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Eva Veigas ~ Terapeuta Holística

The Way of Silence

Eva Veigas ~ Terapeuta Holística

The Way of Silence

28
Dez16

A PEQUENA ALMA E O SOL Neale Donald Walsch

Eva Veigas

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"Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse a Deus:

- Eu sei quem sou!

E Deus disse:

- Que bom! Quem és tu?

E a Pequena Alma gritou:

- Eu sou Luz

E Deus sorriu.

- É isso mesmo! - exclamou Deus. Tu és Luz!

A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.

- Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.

Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus (o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É) e disse:

- Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?

E Deus disse:

- Quer dizer que queres ser Quem já És?

- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a pequena Alma.

- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.

- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.

- Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou.

- Há só uma coisa...

- O quê? - perguntou a Pequena Alma.

- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.

- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.

- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá, sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. “Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz, quando estás no meio da Luz? - eis a questão”.

- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma, mais animada.

Deus sorriu novamente.

- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.

- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.

- É aquilo que tu não és - replicou Deus.

- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.

- Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.

- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.

Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.

- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é – disse Deus. Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão.

“Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!”

- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.

- Claro! - Deus riu-se. Claro que podes! Mas lembra-te de que “especial” não quer dizer “melhor”! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!

- Uau! - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. Posso ser tão especial quanto quiser!

- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?

- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. Não estou a perceber…

- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes:

É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?

A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.

- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma. É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.

- Sim! - concordou Deus. E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte delas.

- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. Quero ser a parte de especial chamada “perdão”. Não é ser especial alguém que perdoa?

- Ah, sim, isso é muito especial - assegurou Deus à Pequena Alma.

- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.

- Bom, mas há uma coisa que devias saber — disse Deus.

A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.

- O que é? - suspirou a Pequena Alma.

- Não há ninguém a quem perdoar.

- Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.

- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta!

Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados, de todo o Reino, porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer.

Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar: Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.

- Então, perdoar quem? – perguntou Deus.

- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! - resmungou a Pequena Alma . Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.

E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste.

Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:

- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.

- Vais? - a Pequena Alma animou-se. Mas o que é que tu podes fazer?

- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!

- Podes?

- Claro! - disse a Alma Amiga, alegremente. Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.

- Mas porquê? Porque é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti!

O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?

- É simples - disse a Alma Amiga. Faço-o porque te amo.

A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.

- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga .Tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincámos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau. Fomos ambas a vítima e o vilão. Encontrámo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exacta e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.

E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - Eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a “má”, desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.

- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.

- Oh, havemos de pensar nalguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.

Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, e disse numa voz mais calma: Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?

- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.

- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.

- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma. E começou a dançar e a cantar: Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!

Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.

- O que é? - perguntou a Pequena Alma. O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!

- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.

E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.

- O que é que posso fazer por ti?

- No momento em que eu te atacar e atingir, - respondeu a Alma Amiga – no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...

- Sim? - interrompeu a Pequena Alma. Sim?

A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.

- Lembra-te de Quem Realmente Sou.

- Oh, não me hei-de esquecer! - gritou a Pequena Alma. Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.

- Que bom - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.

- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva – a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.

E assim o acordo foi feito.

E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.

E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.

E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito:

Lembra-te sempre - Deus aqui tinha sorrido - não te enviei senão anjos!"

 

27
Dez16

Análise Numerológica 2017 - Ano 1

Eva Veigas

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1 – O Regente Universal de 2017

 

O ano universal exprime, genericamente, a influência que cada ano exerce sobre a humanidade em geral.

 

Os primeiros dois dígitos (20) representam a essência do século, que neste caso é representado pelo Número 2 (redução de 20).

 

Os últimos dois dígitos (17) individualizam o ano dentro do século. 1+7 = 8.

 

Se somarmos ao Número 8, a essência do século, o Número 2, obteremos 10, cuja redução é 1. Portanto ao falarmos sobre 2017 teremos que levar em consideração estes dois regentes numerológicos, que são os Números 1 e 10.

 

Um ano de vibração 1 é sempre o ano que marca a abertura ou o início de um ciclo novenal. O final deste ciclo ocorrerá assim, no ano 2025, cujo regente universal, será, evidentemente, o Número 9.

 

Este é um ano de suma importância, dado que representa o início de algo completamente novo, e como estamos a falar ao nível coletivo, será algo transversal a todos nós.

 

Em termos individuais, estaremos sob a influência dos trânsitos numerológicos que implicam, entre outros Números: o Número da Vibração Universal do Ano, o Número do nosso Ano Pessoal e o Número do nosso Ciclo de Aniversário.

 

Evidentemente, cada um de nós terá diferentes desafios, mais ou menos intensos, de acordo com os seus trânsitos numerológicos específicos, mas todos responderemos ao chamado, mais ou menos subtil deste poderoso Número 1, que rege os novos começos, os novos inícios, mas também os recomeços e a possibilidade de começar do zero.

 

Porém, para que essa possibilidade se manifeste é necessário que cada um use (ou aprenda a usar) as seguintes qualidades/capacidades: força, coragem, empenho, ousadia, determinação, firmeza, impulso para agir, vontade de evoluir, progredir e acima de tudo não ter medo de errar, nem de enfrentar o desconhecido.

 

Para enquadrar um pouco o ano no século, há que falar das várias vibrações numerológicas que se conjugam entre si.

 

Assim, falemos primeiro da essência do século, que como já referi anteriormente é, 2.

 

O 2 transporta-nos para a eterna renovação das águas e para a necessidade de as renovar, caso elas estejam estagnadas. Este processo, como bem sabemos está associado a todo e qualquer processo emocional, mais ou menos complexo, mas nunca dissociado de outros processos que com ele se conjugam, como o psicológico, o físico ou qualquer outro.

 

A essência deste século pede que nos libertemos de todo o tipo de julgamento que ainda transportamos a nível celular, que nos libertemos de todas as memórias que nos remetam para um sentido de injustiça no mundo e, claro, nas nossas próprias vidas.

A solução para resgatar e sanar esta questão reside na aceitação, que é também uma palavra-chave do Número 2, mas que só se pode manifestar, quando ela encontra um canal (pessoas aptas, capazes de enfrentar o desafio, que ressoam com a nova energia) que esteja aferido ou que ressoe com essa capacidade.

 

Aceitar que a vida não é injusta, é dos desafios mais difíceis, se não mesmo o mais difícil para o ser humano.

 

É neste cenário que teremos que enquadrar o Número 8 (1+7=8) que nos fala da importância de começar a trazer à prática, ou a manifestar na matéria, comportamentos que denotem a erradicação dos juízos de valor, do preconceito (pré-conceito) dos complexos de superioridade/inferioridade, etc.

Temos um século (um pouco menos, neste momento), temos 83 anos para trabalhar esta questão na nova energia trazida pelas recentes mudanças vibracionais, sentidas na grelha de luz da Terra.

 

Que cada um ganhe mais e mais consciência, a fim de poder agir de acordo com as mais elevadas frequências do seu Eu Superior, em vez de se manter nas frequências mais baixas e por conseguinte mais densas que geram, limitações de todo o tipo.

 

Depois desta breve introdução, falemos então do Número Regente Universal de 2017, que é 1.

 

Este é, como já se disse, o ano que abre um novo ciclo e por isso 2017 é um ano com um potencial ilimitado no que toca a iniciar todo o tipo de criações, ideias, planos, renovações, projectos novos, etc. que sejam essencialmente originais.

 

Isto é válido em qualquer área de vida. Pode ser que inicie um novo relacionamento, que a família cresça com o nascimento de um bebé, ou que um novo elemento se venha juntar à família. Pode ser que comece um novo negócio, carreira ou profissão.

Pode ser que se dedique a uma nova área de estudos. Pode ser que lhe apeteça começar a praticar desporto ou que opte por uma nova modalidade, se já o faz, etc.

 

Enfim, há que estar preparado, pois o novo pode surgir a qualquer momento ao longo do ano, e uma ou mais áreas da sua vida podem ser afectadas.

 

Acima de tudo há que alinhar com energias superiores (de frequência mais elevada, mais qualificada, mais afinada), pois o ano será certamente desafiante, já que qualquer tipo de iniciativa ou mudança no ar pode gerar medo de avançar.

 

Se isso suceder é o momento de ir averiguar a causa do medo. Depois de a identificar é tempo de limpar, transformar e purificar os obstáculos ou bloqueios que o impediam de avançar e seguidamente retomar a intenção daquilo a que se está a propor. A intenção deve ser firme e forte. Se não for persistente, determinado e assertivo, e se se deixar vencer pelas suas fraquezas o ano levará a melhor, esmagando o seu entusiasmo, varrendo as suas ideias para longe, espalhando a sua energia, deixando-o esgotado, exausto, sem rumo.

 

Isto porque o ponto fraco de 2017 é governado pelo Número 11, que é um Número-Mestre, bastante complexo e portanto irá pô-lo à prova ao longo do ano, no sentido de ir averiguando e confirmando se as suas intenções permanecem claras, se vão sendo reforçadas, ou se simplesmente você se irá deixar vencer pelas suas crenças e limitações autoimpostas.

 

O relacionamento com os outros é outro ponto sensível, portanto este é um ano em que facilmente se perde a cabeça, a paciência, e a estabilidade.

 

Lembre-se do que já conquistou, do tempo e do esforço que tem feito para se elevar acima das discórdias e das diferenças e mantenha-se firme e fiel a si mesmo. Não vá atrás da energia da competitividade, da ambição desmedida, da desonestidade, da incapacidade de olhar os desafios de frente, etc. Faça o que tem de ser feito, diga o que tem de ser dito, devolva, mas em amor e não em agressividade ou aspereza.

 

Por este motivo este pode ser um ano em que as guerras individuais e entre nações podem aumentar de intensidade, mas mais uma vez a responsabilidade dessa escolha recai sobre cada um de nós: desde a vibração que emitimos àquela que estamos dispostos a receber.

 

Escolha unir a sua energia vibrante e criativa ao lado positivo ou ponto forte deste ano que é 31. Segure bem no arco e aponte a flecha para o objectivo pretendido. Estique bem e quando soltar, saiba que não há como errar o alvo, desde que permaneça flexível, ajustando-se às mudanças com que a vida continuamente lhe acena.

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Seja criativo na busca das soluções para os “piores” desafios que eventualmente lhe surjam ao longo de 2017.

 

Lembre-se que nada é para sempre, pois existe uma Lei que não pode ser esquecida ou ignorada, e que muito nos pode ajudar a viver uma vida mais inteira e total: a Lei da Impermanência!

 

Olhe à sua volta e verifique por si mesmo! Ela está sempre aqui… pois tudo muda constantemente.

Não acredita?

É simples…limite-se a observar a Natureza, aposto que vai ter muitas surpresas.

 

É importante recordar a importância da essência do ano dentro do século que como já disse é 8 (redução de 17), pois este é um ano altamente concretizador para aqueles que se alinharem com as frequências exortadas por este Número.

 

O 8 é sinónimo de persistência, de força (física, psíquica, etc.) de realização de algo concreto, de manifestação na matéria, isto é, de transportar a semente (1) que deu origem à ideia (7) tornando-a visível na matéria (8). Isto é o que designamos por processo criativo.

 

Devemos, por outro lado, ter em conta que este é um ano profundamente estruturado ou estruturante. Estruturado para quem já possui a estrutura, o edifício interno bem alicerçado e portanto já possui uma base sólida e firme a partir da qual pode gerir a sua vida no sentido e na direção que quiser; e estruturante para aqueles que por um motivo ou outro não se prepararam para este momento, e, portanto, terão trabalho a dobrar ao longo do ano, pois ainda terão que ir ganhar estrutura e solidez na área (ou áreas), onde esse esqueleto ainda não ganhou consistência. No fundo é trabalhar muito o elemento Terra para depois poder concretizar as ideias e os planos que traçou.

 

Concluindo, este é um ano que poderá abrir muitas portas, descobrir novos caminhos que o ajudarão a descobrir-se mais e melhor e que o catapultará para novas e desconhecidas experiências.

 

Vá de coração aberto e de alma leve.

 

 

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Características e simbologia do Número 1

 

Palavras-chave:

 

Acção

Afirmação

Ambição

Audácia

Começos

Dinamismo

Força

Independência

Individualismo

Iniciativas

Inteligência

Liderança

Movimento

Originalidade

Ousadia

Perspicácia

Pioneirismo

Potencial

Versatilidade

Vontade

 

 

Símbolo: O ponto dentro do círculo

 

Elementos: Ar e Fogo

 

Planeta: Úrano

 

Letras: A, J, S

 

Cor / Frequência: Cor de Magma / Todos os tons de Vermelho

 

Plantas Medicinais: Alecrim, Alfazema, Canela

 

Incensos: Âmbar, Benjoim, Café

 

Arcanjos: Ariel, Sandalphon, Gabriel

 

Pedras / Cristais: Azurita, Malaquite, Turmalina negra,

 

  

Em Profunda Comunhão Com a Vida

Eva Veigas

 

 

23
Dez16

Semana Numerológica: 22 a 31 de Dezembro 2016

Eva Veigas

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Semana Numerológica: 22 a 31 de Dezembro 2016

 

Número Regente – 33:6

Adentrando os primeiros níveis dos Portais do Fogo da Criação – Assumindo a Responsabilidade do Que Somos

 

Trânsito Numerológico: Ano Universal 9 – Mês Universal 21:3 – Semana 33:6

 

 

Chegámos à última semana numerológica do mês e, naturalmente, aos últimos dias do ano 2016.

 

Terminamos o ano com a poderosa vibração do Número 33, o Número-Mestre que representa uma Criatividade Extraordinária.

 

Se o 3 representa a nossa fantástica capacidade criativa, a todos os níveis, imaginem este número dobrado. Significa, de modo geral, que a nossa capacidade de criar, cocriar, comunicar, expressar sentimentos e emoções, inventar, fantasiar, imaginar, poderá ser, no mínimo, duplicada.

 

Porém quando consideramos um Número-Mestre, nunca poderemos afirmar se ele apenas se duplica, se multiplica ou se se desdobra infinitamente nas suas oitavas.

 

Portanto cada um de nós, e de acordo com as nossas características numerológicas (presentes no mapa natal numerológico individual), poderá deixar-se guiar por estas elevadas vibrações, aproveitando esta fase para criar algo valioso ou para pelo menos planear o que mais tarde poderemos colocar em andamento.

 

O que importa é que a energia dessa intenção, projecto ou objectivo seja criada e sustentada pela influência de 33.

 

É importante lembrar que este ano 9, que agora chega ao fim e que foi dos mais desafiantes dos últimos anos, para a maioria de nós, pede que larguemos os últimos laços que nos ligam ainda às velhas energias e nos preparemos para abraçar a semente da nova energia que já nos rodeia e nos começa a tocar de mansinho.

 

Estamos na recta final deste mês, cujo ponto alto se verificou no passado dia 21 de Dezembro, onde nos preparámos para receber a nossa própria essência, sendo nós mesmos a parturiente e o ser parido.

 

Há processos que já se deram e outros que estão ainda a acontecer e até ao final do ano todos viveremos esse processo profundo que exige por um lado o corte com o antigo, com o passado, que tal como um cordão umbilical, foi tão importante e necessário para nós, necessário ao ponto de nos ajudar a preservar a própria vida, ainda que aos nossos olhos todo esse processo nos possa parecer injusto, doloroso, desnecessário, etc.; e por outro lado nos pede que fechemos os olhos, silenciemos a mente e aceitando a nossa condição, mergulhemos no desconhecido, com total confiança e integridade.

 

 

Dia a destacar:

 

24/12/2016 – Véspera de Natal - Dia de vibração 9 – último dia deste ano e deste mês, cuja vibração 9 ressoa com o regente universal de 2016. Por outras palavras, último dia para dizer adeus ao passado e saudar o presente. Interessante a exactidão, a sintonia, deste fecho que se conjuga com a celebração de mais uma transição simbólica da escuridão para a luz. Na verdade, este dia representa uma segunda celebração do Solstício de Inverno, celebrado no passado dia 21. O Deus-Menino, outra representação do Deus-Sol que nasce para trazer uma Nova Luz, uma Nova Esperança para a Humanidade.

 

25/12/2016 – Dia de Natal – Dia de vibração 1 – o dia que marca a preparação do início do novo ano que se avizinha cuja vibração é também 1. Um dia muito forte energeticamente para firmar intenções e resoluções para os dias e semanas seguintes.

 

28/12/2016 – Dia de vibração mestre 22 – este será o último dia desta vibração, este ano e portanto há que aproveitá-la o melhor possível, pois só em 2018 voltaremos a ter oportunidade de beneficiar desta potente vibração. É um número que representa simbolicamente a edificação e a criação de superestruturas, tanto a nível interno como externo.

 

 

Aproveito este momento para desejar a todos umas Boas Festas

 

By Eva Veigas

Em Profunda Comunhão com a Vida!

 

 

 

 

21
Dez16

21/12/2016 Solstício de Inverno

Eva Veigas

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Sempre que damos à luz a nós mesmos, algo de extraordinário acontece. Dir-se-ía tratar de um verdadeiro milagre.

O desafio a que nos propusemos hoje, e não falo apenas do acontecimento que é o solstício, falo também do próprio dia 21, que é parir a nós mesmos, implica desnudar-mo-nos a fim de revelar mais da nossa essência.

A essência emergindo das sombras, do abismo, da escuridão a que esteve sujeita durante o tempo necessário, está agora pronta a eclodir.

O arco de flores que rodeia a figura nesta carta, sugere um portal que deve ser transposto no momentum adequado a cada um de nós. Esse momento implica a criação de determinadas condições energéticas, físicas, emocionais, etc.

Este nascimento é também uma morte, um deixar para trás algo que foi necessário, mas que neste momento já não nos faz falta absolutamente nenhuma.

A espiral de luz em que a figura se encontra volta lembra-nos que a nossa experiência neste corpo exige uma ascensão consciente para que a mudança efectiva de paradigma possa ocorrer.

A nudez da mulher simboliza  a pureza da alma, que não necessita de vestes para se apresentar ante si mesma, pois ela é apenas e só essência.

Quando chegamos ao mundo, chegamos nus, destituídos de vestes para nos recordar que não necessitamos de nos cobrir para nos apresentarmos àqueles que nos aguardam do lado de cá do véu.

Simbolicamente também faremos hoje este processo, com maior ou menor consciência, com mais ou menos rituais, ou até sem ritual algum, porque o fenómeno de dar à luz, de nos tornarmos conscientes, de buscarmos mais luz/informação, dar-se-à de qualquer forma.

 

Um Feliz (Re)Nascer

 

 

 

20
Dez16

Mensagem de Natal

Eva Veigas

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Que possamos aproximar-nos mais e mais do nosso coração amoroso, luminoso e compassivo, capaz de perdoar todas as faltas, todos os erros, todas as falhas, todas as imperfeições.

 

Que possamos ser mais nós mesmos e que possamos diluir e dissolver na Luz todas as amarguras, mergulhando na luz doce e terna da nossa alma.

 

Quanto mais próximos estamos do nosso coração, mais próximo estamos dos corações dos nossos semelhantes.

 

Não vos desejarei as coisas costumeiras, pois isso todo o mundo deseja, muitas vezes de forma febril, é quase automático. É costume dizer-se e então papagueia-se...

 

Não! Eu não vos vou desejar disso, porque não é o que desejo para mim!

 

O que desejo para todos nós é que a nossa consciência se expanda, que o amor que irradiamos a partir do centro do nosso coração se multiplique em infinitas espirais coloridas; que honremos o nosso caminhar, que compreendamos e reconheçamos o papel dos outros na nossa vida.

 

Que sejamos capazes de acolher, de tolerar e de pacificar tudo e todos, dentro e fora, em todas as direções.

 

Feliz Natal!

 

 
20
Dez16

Mensagem com sabor a Natal

Eva Veigas

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O Natal é o reflexo ou o eco da celebração ancestral do nascimento do Deus Sol no Solstício de Inverno. A Deusa que dá à luz um Deus Sol, um bebé onde depositamos toda a esperança da humanidade.

 

As analogias entre as antigas celebrações pagãs e a celebração do nascimento do Deus-Menino ou do Menino Jesus, não passam despercebidas.

 

Mas o que importa aqui não é falar de algo que facilmente é pesquisável e está ao alcance de todos.

 

O que importa é trazer à tona o tema desta celebração: o Sol, a Luz, a Consciência Iluminada.

 

Estamos a sair da escuridão para a Luz, celebrando a mais longa noite do ano. Simbolicamente saímos do ventre da deusa, da caverna ou da gruta para a Luz. Saímos do frio para o calor, por isso fazemos foqueiras ou acendemos a lareira, para podermos ficar na presença do Fogo, que aquece e ilumina mas que também queima aquilo que ainda nos liga a energias ou experiências velhas e desboatadas pelo tempo.

 

É tempo de despertar, mas de o fazermos em consciência, sentindo cada movimento, cada gesto, cada pensamento, cada sentimento, cada palavra, cada pedaço de nós.

 

As horas que antecedem este acontecimento servem para olhar para trás, em modo de observação plena, a fim de integrar mais objectivamente as nossas experiências e vivências ao longo do ano.

 

Ainda estamos na caverna, mas já nos sentimos impelidos a sair dela. Uns mais do que outros. Uns estão em plena convulsão. Outros com os seus medos preferem ficar muito quietinhos aguradando que a vida os expulse desse útero onde se habituaram a viver e onde julgam estar confinados e por isso mesmo impedidos de agir.


Outros ainda desejam forçar o processo apressando e queimando etapas.

 

Há que buscar equilíbrio, no dia de hoje, que é 20. A vibração deste Número que é uma vibração da Água, fala de águas que rebentam, que rasgam a terra para se fundirem no mundo.

 

Não há necessidade de forçar este parto nem há forma de o impedir. Aprendamos com 2 a harmonizar as forças contrárias e a soltar as amarras em devido tempo.

 

E quando chegar o momento, sejamos como as folhas, os troncos e os ramos que são levados pela corrente, sem qualquer tipo de expectativa!

 

Sigamos a Luz...

20
Dez16

Inspiração

Eva Veigas

"A força que governa os nossos destinos está fora de nós e não tem nada a ver com as nossas ações ou vontades. Às vezes essa força pode determinar que paremos de caminhar e nos baixemos para amarrar os cordões dos sapatos. Fazendo-nos parar, aquela força pode estar nos fazendo ganhar um momento precioso."

Carlos Castaneda

20
Dez16

És energia em movimento!

Eva Veigas

galaxia.jpg

Tens dentro de ti a mesma força, a mesma energia, a mesma substância que faz o mundo o girar, os planetas moverem-se, as plantas crescerem, as flores darem fruto.

Nunca duvides da tua divindade, da tua força geradora de luz e amor divino. Nunca duvides da voz que te sussurra desde o ponto mais interior do teu ser, pedindo-te que seja apenas tu em qualquer circunstância.

 

 

 

 
 
 

 

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