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𝓔𝓿𝓪 𝓥𝓮𝓲𝓰𝓪𝓼

Arqueóloga da Alma

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Arqueóloga da Alma

Outros métodos de calcular a data de nascimento

Numeros 1_9.jpg

 

 

Tal como disse no artigo anterior http://evaeleven.blogs.sapo.pt/135606.html há outras formas de calcular a data de nascimento para se obter o Número do Propósito de Vida (ou Número de Vida ou Número da Missão de Vida).

 

No método anterior aprendemos a calcular a data somando na horizontal todos os seus dígitos e posteriormente reduzindo o total a um Número entre 1 e 9.

 

Método horizontal

Exemplo:

Data de nascimento 6 de Outubro de 2013

6+1+0+2+0+1+3 = 13 = 1+3 = 4

 

O Número do Propósito de Vida é 4

 

 

 

Mas existe também o método vertical.

 

Exemplo:

Data de nascimento 6 de Outubro de 2013

 

    06

    10

2013

2029 = 2+0+2+9 = 13 = 1+3 = 4

 

O Número do Propósito de Vida é 4

 

Outra forma ainda é reduzir em primeiro lugar o ano de nascimento que neste caso é 2013.

2+0+1+3 = 6

 

06

10

06

22  = 2+2 = 4

 

Neste último caso o Número do Propósito de Vida é 22, que é considerado um Número Mestre, cuja redução é, obviamente 4.

 

Todos os métodos são válidos e cada numerólogo escolherá o método que lhe fizer mais sentido, tendo em conta também os seus próprios métodos de interpretação e análise dos mapas numerológicos.

Se ainda se encontra numa fase de aprendizagem, sugiro que escolha apenas um deles e quando tiver mais experiencia passe então a usar outros até encontrar aquele com que se sente mais à vontade para trabalhar. No entanto, eu não aconselharia numa fase inicial a usar este último método, pois há muita informação que se perde, para quem tem pouca experiência e pouco conhecimento dos Números.

 

Até ao próximo artigo 

 

 

 

 

 

Eu venho das Estrelas

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A Terra é o meu Lar

Mas eu venho das Estrelas

Sou mais antiga que a Terra

Mais antiga que a Lua e que o Sol

Viajei entre Galáxias

Visitei outros espaços

Outras dimensões

Trago na Alma

A Sabedoria dos Tempos

E de outros lugares.

A Terra é o meu Lar

Mas eu venho das Estrelas ©

 

Eva Vilela

 

Pedras no caminho

castle.jpg

 

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,

Mas não esqueço de que minha vida

É a maior empresa do mundo…

E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver

Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e

Se tornar um autor da própria história…

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar

Um oásis no recôndito da sua alma…

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “Não”!!!

É ter segurança para receber uma crítica,

Mesmo que injusta…

 

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…

 

Fernando Pessoa

Código de honra e moral das mulheres sábias e sacerdotisas celtas.

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"Jamais permitas que algum homem te escravize, nasceste livre para amar e não para ser escrava.

Jamais permitas que teu coração sofra em nome do amor.

Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer?

Jamais permitas que teus olhos derramem lágrimas por alguém que jamais te fará sorrir!

Jamais permitas que o uso do teu próprio corpo seja cerceado. O corpo é moradia do espírito, por quê mantê-lo aprisionado?

Jamais te permitas ficar horas esperando por alguém que jamais virá, mesmo tendo prometido.

Jamais permitas que teu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome tu sequer sabes!

Jamais permitas que teu tempo, corpo e coração seja desperdiçado por alguém que nunca terá tempo para ti.

Jamais permitas ouvir gritos em teu ouvido.

O Amor é o único que pode falar mais alto!

Jamais permitas que paixões desenfreadas te transportem de um mundo real para outro que nunca existiu.

Jamais permitas que os outros sonhos se misturem aos teus, fazendo-os virar um grande pesadelo.

Jamais acredites que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.

Jamais permitas que teu útero gere um filho que nunca terá um pai. (E se tu o gerares saibas que a dádiva da Mãe-Deusa é apenas Tua, cria e educa teu filho/filha de modo que possa vir a ter força e jamais temas ser mãe solteira; o pecado está apenas na mente dos fracos.)

Jamais permitas viver na dependência de um homem como se tu tivesses nascido inválida.

Jamais permitas que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos teus olhos te dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de ti.

E, sobretudo, jamais te permitas perder a dignidade de ser mulher!"

 

Provável código de honra e moral das mulheres sábias e sacerdotisas celtas.

(Para ser utilizado também como um código de conduta e moral feminina entre todas as Mulheres e Filhas da Grande Mãe)

A Numerologia e o Despertar da Consciência

A Numerologia é uma alavanca que nos catapulta para outras dimensões do Ser. As tomadas de consciência sucessivas ao longo da nossa vida, são apoiadas por uma análise profunda e assertiva, (livre de julgamento), assente no nosso mapa numerológico que permitem uma profunda transformação da nossa alma. Trata-se de um processo moroso e complexo, transversal a todos os seres humanos que se divide em quatro etapas ou fases: Reconhecimento, Aceitação, Alinhamento e Ação.

Como já tive oportunidade de dizer noutro artigo deste site, a fim de poder efetuar a análise de um Mapa Numerológico, são necessários dois dados indispensáveis, a saber: o nome completo de registo e a data de nascimento. 
 
A Numerologia possui uma complexidade própria e não é tão simples como à primeira vista possa parecer. 
Assim, quando se elabora um Mapa para efetuar posteriormente uma Consulta (a qual recomendo que seja presencial) leva-se em consideração múltiplos aspetos que derivam da decomposição do nome e da data de nascimento.
 
O nome completo representa o código do eu, do ego, do inconsciente, daquilo que está oculto em nós e que devemos destapar para uma melhor compreensão da vida e do modo como nos relacionamos connosco, e naturalmente, do modo como nos relacionamos uns com os outros.

Entretanto, a data de nascimento possui em si mesma a codificação da Alma - trazemos em nós a Alma do Mundo – e representa a parte de nós que se vai tornando consciente à medida que as experiências se desenrolam neste cenário magnífico que é o Planeta Terra. É através da alma encarnada no corpo, que construiremos a ponte que nos permitirá ligar ambas as partes (Ego e Alma). 

Portanto, em primeiro lugar devemos estudar bem e aprofundar o código do eu - ego - para determinar as principais capacidades desta personalidade, bem como as suas principais dificuldades, de modo a mergulharmos profundamente na nossa história. Este mergulho constitui por si só um imenso desafio, pelo qual todos iremos passar mais cedo ou mais tarde, pois ele vem recheado de perigos, armadilhas, vícios, questões karmicas, ecos de vidas há muito "esquecidas" mas que permanecem vivas na nossa memória celular.
São exatamente essas memórias que registam o padrão karmico, isto é, o complexo e emaranhado padrão, que representa tudo aquilo que achamos que somos. É com este padrão que nos identificamos ao longo das nossas vidas, durante vidas e vidas, encarnação após encarnação.
 
Na verdade, identificamo-nos com os ecos desse "passado", identificamo-nos com as memórias e não com o que na realidade vivenciamos no aqui e agora.
O aqui e agora não é mais do que cada momento, são todos os momentos, é o eterno continuum, é a eternidade que achamos que vamos viver um dia, até ao momento em que cai um dos pesados véus da cortina da ignorância e percebemos que sempre vivemos essa eternidade, apenas não temos consciência dela.

Neste ponto encontramo-nos na fase do Reconhecimento. O reconhecimento de que existe, de facto, um padrão na forma como se responde aos desafios que a vida nos propõe. Na verdade, respondemos ou reagimos a tudo o que nos rodeia (os outros, o ambiente, a comunidade, etc.) sempre da mesma maneira, até ao momento em que tomamos consciência desse mesmo padrão, representado no mapa numerológico pelos Grandes Desafios Kármicos. A nossa resposta ou reação é o que na realidade constitui o grande obstáculo ou a grande dificuldade à nossa plena realização na vida presente. São esses obstáculos que nos impedem de ser livres, plenos e felizes, portanto conclui-se que a nossa resposta à vida não está alinhada com o nosso Propósito (codificado na data de nascimento), chave essencial de qualquer mapa numerológico.
 
Ao longo desta primeira etapa do processo (cuja duração depende da vontade, circunstâncias e vivências de cada um, pois cada um de nós possui um ritmo próprio) chegaremos a conclusões inesperadas, desde que nos entreguemos de coração a esta experiência que é afinal o Despertar! Acabamos por tomar consciência, aos poucos, da nossa verdade escondida, da nossa mentira pessoal, das nossas crenças limitadoras, do nosso juiz interno, da carga pesada que transportamos há incontáveis vidas. Após cada tomada de consciência seguem-se variadíssimas reações: medo, incredulidade, negação, resistência, fuga, ansiedade, desespero, conflito interno, e em última análise pode-se, eventualmente, adoecer. Este turbilhão é necessário, aliás, mais do que necessário, ele é essencial para que nos libertemos daquilo que nos aprisiona. Esta "revolução" interna corresponde regra geral (mas há excepções, claro), àquilo que em Numerologia designamos por final do primeiro ciclo de vida, ou Ciclo de Formação e que coincide em termos astrológicos com o retorno de Saturno. Trata-se portanto de um marco muito importante na vida de cada um de nós.
 
Este processo leva invariavelmente a um abanão interno, uma espécie de terramoto interior que destrói a nossa estrutura rígida, inflexível e pouco recetiva a mudanças profundas. Nesta etapa costumamos colocar-nos em causa e há direito à chamada crise existencial. Tudo o que até aqui acreditávamos, a verdade pela qual costumávamos desembainhar a espada rapidamente, parece desmoronar-se e surge aquilo que designamos por divisão interna: sentimo-nos divididos, pois sabemos que já não há como voltar atrás e continuar a vibrar nos mesmos padrões viciados, mas por outro lado sentimo-nos perdidos, pois o caminho que se abre à nossa frente e que nos convida a sair da nossa zona de conforto é completamente desconhecido para nós. Temos medo de ir mas também temos medo de ficar… Neste ponto, a Numerologia surge com nova ferramenta e desvela-nos o número que representa o nosso Desejo de Alma. A tal ponte que entretanto começámos a construir e que vai fazer a ligação entre o corpo e a alma, através do Espírito encarnado. Afinal é possível “ouvir”, sentir, os anseios da nossa Alma outrora abafados pelos desejos de um ego controlador e rígido.

A Alma esteve sempre presente, enviando mensagens a cada momento, mas a ponte, ou o canal de comunicação não estava construído, não havia uma estrutura que permitisse a comunicação entre as duas partes (Ego e Alma) porque como já se disse, o ser encarnado estava em processo de identificação ou reconhecimento do padrão disfuncional que trouxe para libertar, equilibrar e harmonizar na vida presente.
 
Quando, finalmente se passa a “ouvir” a nossa Alma, a sentir o seu chamado, e estabelecido o canal de comunicação com Deus, de onde a Alma nunca se desprendeu, damos um salto para a segunda fase deste processo – a fase da Aceitação. Aceitarmos que temos uma ferida da alma que necessita ser limpa, cuidada, acarinhada, por outras palavras, lamber a ferida; aprendermos a deixar o tempo cuidar de tudo o que é necessário para a sua cicatrização, permite-nos dar início a um outro processo paralelo de aprendizagem interior – aprender a amar a nós mesmos. Deixamos de olhar para nós como vítimas das circunstâncias e passamos a ver-nos através das lentes da auto compaixão, desenvolvendo paciência e tolerância pelas nossas “falhas” e “erros”, sendo que até esses “erros” e “falhas”, num momento posterior, serão um dia integrados, pois eles também fazem parte do processo de evolução contínua da consciência humana.
 
Nesta fase costuma surgir “repentinamente” uma grande vontade de descobrir mais acerca de nós mesmos. É quando desatamos a comprar tudo o que é livro de autoajuda (e não só), ou então reparamos que afinal sempre tivemos aqueles livros na prateleira (que um dia comprámos nem sabemos bem porquê) mas que simplesmente se deixaram de lado (porque, claro, não era o momento!). Queremos assistir a cursos, palestras e workshops sobre espiritualidade; passamos a consultar o numerólogo, o astrólogo ou o tarólogo e já não receamos comentar isso com os amigos ou com a família, etc. Enfim, de algum modo passamos a buscar a nós mesmos.

E eis que aparece de novo a Numerologia com os seus aspetos numerológicos fazendo ligações, dentro do Plano de Vida que existe para cada um de nós, entre o Ciclo de Vida e os Anos Pessoais que se estão a vivenciar, nesse dado momento. E ali vamos perceber todo o movimento interno de consciência que aquele ser humano está a fazer- É o “Conhece a Ti Mesmo”!

À medida que transcorre esta vivência, a fase anterior vai dando lugar à terceira parte do processo – o Alinhamento. O alinhamento acontece quando sincronizamos o anseio da alma com a vontade manifestada pelo ego. Por outras palavras, o ego passa a ser um fiel colaborador que apenas serve o propósito das nossas almas em eterna aprendizagem. O Espírito “desprende-se” e encarna no corpo físico, animando-o de energia e vitalidade, mantendo-se em permanente ligação com a parte de nós que é Essência Pura – a Alma que nunca se desprende da Fonte Que Tudo Cria. A alma emana a todo o instante os seus anseios, pois ela quer crescer, experimentar, viver, expandir-se, ultrapassar-se, através das experiências no corpo. A Alma não conhece a limitação, o julgamento, a punição. A Alma é como uma criança sempre disposta a descobrir e a descobrir-se.
 
É neste ponto em que começamos a tomar consciência de quem somo, que de acordo com a Numerologia, o nosso Propósito de Vida, começa a fazer sentido. Nessa altura sintonizamo-nos, alinhamo-nos com a frequência numerológica desse Propósito, autêntico, vibrante e pleno de desafios. Sincronizados com o nosso Eu interno recuperamos o sentido de equilíbrio que perdêramos há muito tempo (numa vida qualquer) e passamos a escolher em consciência, de acordo com uma nova maturidade espiritual, onde passamos a reconhecer a responsabilidade dos nossos actos, escolhas e decisões a cada momento.

E eis-nos chegados à quarta e última etapa do nosso longo processo de evolução e busca por elevação da nossa Alma em Amor – a Acção. Agir de acordo com o novo paradigma que nos custou tantas lutas, sofrimentos, desilusões, revoltas, dores e desamores, mas que agora nos permite um olhar através da nossa testemunha silenciosa que vibra na frequência do nosso Número Final – representação simbólica da nossa realização terrena. Agir de forma responsável e desprendida, de sorriso no rosto, de coração pleno de alegria e de alma leve em pura inocência.

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