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Eva Veigas

Numerologia, Tarot, Xamanismo

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28
Jun16

Aspectos Numerológicos no período de 22 a 30 de Junho

Eva Veigas

22 a 30 junho.jpg

 

 

Estamos particamente no final deste desafiante mês de Junho que como já foi referido noutros artigos é um mês regido pelo Número 6 que resulta da redução de 15.

(Este aspecto foi analisado no artigo sobre o mês de Junho) 

 

Neste período de 22 a 30 de Junho temos estado sob a influência do Regente Numerológico 3, tal como no passado período de 15 a 21 de Junho. Porém este 3 é um pouco diferente dado que resulta da redução de 21, ao contrário do anterior, que resultava da redução de 12.

 

A propósito da vibração de 21, podemos começar por fazer lhe fazer corresponder a carta do Tarot – O Mundo.

O Mundo é para muitos, considerada a última carta do conjunto dos Arcanos Maiores do Tarot. É o ponto em que a jornada, que teve início com O Louco, culmina, e, a alma retorna à sua origem. Mas também pode ser vista como a carta que representa os grandes ciclos que terminam para dar lugar aos que se iniciam. Outros desafios se apresentam e novas possibilidades e cenários se manifestam, numa realidade completamente nova (ainda que para a maioria de nós ela se apresente como uma continuação do momento anterior, trata-se na verdade de algo fundamentalmente ainda não vivido, não experimentado, portanto totalmente desconhecido).

 

Tem sido este o grande desafio destes últimos dias e assim permanecerá até dia 29, para depois no dia 30 se dar início a mais um processo de transição energética, pois o regente numerológico 6 irá dar lugar ao seu sucessor, com o Número 7 a assumir o seu lugar de regente no já tão próximo mês de Julho.

 

Curiosamente, tudo nos parece estranho e familiar quase ao mesmo tempo. Os sinais são muitíssimos e só mesmo os mais cépticos de nós nos dirão que é tudo coincidência ou que só quando a ciência provar que…

 

Enfim, mas não há razão para não amarmos os cépticos, porque eles fazem falta para equilibrar as coisas, pois no domínio dos que acreditam em sinais, também há espaço para exageros e distorções de toda a espécie. Dessa forma, os cépticos ajudam-nos a interrogar-nos mais e de forma mais profunda, de maneira a podermos colocar balizas saudáveis no meio de tanta informação e de tanta sincronicidade.

 

O Número 21 é na realidade uma frequência, ou um conjunto de frequências, que nos desafia a ir além dos nossos limites, a sair da zona de conforto e a aventurar para lá das nossas barreiras mais elementares.

É uma espécie de salto quântico que ocorre em níveis profundos do nosso ser. Tão profundos, que por vezes nem nos apercebemos que algo ocorreu, tal é a subtileza com que isso acontece.

É preciso estar atento às minúsculas transformações que vão acontecendo dentro de nós, identificar a forma como se vão expressando e manifestando e depois apreciá-las, agradecer por elas e continuar o caminho sem nos determos demasiado tempo nessas observações, mas também sem nos apressarmos tanto que não demos pelo fenómeno.

É importante compreender que tudo isto faz parte do processo de descoberta individual, o qual terá uma repercussão ao nível colectivo, e que tudo o que está a suceder tem uma razão muito maior do que aquela que alguma vez poderemos alcançar, por mais maravilhosa e criativa que seja a nossa imaginação.

 

Deixem-me falar-vos um pouco do 2 e do 1, separadamente.

 

O 2 representa a energia feminina (que existe tanto em mulheres quanto em homens), uma frequência passiva, receptiva, suave, mas firme, que não resiste nem combate, antes busca união em tudo o que existe.

A união, a cooperação, o verdadeiro trabalho em equipa, onde ninguém pretende ser reconhecido individualmente, onde o mérito reside apenas no esforço colectivo do grupo, sem que ninguém se tente sobrepor a ninguém, mas onde também não se fica diluído no grupo, é o que se aproxima mais da representação simbólica da energia 2.

O 1, por sua vez, representa a vontade divina em acção, a direção, é a seta que aponta o caminho, é a energia masculina (que existe tanto em homens quanto em mulheres), activa, forte, mas não brusca nem agressiva, apenas empenhada em seguir o trilho que mais cedo ou mais tarde levará à união com o 2.

Ambos trabalham para um mesmo fim: a criação, o produto da sua união é o 3, o fruto ou o filho gerado pela vontade do Pai (Divina) e pela receptividade da Mãe (Divina).

 

Assim se compreende que este período será certamente frutuoso para aqueles que reconhecem, não só o divino em si, mas que também são capazes de realizar a alquimia do seu feminino com o seu masculino (nada disto está relacionado com género masculino ou feminino ou com opções sexuais) – falamos em união das energias que vivem em nós e que há muito se buscam, mas que têm vivido na ilusão da separação da Fonte Criadora.

 

É por isso que observamos tantas pessoas em busca do seu par ideal – aquele que terá todos os aspectos “maravilhosos e perfeitos” que o ou a completarão. Nada mais ilusório… pois ninguém nos completa. Nós somos completos e perfeitos como indivíduos, apenas não temos consciência disso (por enquanto) e portanto buscamos há várias eternidades a outra metade da laranja, o par perfeito, a alma gémea, etc. Tudo conceitos muitíssimo elaborados, fantasiados e ilusórios e que nos têm mantido em suspenso, a aguardar o dia em que reconheceremos noutra pessoa esse tal príncipe ou princesa encantada.

Como sabemos esse dia nunca chega e mesmo quando achamos que chegou depressa compreenderemos que fomos agarrados novamente pelas malhas da ilusão.

 

O problema manifesta-se quando, mesmo percebendo que aquilo era uma ilusão permanecemos centrados em tentar provar o contrário… a nós mesmos!

 

Ora, este momento, serve precisamente para cairmos na realidade de quem e do que somos e ou representamos. É tempo de entrar em contacto com certas partes de nós há muito esquecidas e escondidas debaixo desta pele, deste ego, que entretanto se entretém a idolatrar a si mesmo.

 

Assim que tocarmos esse ser inteiro, oculto por baixo destas vestes desgastadas pelo tempo, teremos a certeza do verdadeiro reencontro com o nosso divino interno.

 

É por isso que há tantos relacionamentos postos em causa. É por isso que a maior parte dos relacionamentos não dão certo, como se diz. Não que haja algo de errado connosco ou com os outros, mas antes porque todos estamos a sentir esse forte chamamento interior.

Todos estamos a fazer as mesmas perguntas:

 

- Mas afinal o que é uma relação a dois?

- Quem sou eu nesta relação?

- Quem é este ser com o qual tenho tanto dificuldade em me relacionar?

- Mas se ele ou ela diz que me ama… não entendo…

- Porque é que sou ou estou tão infeliz?

- Porque é que o que ele ou ela me diz me faz sentir tão triste, revoltado, magoado, etc.?

- Porque é que também não estou feliz quando estou sozinho(a)?

 

E as perguntas não cessam.

 

O 21 convida-nos, antes de mais, a querer conhecer, cuidar, harmonizar e curar a relação connosco mesmos.

Reparem o 2 aparece antes do 1. O 2 alimentará e nutrirá o 1.

 

A minha capacidade de harmonizar, curar e sarar (e isso só sucede quando me torno receptiva ao AMOR, ao Curador que existe em mim) a minha relação comigo (2) é feita através de mim, em mim e para mim (1).

No processo de cura e perdão (fazer as pazes) da nossa relação com o divino em nós, abrem-se mundos (lembram-se da associação com a carta d’O Mundo?) literalmente, dimensões internas que nos permitirão adquirir novas perspectivas e nova visão da vida e dos nossos relacionamentos.

 

Sim, os relacionamentos estão a mudar. Preparemo-nos, com a alma e o coração abertos, sem medo do que está para vir, sem medo de mudar e atingir novos patamares de consciência iluminada.

Assim, vamos crescendo e amadurecendo a alma, nesta dança cósmica entre números e outros símbolos que nos permitem, transformar e evoluir.

 

 

Um abraço fraternal

Em Profunda Comunhão com a Vida

Eva Veigas

Hawwah

16
Jun16

Aspectos Numerológicos no período de 15 a 21 de Junho

Eva Veigas

11.jpg

 

"Não é preciso muita força para se agarrar, mas é preciso muita força para se libertar.

 

J.C. Watts

 

 

 

Como sabem, este é um mês regido pelo Número 6 que resulta da redução de 15. Este aspecto foi analisado no artigo sobre o mês de Junho de 2016.

 

O período de 15 a 21 de Junho tem como Regente Numerológico o Número 3, que resulta da redução de 12.

 

Assim, o período de 15 a 21 de Junho é na verdade co regido pelo Número 12, cuja proposta nos devolve oportunidades únicas devido aos aspectos, também eles únicos deste período em concreto.

 

Como sabem, vou sempre avivando a memória dos mais distraídos lembrando que nos encontramos num ano 9 que representa uma transição, nem sempre fácil, é certo, do velho para o novo. Estamos a largar processos antigos, a encerrar assuntos, a resolver questões pendentes, a fazer balanços profundos, ainda que por vezes não tenhamos muita consciência disso. (Geralmente isso acontece uns meses, ou mesmo uns anos mais tarde, quando olhamos para trás, geralmente noutro ano 9 (ou num mês 9) e nos deparamos com as mudanças que entretanto, gradualmente, foram tomando conta da nossa vida.)

 

Estamos no fundo, a preparar o terreno para o próximo ciclo que ao nível colectivo terá início em 2017.

Claro que o impacto de um ano 9 é diferente para cada um de nós e a intensidade da sua força depende em grande parte do ano pessoal que cada um estará a viver neste ano 2016.

 

Encontramo-nos praticamente a meio do ano, num mês cujo regente Numerológico é 15:6. Trata-se portanto de um 6 onde predomina a energia do 15 acerca da qual já escrevi, mas onde acima de tudo nos é pedido que nos libertemos das prisões que nós mesmos construímos.

 

Claro, que é preciso identificar essa construção e antes de mais aceitar que somos nós os arquitectos da mesma, o que não é mesmo nada fácil, mas é para isso que os Números vão criando esta grelha onde se vão formando múltiplos aspectos e onde as várias facetas de cada um deles nos vão dando oportunidade de nos conhecermos cada vez mais em profundidade e intensidade.

 

Camada a camada iremos encontrando o caminho do coração e é ele que nos vai iluminando no meio da escuridão (inconsciência) apontando soluções, abrindo portas que nos levarão a regressar a nós mesmos, resgatando pedaços de nós que se encontravam perdidos, soltos, totalmente desidentificados da nossa essência.

 

Posto isto, chegaremos ao momento em que nos sentiremos prontos para derrubar essas prisões, dissolvendo-as pelo poder do Amor que habita em nós: amor por nós mesmos!

Temos que nos amar, isto é, temos que respeitar a nós mesmos, temos que ser impecáveis connosco (ser isento de pecado é permanecer sem mácula no coração, perdoando as nossas falhas e as dos outros, corrigindo o que possa e deva ser corrigido).

 

E assim neste período a que agora me refiro, estando sob a pura energia de 12, é tempo de buscar equilíbrio de dentro para fora.

É preciso aprender a perdoar do coração para poder largar tudo, desde a crença mais arreigada à crença fraca, por estar mal ou pouco sustentada – a crença que cai rapidamente por falta de argumentos.

 

É preciso desnudarmo-nos ante nós mesmos, ficando na transparência total. Largaremos tudo menos a nossa essência divina, esse perfume tão subtil que para o sentirmos e saborearmos é preciso criar uma sintonia perfeita com essa parte de nós que está acima do que é mundano. Está acima da crítica e do julgamento, está acima do desespero, da vaidade, da arrogância, do orgulho e da ambição desmedida entre outros aspectos do ego inferior e com o qual a maioria de nós se identifica.

 

É um trabalho de paciência, de cuidado, de entrega, porque é lento, suave e mal se dá conta dele. Mas é o trabalho que nos libertará da dor, da infelicidade, da tristeza e da melancolia, da frustração, da raiva e da ira.

 

Mais uma vez a palavra de ordem é a Purificação. É importante que purguemos cada uma dessas emoções que se vão descongelando e mostrando diante nós. Mais vale aceitar logo de uma vez que aquelas sombras são nossas, para não continuarmos a cair no erro de continuar a produzir ilusões. Sim, somos nós que contribuímos para a malha ilusória que nos envolve. Todos os dias tecemos um bocado. Está na hora de começar a desfazer o que tecemos, de modo a criar novos espaços para que o Fogo da Criatividade (Número 3) possa expressar-se e manifestar-se de forma tangível e diversificada.

 

As novas teias da vida serão muito diferentes daquelas que conhecemos, pois elas vibram em novas frequências. Assim cada um de nós reconheça o seu papel criador e assuma o seu lugar nesta imensa hierarquia.

 

Este é um tempo de criação de novos valores, tal como já venho dizendo há décadas, esta é uma crise de valores e não uma crise económico-financeira. Esta é uma crise necessária, para que as diferentes sociedades possam reflectir sobre os princípios e os valores pelos quais se regem e para se questionarem sobre se pretendem continuar a seguir o mesmo padrão ou se estão preparadas para criar e manifestar novos paradigmas onde todos colherão benefícios, mas onde o principal beneficiado será o nosso Planeta.

 

Um padrão novo incluirá a segurança, proteção e bem-estar de todas as espécies e não só a humana, que é apenas mais uma no meio da biodiversidade incrível deste Planeta que é a Terra.

 

A espécie humana que se destaca pelas suas particulares características tem a obrigação de cuidar das outras espécies e do seu habitat e enquanto isso não suceder continuaremos a ver guerras, epidemias, crises financeiras e acima de tudo catástrofes naturais a devastarem sociedades inteiras.

 

Mas acima de tudo a escolha é de cada um, não podemos continuar a escudar-nos atrás de velhas frases sem sentido: “Não posso fazer nada: a sociedade é assim.”; “Sou assim e não vou mudar, foi a vida que me fez desacreditar.”

Não foi a vida que te fez desacreditar, foste tu que aproveitaste a deixa para justificares a tua incapacidade de lutar, por não seres capaz de sair da tua zona de conforto, onde estás comodamente sentado a criticar, excluindo-te da tua própria obrigação.

 

É mais fácil essa posição, mas ela está a desabar e tu estás em total desequilíbrio.

 

É essa o convite que a vida nos faz neste momento: Larga, desaba de uma vez. É preciso cair para entrar em contacto com a terra!

 

Em contacto com a terra (Terra) podes religar-te à Terra-Mãe e a partir daí as tuas escolhas jamais serão as mesmas.

Estás preparado/a?

 

 

Um abraço fraternal

Em Profunda Comunhão com a Vida

Eva Veigas

Hawwah

08
Jun16

Aspectos Numerológicos no período de 1 a 14 de Junho

Eva Veigas

junho.jpg

 

Como sabem, este é um mês regido pelo Número 6 que resulta da redução de 15. Este aspecto foi analisado no artigo sobre o mês de Junho em 2016.

 

Fazendo uma análise mais detalhada, peguemos na primeira quinzena do mês, também ela regida pelo Número 6, porém com algumas diferenças específicas.

 

Assim, o período de 1 a 7 de Junho está sob a regência do 15, portanto em total concordância com a vibração universal do mês. Será, nesse caso, uma boa altura para observar comportamentos desviantes, realinhando e reajustando as nossas necessidades primárias ou básicas aos nossos sonhos e ideais elevados.

 

Não é fácil, mas é urgente fazê-lo. Esse processo de purificação irá devolver-nos a serenidade interior necessária para tomar decisões, talvez um tanto radicais, mas demasiado importantes para não serem levadas a cabo.

 

Decisões baseadas na nossa experiência e não nas nossas teorias, que na verdade, só nos remetem para o vazio e para a frustração de não conseguirmos chegar a lado nenhum.

 

Este é um período em que devemos dar extrema atenção ao corpo físico, pois ele é o espelho do nosso estado interior, das nossas emoções desgastadas, do nosso cansaço, da nossa desistência interior, das nossas fugas à realidade que nos levam para um mundo de fantasias, ilusório, desprovido de qualquer matéria que sustente a nossa realização enquanto seres humanos em evolução.

 

Cuidar do sistema nervoso é um excelente começo e o contacto com a natureza é um convite que não podemos desprezar.

 

Encarem isto como algo sério e importante e não façam orelhas moucas aos sinais que o vosso corpo emana.

 

Se o escutarem com a devida atenção ele dar-vos-á indicações precisas das direcções que podem tomar a fim de revigorar e revitalizar todo o vosso sistema, colocando-o em condições de perfeito funcionamento.

 

Quando digo perfeito, refiro-me a ser reajustado à alma (que habita o templo físico) para que possa agir através dele em perfeitas condições.

 

 

Por outro lado, o período de 8 a 14 de Junho cujo regente é também o Número 6, conforme já referi, possui algumas diferenças consideráveis no que toca à forma como poderemos usufruir desta energia.

 

Trata-se de um período onde a nossa sensibilidade aliada à nossa organização interna (emoções mais saudáveis e equilibradas, geram maior e melhor discernimento e clareza mental) nos devolverá a maturidade emocional necessária para nos responsabilizarmos de uma vez por todas por tudo o que acontece na nossa vida.

 

Nós criamos tudo, desde o cenário às experiências que nele vão sucedendo, mas a malha ilusória do ego, cria todo o tipo de armadilhas para que nos escudemos atrás de todo o género de razões, de modo a justificar os nossos fracassos, as nossas dores, as nossas frustrações, os nossos medos e assim por diante.

 

Este segundo período do mês é na verdade uma etapa onde poderemos começar a criar uma nova matriz, um novo holograma.

 

Claro que esse trabalho obriga a entrar em contacto com partes de nós muito profundas, camadas ocultas ainda sob véus de ilusão, presos na nossa teimosia e orgulho, arrogância e vaidade, próprias de seres que se esqueceram de quem são e do que representam.

 

Não é para desesperar, para desistir! Não agora, que uma grande parte do trabalho está feita. Já falta pouco para despertar mais um bocadinho e passar ao nível seguinte deste imenso e complexo jogo de computador.

 

Sim! Se gostas de jogar no computador, observa a analogia entre o que tens que fazer lá para ires passando de nível, e o que tens que fazer na vida para ir caminhando desde o nível de consciência mais denso ou mais baixo até ao nível mais elevado ou mais alto.

 

Tens que trabalhar longas horas à volta de um desafio do jogo, não é? Para poderes abrir portas e poderes abrir baús cheios de tesouros, gastas horas até conseguires, pois sabes que uma vez que o consigas fazer, mudas automaticamente para o nível seguinte do jogo.

 

Por vezes perdes e tens que começar desde o início do jogo ou do nível em que te encontravas.

 

Tens que lutar o dobro, mas repara, já tens a experiência desse nível e dos níveis anteriores. Há desafios que irás ultrapassar melhor e em menos tempo, certo? A experiência conta bastante, não é verdade?

 

Não é o que se passa na nossa vida?

 

 

 

Um abraço fraternal

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