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Eva Veigas

Numerologia, Tarot, Xamanismo

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Dez15

ESTÁ NA HORA DE PERDOAR

Eva Veigas

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HigherThanEagle – 17.1.11

 

Não levaremos bagagem para o outro mundo, apenas aquela que guardamos nos nossos corações. E será ela quem encaminhará os nossos espíritos para as trevas ou para luz. Quando conseguimos avançar sem nada, apenas com a consciência e o amor, estamos livres de tudo, de todas as correntes que nos prendem a esta fisicalidade, e podemos, enfim, vislumbrar um poder maior de existência.

Mas como se libertar? Como deixar tudo para trás? Não é fácil, logicamente, querido leitor. Nunca ninguém disse que seria fácil. Nunca ninguém disse que não teríamos de suar para alcançarmos aquilo que precisamos de alcançar. Veja que este esforço, todavia, se dá por já estarmos totalmente condicionados e manipulados pela Matriz, de contrário seria mais fácil. Mas ele então estará presente na evolução de cada pessoa deste mundo. Sendo assim, essa não é a desculpa para não se libertar. Todos passam por isso. Se muitos conseguem, porque é que você não?

Há algo que não está a ser totalmente levado a sério nestes tempos: o perdão. Não há maneiras de se chegar ao desapego com qualquer resquício de rancor e amargura que ainda tenha no seu coração, querido leitor. E não falamos apenas de perdoar a terceiros, falo de perdoar a si mesmo e às suas assim consideradas falhas num passado, até mesmo no presente. E tal rancor alimentando por si nada mais é do que um prego que você mesmo martela no seu coração, dia após dia. Está na hora de parar de martelar, está na hora de retirar esse prego.

1º Passo

O primeiro passo é ter aquela conversa séria consigo mesmo. Aquela que tantos ainda se negam a ter. Você precisa de se conhecer, saber das suas verdadeiras emoções, e daquilo que está escondido no âmago do seu ser. Não será um diálogo fácil, pois estará à procura de algo que o seu Ego não quer entregar: o prazer de sentir dor emocional. Ele fará de tudo para o ludibriar e fazer desistir da sua tarefa, mas você não deve cair nessa conversa. O Ego depende única e exclusivamente da sua vontade para estar presente, para ter forças e reagir, portanto está em si o poder para o domar e obter dele tudo o que é necessário para o seu desenvolvimento.

Encontrando o que deve ser encontrado, terá de o remover por completo. Haverá muitas coisas sobre a sua vida que estarão presentes nesta tarefa. Coisas que você fez e que acha que não deveria ter feito. Coisas que deixou de fazer, e que acha que deveria ter feito. Atitudes, acções, palavras que foram ditas, tudo aquilo que a sua mente ainda teima em considerar digna de vergonha, de ódio por si mesmo. Alguma vez que magoou alguém... Essa dói, não é, querido leitor? Sim, dói demasiado. Mas só se você aceitar a dor como o principal estado da sua existência. De contrário, não vai doer.

Mas como perdoar os nossos erros? Como remediar tanta amargura, ainda mais alimentada durante tanto tempo? Há duas coisas que você deve entender:

  1. O erro cria circunstâncias de aprendizagem;
  2. Toda a atitude leva a algum lugar.

Assim sendo, aquilo que você considera um erro no seu passado, seja pela acção ou omissão, serviu para o situar num contexto mais favorável de acções a serem tomadas. Quantos de vocês repetiriam a mesma atitude que fez nascer esse rancor por si mesmos? Poucos, obviamente. Os nossos erros, mesmo que não admitamos, mesmo que não percebamos, ensinam-nos sempre, directa ou indirectamente, os nossos caminhos. Então não pense que tal atitude apenas o constrangeu, o fez sair como o mau da fita, ou magoou alguma pessoa que não deveria ser magoada, etc. Pense que ela serviu para que você ampliasse um pouco a sua consciência a respeito de lidar com pessoas e fazer acções na sua vida.

E outra coisa a considerar é: onde é que você provavelmente estaria se não tivesse cometido os erros que acha que cometeu? Qual seria o seu actual estado de vida? Já pensou que sem ter feito as coisas que acha que não merecem perdão, talvez não estivesse aqui, a ler essas linhas, despertando e procurando a liberdade espiritual? Já pensou que nada do que fazemos passa batido (?), mas que tudo ainda assim serve a um propósito maior? Não há coincidências, assim como não há atitude em vão. Tudo, de um ângulo mais abrangente, tem um significado e uma utilidade em determinada circunstância, seja para si ou para outra pessoa.

Então, perdoar-se a si mesmo é dizer “Obrigado por estar onde estou”. Obrigado por a vida ter me levado onde eu precisava estar. Obrigado por as minhas atitudes terem, de alguma forma, favorecido o meu crescimento interior e o meu despertar espiritual. Obrigado e eu perdoo-me.

2º Passo

Embora não tão pungente quanto o acto de se perdoar a si mesmo, perdoar a terceiros ainda causa grande desconforto a muitas pessoas. Mas é necessário para o desapego. É necessário para começar o processo de emancipação emocional de cada um, levando-o então ao amor incondicional. Sem perdoar a tudo e a todos, nada do que dissemos será possível.

Pessoas causam-nos dor emocional toda a nossa vida; pessoas agridem-nos física e emocionalmente; pessoas agem de maneira a nos prejudicar; pessoas não nos dão o devido valor e consideração; pessoas... As pessoas são apenas pessoas. Robotizadas, programadas para agirem desta forma, reféns das suas emoções e atitudes impulsivas, sem questionar porque é que as fazem. Elas dormem, não compreendem nada do que muitos de vocês já têm claramente desenvolvido nos vossos corações.

Então como podemos odiar aqueles que dormem? Como podemos odiar aqueles que não sabem que tudo o que fazem volta para eles? Como podemos odiar aqueles que não entendem que perpetuando acções negativas estarão cada vez mais presos à Matriz? Será uma atitude sábia, um mestre, com a consciência ampliada, odiar uma criança que não tem noção dos seus actos? Será isso uma atitude madura, querido leitor?

Pois os que dormem são isso: crianças adultas tentando virar-se, num mundo criado para as iludir. Eles não sabem dos seus actos, não têm a menor consciência do que estão a fazer. Acham que têm, muitos acham, mas na verdade são padrões comportamentais e mentais induzidos pela sociedade como ponto de referência para valores pessoais. Então, o que ganho eu em odiar uma criança que deita comida no chão? Que ganho eu ao guardar emoções negativas que senti quando isso aconteceu, sendo que tive que limpar todo o chão da cozinha? Será mesmo sábio guardar essas emoções? Obviamente, não. A criança um dia irá crescer e entender que não se deve deitar comida no chão, pois além de desperdício, alguém terá de limpar a porcaria. Cedo ou tarde todos crescem, querido leitor. As pessoas que dormem também, se não nesta, noutra vida. Então odiá-las é puro “nonsense”. É uma tolice sem tamanho.

E mesmo que o sentimento que corrói o seu coração não seja ódio, apenas amargura, essa não passa de uma faceta do primeiro, não se engane. A amargura é o ódio contraído e voltado para dentro de si próprio. Então você precisa de decidir se vai continuar preso a este sentimento corrosivo e, por conseguinte, à Matriz, ou vai tirar esse cancro emocional de dentro de si e começar a libertar-se de verdade?

 

O Perdão é o Início da Libertação

O perdão é o desistir de carregar o peso do mundo nos ombros; é a quebra das correntes da negatividade; é o relaxamento do ponto de tensão. A questão é: até que ponto você se quer libertar? Apenas no pensamento, ou em toda a alma? Se a sua escolha é a segunda opção, então, querido leitor, está na hora de começar a agir.

 

Exercícios:

1º - A primeira coisa a se fazer é anotar num papel, ou mesmo no computador, tudo aquilo que ainda está guardado no seu coração que diz respeito a não se perdoar a si mesmo. Avalie cada item com toda a atenção possível, fazendo questão de recordar o sentimento que teve quando tal acção ou omissão se passou. Não tenha medo de reviver. O importante foi sempre o de se localizar no presente, no agora. Contudo, sem limpar a casa isso não será possível.

Feito isso, fique em silêncio por algum tempo, em cada item, respire fundo e deixe que todo o amor contido no seu coração se aflore. Lembre-se de que o amor é uma escolha. Reconheça a existência do que fez e perdoe-se, fazendo com que o sentimento de luz e paz percorra cada centímetro do seu corpo. Sinta, imagine esse acto, essas trevas a sair do seu corpo. Sinta a liberdade de já não carregar mais essa amargura no seu peito. Pode parecer difícil, mas apenas na medida em que você estiver fechado à sua libertação.

Repita o processo para cada item da folha. Tente, com a sua imaginação, arrancar todo o rancor do seu corpo, mente e espírito. Lembre-se também de que a imaginação é o prelúdio da acção, e que a mente não distingue realidade de ficção, portanto ela, a imaginação, tem o poder de ajudar nas nossas mudanças interiores. Também se lembre de que não se poderá amar a si mesmo verdadeiramente enquanto não se perdoar.

 

- Talvez um pouco mais difícil que o anterior, este vai lidar com terceiros. Portanto, talvez exija de cada um muita coragem. Se em algum item do exercício anterior estiver algum que diga respeito a atitudes que você fez a outras pessoas, coloque-as numa nova lista e reflicta bem sobre cada uma delas. Veja até que ponto se consegue perdoar apenas por si mesmo, apenas com a sua vontade de o fazer, sem necessitar de um descargo de consciência.

Caso isso não seja possível, e você precise de expressar de alguma forma o que está a sentir para que tal perdão se dê de uma maneira profunda, deverá perder o medo e confrontar uma face das suas amarguras. Portanto, se acha que errou com alguém, que magoou alguém, mas não se consegue perdoar sozinho, a não ser que peça perdão àqueles que magoou, então é isso mesmo que deverá fazer.

Não tenha medo, de agir para cumprir o que precisa de ser feito: perdoar-se a si mesmo. Se for necessário entrar em contacto com alguém para se desculpar, o faça, não tenha receios, não pense duas vezes. Contudo, não espere ser perdoado. Você não sabe o estado emocional da outra pessoa, portanto é tolice só se querer perdoar-se a si mesmo se for perdoado. O acto de se desculpar a si próprio deve ser suficiente para que o peso que carrega sobre os seus ombros seja finalmente libertado. E é nisso que você deve pensar, caso necessite de pedir desculpas.

 

3º - Este passo é um complemento do anterior, e talvez o mais difícil: perdoar aqueles que lhe fizeram mal. Sim, muitas pessoas, como dissemos anteriormente, costumam agir de maneira inconsequente, impensada e magoam-nos sem notar que o estão a fazer, e mesmo fazendo-o intencionalmente, ainda não têm verdadeira compreensão daquilo que fazem a terceiros e a si mesmos, como consequência. Por isso, essa consciência que você agora tem, querido leitor, já lhe faz compreender que agimos grande parte das nossas vidas inconscientes das nossas acções.

Portanto, tudo o que foi feito já não deve ser encarado da mesma maneira. A sua visão agora está ampliada e você entende que ninguém o magoou, sabendo o que estava a fazer, sabendo das consequências. Fizeram como a criança que deita comida para o chão. Não sabem que aquilo é desperdício; não sabem que alguém terá de limpar o chão; não sabem que o sentimento que aquilo causou, mais cedo ou mais tarde será descontado nela mesma pelos pais, se eles forem desequilibrados. E como crianças, os que dormem não têm noção dos seus actos e portanto, você, querido leitor, não deve ser o adulto desequilibrado. Deve ser o adulto consciente, amoroso, que entende que não podemos guardar mágoas daqueles que não sabem o que fazem, ou mesmo, dos que sabem, já que a mágoa é um veneno que você toma por livre e espontânea vontade.

Então pergunto-lhe: Até quando continuará a tomar este veneno?

Deste modo, querido leitor, se alguém lhe pediu desculpas e você não as aceitou, está na hora de o fazer. Entre em contacto com essa pessoa e faça as pazes. Caso a pessoa que o tenha magoado não se tenha desculpado, perdoe-a também, à distância, na paz da sua mente e coração. Por favor, pare de se envenenar.

Quando morremos, levamos os nossos sentimentos e pensamentos connosco, criando assim nosso pós-vida baseado nessas emoções, que, de forma directa, irão criar padrões para nos prendermos ao ciclo da encarnação, devido ao peso das nossas consciências. Apenas despindo-nos de todas as negatividades é que podemos alcançar a liberdade. E o perdão é o início da libertação. Deste modo, querido leitor, é hora de parar de brincar, de parar de ficar na teoria. É hora de agir!

 

Vamos em Paz.

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