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Eva Veigas ~ Terapeuta Holística

The Way of Silence

Eva Veigas ~ Terapeuta Holística

The Way of Silence

05
Jan16

Análise Numerológica 2016 - Ano 9

Eva Veigas

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Decompondo os Números de 2016

 

2016 é composto, evidentemente, por quatro algarismos, a saber: o dois, o zero, o um e o seis.

Parece óbvio e até desnecessário falar sobre esta questão, mas os Números têm sempre muito para dizer.

 

Assim, recebemos a influencia de cada um destes quatro números individualmente e em conjunto.

 

Analisemos então a nível individual, cada um destes Números.

 

A influência do 2

 

O 2 assume aqui um papel de relevo pois a sua influência predominará ao longo de todo o 3º Milénio, mais concretamente, desde o ano 2000 até 2999.

A lição do 2 implica uma imensa e complexa aprendizagem no que diz respeito à forma como nos relacionamos com os outros, mas e sobretudo à forma como nos relacionamos connosco.

 

Os nossos relacionamentos são na verdade a base de toda a nossa alegria, felicidade e equilíbrio e também de todos os nossos medos, desgostos e ansiedades. Mas a grande dificuldade está em sentirmo-nos bem connosco.

Este é sem dúvida o maior desafio da nova humanidade.

 

Sempre que estamos em harmonia connosco é difícil que não estejamos também em harmonia com os outros.

 

Para chegarmos a um nível tão elevado de equilíbrio e compreensão precisamos de nos aceitar em todos os aspetos que compõem a delicada e complexa multidimensionalidade e multidiversidade do nosso próprio ser.

 

Quando chegarmos a aceitar-nos nessa totalidade o processo de aceitação do outro será natural, espontâneo, belo e altamente criativo.

 

Enquanto esta lição não for completamente aprendida e integrada de nada adiantará à Humanidade os francos e fortes progressos tecnológicos, aos quais temos vindo a assistir e com toda a certeza continuaremos a assistir.

 

É evidente que neste momento e de acordo com os nossos filtros atuais tudo isto parece longínquo, impossível, inatingível e para algumas pessoas, até esta conversa é pura perda de tempo, pois estão autoconvencidas que esse estágio está completamente vedado ao Homem. Mas não está. Pelo contrário, este é de facto o grande desafio deste 3º Milénio que agora se inicia.

 

A vibração do 2 é puramente intuitiva e feminina. Quando me refiro a feminino, refiro-me apenas à qualidade da polaridade negativa em oposição ou complemento da polaridade positiva ou masculina.

 

A Sabedoria que o 2 transporta consigo permite, àqueles que possuem forte ligação com este número, a possibilidade de trazer para a realidade diária os ensinamentos e os conhecimentos da sua mestria interna.

 

O 2 ensina-nos a respeitar as diferentes e múltiplas formas da existência na sua forma de ser, de estar, de agir, de escolher, de fazer e assim por diante.

Aprender a criar relações fortes e saudáveis, sabendo que nem todas têm que ser afetuosas mas sim equilibradas e harmoniosas, é a proposta dentro do gigantesco desafio que a Humanidade enfrenta.

 

Saber relacionar-se é uma grande virtude que obriga a utilizar recursos que julgávamos que não tínhamos e abdicar de uma série de crenças castradoras e limitadoras relativamente aos sentimentos que surgem nos diferentes tipos de relacionamento.

 

Como referi há pouco, a mais importante lição dentro desta vasta aprendizagem é saber relacionarmo-nos connosco.

 

Parece fácil, mas se pensarmos um pouco, sabemos que não é. Nós somos os primeiros a criar, desenvolver e alimentar os nossos próprios conflitos internos, os quais nos atiram para patamares vibracionais bastante densos onde imperam a inveja, a cobiça, a competição, os complexos de superioridade / inferioridade, a comparação, a impaciência, o egoísmo e todos os restantes aspetos que tornam este desafio altamente complexo.

 

Estes caminhos são aparentemente os mais fáceis de trilhar, pois não exigem um compromisso interno com o próprio. É nestes caminhos que atiramos com a as culpas para cima dos outros, que cobramos a atenção do outro, que mendigamos amor, etc.

 

No entanto, mais tarde ou mais cedo, pagar-se-á um elevado preço por causa de comportamentos distorcidos como estes e de uma visão geralmente enviesada das pessoas que tendem a julgar tudo e todos de acordo com o seu sistema de crenças velho e bafiento.

 

Assim o 2, obriga-nos a colocar em causa a nossa “verdade” embaciada, por conta daquilo que os outros espelham em nós e que logicamente nos incomoda.

A repetição desse exercício levar-nos-á, em última análise, num qualquer dia da nossa existência, a reparar que não são os outros que estão errados, mas que talvez seja a nossa postura na vida que esteja a precisar de ser revista e purificada.

 

Um retiro espiritual ou não, uma viagem, uma reflexão profunda, pode ser um excelente início e um bom meio de nos aproximarmos da nossa própria essência por nos colocar em contacto com aquilo que de mais puro vibra em nós.

 

A influência do 0

 

Trata-se de um número igualmente importante e relevante mas apenas no que diz respeito ao século XXI, pois irá acompanhar-nos até 2099. (Os zeros que se seguem já não farão parte do primeiro radical de cada ano de calendário, portanto terão leituras e interpretações diferentes para cada ano).

 

O zero representa o tudo e o nada e é muitas vezes, mesmo na Numerologia, um número relegado para segundo plano e em alguns casos é mesmo inexistente qualquer informação acerca das sua influências ou significados.

 

Mas o zero é na verdade o número mais importante de todos, pois entre muitos outros aspetos ele representa, na maioria das culturas, das religiões, dos rituais, etc., o círculo sagrado. Ele é a Roda da Vida, a Samsara, a Roda da Fortuna, o Círculo do Fogo, representa o Espírito, o Imanifestado, o Invisível…

 

No fundo tudo deriva deste símbolo profundamente poderoso, que representa tantas vezes a própria Criação.

Desta maneira, a influência do 0 (zero) durante este século em particular, aparece para aumentar e magnetizar a energia do número que o precede (o dois). É como se este círculo sagrado nos chamasse constantemente a atenção para a importância da aprendizagem pedida pelo 2.

 

Neste ano em particular o 0 faz com que a nossa atenção recaia para as infinitas tarefas que nos cabem, à medida que vamos ganhando mais consciência da responsabilidade sobre a nossa própria vida e sobre o papel fundamental que desempenhamos na vida do planeta e de tudo o que ele contém, incluindo a nós mesmos.

 

É preciso antes de mais assumir essa responsabilidade. Atitudes impensadas, negligentes e incoerentes não serão toleradas no momento que atravessamos, pois todos temos um papel crucial no que toca à responsabilidade coletiva.

 

Faz parte dos nossos exercícios diários aprender a revermo-nos no Todo e nas suas partes. Claro que não é fácil, mas o que importa aqui é a nossa persistência e também a nossa Fé interior.

 

É fundamental trabalhar no sentido de criar e ganhar clareza mental e adotar uma atitude alegre e despreocupada mas não negligente ou superficial.

O que é mais importante é não dar demasiado relevo a factos que não merecem esse dispêndio de energia.

 

O zero é um instrumento energético maravilhoso que absorve, acumula e irradia energia num movimento dinâmico e ritmado impecável.

É assim que podemos sintonizar-nos e aproximar-nos desta frequência. Também nós devemos saber absorver, acumular e irradiar a nossa própria energia para viver a nossa vida o mais harmoniosamente possível.

 

É por isso que a nossa bagagem emocional deve ser leve e por isso o zero nos pede para nos esvaziarmos a cada momento. Não devemos reter nada, nem o conhecimento. Tudo o que é retido estagna e energia estagnada provoca desequilíbrios, distorções e dificuldades. Portanto o zero ensina-nos muito acerca do enchimento e do esvaziamento das nossas experiências e do modo como isso afeta todos os aspetos da nossa existência.

 

Desde 2010 e até 2019, que o 0 está a ser o número ou a energia de ligação entre o número que o precede – o 2, e o número que se lhe segue - o 1.

 

Esta ponte entre o 2 e o 1 afeta substancialmente estes dez anos, emprestando-lhe uma dinâmica única e irrepetível.

 

O 0 (zero) afeta ou influencia o 2, na medida em que o convida a ir além dos seus limites, a expandir-se, a ultrapassar-se, nos aspetos relativos aos relacionamentos, como já foi dito mais acima. Por outro lado exerce a sua influência sobre o 1, na medida em que ele é o fio condutor através da qual o sumo da experiencias, fruto das vivências que o 2 nos permite, é despejado e depositado no recipiente do 1, que é como se sabe o veículo onde a vontade ganha forma e é alimentada.

 

Assim sendo é uma energia vital para tornar possível aplicar o que se vai aprendendo a cada momento das nossas vidas.

 

 

A influência do 1

 

Esta energia yang, masculina e positiva é altamente dinamizadora de ações ponderadas e firmes.

 

O 1 é capaz de transformar, através da vontade e de um conhecimento profundo da alma e da essência humana, qualquer situação negativa, numa situação positiva. Esta energia quando bem dirigida é verdadeiramente alquímica e não é passível de ser corrompida.

 

O 1 corresponde àquela parte de nós que determina o curso da nossa história pessoal e é por causa dele que nos afirmamos ou nos queremos afirmar, ou, pelo contrário, ativamos o medo de nos mostrarmos como somos, refugiando-nos atrás das nossas sombras e das nossas incapacidades, o que torna a nossa vida, na maior parte das vezes, difícil, complicada e por vezes, praticamente inexistente.

 

Tudo isto como sabemos, gera revolta por nos sentirmos incapazes de lidar com as experiências e com os acontecimentos inevitáveis e presentes na nossa vida, e, por ainda querermos continuar a controlar tudo o que nos acontece.

 

Até ao final deste século e depois do ano 2019, o 1 voltará a aparecer apenas em 2021 e depois apenas de dez em dez anos. No próximo século, o 1 será novamente palco de grandes desafios pois ficará ativo durante 100 anos, mais concretamente de 2100 a 2199. Mas isso serão outros cenários, outros desafios e outras frequências.

 

Por agora, fiquemos apenas pela influência do 1 em 2016. Assim, podemos afirmar com certeza que este 1 trata de trazer clareza e determinação no que toca aos desafios do 6 que veremos já em seguida.

 

A lição do 1 passa por nos transformarmos em verdadeiros aprendizes, o que implica uma bela e generosa dose de humildade da nossa parte. Isto implica, por sua vez, aprendermos a largar a nossa prepotência, a nossa altivez, a nossa atitude ditatorial em relação aos outros e a tudo o que nos rodeia.

 

O nível seguinte de aprendizagem do 1 ajuda-nos a aprender a ser mestres num momento e aprendizes no outro. Depois mostra-nos como podemos ser aluno e professor em simultâneo.

 

Num nível mais elevado ainda, aprendemos a ser simplesmente. A ser com os outros, a ser com a natureza, a ser inteiros com toda a existência.

 

Este 1 é influenciado pelo 6, o número do amor, dos afetos, da generosidade, da bondade e que sempre que entra em contacto com o 9 (9 é o regente de 2016) cria aspetos sobremaneira positivos, permitindo, elevar os seres humanos a camadas da supra consciência que ainda estão por conhecer e experimentar.

 

O propósito do início desta Nova Era é trazer uma nova consciência aos seres humanos que estão na Terra em evolução e com a possibilidade de fazer o seu próprio processo de Ascensão. Transformar o nosso individualismo em individuação faz parte deste processo. É o 1 numa faixa vibratória mais elevada, mais alinhada com o propósito e em sintonia com o que está a ser pedido aos humanos.

 

Deixar de olhar para os outros a partir do nosso umbigo, para passar a olhar a partir de um ponto de vista global, onde todos somos parte de uma grande consciência viva e vibrante, é um desafio que merecemos e para o qual trabalhámos com maior ou menor intenção.

 

Criar um novo paradigma que nos permita sair das vibrações densas da mediocridade, da miséria, da maldade, da incompreensão, da crueldade, enfim, do desamor por si e por cada um dos seus semelhantes, é a função do homem atual.

 

Estamos a construir os planos de uma nova Humanidade e devíamos congratular-nos com isso, em vez de nos desesperarmos ante as dificuldades e de baixarmos os braços sem sequer tentarmos.

 

Deixamos de ter Fé em nós e nos outros, na Vida, nas nossas tradições ancestrais, na experiência acumulada dos mais velhos, e é preciso acordar para essa realidade.

É aqui que entra este 1 que nos ajudará a ver de forma clara e única essa realidade.

Fazemos parte de um imenso e maravilhoso processo de criação onde apenas o AMOR impera.

 

 

A influência do 6

 

O 6 é uma energia sintonizada com a Beleza. Este ano serve para aprendermos a reencontrarmo-nos com a Beleza dentro de nós. Devemos procurar a Beleza em tudo, pois todos os aspetos da existência são belos, mesmo aqueles que nos parecem difíceis, confusos, ou simplesmente horríveis.

 

Trata-se de facto de um imenso desafio ver a beleza dos acontecimentos mais terríveis, ver a beleza nas pessoas com as quais temos dificuldade em nos relacionar, ver a beleza em algo que aos nossos olhos não é perfeito e assim por diante.

 

A beleza que vemos fora corresponde sempre à beleza que temos dentro. Lembremo-nos disso quando afirmarmos que algo ou alguém é verdadeiramente belo para nós.

 

A beleza anda de mãos dadas com a harmonia e por vezes do que não gostamos mesmo é da desarmonia que vemos, sentimos, ouvimos, etc. Portanto aprender a colocar harmonia naquilo que fazemos, observamos ou sentimos é uma das mais importantes tarefas deste ano.

É a desarmonia das cores, dos aromas, do desarrumado, das emoções, etc. que faz com que rejeitemos algo ou alguém ou partes de nós.

Deste modo, teremos que aprender a harmonizar essas partes, trazendo a nós o que for preciso para nos tornarmos mais inteiros e mais vivos, mais alegres e mais sorridentes, mais leves e mais verdadeiros, mais honestos e mais amorosos.

 

O 6 traz a possibilidade de fazermos as pazes com as nossas partes feridas, com as nossas dores associadas ao amor. O amor que não temos, o amor que não vivemos, a família que não nos aceita, os lares desfeitos, o amor que cobramos, a imposição que fazemos na vida dos outros, etc.

 

É um ano perfeito para reconhecermos as nossas dificuldades no desamor, e podermos, finalmente, escolher o caminho do coração.

 

A energia do 6 está ainda ligada à arte e à cultura e, claro, à energia do coração. Portanto mais uma vez o 6 convida a trazer mais e mais beleza à nossa vida.

Talvez este seja o ano de descobrir talentos ocultos e de os colocar ao seu serviço e de os revelar aos outros, sejam os outros a família, a comunidade, a sociedade ou a humanidade.

 

 

O 6 providencia uma atmosfera de conforto e bem-estar onde é seguro estar na companhia dos outros.

É preciso tornarmo-nos mais responsáveis sobre as nossas próprias escolhas e sobre as resoluções que tomamos para a nossa vida.

Essa responsabilidade aumenta exponencialmente na medida em que vamos entrando em contacto com o nosso verdadeiro potencial e adquirindo a habilidade de o desenvolver.

 

Estas quatro energias numéricas vibrando em conjunto, produzem notas únicas que se traduzem no Número 9, como regente universal de 2016.

 

É essa análise que farei de seguida, não sem, antes vos falar dos dois radicais que compõem o ano: o radical 20 e o radical 16.

 

 

Os radicais 20 / 16

 

Antes de falar deste ano universal, propriamente dito, importa falar um pouco acerca dos radicais deste ano: o 20 e o 16.

 

 

Uma vez que o radical 20 marca todo o século XXI, é melhor dar-lhe a máxima atenção uma vez que seremos influenciados por ele até 2099.

 

Tudo começou no ano 2000, o ano que marcou a abertura deste 3º Milénio e também o primeiro ano deste nosso século XXI.

Para melhor se compreender esta influência talvez sela importante analisar a vibração energética do século passado – o século XX.

Todos aqueles que nasceram ao longo do século XX receberam a forte influência do radical 19, desde o longínquo ano de 1900 até ao recente e importante ano de transição de milénio e de século – o ano de 1999.

 

O radical 19 tinha por objetivo trazer luz à consciência dos homens, obrigando-os com a sua poderosa e incrível energia, a colocar em causa milhares de diversos pontos de vista, assinalados pelos diferentes povos e nações da Terra com as suas fórmulas políticas, religiosas, culturais, espirituais, etc.

Tudo isso provocou ao longo desse século, ainda tão presente nas nossas memórias, profundos desequilíbrios, geradores de sangrentas guerras que vitimaram milhares e milhares de pessoas, acentuando dessa forma, ainda mais, as diferenças entre muitas pessoas mas também aproximando outras tantas.

 

Teria tudo isto que ter acontecido desta precisa forma? Talvez sim ou talvez não! Se pensarmos que quem decide possui sempre uma última palavra e que essa palavra pode ser de guerra ou de paz, talvez o cenário de hoje pudesse ser completamente diferente daquele que conhecemos e no qual coexistimos.

 

A vibração 19 serviu de preparação para a energia 20 que aos poucos se vai ancorando e para a qual muitos de nós ainda não estão totalmente preparados.

 

Se reduzirmos o número 19 (1+9 = 10 = 1+0= 1) obteremos a vibração 1 que obviamente nos remete de imediato para características como o individualismo, o egocentrismo, o egoísmo, a independência, o autoritarismo, o imperialismo e assim por diante.

 

Porém, nem tudo é absolutamente negativo, dado que o 1 enquanto símbolo possui em si mesmo as duas polaridades: negativa/positiva.

Através da vibração do 1 é possível experimentarmo-nos como indivíduos. O ser enquanto indivíduo, ainda sem se ter permitido conhecer-se através do outro, torna-se facilmente corruptível, egoísta e feroz.

 

Para conhecermos o equilíbrio de quaisquer duas polaridades precisamos de conhecer os seus extremos. E na verdade o século XX permitiu-nos conhecer uma das polaridades desta energia.

 

Agora, ainda no início do século XXI e sob a forte influência do radical 20, podemos finalmente olhar ao nosso redor e constatar como é rica e preciosa a presença do outro na nossa vida.

Porém, estamos ainda longe de um verdadeiro equilíbrio nessa matéria, é por isso que esta vibração é importante e nos são oferecidos 100 anos distribuídos por muitos seres humanos em diversos graus de evolução, para que experimentemos estar no lugar do outro, valorizá-lo e amá-lo como o que ele de facto representa: o outro somos nós!

 

Quer acreditemos, quer não, quer o aceitemos ou o desprezemos, o outro somos nós e nós somos o outro, não há qualquer hipótese de nos desligarmos desse vínculo, que une todos os seres debaixo do Sol.

É evidente que temos muitos anos de aprendizagem pela frente, mas o que se espera, é que o “tu” e o “eu” dê lugar apenas ao “nós”.

Não digo que nos dissolveremos na forma, que deixemos de ser indivíduos, mas que talvez nos diluamos no coração, resgatando assim a nossa condição natural – SOMOS UM!

 

O radical 20 ou a vibração 20 busca e permite uma purificação de tudo aquilo que se encontra numa dimensão de densidade negativa, no que diz respeito à divisão. O outro lado do 2, que é aquele para o qual estamos a trabalhar, quer disso tenhamos consciência ou não, é o regresso à unidade, à união entre todos os seres humanos, depois os humanos unir-se-ão de novo à natureza e tudo voltará a ser uma coisa só (não que alguma vez o tenha deixado de ser – apenas não o reconhecemos ainda em nós e isso ainda irá demorar algum tempo até que se reorganize).

 

Ora a energia do Número 20 pede precisamente a purificação dessa mesma condição ou a regeneração desses aspetos distorcidos e desarmoniosos, permitindo a verdadeira cura e o restabelecimento dos campos eletromagnéticos da Terra e dos seus seres viventes.

Por outro lado, o 20 representa o momento do despertar da essência de luz em cada ser humano e não só. Sair da dormência em que temos estado por muito tempo, mergulhados numa malha ilusória entre o sonho e a realidade e resgatar essas partes de nós presas em momentos do nosso percurso como alma, faz parte das infinitas possibilidades para este século.

 

Mas em que medida irá o radical 20 influenciar este ano?

 

Neste ano em particular esse despertar está associado a todos os aspetos delineados pelo radical 16, sendo o mais importante, o de descobrir o amor dentro de nós e dar-lhe uma direção, isto é, deverá ser possível aprender através dessa descoberta o que fazer com esse amor dentro.

 

Sentir amor é bom. Fazer despertar esse amor é maravilhoso. Mas ficar por aí, não vai alterar o que é urgente fazer, e há muito a fazer. O Planeta está doente. Todos os seres vivos, incluindo o Planeta Terra – a Mãe Terra, estão sedentos de cura, cuidado e equilíbrio. É preciso saber o que se quer e vai fazer e depois agir em conformidade.

 

Saber para onde nos dirigimos ao longo deste ano pode ser a meta mais difícil de atingir pois essa energia precisa de ser sentida, descoberta, trabalhada. É uma verdadeira caça ao tesouro e este ano tem muitas armadilhas ao longo do caminho.

 

Múltiplas capacidades e habilidades psíquicas, mediúnicas, intuitivas estão este ano ao nosso dispor para serem tocadas (para alguns seres humanos pela primeira vez nesta vida). Esse primeiro contacto com esses aspetos, é temido por alguns, porém tememos apenas o que desconhecemos. Será interessante portanto, adotar uma postura de verdadeiro aventureiro, fazendo, no entanto, tudo com a maior responsabilidade e segurança, para poder adentrar novos mundos, dentro da esfera do Elemento Ar (1+6=7).

 

Ao 7 pertence-lhe o Ar, que se encarrega de transportar ideias, pensamentos, etc. entre os diversos seres ancorados neste Planeta Azul e também de lhes inspirar a imaginação. Ao Ar corresponde, como se depreende, o aspeto ou corpo mental do ser humano e os Elementais do Ar – as Sílfides ou fadas do vento.

 

Por tudo isto é importante e vital que este ano nos dediquemos a conhecer a nossa mente mais aprofundadamente, de modo a trazer cura e equilíbrio para os aspetos que em nós precisem de ser curados e harmonizados. Manter uma mente flexível e aberta pode ajudar sobremaneira a viver cada camada deste ano de forma profunda mas com suavidade e leveza.

 

 

 

E agora sim é tempo de falar da proposta do Número 9.

 

 

Curiosidades e características do 9

 

Palavras-chave: Sonho, Compaixão, Altruísmo, Filantropia, Sintonia, Discernimento, Paciência, Idealismo, Humanismo, Generosidade, Bondade, Criatividade, Integração, Paz, Amor Incondicional

 

Elementos: Fogo e Ar

 

Símbolo: Estrela de 9 pontas

 

Letra: I

 

Cor / Frequência: Branco / Cristal

 

Plantas Medicinais: Menta, Salva branca e Tomilho

 

Incensos: Sândalo, Arruda, Mirra

 

Arcano Tarot: Eremita

 

Runa: Hagalaz

Chakra: Estrela da Alma

 

Grau de Sabedoria: A Águia ou a Intuição da Luz

 

Arcanjo: Uriel

 

Pedras / Cristais: Quartzo Cristal

 

Mantra: Om Tare Tuttare Soha

 

Ano Universal 9

 

Um ano 9 universal é um ano que encerra um ciclo. Algo se completa, termina ou evolui para a fase seguinte.

Este ciclo que agora termina teve o seu início em 2008, que, obviamente, foi um ano universal 1.

 

 

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