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Eva Veigas

Numerologia, Tarot, Xamanismo

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08
Jul14

A Vida

Eva Veigas

 

"Tudo o que existe é VIDA, nos seus vários estádios.

A única diferença entre a Humanidade e os outros estádios de vida é que o ser humano se individualizou e, a partir daí, tornou-se responsável!

Esta responsabilidade confere-lhe o livre arbítrio com o qual ele vai despertar para aquilo que ele realmente é. E quem é ele? É uma partícula divina que, por si mesma vai despertando até tomar consciência da sua Divindade.

A VIDA não tem princípio nem fim. Ela é eterna!

Então, TUDO o que acontece é PERFEITO! A única coisa que temos de fazer é estar atentos e ir observando o que se passa à nossa volta e com isso irmos despertando para o Divino que somos.

A beleza da vida, para o ser humano, é perceber que somos responsáveis por nós mesmos e que o nosso objectivo é colaborarmos uns com os outros e que é nesta inter ajuda que vamos conseguir despertar.

Tudo aquilo que nos acontece não é por acaso. Há um objectivo para tudo e esse objectivo é “Acorda para o Divino que tu és!”

À medida que nos vamos apercebendo disto, vamo-nos observando e, nesta tomada de consciência, vamos mudando o nosso comportamento e constatando que “muda tu que o mundo muda à tua volta”. É, pois, através dos meus actos que a vida se vai alterando.

Afinal, a VIDA é ENERGIA e, portanto, o tipo de energia em que me envolvo é que me vai atrair a energia de que eu preciso para o tal despertar.

Como diz Kalil Gibran: “Os vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.”

A vida é um caminhar constante e sem fim. Só que cada partícula, com o seu livre arbítrio, vai escolhendo o seu próprio caminho e vai despertando aos poucos.

Assim, há muitos e muitos caminhos para alcançarmos o nosso objectivo: “Acordar para o Divino que somos”.

Então começam aqui as nossas divergências. Desconhecedores de que somos todos UM nesse acordar e como há vários caminhos, em vez de nos inter ajudarmos, competimos uns com os outros e assim surgem todas as tragédias das nossas vidas.

Somos todos iguais, como partículas divinas e somos todos diferentes de acordo com os caminhos escolhidos através do nosso livre arbítrio. Assim, em vez de nos julgarmos uns aos outros, devíamos observar-nos como se fôssemos espelhos e perceber, através dos outros, aquilo que temos que alterar em nós mesmos ou congratularmo-nos por já não termos aquelas atitudes que constatamos não estarem correctas para nós.

A nossa VIDA devia ser somente um trabalho de: “Observação de si, sem juízo de valor”, como diz Gurdjieff.

É só nesta tomada de consciência que, a pouco e pouco, vamos alterando a nossa ENERGIA e com isso alteramos a nossa própria vida.

De acordo com o nosso Caminhar, assim, cada um de nós vem despertar para “algo” completamente diferente do outro. Daí sermos capazes de criticar, julgar, agredir pois nós éramos incapazes de ter “aquelas atitudes”, contudo o outro era incapaz de ter “algumas das minhas atitudes” e tudo isto porquê? Porque viemos por caminhos diferentes mas… com o mesmo objectivo: “Acorda para o Divino que tu és”!

Ninguém muda ninguém! Só o próprio, quando percebe e decide “Fazer observação de si sem juízo de valor”, só então ele começa, naturalmente, a mudar o seu comportamento e, portanto, começa a caminhar conscientemente, pois até aí ele caminhava adormecido.

A partir daí, ao mudar “muda tu que o mundo muda à tua volta”, ele começa a alterar a sua energia e a atrair outro tipo de energia, e a sua vida começa mesmo a mudar.

Com isto, o Karma, destino, tudo, começa a alterar, única e simplesmente porque comecei a despertar para o Divino que sou.

Enquanto isso não acontecer, o Karma, destino, cumpre-se com muito pouca alteração. Pouca alteração porque, enquanto não acordamos e começamos a “observar-nos conscientemente”, através do sofrimento vamos mudando um pouco a nossa maneira de ser e por isso, enquanto adormecidos, o sofrimento é o nosso melhor amigo pois é através dele que conseguimos despertar um pouco.

Se, porém, tomarmos consciência de tudo o que nos acontece, vamos, conscientemente, alterar a nossa maneira de ser e o nosso despertar deixa de ser através do sofrimento pois este tornar-se-á desnecessário.

Transformemos todos os obstáculos em oportunidades para o nosso despertar! O marido, a mulher, toda a Família, todos os amigos, todos aqueles que se cruzam nos nossos Caminhos, só têm um objectivo: “Desperta para o Divino que tu és”. Assim, o extrovertido liga-se ao introvertido para que cada um deles aprenda a viver harmoniosamente consigo próprio.

Há que encontrar a harmonia dentro do nosso coração.

Enquanto isso não acontecer haverá sempre discórdias entre nós pois estaremos sempre criticando no outro aquilo que ainda não está resolvido dentro de nós.

Há uma diferença entre criticar e constatar. Como perceber quando estou a criticar ou quando estou a constatar? Observa o teu tom de voz. Quando constatas tu falas naturalmente, quando criticas tu tens um tom mais autoritário, mais agressivo e até mesmo irónico.

Todos nós somos Alunos e Mestres uns dos outros.

A única maneira de sabermos se naquele momento estamos a ser alunos ou mestres, é pelo tom da nossa voz.

Nós escolhemos a vida que queremos ter. Nada nos é imposto. O meu livre arbítrio escolhe.

A vida no planeta Terra é uma Escola. Quando decidimos vir à Escola, alguns escolhem ficar sempre na Pré-Primária, outros na Primária, no Liceu, Faculdade, Mestrado, Doutoramento, mas isto ao nível da Sabedoria, não do Conhecimento.

Uma pessoa, que decidiu ficar sempre solteira e viver sózinha, prefere aprender o que tiver de aprender na Pré-Primária e, como tem a eternidade à frente dela, logo escolherá de outro modo, isto enquanto não tomar consciência do seu objectivo “Acorda para o Divino que tu és”. Assim, ela vai caminhando, tropeçando, levantando, tudo devagarinho, que tem tempo de vir a ser mais adulta!

O que vive com alguém resolveu entrar na Escola Primária. A matéria já é um pouco mais difícil. Há um contacto diário com outro ser e, no caso de ter filhos com outros seres. E, qual é o objectivo? “Observa-te sem juízo de valor” e começa a mudar a tua maneira de ser.

Aqui, como não percebeste ainda que TU é que tens de despertar, começas a criticar, a julgar, a impor e … acordas um pouco só através do sofrimento.

Quando achas que não aguentas o sofrimento, mudas de mulher ou de marido, mas como o objectivo é “tu mudares a tua maneira de ser” a próxima pessoa vai-te criar situações semelhantes e podes mudar para uma terceira ou quarta ligação que vai acontecendo sempre a mesma coisa até que tu “acordes para o Divino que tu és”.

Quando começas a Acordar através da “Observação de si sem juízo de valor”, começas a sentir que podes viver sozinho, sem sentir solidão, pois estás em harmonia contigo própria e, portanto, com toda a Humanidade. Então estás apto a ir para o Liceu e por aí fora!

Quando vives com outra ou outras pessoas, se fazes a “observação de si” começas a mudar, mas não te esqueças de que estás sempre a ser posto à prova através daqueles com quem vives.

Também há aqueles que, por qualquer razão, passaram a viver sós mas, em vez de fazerem a “observação de si”, começam a lastimar-se da sua solidão e nunca saem da Escola Primária.

Observemos agora os casais.

Quase todas as pessoas que se mantêm juntas há longos anos têm características semelhantes: Uma delas é autoritária, a outra é submissa. O que é que elas têm de aprender uma com a outra? O equilíbrio! Uma tem de aprender a não ser autoritária e a outra tem de aprender a não ter medo. No fundo ambas têm medo, só que este se manifesta de maneira diferente e foram postas juntas para se assumirem como divinas que são, deixando de ter medo. Enquanto não fizerem a “observação de si” vão continuando juntas, agredindo-se mutuamente, mais ou menos suavemente e vão-se tolerando em nome do “Amor” que não é “Amor incondicional” mas sim “posse”, medo de perder aquilo que se adquiriu. Isto não é Amor é apego.

Constatemos.

Uma pessoa com “pouco conhecimento” (pouca cultura) ou uma pessoa com muito conhecimento (muita cultura), se ainda não despertaram para o Divino que são, comportam-se de maneira semelhante: a pessoa com “pouco conhecimento” tem necessidade de ser agressiva quando acha que a outra errou, pois assim mostra a si própria que naquilo ela sabe mais do que a outra; a pessoa com “muito conhecimento” refugia-se na agressividade pois tem várias oportunidades de mostrar que sabe mais do que a outra e isso dá-lhe segurança.

Quando a pessoa começa a despertar, começa a transformar o pouco ou muito conhecimento em sabedoria e aí começa a falar em vez de agredir e de Aluno vai passando a Mestre.

É somente através dos meus actos que se pode ver quem Eu Sou!

Se através dos meus actos o que vem atrás de mim começa a mudar, aí sim, eu dou um passo em frente no meu Caminho.

Somos todos Mestres uns dos outros. Tornemo-nos responsáveis, façamos a nossa parte e o Mundo inteiro começará a mudar!"

 

 

Nota: Recebi este texto há vários anos, o qual, nessa época me ajudou a clarificar várias questões. Desconheço o seu autor e por isso mesmo se alguém conseguir identificá-lo agradeço que me informem para que lhe sejam dados os devidos créditos.

Um texto que tem tanto de simples, como de profundo, não pode passar indiferente.   

 

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