Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Eva Veigas

Numerologia, Tarot e Terapias para Desenvolvimento Pessoal e Espiritual.

Eva Veigas

Numerologia, Tarot e Terapias para Desenvolvimento Pessoal e Espiritual.

31.01.18

Numerologia Fevereiro 2018


Eva Veigas

fevereiro 18.jpg

 

Regente Numerológico – 13:4


Dados numerológicos do mês:
- Vibração Universal do ano 2018: 11:2
- Fevereiro: 2º mês do ano
- Vibração Universal de Fevereiro 2018: 13:4


“Há três maneiras de estar na vida: esperando que aconteça, vendo acontecer, provocando o acontecimento.”

José Medeiros 

Com apenas 28 dias, Fevereiro traz-nos diversas oportunidades (pelo menos 28) de crescimento e de preparação para muitas mudanças que estão a ocorrer mesmo debaixo dos nossos pés. Mesmo que não tenhamos consciência disto, elas estão a acontecer: preparando o caminho à medida que vai criando as condições ideais para que o novo possa surgir.

Os cenários onde a nossa vida acontece, os problemas e os afazeres quotidianos, tornam-nos muitas vezes insensíveis a tudo o que sucede internamente, pois existem mil e uma distrações que nos levam por mil e uma estradas ou direções diferentes, mas que na maioria das vezes não nos levam a lado nenhum, senão aos lugares de sempre: os lugares de conforto, os lugares conhecidos, as pessoas e as situações conhecidas, etc.
O mês inicia-se numa quinta-feira, dia governado por Júpiter, e que, por sua vez, governa o signo de Sagitário. Júpiter rege a abundância, o prestígio social e o dinheiro. Está associado à fé, à confiança, ao desenvolvimento e à expansão.

Mas de que forma é que tudo isto se interliga?

Fevereiro traz uma proposta de transformação, pois o seu regente numerológico é 13. O Número 13 é o agente transformador e aquele que possibilita que a transformação aconteça. A transformação das crenças e das inverdades que a nossa mente lógica e dedutiva nos devolve, relativamente aos aspectos governados por Júpiter, os quais se encontram abundantemente configurados e sintonizados com os temas principais de 2018. 

A transformação de que se fala aqui é inevitável, pois tudo tem um fim. É desta forma que a natureza se regenera e que tudo recomeça. Para que haja renascimento a morte tem de acontecer. Para que o novo surja é necessário deixar ir o velho, o obsoleto, o imprestável e o inútil.

Se determinada crença, ou vivência (relativa à abundância, ao dinheiro, à fé, etc.) a que estamos agarrados, está a dar sinal para que a larguemos, é inútil continuar a batalhar para a segurar, pois mais cedo ou mais tarde, por nossa própria iniciativa ou por via do processo natural de nascimento, crescimento e morte, ela mesma se desprenderá, deixando no seu lugar um espaço vazio para que o novo se manifeste.

Todavia há que encarar este processo de uma forma muito natural, pois na realidade trata-se apenas de uma passagem entre dois aspectos da mesma realidade.

A nossa dificuldade reside precisamente na não-aceitação daquele vazio, na incapacidade de compreender o quanto esse vazio é necessário, para nos podermos mover nas nossas sombras, ao encontro de uma paz, de uma rendição, de um encanto natural pela própria manifestação da Vida
A morte de algo, o fim de algo, levará, sem sombra de dúvida, ao nascimento ou renascimento de outra forma, coisa, situação, etc., e neste aspecto podemos ver a relação directa entre este Número e o 13º Arcano Maior do Tarot - A Morte.

Observemos a natureza e veremos como todo este processo se desenrola naturalmente, e depois observemos a nossa própria natureza e condição humanas e constatemos o quão difícil é para nós aceitar esta lei da vida.

É este trabalho que está em causa durante este mês, embora, como é óbvio este seja o trabalho de uma vida (ou de várias). A questão está em que durante este mês, o Número que rege este trânsito nos garante a oportunidade de aprofundar este tema e de nos armar com as ferramentas necessárias, para podermos trazer mais consciência desta situação a nós mesmos.

Encaramos a morte (em todas as suas dimensões) como um fim em si mesmo e criamos toda a espécie de apegos, crenças, medos, ilusões, afirmações inconsequentes, aos quais nos agarramos com medo de perder, medo de de ficar só, medo de não ser capaz de recomeçar do zero, enquanto a vida nos mostra exactamente o contrário. A vida, a natureza, mostra-nos a sua força, a força dos seus Elementos em acção, restaurando e resgatando o velho para fazer acontecer o novo.

Dessa forma, afinal o que precisamos de ver e compreender? 

Que na verdade, falamos muito, mas não confiamos no próprio processo Vida. A Vida acontece sem a nossa permissão. 

Porque haveria de ser diferente com a morte ou o fim de algo?

Este é um tempo de deixar ir o velho, as crenças que ainda permanecem e nos impedem de ver a verdade por detrás dos panos, dos véus ilusórios, da malha inebriante que nos separa de nós mesmos, do amor que tudo agrega, que tudo ampara, que tudo acolhe e que depois se derrama, iluminando tudo e todos.

Mantra do mês: Renasço da minha própria morte.


Regentes das semanas de Fevereiro

Número 4 – De 1 a 7 de Fevereiro
- Dia 7 – Lua Minguante

A influência do Número 4 que vem influenciando os acontecimentos desde o passado dia 22 de Janeiro, sofre uma alteração, com a entrada num novo mês e numa nova vibração. Assim, durante este período, o foco (4) dirige-nos para a necessidade de entrar em profundo contacto com o nosso curador interno, com o nosso mestre interno, que está aguardando amorosa mas firmemente pela nossa decisão de ir ao seu encontro.

É preciso fazer silêncio dentro, através de alguma prática, como por exemplo, a meditação, a contemplação, a vibração do som do tambor, etc.

É perfeitamente possível conseguir aceder a este espaço onde poderemos ficar frente a frente com o nosso curador. Ele nos guiará pela mão, colocando-nos no caminho da realização, da compreensão, da simplicidade, da humildade, da transformação de dentro para fora.

Mantra da semana: Ao encontro do Mestre Interno.


Número 6 – De 8 a 14 de Fevereiro

- Dia 9 – Dia sob a regência do Número Mestre 22

A influência do Número 6, durante este período, abre as suas portas para que possamos ver além desta realidade, além do sofrimento, além dos muros e das barreiras que se erguem imponentes à nossa volta. 

O 6 é um caminho que nos leva à descoberta do Amor, através da família, do casamento, das uniões sagradas (que geralmente são as mais difíceis de aceitar e compreender). 
Se soubermos compreender as lições escondidas em cada relação, o tesouro que jaz submerso no fundo do oceano de experiências vividas e repetidas, nos fará crescer e amadurecer.

Mantra da semana: Que o Amor seja em mim a cada momento.


Número 1 – De 15 a 21 de Janeiro

- Dia 15 – Lua Escura (Lua Nova)
- Dia 18 – Dia sob a regência do Número Mestre 22

Sob o manto e a protecção da Lua Escura, o Número 1 assinala o momento em que a transformação pedida pelo Número 13, o regente numerológico do mês, terá início.
É um momento de retorno, de regresso à gruta ou à caverna escura. Aqui é possível permanecer diante de nós mesmos, desnudados, mas conscientes do caminho que estamos a percorrer, do caminho que somos, ou, por outro lado, o momento que nos devolve a consciência e a certeza de que algures lá atrás nos perdemos de nós, saímos do trilho e andámos à deriva. 

Portanto, é hora de regressar, mais fortalecidos do que antes, mais firmes nas nossas decisões, mais amadurecidos do ponto de vista da experiência, aptos para iniciar um processo de síntese das vivências que nos trouxeram até aqui.
Mantra da semana: Tocando a vida com consciência.


Número 6 – De 22 a 28 de Fevereiro

- Dia 23 – Lua Crescente
- Dia 27 – Dia sob a regência do Número Mestre 22

A influência do Número 6, durante este período, aponta um caminho de mudança em direcção à libertação de tudo o que nos prende e amarra à vida e à consequente incapacidade de nos desprendermos dessas amarras, dessas correntes pesadas e rígidas.

É tempo de ganhar consciência dessas prisões, dessas grades de ferro que nos separam do mundo, dos outros e de nós mesmos. É tempo de usar e dar permissão ao nosso Fogo interno para que ele destrua e incendeie esse ferro, tornando-o incandescente, ao ponto de o transmutar na totalidade, devolvendo-nos a possibilidade de nos libertar do cativeiro em que temos permanecido por nossa própria deliberação.

Que no fim sobrem apenas cinzas!

Este período conduz-nos ao mês seguinte regido pelo Número 14:5, fazendo a transição entre o que é imperativo transmutar e a preparação necessária para que assim aconteça.

Mantra da semana: Eu Sou a Chama da minha própria Liberdade.

Eva Vilela Veigas

28.01.18

28/01/2018 - Número Mestre 22


Eva Veigas

Ilhas Shetland, Escócia.jpg 

28/01/2018 - Número Mestre 22

 

Número Natural do Dia - 28
Número Universal do Dia – 22:4

Número do Ponto Forte do Dia – 13:4

Número do Ponto Fraco do Dia – 3

 

Segundo dia da série de 36 portais sob o manto do Número Mestre 22.

 

A reconstrução do Ser está a acontecer. As bases foram implantadas num nível interno, ao qual o Ser Humano parecia não conseguir aceder, pois essa plataforma estava como que invisível para ele.

 

Neste segundo momento que evolui numa linha espiralada e se move numa determinada direcção mas que não é pré-determinada, assistimos aos primeiros blocos de construção que vão sendo cuidadosa e sensivelmente colocados, um por um, numa cadência e ritmo próprios, em cima da plataforma inicial.

 

Esses blocos são as nossas acções conscientes, fruto do nosso trabalho interior, aquele que nos mantém presentes em nós mesmos, aquele que não permite distrações, aquele que traz a consciência à nossa presença, que a coloca diante de nós e que lhe dá contornos quase palpáveis, para que as possamos identificar.

 

Iniciámos a construção do nosso próprio farol individual, mas lembremo-nos sempre de que não somos os únicos. Milhares de outros faróis estão em construção, uns parecem (do nosso ponto de vista, da nossa perspectiva mental, emocional, etc.) mais desenvolvidos, quase prontos; outros parecem ainda não ter arrancado, ou não ter a base sequer.

 

Porém muita cautela é necessária neste ponto, dado que a nossa visão é entrecortada, limitada, enviesada, e tem por hábito distorcer o que vê, pois, se por um lado ignora o óbvio, por outro criou vícios e rotinas já que geralmente vê tudo a partir da sua zona de conforto, dado que dela tem dificuldade em sair.

 

O julgamento tem de ser transformado, incinerado no Fogo Destruidor das Ilusões, para que possa ser purificado e transmutado em liberdade de ser.

 

Escolher ser livre, para que os outros possam também eles ser livres na sua essência, nas suas escolhas e decisões, nas suas experiências, nos seus caminhos.

 

O Número Natural do Dia, o Número 28, é materializador, portanto, foquemo-nos na construção e execução da nossa gigantesca tarefa, do nosso farol: a escolha dos materiais, as medidas bem precisas, as quantidades bem calculadas, as cores, as texturas, a altura e o diâmetro… tudo, mas tudo, precisa de ser estudado, planeado quanto ao mínimo detalhe, ou o nosso farol, nunca ficará pronto, ou se o concluirmos ele nunca terá utilidade, pois será sempre um farol defeituoso.

 

Vamos começar a escalar uma outra montanha, mas esta montanha precisa de apoio para ser escalada, o 22 recorda-nos que não somos ilhas sem ligação aos continentes. Somos ou até poderemos ser uma ilha, mas essa ilha sabe que sozinha nunca se sentirá realizada, preenchida, plena, inteira.

 

Ela sabe que faz parte de um conjunto imenso de ilhas tão maravilhosamente diferentes: cada uma tem cores, aromas, fauna e flora tão distinta, oferecendo uma riqueza ao conjunto apenas passível de ser observada por algo maior, tão maior do que ela.

 

Assim é 22, um Número que apela à união das forças, dos blocos de construção desta humanidade, mas sem que nenhuma das ilhas se dissolva no oceano imenso e infinito da consciência.

 

Cada ilha é importante e nenhuma mais do que outra. Que cada uma ocupe apenas o lugar que tem no mundo e que cada uma seja apenas aquilo que é, sem pretender ser mais, ser melhor, ser maior.

Que cada uma seja apenas.

 

Eva Veigas

Eth' Nah' A Caminhante das Estrelas

19.01.18

Ano Pessoal 9 em 2018


Eva Veigas

Mandala, Ornamento Da Flor, Étnicas, Dourado

 

 

O Ano Pessoal 9 em 2018 resulta da redução dos Números 18 ou 27. Portanto, quem está num ano Pessoal 9 receberá influência de um destes Números conforme a data do seu nascimento.

 

Em ambos os casos, trata-se, inevitavelmente, de um fecho, de uma conclusão, do encerramento de vários assuntos, do tempo de virar a página e começar a escrever um capítulo completamente novo.

 

O Número 9 é o selo com que marcamos o final de uma etapa. Porém, ele contém em si mesmo, as sementes do novo, que darão corpo ao novo ciclo, o qual terá início, para estes nativos, em Janeiro de 2019.

 

Porém, para que as novas sementes encontrem terreno fértil, é necessário limpar o tereno, cuidar dele, lavrá-lo, nutri-lo, e tudo isto é tarefa do 9, preparando-o bem para a nova sementeira. Todavia, é necessário todo este trabalho interno de separação do” trigo do joio”. O que é que ainda pode ficar e ser reaproveitado? O que é que tem qualidade? O que é que nos pode continuar a devolver oportunidades de crescimento? Onde é que poderemos continuar a doar-nos? E onde é que já não cabe o velho? O que é que já pode ser largado? E assim por diante.

 

Mas cuidado com este largar… Estamos a largar para nos vermos livres do que quer que seja, por incapacidade de lidar com isso?

Teremos de ter em consideração se estamos a fazer uma fuga para a frente, teimando em queimar etapas ou se estamos a desembaraçar-nos de algo porque temos medo de não ser capazes.

Ocorrem-me tantas outras questões que aqui teriam aplicação, mas fiquemos por aqui, para que não se torne exaustiva ou maçadora esta leitura.

 

No momento em que tomamos a decisão de largar é para o fazer na totalidade, com consciência, serenamente, agradecendo honestamente pela experiência, sem ironias, sem mágoas, sem virar as costas, pois isso representaria mais uma ilusão: é um largar sem largar; desprende-se uma parte, mas há um fio invisível a segurar outra parte ainda. Isto mostra que o processo não está concluído, não é um 9 selado, fechado, arrumado…

Esta é uma das razões que nos mostra a dureza e o amargo provocado pelas duras lições do Número 9. É uma derradeira lição, mas apenas para quem já fez muito trabalho nestas frequências e adentrou este portal sem nunca mais olhar para trás.

Para quem ainda não o fez, há sempre uma primeira vez, uma primeira oportunidade, um primeiro chamamento que se sente a ecoar desde a alma e que chega até nós como um murmúrio ou um sussurro…

 

18/9 – Um ano de colheita ao nível da materialidade, que tanto pode significar ganho como perda, êxito ou fracasso, glória ou falta de reconhecimento.

Em ambos os casos deve ser feita uma avaliação minuciosa de tudo o que plantámos, edificámos, construímos, destruímos, deixámos para trás e assim por diante.

 

Desta forma, poderemos usar bem a energia contida nestes números, a qual nos permitirá criar uma estratégia harmoniosa para o próximo ciclo. Uma estratégia que nos mantenha firmes no propósito interno, mas que não nos crie expectativas nem nos atire para o controlo das coisas, ou que nos diga: “isto deve ser desta ou daquela maneira”, ou “só faço se tiver a certeza de…”; uma estratégia que nos dê liberdade de ser, de usar a nossa intuição e de nos elevarmos acima da razão e da emoção. Uma estratégia diria, divina, vibrante, que agarra as oportunidades quando elas se materializam diante de nós.

 

 

27/9 – Um ano que nos permite um salto no desconhecido, que nos permite mergulhar nas profundezas do nosso ser, e que nos oferecerá a possibilidade de trazer à tona esse ser sensível, puro, conhecedor, experiente, sábio, inteiro…

 

Um ano que nos porá à prova em termos relacionais. É o tudo ou nada. Ou avançamos no processo criativo e o nutrimos, ou deixamos de “amamentar” as partes de nós que exigem atenção a toda a hora, que se comportam como crianças birrentas e chatas, que nunca estão contentes ou satisfeitas com brinquedo nenhum, que são implicativas, que têm o poder de criar dificuldade e incómodo.

 

É tempo de conversar com essas crianças e coloca-las no seu devido lugar. Fazer contratos e entrar num esquema de castigo e recompensa não é viável, pois logo essas partes de nós tratarão de criar cenários de culpa e castigo, para logo depois se comportarem muito bem, na esperança de receber a tão desejada recompensa.

 

O que fazemos com os outros, fazemos connosco e vice-versa, portanto é tempo de cuidar destas crianças, destas nossas partes, para que possamos abrir caminho, espaço e vazio dentro de nós mesmos, de modo a podermos aceder àquela parte do verdadeiro ser, que se descobre a cada momento, que possui a pureza e a inocência das crianças, mas que não se faz de ingénuo, tonto ou palhacinho.

 

Falemos agora dos pontos-chave deste ano pessoal 9.

 

O ponto forte deste ano pessoal é regido pelo Número 2 (redução de 20), enquanto o ponto fraco é regido pelo Número 2 (Número puro ou raiz).

 

Na realidade, trata-se do mesmo Número posicionado na mesma polaridade, mas em polos opostos e complementares. Traduzindo, para uma linguagem mais simples, poderíamos afirmar que se trata de um 2 positivo e de um 2 negativo.

O que está em evidência é a constelação numerológica do 2, constituída pelo próprio 2, pelo 11 e pelo 20 (entre outros números secundários, como o 29 ou o 38).

 

Na realidade o caracter positivo do 2, acentua-se aqui, e apenas no contexto deste ano particular, na medida em que este é um ano que nos catapulta para um momento de redenção interna, um momento de harmonização de conflitos internos, de resolução de dilemas tanto internos como externos, por isso é muito importante regenerar a carga de juízos e de criticas que lançamos sobre nós e sobre os outros.

Essa postura poderá trazer leveza e discernimento interno, dispondo-nos ao novo de uma maneira nunca antes experimentada ou sentida.

 

O carácter negativo do 2 conduz-nos às águas paradas, estagnadas, que trazem morte e decomposição dos tecidos internos mentais, provocadas pelas nossas emoções ressabiadas, pela nossa postura arrogante que nos distancia de nós mesmos e dos outros, do mundo e do Amor, do colectivo, da união entre tudo e todos, que nos desagrega e nos exclui da malha maravilhosa que a todos acolhe, nutre e abraça

 

 

Eva Veigas

Pág. 1/4