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The Way of Silence

by Eva Veigas

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Out15

Novembro - Regente 19:1

Eva Veigas

Nov1.jpg

 

Análise Numerológica para Novembro 2015

 

 

«Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha.»

 Confúcio

 

 

 

19:10:1 – O Regente de Novembro 2015

 

Novembro, cujo regente numerológico é 19, está relacionada com o Arcano Maior do Tarot – o Sol.

 

Tal como anunciado no mês precedente, é tempo de trazer à luz / consciência, muitas questões que têm estado na sombra do inconsciente e que, precisamente, em Outubro, tiveram a oportunidade de ser vistas, pois começaram a emergir com bastante notoriedade.

 

Para quem se alinha com as forças da Natureza, com os seus ritmos e ciclos, é relativamente fácil sentir estas influências, tanto no corpo, como na mente, tanto a nível emocional, como espiritual.

 

O nosso corpo é inteligente e mostra-nos sinais evidentes, de querer seguir esses mesmos ritmos e ciclos. É óbvio, que para que isso suceda de forma clara e inequívoca é preciso praticar escutar o corpo. É preciso dedicação e paciência da nossa parte, para nos irmos conhecendo mais e melhor, e por consequência, vamos ganhando consciência do que somos.

 

Somos a Natureza em movimento, somos vida, somos alegria e ação consciente, se soubermos ser humildes, e nos sentirmos parte dela, em todos os momentos do nosso dia.

 

O Sol, e obviamente este caminho 19, recorda-nos que é necessário prestar atenção a tudo o que for surgindo no nosso consciente, seja através de uma conversa, uma memória, um livro, um filme, um sonho, um “insight”, enfim, seja o que for que nos ajude a despertar mais uma parte de nós e nos coloque diretamente em condição de a conhecer e integrar.

 

Quanto mais nos conhecemos, mais partes de nós integramos e mais condições criaremos para que novas oportunidades de aprendizagens e desenvolvimento surjam em nós e nas nossas vidas.

 

Este mês, proporciona, precisamente, esse momento de tomar contacto com partes de nós que ficaram algures perdidas no tempo e no espaço.

 

Existe uma tendência para nos sentirmos mais completos sob esta vibração 19. É como um ciclo que se abre e se fecha dentro de um outro ciclo que se está abrindo, que por sua vez está dentro de um outro ciclo que se está fechando.

 

Isto pode parecer muito confuso para a nossa mente que gosta de coisas lógicas, mas é completamente suportado pela sabedoria da nossa alma, que de forma simples e inocente tudo integra e a tudo se abre para receber mais e mais energia divina de cura e de regeneração.

Afinal, o que é mais importante para a nossa alma é cumprir a missão que em primeira instância a levou a aceitar a sua vinda a este Planeta.

Mas voltando aos ciclos e só para que nos situemos, é bom recordar que temos estado sob a regência de um 8, ao longo de todo este ano 2015.

 

Estar sob a vibração de um 8 num ano universal, é indicador de que mais um ciclo de 9 anos se aproxima do seu fim. Mesmo quando trabalhamos com ciclos maiores como 10, 12, 13 anos ou mais, não podemos deixar de ver que tudo se encaminha para mais um fecho dentro de outros ciclos cada vez maiores, como o próprio século, o milénio e assim por diante.

 

De acordo com a nossa contagem encontramo-nos no século XXI (21 = 2+1= 3), 3º Milénio da nossa Era, porém todos sabemos que a Terra é muitíssimo mais antiga e muitas outras Eras já ocorreram antes da nossa.

 

Quantos ciclos foram abertos e fechados? Quantos povos viveram sob este mesmo céu e sobre esta mesma superfície? Quantos desses povos dominaram outros, aproveitando-se, de forma inteligente, da ignorância dos segundos?

 

Sempre o Poder! O Poder de dominar, de subjugar, de sujeitar massas a um punhado de homens que se supunha serem superiores aos demais.

Rouba-se Poder Pessoal às massas, através do medo, para se adquirir Poder sobre os outros e claro, obter muitos privilégios, sobretudo materiais.

 

A História (conhecida) está repleta de exemplos deste tipo e as tentativas (com bastante êxito, como sabemos) de dominar os mais “fracos” continuam até hoje.

 

Mas hoje, hoje, vivemos tempos diferentes, onde a mentira, os jogos de manipulação, a maldade, a crueldade, subsistem num momento em que de forma relativamente fácil são quase imediatamente identificados.

 

Os nossos níveis de consciência atingiram um certo nível de desenvolvimento que já não nos permite ficar a observar as injustiças dos homens encolhendo os ombros, como se isso não tivesse nada a ver connosco, como se fôssemos imunes a toda essa enfermidade que alastra pela Terra e que dizima pessoas, animais e florestas e que contamina os ares e as águas, impedindo-nos de viver numa natureza fresca, verde, agradável em sintonia com os nossos irmãos humanos, com os nossos irmãos animais e com as entidades mais antigas deste planeta: as pedras e as árvores.

 

Essa consciência só pode ser atingida quando percorremos muitas vezes o Caminho do Sol que nos desperta para a realidade em que estamos inseridos e compreendemos que nós fazemos parte da Natureza.

 

Que de uma vez por todas compreendamos no nosso coração, que nós não estamos aqui para ser os Senhores da Terra. Estamos aqui para ajudar este Planeta Azul a evoluir, juntamente com tudo o que ele contém, e ele, o Planeta Azul, contém entre muitos seres vivos – homens e mulheres! Sim! Nós fazemos parte da Natureza, portanto há que trabalhar dentro de nós essa franja da superioridade, do nosso ego que a tudo e todos quer dominar e que facilmente sucumbe ante esse poder, que na verdade, quando olhamos bem, não é poder nenhum.

 

O verdadeiro Poder Pessoal reside em aprendizagens constantes fazendo uso delas para o nosso próprio bem e para o bem da humanidade, para o bem de todos os seres vivos que coabitam neste mesmo espaço que conhecemos por Terra.

 

A Terra é a nossa casa, o nosso lar, mas é só por algum tempo.

Como podemos ser tão arrogantes ao ponto de usar tão mal os poucos anos que aqui vivemos?

Como podemos não nos permitir aprender a amar?

Como podemos ser tão cruéis para os outros?

Como podemos não perdoar?

Quem julgamos que somos, quando somos impotentes ante uma doença? Ante a morte?

Quando? Quando chegará o momento de olhar de frente para os nossos egos gigantes que um dia se apoderaram do nosso Trono de Ouro?

Quando daremos a ordem direta a esse ego tirano para que esse belo Trono seja para sempre libertado, podendo então convidar a nossa alma, essa perfumada essência, a sentar-se nele?

Que seja a nossa alma pura a dirigir a nossa vida, pois ela está em permanente contacto com Aquele Que Tudo É?

 

Que saibamos usar a energia do Sol, que ilumina tudo com os seus raios dourados e brilhantes. Que cada um desses incontáveis raios de Sol ilumine cada canto obscuro do nosso ser, limpando-o e perfumando-o com raras essências. Que cada raio de Sol nos devolva mais e mais consciência do que verdadeiramente somos e do que verdadeiramente estamos aqui para cumprir.

 

 

Em Profunda e Eterna Gratidão à Vida

 

Eva Vilela

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