectivos desafios, é preciso pois, estar preparado.

 

Mais uma vez, a preguiça e falta de foco estão na ordem do dia e deste mês em particular. Também um excesso de insatisfação e uma exigência e cobrança extrema (quer a nós, quer aos outros, quer à vida no seu todo) estão em cima da mesa, sendo usadas como motivo, desculpa e justificação para não fazer nada, para entrar em modo de estagnação.

 

Mais uma vez a decisão é tua, é minha, é nossa! Cada um será responsável pelas suas escolhas e a tentativa de culpares os outros e a vida por tudo o que de mal te acontece já não pega!

 

Não te deixes enlear na teia da mesquinhez, não te vendas, não repitas o que outros disseram, pensa por ti, sente, pesquisa, busca, mesmo que isso demore mais tempo, não tem qualquer importância, isto não é uma corrida para ver quem chega primeiro. Repara que é por causa da energia gerada por uma competitividade podre, que tantos de nós fazem escolhas precipitadas e consequentemente desadequadas e desajustadas ao que efectivamente precisamos para crescer e aprender, para partilhar e para ensinar.

 

Liberta-te para te enraizares cada vez mais no céu e na terra. Sê!

 

Nota final: Para aqueles mais distraídos ou que possam ter dúvidas (e como estamos numa era em que ocultar, esconder e tapar já não é sustentada por energias elevadas), fica o esclarecimento: o Dragão de Fogo representa na verdade um aspecto teu. Ele é também um representante dos Dragões, esses seres que um dia povoaram a Terra mas que se retiraram devido ao caos em que a humanidade mergulhou, mas isso fica para outra vez.

 

 

Eva Veigas

26.06.18

26/6/2018


Eva Veigas

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O momento continua a pedir que nos mantenhamos dentro, não isolados do mundo, mas aninhados sob as nossas próprias asas, para nossa própria protecção.

Por muito conhecimento que tenhamos, ainda não estamos aptos para nos elevarmos acima duma certa mediocridade, ainda empenhamos o nosso tempo e a nossa vida em acontecimentos marginais, que não ressoam em nada com as poderosas frequências que vibram em amor e compaixão.

Ainda não somos capazes de entender a linguagem amorosa do perdão. Ainda estamos longe de nos elevarmos até ao primeiro nível de Altas Frequências, onde é possível contactar com vibrações de cura e sanação.

Podemos ter muita vontade de o fazer e de nos julgarmos capazes de tamanho feito, mas falhamos logo nos testes mais básicos.

Ora vejamos: quando tudo nos corre de feição, somos os melhores, os maiores, os que levam tudo a bem, blá, blá, blá, mas assim que surge a mais ínfima contrariedade lá vamos nós para o lugar das queixinhas, das vitimizações, onde "tudo me corre mal", "só a mim é que me acontece", ou "devo ter feito muito mal noutra vida". É ou não é?

Assim que entramos nesse jogo, fazemos desmoronar muitas das nossas conquistas e abafamos as tais frequências maravilhosas de luz e compreensão, de aceitação e de paz, de amor incondicional que tanto se apregoa (sem se fazer a mais pálida ideia do que se está a falar)!

Este é um tempo de desmoronamento interior. Não se surpreendam se nos próximos dias sentirem que estão a desabar por dentro, e que eventualmente, isso se manifeste também exteriormente. Não se admirem se começarem a sentir-se mais divididos, mais desamparados, mais doridos a nível emocional, pois esse teste está aqui para ser superado e transcendido.

Não adiem, se puderem, claro, não façam de conta que nada disto vos diz respeito, porque diz respeito a todos nós. A cada um de nós, independente de crenças, religiões, práticas, etc.

A expressão mais elevada da energia para hoje é muito intensa, pois tem como regente o Número 11, que vem incitar à superação, que vem trazer a motivação necessária a cada um, que vem trazer um aporte de inspiração e de fusão.

Hoje é possível largar medos castradores e limitadores, é possível trazer para mais perto a necessidade de nos libertarmos de certas amarras e correntes que foram forjadas sob o jugo do medo de nos afirmarmos, de reconhecer que somos co-criadores, de reconhecer que podemos efectivamente mudar o mundo (mudando o nosso próprio mundo interior), de sermos mais amorosos e de estarmos mais disponíveis para os outros, principalmente a nossa família, amigos, comunidade, sociedade..., de sermos capazes de manifestar abundância e prosperidade, de sermos capazes de materializar os nossos sonhos, por muito loucos ou utópicos que eles possam parecer.

Hoje é possível apaziguar muitas lutas internas, mas há que permanecer leal ao nosso compromisso connosco.

É por isso que sobretudo hoje nos devemos manter aninhados sob a imensa protecção dos nossos Pais Espirituais, das nossas próprias asas e sobretudo das Asas Douradas do Grande Espírito. 

Eva Veigas

25.06.18

25/6/2018


Eva Veigas

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O momento é de introspecção depois de um fim-de-semana extraordinariamente agitado, devido à conjuntura numerológica do momento presente.

No passado Sábado, sob o olhar atento do Número Mestre 22 abriu-se mais um portal energético, o qual irá permitir um reposicionamento, relativamente a quatro grandes temas absolutamente desafiantes para muitos humanos:

1º) Confronto interno – estamos mais conscientes acerca da nossa divisão interna. Vemos mais luz porque também vemos mais sombra. Aliás, quanto mais luz ancoramos, mais aspectos sombra vão surgindo por detrás dos véus que vão caindo em maior número e mais rapidamente.

Perante esta nova realidade interna surgem outros desafios, de um calibre diferente. Já não adianta fingir que não se vê, mas ainda é complicado lidar com esta nova versão de nós mesmos. Ainda é difícil aceitar o que somos e quem somos. Ainda é estranho aceitar que somos ambos: luz e sombra. 

Ainda não compreendemos bem para onde estamos a caminhar e em quê ou quem nos iremos tornar.
A ideia é não desistir. Não abrir mão de tudo o que conquistámos até aqui. Esta conjuntura numerológica e não só, pois ela é muitíssimo apoiada pela astrologia e por outras ciências e conhecimentos ancestrais, pede-nos calma e serenidade o que nos leva a um outro desafio deste portal.

2º) Falta de confiança – manifesta-se uma imensa dificuldade para confiar em nós mesmos, na nossa intuição, nos nossos instintos e no nosso poder interno. 

As nossas capacidades, qualidades e características únicas não são reconhecidas por nós, o que nos coloca numa posição complicada, difícil, onde aguardamos ansiosamente por uma solução exterior e miraculosa que nos salve de nós mesmos.

É tempo de observar internamente este movimento e parar para avaliar que emoções estão a bloquear e a comprometer as nossas mais elevadas aspirações.

Observar e não julgar! É tempo de largar a espada que constantemente está apontada na nossa direcção.

3º) Falta de compromisso interno – Facilmente nos descomprometemos e desresponsabilizamos da parte que nos cabe – aquela parte em que somos nós a contribuir para o bem comum. 

Queremos receber, cobramos aos outros, aquilo que não somos ainda capazes de dar, mas não somos capazes de contribuir com um pedacinho de amor, de compreensão, de compaixão, de elevação para melhorar um pouco a vida de alguém. 

Levar a vida de forma leve não é a mesma coisa que levar a vida de forma descomprometida e irresponsável. 

4º) Incapacidade de se manter no aqui e agora – A maioria de nós vive no passado, ou no futuro. Viver num ou noutro momento exige um desgaste de energia enorme, energia essa que nos faria falta para estar em total Presença, a cada “Aqui e Agora”, para criar, para trabalhar, para meditar, para estudar, para enviar energia de cura para nós mesmos, para os outros, para o planeta, etc.

No Domingo, o dia foi regido pelo Número 5 que não raro implica grandes transformações, mudanças e energia fortemente tensa.

A incerteza e o medo deram lugar a uma série de resistências que apenas nos afastam mais e mais do nosso centro. Seria bom termos a capacidade e a suficiente flexibilidade interna para nos podermos acercar mais de nós mesmo, de forma gentil, suave e serena, a fim de podermos aceder a um patamar mais elevado em relação à nossa própria perspectiva das coisas e dos acontecimentos.

Hoje, e após estas conturbações internas que têm obviamente a sua contraparte externa, assistimos a uma necessidade de atravessar mais uma camada interna que nos leve ainda mais para perto de nós.

Esta caminhada pede silêncio, interioridade, calma, serenidade, distanciamento emocional e ancoramento numa energia amorosa, onde a mansidão e a humildade se encontram inevitavelmente unidas.

O maior desafio de hoje está em conseguir manter os pés no chão, ficar e permanecer totalmente presente, independentemente da situação que se esteja a experimentar, pois a tendência é abandonar o barco, saltando borda fora. A capacidade (ou falta dela) de lidar com a pressão irá ditar o tom deste momento. 

O convite à transformação de situações caóticas, nomeadamente no que se refere a questões familiares é muitíssimo evidente. Cada um saberá se está apto e capaz de transformar dentro a dificuldade que vê fora.

O contínuo desafio de aliar a materialidade à espiritualidade está presente, e traz muitas situações e experiências para que cada um possa continuar a desbravar caminho nessa direcção. 

O material sem o espiritual não tem sustentação energética e por isso tudo o que for criado nessa energia irá, mais tarde ou mais cedo, certamente, perecer, desmantelar-se, dissolver-se, esfumar-se.

Eva Veigas

22.06.18

22/6/2018


Eva Veigas

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O momento é de expansão, de ampliação, de trazer para fora o que foi sendo gerado dentro.
Mas não é uma expansão desordenada, pois não se trata de caos, bem pelo contrário.

 

É uma expansão ordenada, estruturada. Cada passo é dado com conhecimento e mestria, como se soubéssemos exactamente a consequência que resultará desse movimento.

 

O movimento é leve, mas firme, ritmado, mas fluído e sobretudo muito poderoso, pois leva uma direcção precisa, cirúrgica, porém apoiada numa expressão sustentada em Amor, compreensão, consciência do Eu Sou.

 

Há uma consciência interior, profunda, uma sabedoria que implica uma espécie de certeza que nos devolve quietude, paz e nos torna imperturbáveis ante a mudança que silenciosamente acontece a cada momento, mesmo debaixo do nosso nariz.

 

Os eixos numerológicos hoje são muitíssimo fortes. Temos, por exemplo o eixo 22 - 22, ou o 22 - 8 ou o 8 - 40.

 

Todos eles estão fortemente ancorados no Elemento Água, mas sobretudo no Elemento Terra.

 

É tempo de manifestar através da criatividade gerada por um campo emocional poderoso, trabalhado, consciente das suas possibilidades.

 

É tempo de trazer à Terra a manifestação sagrada que o Céu emana através da sua Luz Líquida que é o Amor da Criação.

 

 

Eva Veigas

21.06.18

21/6/2018


Eva Veigas

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O momento é de contracção. Experimentá-la-emos de todas as formas prováveis, pois são infinitas as possibilidades de que dispomos.

 

A sensação de que tudo está suspenso, que nada avança, que nada se manifesta porque uma espécie de névoa nos envolve e não nos permite ver mais além.

 

O corpo físico reflecte isto mesmo, por isso é importante manter o foco na respiração, respirando conscientemente, sentindo o ar que entra e o ar que sai...

 

Existe uma propensão para parar, parar o movimento externo, mas o que mais nos pode ajudar é parar o movimento interno: o turbilhão emocional, a confusão, o medo, a raiva, a própria sensação de impotência, pois tudo isso provoca uma espécie de torpor, de condicionamento, como se de repente sentíssemos que a vida fica em câmara lenta.

 

Atingir esse estado de receptividade, de abertura, de permissão interna, liberta-nos das dúvidas, dos medos e dos bloqueios e atira-nos para um outro estado mais alerta, mais consciente da realidade que está a acontecer e onde nós estamos a acontecer, onde estamos a ser, onde estamos a respirar.

 

Para muitos de nós, o dia de hoje pode constituir um marco importante, capaz de nos devolver ao centro, à Câmara Secreta onde arde a nossa Chama Trina, lugar a partir do qual toda a nossa perspectiva dos acontecimentos da nossa vida se transforma e se eleva.

 

Eva Veigas

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