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Eva Veigas

Medicina para a Alma

Eva Veigas

Medicina para a Alma

Mês Pessoal 1 em 2012

 

Este é o mês que abre um novo ciclo de 9 meses. Trata-se portanto do mês ideal para dar início a pequenos projectos inseridos ou não em projectos maiores ou mais ambiciosos. Sempre que necessite de dar início a algo, tomar decisões ou empreender novos projectos, procure fazê-lo durante os meses pessoais de vibração 1.

A energia do 1 pertence ao elemento Ar, portanto, durante este mês a sua mente estará mais produtiva, mais criativa, mais ágil e mais dinâmica, mas também mais necessitada de passar tudo pelo filtro da lógica. Este último aspecto tem tanto de positivo quanto de negativo. Mantenha a mente aberta em relação ao incognoscível. Há coisas que não se explicam. Vivem-se. Sentem-se. Nem tudo precisa de uma explicação. Não é necessário esquadrinhar tudo o que acontece na sua vida e na dos outros. Perdemos demasiado tempo e sobretudo demasiada energia preciosa com situações que eram unicamente para serem vividas e saboreadas naquele instante. Não admira, pois, que andemos doentes, cansados e com falta de ânimo para suportar as crises existenciais que entretanto se instalaram.

Se lhe aconteceu algo de bom, deixe-se levar por esse sentimento… viva o momento. Não o desperdice tentando compreender através da lógica como foi possível algo tão maravilhoso ter entrado na sua vida. Entenda que essa é uma forma de negar tudo a que tem direito. Essa sensação de desmerecimento está de tal modo enraizada, que se faz sentir em todas as experiências do quotidiano. Quando nos sucedem coisas boas ou mesmo excelentes, continuamos a não acreditar. Reflicta no seguinte exemplo: uma estudante, que confiou nas suas capacidades, que não desperdiçou o seu tempo e se aplicou ao máximo nos seus estudos, conseguiu obter uma nota alta o que lhe garantiu a entrada directa para a universidade no curso que pretendia. Quando recebe a notícia, grita: “Não acredito, não acredito!”. Entende do que falo? Ela deveria ter gritado bem alto: “Eu consegui, eu consegui, graças às minhas capacidades, ao meu empenho, graças a mim! Eu estou grata a quem me proporcionou estudar, etc.”. Grande diferença, não?

Compreendamos, então, que a vibração do mês 1 é uma vibração muitíssimo forte, por causa do movimento inerente à acção associada à energia criativa do 1.

Sempre que tomamos uma decisão e consequentemente agimos no sentido de dar os passos que nos levarão ao objectivo traçado, estamos a mover-nos dentro dessa energia criativa e logicamente a criar movimento. Ideias novas, diferentes e originais passam a afluir à nossa mente num desfilar ininterrupto de soluções que nos pareciam outrora impossíveis. Porém, a par destas maravilhosas forças, surgem com igual intensidade os desafios inerentes a esta aprendizagem. As inseguranças e a falta de confiança tendem a vir à tona durante este mês. É necessário, trabalhá-las no sentido de as superar e de nos superarmos. Quando nos deixamos influenciar e corromper pela nossa mente inferior, a energia do 1 perde o seu equilíbrio e passa a vibrar na polaridade negativa. Quando essa situação ocorre, perdemos automaticamente a confiança em nós e na nossa missão, seja ela qual for. É nesses momentos que proferimos as mais terríveis afirmações colocando a nossa alma em sofrimento e a de todos os seres que nos cercam e nos amam. De forma directa ou indirecta influenciamos tudo e todos. Ora repare: Num momento de negação, de falta de fé em si mesmo, se uma pessoa o vier procurar com o intuito de partilhar consigo algo de bom em que essa pessoa pensa investir (um novo amor, um novo trabalho, um novo curso, para citar alguns exemplos), como pensa que irá reagir? Acha que vai ter condições para apoiar essa pessoa? Ou, pelo contrário, irá desanimá-la com a sua visão negativa do mundo? Como acha que essa pessoa se irá sentir quando a conversa terminar?

Para além de aprender a dominar a sua negatividade, este mês lança-lhe um outro desafio, não menos difícil: o de deixar de estar no controlo dos seus próprios sentimentos, das suas próprias atitudes e comportamentos.

Permita-se ser quem é de uma vez por todas. O controlo só serve para o deixar tenso e rígido. As pessoas muito controladas nunca estão à vontade, pelo contrário, estão sempre nervosas sob aquele manto de aparente calma, pois sabem que se perderem o controlo, a sua máscara irá estilhaçar-se e os outros ficarão a saber que também é sensível, também é vulnerável, também chora, também ri, também se importa, também é…humano!

Estar sempre nervoso e a procurar ter tudo sob controlo é uma tarefa árdua e desgastante. E de que serve viver assim? Parece-me antes uma forma bastante complicada de sobreviver. Sim, não me enganei, sobreviver é o verbo para quem funciona desta forma. A pessoa não vive, sobrevive! O que tiver de acontecer não vai deixar de suceder por você escolher estar permanentemente no aparente controlo das situações. Não mesmo! Os momentos sucedem-se assim como a inspiração dá lugar à expiração e você não tem absolutamente nenhum poder sobre isso. Portanto viva! Aprecie os momentos, um após outro. Não importa se é bom ou mau. O bom e o mau são fruto da dualidade que ainda não foi transcendida. No momento em que os Seres passarem da dualidade para a universalidade isso não terá mais importância. Chegaremos à conclusão que são apenas momentos, são somente experiências (nem boas nem más) que se sucedem e que só terminam, neste plano, com a morte física dos seres humanos.

Então, não seria mais fácil soltar-se? Dar uma gargalhada ou duas, ou três ou quantas quiser? Ou ainda tem a crença imposta pelo povinho de “muito riso, pouco siso”?

Nós não controlamos nada. Nem o ar que respiramos. Por isso deixe-se fluir e use as suas qualidades e atributos para melhorar, para construir, para edificar, para expandir a sua vida e a dos outros. Tenha fé, sobretudo em si! Aja com confiança e mantenha o espírito e a mente abertos.

Fé é acreditar nas suas potencialidades, nas suas capacidades físicas, mentais, psíquicas, morais, espirituais, etc. Nunca duvide de si. Pensa que o seu companheiro confiará e acreditará em si se você mesmo não o fizer? Pensa que os seus filhos confiam em si se você não o fizer? Pensa que os chefes, colegas ou colaboradores confiam numa pessoa que duvida de si mesmo e das suas competências? …

Mas, atenção, não confunda fé em si mesmo, com intransigência ou arrogância, pois essa é uma armadilha em que se pode cair facilmente sob a regência do 1. O 1 tende a dominar dada a sua natureza Yang (o princípio masculino).

Reflicta sobre esta questão e confie. Essa confiança é a magia que permite a transformação acontecer. É tão simples quanto isso. Sim! A magia acontece na nossa vida, apenas duvidamos da sua existência. A magia é subtil e está disponível apenas para quem fizer bom uso dela. Esta não é uma magia usada para manipular algo ou alguém. Também não se trata de truques baratos mais ou menos elaborados. Trata-se antes da magia que todos possuímos dentro duma caixinha especial, bem guardada dentro dos nossos corações. É chegado o momento de avançar em direcção ao centro do coração, de pegar nessa caixinha especial e linda, abri-la e sentir o seu perfume…

Eva Veigas

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