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Eva Veigas ~ Terapeuta Holística

The Way of Silence

Eva Veigas ~ Terapeuta Holística

The Way of Silence

02
Jul16

Numerologia Julho 2016

Eva Veigas

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 Mês 7 em Ano 9

 

Regente Numerológico de Julho – 16:7

 

O Regente Numerológico do mês de Julho é o poderoso Número 7 e o elemento que lhe corresponde é o Ar. Porém este 7 surge de um 16 reduzido, acerca do qual falarei mais adiante.

O Senhor do Ar é responsável pela forma como os pensamentos e as ideias são difundidas entre os humanos, e pela forma como se processam as trocas energéticas do Plano Mental, entre os humanos e a Natureza.

Sempre que pensamos em algo, criamos, consciente ou inconscientemente uma forma-pensamento. Essa forma-pensamento fica registada no nosso campo electromagnético, irradiando uma determinada vibração, cuja intensidade e duração varia de acordo com o tempo que dispensamos a cada um desses pensamentos.

Fica assim claro, para aqueles que não entendem porque atraem certo tipo de pessoas, acontecimentos ou situações, de forma repetida, que é assim que se formam padrões vibracionais, capazes de gerar campos de energia negativos ou positivos que actuam como verdadeiros ímanes na nossa vida diária, atraindo vibrações semelhantes.

 

Durante este mês seremos convidados a ganhar mais maturidade neste nível de consciência, pois Julho será fértil na produção e germinação de ideias e projectos, os quais deverão posteriormente ser avaliados a propósito da sua viabilidade e consistência, de modo a poderem ser materializados mais tarde (talvez em Agosto, já que se trata de um mês 8, um mês de materialização ou, ainda mais tarde, já em 2017, que será um ano de vibração 1, e portanto um ano que abre um ciclo novo e que convida a agir de forma dinâmica e concreta).

 

Mas regressemos a Julho que é que nos importa, por agora.

O facto de o Número 7 ser resultado da redução de 16, implica necessariamente ter que falar desse número, por vezes temido, outras vezes admirado, já que se lhe fizermos corresponder a respectiva carta do Tarot, deparar-nos-emos com a famosa Torre.

 

A Torre é um convite a cair do pedestal onde nos habituámos a estar, por vaidade, orgulho e arrogância. Criámos uma condição que nos afastou dos outros, mas antes de mais afastou-nos de nós mesmos, da nossa essência, da nossa pureza, da nossa espontaneidade, afastou-nos daquele Louco (carta do Tarot que representa o imanifestado, o invisível, o não criado) que é livre, pois nada tem a perder e tem tudo a ganhar (ganhar experiência e conhecimentos) assim que se manifesta na matéria. Aquele Louco que representa a humildade e a inocência da criança pura, que com tudo se deslumbra, que com tudo brinca, que tudo respeita, pois ela não se sente excluída do mundo, mas antes sente que faz parte do mundo.

 

Foi disso que nos distanciámos assim que o nosso julgamento (que devia ser discernimento) ficou activado.

Construímos uma torre, o mais alta possível, na tentativa de chegar a Deus (ao Divino em nós), porém nesse momento, alimentados pela ilusão de um ego ferido, colocámos Deus fora de nós, num qualquer lugar inalcançável, é por isso que a torre tem de ser muito alta. E nós fomos subindo com ela e fomo-nos afastando das raízes, do contacto com a terra, com a realidade que nos cerca (tudo para chegar a Deus). Isso criou o distanciamento dos outros seres humanos e da Natureza e perdemos o contacto com aquilo que é de facto essencial para nós – o Amor.

 

Fazer desmoronar a Torre, é uma tarefa dura, árdua, dolorosa, mas absolutamente necessária, que requer coragem, humildade, doçura e firmeza, tudo ao mesmo tempo.

Este é o momento de regressar a nós, é o tempo do reencontro connosco e, consequentemente, do reencontro com outros seres que também se tinham distanciado de si mesmos e que também estão a regressar.

 

O desmoronamento pode não ser pacífico, pode ser aterrador e assustador num nível profundo do nosso inconsciente, mas as nossas partes já despertas (o consciente) tudo farão para nos ajudar a ultrapassar esse medo e essa apatia inconsciente.

A nossa mente inferior (eu ou ego inferior) pregar-nos-á partidas, tentará, por todos os meios, dissuadir-nos de iniciar esta rutpura com os velhos padrões, impedindo-nos de começar o verdadeiro processo alquímico interno.

E aqui estará mais um derradeiro teste à nossa força interior, à nossa força de vontade, à nossa firmeza e persistência e, claro, à nossa fé.

Se a convicção for superior ao orgulho, certamente passaremos o teste e seremos nós os destruidores das nossas torres gigantescas, caso contrário, seremos engolidos pelo nosso próprio divino interno (o raio divino que cai sobre a coroa (ego inferior) que encima a Torre) e a queda será mais aparatosa e dolorosa.

 

Depois da queda teremos oportunidade de juntar os pedaços e harmonizar os nossos dois hemisférios esquerdos e direito (feminino e masculino - o casal que cai da Torre). Unidos, poderão trabalhar como um só, embora as suas características únicas prevaleçam, pois elas são necessárias.

Tudo isto nos aponta um único caminho – o do Amor, o que nos leva directamente à “Essência” deste mês que é regida pelo Número 78.

 

A essência 78 fala de prosperidade. São necessárias condições especiais e específicas para criar prosperidade e abundancia e, naturalmente tudo isso terá como pano de fundo o Amor – o amor por nós, pela humanidade, pelo planeta, e acima de tudo pela Fonte Que Tudo Cria.

A essência 78 ressalta a importância de verificar qual o tipo de relação que temos com os bens materiais e com o dinheiro.

Não é suposto ignorá-los, associá-los a algo maléfico, mas também não é suposto idolatrá-los. É importante criar desapego, mas não desvalorizá-los completamente.

A relação deve ser saudável e equilibrada, pois o que fazemos com os nossos bens e/ou com o nosso dinheiro pode ser muito útil para a humanidade e para o planeta.

É também interessante reavaliar, durante este mês, os nossos conceitos de prosperidade, de abundância, de riqueza e de bem-estar (inclusivamente o físico, pois tudo está interligado).

As conclusões que se retirarem destas reflexões – e o mês convida a isso, pois tem 7 como regente – e as sínteses que posteriormente se farão, convidam a integrar novos pontos de vista acerca da nossa receptividade ante a vida, os outros, os projectos que desenvolvemos e o trabalho a que nos dedicamos, o que nos catapulta agora para o ponto forte deste mês cujo regente é 94.

 

O ponto forte 94 convida a renovar a nossa estrutura interna ou as bases em que nos temos vindo a apoiar.

 

Pode-se afirmar que existe uma tendência para uma certa estabilidade, que tanto pode ser interna como externa, visível como invisível, sobretudo a nível financeiro mas que carece de uma transformação anterior (9+4 = 13).

A morte e transformação dos aspectos limitadores da nossa persona, que foram referidos anteriormente a propósito da energia do mês.

 

Existe ainda um forte convite à expansão dos nossos horizontes e podem surgir convites sobretudo relacionados com trabalho, por vezes inesperados, sobretudo a partir do dia 15 de Julho (esta informação é genérica, portanto as datas variam de acordo com o mapa natal de cada um), possibilitando a finalização de um ciclo ao qual se seguirá forte transmutação apoiada pelo esforço, dedicação e empenho de cada um.

 

Mas, sem essa transformação, sem esse trabalho interno ao qual cada um de nós se pode e deve dedicar, no sentido de ganhar mais clareza interna e maior discernimento, o que permitirá amplificar e aumentar o nosso grau de consciência relativamente ao que andamos a fazer com o nosso tempo na Terra, nada do que foi dito anteriormente se poderá manifestar.

 

Dessa forma, serão activados outros mecanismos, para quem ainda tiver que aprender ou repetir determinadas lições, o que nos conduz agora ao último aspecto desta análise – o ponto fraco do mês.

 

O ponto fraco do mês é 68 e é um convite a harmonizar forças contrárias.

 

Em primeiro lugar é preciso dar bastante atenção aos nossos relacionamentos, sobretudo àqueles que já estão a passar por uma fase delicada, pois poderá haver lugar a todo o tipo de mal entendidos. Qualquer beliscão nesta fase, poderá tomar proporções exageradas, pois o 8 tudo aumenta e amplifica e o 6, quando negativado, representa um excesso de sensibilidade que promove dificuldades, tensão e conflitos geradores de mal-estar entre as pessoas.

Se no mês anterior fomos capazes de dar início a um novo modo de nos relacionarmos connosco, estaremos aptos dentro de pouco tempo a nos relacionarmos melhor com os outros. Melhor, não significa achar que vai ficar tudo bem, criando falsas ilusões, acreditando em amores impossíveis e no “ …e viveram felizes para sempre”. Melhor, significa que nos dedicaremos a resolver o conflito, harmonizando as partes que estão a gerar a dificuldade

 

Cuidado com o conflito velado, com as aparências e com as tentativas de manipulação para ganhar todo e qualquer tipo de batalhas, sobretudo as judiciais.

Vamos necessitar de nos esforçar bastante para conseguir superar este tipo de obstáculos, mas não é suposto desistir. É importante saber relaxar no meio da tempestade e aproveitar para reflectir sobre os nossos próprios erros a fim de os podermos corrigir. Se for necessário mudar de estratégia, pois que seja, mas nada de desanimar ante as circunstâncias.

 

Se for preciso peça ajuda, pois os verdadeiros amigos estão sempre lá!

 

 

Desejo a todos um excelente mês de Julho!

 

 

 

Para saber mais acerca do seu ano pessoal e respectivas vibrações numerológicas para cada mês, tem à sua disposição uma consulta de numerologia específica para este efeito.

Para mais informações envie um email para: evaveigas@sapo.pt

 

 

Em Profunda Comunhão com a Vida!

Eva Vilela

Hawwah

 

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