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Eva Veigas

Eva Veigas

Sab | 17.03.18

Cura Vibracional

Eva Veigas

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Uma sessão onde a cura chega até nós através da invocação e da evocação dos nossos ancestrais e dos nossos animais guardiões, e que com a magia do amor nos pegam pela mão levando-nos até ao ponto central do nosso cardíaco. Uma viagem ao som do tambor sagrado e das maracas. Um trabalho de amor baseado no xamanismo que é para mim um caminho de amor, um caminho do coração, um caminho que vai de coração a coração.

 

A sessão tem uma duração total de 1h00.

 

Atendimento de 2ª a Sábado

Entre as 10h e as 18h

Local: São Domingos de Rana

Marcações: evaveigas@sapo.pt

Sex | 16.03.18

Pensamento do dia

Eva Veigas

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Be Like a Lion

 

When you run after your thoughts, you are like a dog chasing a stick; every time a stick is thrown, you run after it. But if, instead, you look at where your thoughts are coming from, you will see that each thought arises and dissolves within the space of that awareness, without engendering other thoughts. Be like a lion, who rather than chasing after the stick, turns to face the thrower. One only throws a stick at a lion once.

Dilgo Khyentse Rinpoche

Sex | 09.03.18

De 12 a 18 de Março - V Ouros

Eva Veigas

Foto de Eva Veigas Medicine Woman.

 

A mensagem do Tarot para este período é-nos revelada pela carta ou arcano menor V Ouros.


O que está em causa é um momento em que devemos prestar especial atenção aos aspectos materiais da vida e à nossa relação com a materialdade ou com a fisicalidade do mundo.

 

Esta carta fala especificamente do aspecto mendicante que existe em todos nós, ainda que em alguns casos ele possa estar oculto ou velado, já que muitas pessoas conseguem esconder de forma brilhante este aspecto nas suas vidas.

 

A condição de mendigo surge sempre que nos colocamos numa posição de pedinte relativamente a algo que é nosso por direito. Sempre que mendigamos por atenção, por carinho, por amor, por respeito, etc. ficamos numa posição subalterna, criamos a condição ideal para sermos humilhados, ignorados, marginalizados, etc.

 

Se mendigamos é porque sentimos que algo nos falta e há que preencher esse vazio a todo o custo.

 

Por vezes, esta nossa posição torna-nos exigentes e egoístas, levando-nos a cobrar dos outros algo que também ainda não somos capazes de oferecer.

 

Portanto esta carta fala-nos da importância de observarmos com isenção, as nossas reais necessidades, as nossas verdadeiras motivações e prioridades.

 

É importante não deixarmos passar nenhuma oportunidade boa para crescer e transformar o que no nosso interior está pronto a ser aperfeiçoado, mas para isso precisaremos de deixar cair as crenças que nos limitam e nos impedem de viver uma vida plena.

 

Eva Veigas

 
Sex | 09.03.18

08/03/2018 - Número Mestre 22

Eva Veigas

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08/03/2018 - Número Mestre 22

 

Número Natural do Dia - 8
Número Universal do Dia – 22:4

Número do Ponto Forte do Dia – 18:9

Número do Ponto Fraco do Dia – 13:4

 

Sexto dia da série de 36 portais sob o manto do Número Mestre 22.

 

O sexto dia da série de 36 portais acontece no princípio da segunda semana numerológica de Março, cujo regente é 7. O 7 é considerado um dos mais mágicos, se não o mais mágico de todos os Números.

 

Ora a abertura de mais uma porta dentro do Portal 22, ocorre precisamente neste dia, o que mostra uma rara ocorrência, onde toda a energia parece evidenciar a necessidade de um certo recolhimento, ao mesmo tempo que somos levados a querer concretizar uma série de planos que têm estado em “stand by”.

 

Março chegou, e com ele a esperança da renovação. Não será por acaso que é durante este mês que celebramos o equinócio da Primavera e talvez seja a antecipação desse momento de renovação de que todos necessitamos, que esteja aqui em causa.

 

Por um lado, ainda necessitamos de algum recolhimento e introspecção e por outro já nos imaginamos numa outra fase das nossas vidas, onde uma maior abertura nos permitirá mais movimento, tanto interno como externo.

 

A este portal seguir-se-ão, em Março, mais dois, que trarão novas oportunidades e novas propostas para o nosso caminho.

 

Os portais de Março falam de um novo período que nos convida a reflectir acerca da nossa postura e da nossa responsabilidade perante a Vida. Não apenas em relação à nossa própria vida, mas também a responsabilidade que temos perante os outros, perante toda e qualquer forma de vida e perante o próprio planeta.  

 

O ponto forte 9 fala disso mesmo e alerta-nos para o facto de podermos actuar e para sairmos da inércia, do encolher de ombros ou do virar a cara para o lado, como se tudo o que seja exterior a nós, não nos dissesse respeito.

 

O 9 é detentor de energias ou vibrações que correspondem a uma sabedoria muito antiga. É que o 9 contém tudo em si mesmo, inclusive ele próprio. Há muitos conhecimentos e caminhos que nos podem levar a situações e soluções novas e eminentemente práticas.

 

Não é acertado assumirmos que já tudo foi descoberto ou que já não se pode fazer mais nada, pois já foi tudo inventado.

 

O processo cósmico criativo é interminável e o nosso acesso a esse processo é possível. Todos podemos e devemos beber dessa sabedoria e desses conhecimentos, ainda que para o efeito tenhamos de ser muitíssimo persistentes e determinados.

 

Este portal diz-nos que não é hora de baixar os braços. É hora de mostrar a fibra de que somos feitos. É hora de mostrar de quem somos filhos e filhas (e não me estou a referir aos nossos pais biológicos, embora esse factor também seja importante, como é óbvio). Estou a falar do facto de sermos filhos e filhas de Deus Pai e de Deusa Mãe.

 

Temos que estar prontos, e se não estamos, temos que nos preparar já e agir em conformidade. Temos que parar de estar à espera do dia em que nos sentiremos preparados. O momento é agora e não um dia destes. O momento é agora.

 

É desse momento de nos responsabilizarmos por nós mesmos e por tudo o que vive e respira que temos tanto medo. São milhares de milhões de memórias presas nas nossas células que nos devolvem esse medo e esse terror, mas há que largar isso de uma vez por todas. Há que arregaçar as mangas e simplesmente SER.

Há que parar de estar à espera dos outros e avançar. Fazer o que tem de ser feito.

 

Esse é o nosso calcanhar de Aquiles, o medo de encarar e assumir o ser maravilhoso e amoroso que vive em nós. O medo de nos tornarmos e sermos vulneráveis. O medo de olharmos nos olhos uns dos outros, de esticar a mão e de tocar o outro, como se isso fosse perigoso, como se se tratasse de alguma moléstia ou epidemia maligna.

 

Parece que é mais fácil detestar, odiar ou ser indiferente aos outros, do que amá-los, acarinhá-los, ajudá-los ou abraçá-los.

 

É desta transformação que se fala, é esta que é necessária, e é esta que contém muitas, se não todas, as soluções para uma verdadeira cooperação entre pessoas, povos e nações.

 

É esta transformação, esta morte eminente das nossas partes doentes, porque estão retorcidas, distorcidas, fora de uma vibração elevada, que todos tememos, como se isso nos tornasse um alvo ou nos tornasse menos dignos, quando na verdade essa transformação nos tornaria mais, mas tão mais humanos, mais mas tão mais próximos de Deus/Pai/Mãe.

 

 

Eth' Nah', A que Caminha nas Estrelas

Eva Vilela Veigas

Seg | 05.03.18

Números 8 e 1 são os maiores desafios encontrados ao longo do mês de Março

Eva Veigas

 

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Os Números 8 e 1 são os maiores desafios encontrados ao longo do mês de Março

 

Ao longo de cada mês existem um ou dois desafios, depende dos Números universais, quer dos meses, quer dos anos, que constituem uma prova a ser superada e que é simultaneamente uma chave para lidar com os principais obstáculos que vão surgindo a cada dia ou a cada momento.

 

Neste caso falamos do 8 e do 1 que se inscrevem, como é óbvio, num cenário onde o Número 5, o regente do mês, nos convida a alcançar dimensões superiores no nosso ser. Superiores no sentido em que se encontram num lugar onde a compaixão, o perdão e o amor andam de mãos dadas.

 

É um caminho difícil, embora pareça fácil à primeira impressão. Mas não é. E todos sabemos isso. Todos nós já fomos, de uma maneira ou de outra, contrariados, humilhados, marginalizados, colocados em segundo plano, etc. e todos nós sabemos, o quanto é difícil perdoar a quem nos agride, seja que tipo de agressão for.

 

Mas o caminho da mestria pessoal é esse mesmo: o de perdoar os nossos "inimigos"; é muito difícil aceitar isso no início e por isso, a meu ver, a aceitação é condição sine qua non, para iniciar este percurso. É evidente que temos de ter reunido outras condições, mas se não começamos por aceitar o que não podemos mudar, de nada nos adianta o caminho, qualquer que ele seja, pois sempre seremos devolvidos a nós mesmos e à nossa condição inicial: a da não-aceitação!

 

Entretanto o que fazem aqui estes Números, 8 e 1? 

 

Bem, eles desafiam-nos em duas dimensões diferentes mas que se encontram interligadas.

 

Como surgem aqui estes Números? São gerados pela fricção que resulta da interacção entre as ondas vibracionais do Número universal do mês, que é 5 e as do Número universal do ano, que é 11.

 

O Número 8 (começo por este porque é o mais impactante, o mais visível e talvez o mais difícil de compreender e resolver), representa a energia em perpétuo movimento. Este movimento é um dos geradores que permite a construção de tudo o que existe. Tudo é energia e matéria. Matéria é energia modificada e trabalhada para se tornar visível, manifesta, palpável. A partir daí tudo se pode construir em qualquer mundo de formas. 

 

Ora então o 8 possibilita esta construção, esta materialização, esta capacidade de colocar na matéria, aquilo que um dia foi uma ideia, um sonho, um pensamento, um plano, uma concepção abstracta, etc.

 

Neste caso concreto imaginem o 8, como se estivesse numa posição, digamos, negativa. Aqui o 8 representaria uma força contrária à sua  natureza. Portanto poderíamos afirmar que seria difícil concretizar algo, ou transformar qualquer ideia, ainda que abstracta ou subjectiva em algo sólido, palpável ou manifestamente visível.

 

É difícil seguir a nossa intenção (aquela que estando em sintonia com a energia dos nossos Números pessoais e com os Números Universais, promove uma interação positiva e nos beneficia em termos globais), quando um desafio 8, que representa a tenacidade, a persistência, a força motriz, criadora, se apresenta regendo forças contrárias àquelas que nos dariam o impulso e a motivação necessárias para seguir em frente.

 

Dessa forma teremos que dobrar esforços (ou não estivéssemos nós num ano cujo número é dobrado, que literalmente significa que tudo está presente em dobro nas nossas vidas) para acompanhar o ritmo daquilo que nos está a ser pedido. Teremos que ser mais persistentes, mais tenazes, mais fortes, mais capazes, mais determinados, mais empenhados e mais eficazes. E ou nos excedemos a nós mesmos e ultrapassamos a vitimização constante ou ficaremos para sempre aprisionados nas nossas firmes convicções que nos sussurram de perto: “Tu não és capaz; coitadinho de ti; não és ninguém; os outros é que são os culpados da tua má sorte; etc.”.

 

Para quem escolher ficar nesse plano, e tudo é sempre uma questão de escolha pessoal e individual, essa será a sua realidade.

 

Para os outros que escolherem levantar-se da dormência e da apatia, as experiências suceder-se-ão e serão, certamente, muito enriquecedoras.

 

Para quem ficar na energia da lamúria, entregue à tristeza ou à inadequação, as experiências serão iguais às de sempre, pois só através da repetição do padrão presente nessas experiências será possível, um dia, acordar e perceber que a mudança começa em si mesmo.

 

O Número 1 pode ser menos impactante, pois trata-se de um desafio secundário, no entanto não é menos difícil de compreender e de ultrapassar.

 

O 1 é o representante de todos os inícios e empreendimentos e por isso ele é um fiel companheiro do 8. Quando estas duas forças se unem, elas produzem sempre um forte impacto nas nossas vidas, através de um imenso processo criativo, que tanto pode destrutivo como construtivo.

 

Se o 1 estiver no lado negativo, na polaridade negativa, todos os esforços serão em vão. Todos os sonhos ficarão por realizar, todas as iniciativas serão levadas pelo vento. Tudo será diluído e as concretizações ficarão por terminar, e muitas delas nem sequer começarão.

 

Mais uma vez se pede que combatamos estas forças, pois elas estão aqui presentes, não para baixarmos os braços, nem para nos darmos por vencidos. Elas estão aqui para que possamos provar a nós mesmos que somos capazes, que nada nos pode derrubar a não ser a nossa preguiça, a nossa inércia, a nossa falta de vontade, o nosso desprezo por nós próprios, a nossa falta de confiança em nós e nas nossas capacidades e o nosso descontentamento pela vida em geral.

 

Aproveitem a energia e vivam a vida ao máximo, pois esta existência é efémera. Agora estamos aqui e logo a seguir não estamos mais.

 

Eth’ Nah

A que Caminha nas Estrelas

 

Eva Veigas

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