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Eva Veigas ~ Terapeuta Holística

The Way of Silence

Eva Veigas ~ Terapeuta Holística

The Way of Silence

30
Dez15

Feliz Ano Novo!

Eva Veigas

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A todos os que caminham sobre este lindo Ser Vivente que é a Terra - a nossa Mãe, a nossa casa!

 

Que a nossa caminhada seja leve e alegre.

 

Que possamos sempre cumprir-nos em consciência, irradiando Amor dos nossos Corações.

 

Que saibamos SER esse Amor.

 

Que as Novas Vibrações do Novo Ano nos unam cada vez mais no nosso propósito comum em Verdade, Respeito e Liberdade uns com os outros.

 

Feliz 2016 e Boas Celebrações

Eva Colibri Azul

21
Dez15

Numerologia Janeiro 2016

Eva Veigas

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Não há princípio nem fim!

 

 

Pode parecer um pouco paradoxal iniciar um ano de vibração universal 9, que simboliza ou indicia a conclusão ou o fecho de um ciclo (neste caso trata-se do fim de um ciclo de 9 anos que teve início em 2008), com um mês de Janeiro regido pela forte vibração 1 que dá início a um novo ciclo, mais pequeno é certo (este ciclo menor termina em Setembro), mas onde nos é dada a possibilidade de começar de novo.

 

A verdade é que seremos convidados a fazer um ponto de situação, identificando as áreas da nossa vida que se encontram estagnadas, abandonadas e sem direção.

É fundamental entrar em contacto com aquilo que sentimos como impedimento ou com a dificuldade que temos para colocar a nossa vida em andamento.

É preciso ancorar bem dentro de nós a energia de ação do 1, o mesmo é dizer: é preciso querer muito mover essas energias estagnadas, pois para que tal se manifeste é preciso arregaçar as mangas, e, claro, ter uma boa dose de coragem para colocar tanta coisa em andamento.

 

Assim, durante o mês de Janeiro ser-nos-á dada a possibilidade de escolher outra vez, mesmo dentro deste peculiar ano universal que como já referi encerra mais um ciclo de nove anos, pois as novas energias presentes na Terra assim o permitem. É um convite amoroso que todos receberemos e cabe a nós aproveitar esta feliz oportunidade.

 

Esta vibração 1, que em si mesma é tão forte e poderosa, quando colocada em movimento, dado que é uma energia que vibra na intenção que é colocada na ação, mostra-nos também quão determinados, firmes e confiantes podemos ser relativamente às decisões que tomamos para a nossa vida.

 

O ponto mais positivo deste mês está representado pelo número 7 que nos coloca num caminho de regresso a nós mesmos. A espiritualidade pode ser vivida de forma mais pragmática e menos idealista. A Fé torna-se quase palpável e surge uma forte necessidade de encontrar um caminho que nos ajude a compreender o que se passa dentro de nós.

 

Fazemos muitas perguntas e obtemos muito poucas respostas ou então obtemos muitas respostas a uma mesma pergunta, o que não nos facilita a compreensão e nos confunde o espírito e a mente. Precisamos de organizar os pensamentos e de clarificar a mente. As emoções e os sentimentos precisam ser tocados e olhados de frente.

 

É possível que sintamos uma incrível vontade de aprofundar certas matérias ou assuntos, quer sejamos estudantes, investigadores, professores ou simplesmente leigos. No que toca às aprendizagens da Grande Escola da Vida, não há preferências, pois todos são bem-vindos.

 

É um mês para entrar em contacto com partes de nós que há muito tempo não nos atrevíamos a tocar. Podemos sentir-nos arrebatados por ondas de amor e felicidade, sem qualquer razão aparente. Há muitas bênçãos à nossa espera, porém só aqueles que souberem elevar-se nas suas próprias vibrações e consciências terão esses privilégios e acederão a essas forças elevadas e puras.

 

Aqueles que se sintonizarem com o ponto fraco deste mês que é regido pelo 5, sentirão muita revolta e até desprezo por estas revelações, por si próprios, pelos outros e pela vida em geral. O 5 na sua polaridade negativa é gerador de destruição e sofrimento. A sua insatisfação é notória e é incapaz de transformar a própria dor. É incapaz de lidar com o que não consegue mudar e não aceita as mudanças que a vida continuamente lhe apresenta. Não sabe o que fazer para sair do labirinto em que se encontra, e o seu fogo destruidor semeia mais e mais discórdia a cada momento.

 

Também não aceita ajuda nem tampouco se permite colocar-se em causa. Esta vibração produz excesso de calor. Primeiro aquecem demais, depois atingem o grau de fervura e depois transbordam. É aqui que se dão as revoluções, as reações, as discussões, as guerras, tanto as internas como as externas e é neste ponto que o processo criativo estanca.

 

A criação dá lugar à destruição.

 

A impaciência e a incompreensão podem tomar proporções gigantescas e caso a paz e a serenidade interior não se consigam alcançar, certamente assistiremos a mais notícias difíceis de digerir.

 

A chave para trabalhar este ponto fraco e também para estabilizar a energia do ponto forte 7, é sintonizar-se com a essência do mês. A essência é 6. Trata-se de trabalhar com afinco, responsabilidade e sensibilidade as nossas emoções para ganhar maturidade no sentido de construir uma vida mais harmoniosa, onde cada escolha venha do coração, coroando-a depois com uma análise leve e cristalina, mas ponderada, sensata e firme.

 

O número 6 traduz-se na capacidade que todos temos de amar e perdoar. Saber perdoar é condição sine qua non para que a nossa vida dê o salto quântico que todos desejamos, embora poucos se atrevam a dar os passos imprescindíveis para que esse salto se manifeste e ganhe corpo. É que perdoar implica deixar ir a pessoa ou pessoas envolvidas na situação. E se as deixarmos ir sentimo-nos vazios. Depois já não temos desculpa para não fazer outras coisas… É preciso referir que a pessoa com quem estamos verdadeiramente zangados, é a nossa própria pessoa.

 

Durante este mês somos convidados a começar um processo de aprendizagem completamente diferente de todos os que já experimentámos. À primeira vista pode parecer mais do mesmo, mas não é. A conjuntura numerológica é diferente a cada momento. A cada batida do coração podemos sempre escolher diferente. Só a nossa coragem e ousadia juntamente com o amor que temos dentro do nosso coração poderá levar-nos a fazer escolhas diferentes e a mantermo-nos fiéis a elas.

Durante este mês podemos aprender a amar a nós mesmos de formas que não poderíamos sequer imaginar, mas é preciso abrir o coração e confiar em nós, nos outros e na Vida.

 

Podemos ser mais generosos, mais amáveis, mais inteiros, mais doces e aprender a trazer mais beleza à nossa vida. O ideal é começar por coisas pequenas e simples para depois manter essa simplicidade e essa naturalidade.

Quanto mais genuínos e coerentes formos mais mudanças positivas ocorrerão na nossa vida.

Sermos afetuosos e carinhosos não implica sermos excessivamente emotivos, hipersensíveis ou infantis. Implica antes o assumir a responsabilidade sobre as nossas próprias decisões.

 

Saibamos nós aproveitar a conjuntura numerológica de um mês universal 1 a decorrer num ano universal 9, onde não há princípio nem fim!

 

Eva Vilela Veigas

Intuitive Healer

 

Consultas de Numerologia

Saiba o que o espera em 2016, através da análise do seu ano e meses pessoais.

 

Marcações:

evaveigas@sapo.pt

919 608 456

 

Atendimento:

Presencial (São Domingos de Rana, Cascais) ou Telefónico

 

 

 

 

21
Dez15

Análise Numerológica para Dezembro 2015

Eva Veigas

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Dezembro, cujo regente é 2 (resultado da redução do número 20) marca o momento de transição entre a vibração universal 8 que rege 2015 e a vibração universal 9 que irá reger e influenciar o ano 2016.

 

Saber estar em sintonia com esta vibração é saber transitar de uma frequência para outra sem medo do que irá encontrar, já que a vibração universal 9 que rege o próximo ano o irá convidar a fazer reflexões profundas acerca daquilo que realmente estará disposto a deixar ir em 2016.

 

Aprender a usar as características do 2 pode ajudá-lo a enfrentar todos os desafios desta transição que será mais suave para aqueles que estiverem alinhados com a energia do coração.

 

É tempo de ir ao encontro das suas emoções, plenamente consciente desse ato. Conhecê-las, estar com elas, em vez de lhes tentar fugir ou de as ignorar, é um dos maiores desafios deste mês. Pode escolher fazer isto de forma gentil e gradual, quer dizer, sem pressa, mas ao mesmo tempo sem adiar mais o que tem de ser feito.

 

Este processo convida-o a curar velhas feridas e a abrir-se ao amor, sem medo de se magoar ou de magoar o outro.

 

Permita-se entrar em contacto com o seu Mestre Interno que é velho e sábio, prudente e sensato. Deixá-lo manifestar-se em si a cada momento, pode ser muito benéfico na sua vida, além de ser altamente regenerador e rejuvenescedor.

Todos os que o rodeiam beneficiarão da sua nova atitude, que se revelará fresca e leve, suave e firme.

 

Permita que esta vibração de cura e harmonia, de regeneração profunda e de resgate da sua alma o abrace e lhe devolva a paz e a serenidade interior que há tanto tempo procura.

 

Lembre-se que nada vem de fora. Todas as respostas que busca estão dentro de si, mas é preciso saber observar e desenvolver algumas capacidades que podem estar apenas e ainda, latentes em si.

 

Aproveite a força emanada pelos dias de calendário 11 e 22, dado que durante este mês não há dias de vibração universal regidos por números mestre.

 

Sob a vibração 11 é possível aceder a frequências de elevado grau de pureza espiritual. O 11 representa força, coragem, ousadia, idealismo, capacidade de ver mais longe, vontade de viver e de se realizar. O 11 não teme assumir a diferença. A intuição e a força psíquica são pontos fortes desta energia. Sob esta vibração há lugar a poderosas e importantes revelações internas.

 

Sob a vibração 22 é possível aceder a frequências de elevado grau de pureza espiritual. O 22 representa habilidades manuais, pragmatismo, força física, destreza manual e mental, resiliência, realismo. O 22 alcança com certa facilidade os seus objetivos, desde que utilize as suas capacidades de organização e planificação.

 

O dia 22 de Dezembro, além de ser um número mestre, marca o início do Inverno no Hemisfério Norte. Celebre o Solstício, celebrando o Sol, a Vida e a Luz que existem dentro e fora de si.

 

O Inverno convida-nos a mergulhar na nossa própria sombra. A vida fica como que suspensa. As pessoas recolhem-se mais cedo tentando abrigar-se do frio e da chuva ou da neve, os animais hibernam, as árvores parecem não ter vida…

 

Não existe momento mais apropriado do que o Inverno para entrar em contacto com as próprias emoções, com os medos, com os fantasmas que povoam a sua mente. Encare-os de frente e liberte-se deles criando mais espaço dentro de si, para que entre o Sol, isto é, que a luz da sua consciência possa iluminar mais e mais recantos daquelas partes da sua alma que permanecem na sombra.

 

Não podia deixar passar em branco a celebração do Natal, que este ano e devido a todas as alterações das energias que nos rodeiam e nos elevam, parece neste momento ter um sabor diferente.

 

A tradição já não é o que era… e tudo o que temos vivido e experimentado nas nossas vidas pessoais, inseridos que estamos nesta aldeia global, faz-nos pensar, refletir, voltar atrás, escolher e voltar a escolher ante as atrocidades a que assistimos imóveis e impotentes a cada dia que passa.

 

Tanta infelicidade, tanta dor e tanto sofrimento são gerados num só dia, por seres que na génese são iguais a nós, mas que pelas condições que criaram para si próprios, invocando crenças e fundamentalismos, parecem deter o poder de aterrorizar todos à sua volta. Por outro lado, outros tantos seres cuidam de gerar amor em si mesmos e de o espalhar e irradiar à sua volta. Encontramo-nos numa espécie de impasse e tal como já referi noutros artigos, é a humanidade que irá decidir o seu próprio futuro. Não podemos esquecer-nos porém que a humanidade sou eu, és tu, somos nós. Cada um de nós pode escolher em consciência o que de facto quer para este Planeta, e depois assumir as consequências da sua própria escolha. É por isso que é preciso acordar as consciências.

 

Aproveito este momento para desejar a todos quantos celebram o Natal e o nascimento de Jesus, o Cristo, que o celebrem mais dentro do que fora. Que o Natal não sirva de desculpa para consumismos excessivos sejam eles de que espécie for.

 

Celebremos sim, com muita Alegria, muito Amor e muita Harmonia.

 

 

Um Feliz Natal e que o próximo Ano nos devolva merecimento para receber o que temos para receber.

 

Um abraço carinhoso para todos e um abraço especial para todos os meus amigos e leitores assíduos.

 

 

Eva Veigas

Intuitive Healer

18
Dez15

Buscando o Amor

Eva Veigas

 

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«A vida é como uma cebola: tiras-lhe uma camada de cada vez e às vezes choras.»

 H. Sandburg

E sempre que deixamos ir mais uma camada podemos celebrar. Celebrar em verdade, pois a vitória é nossa. Somos como a serpente que larga a sua pele. A pele velha que não mais nos serve, já não nos protege, nem nutre. É preciso ter coragem para largar essas vestimentas tão desgastadas pelo peso da nossa teimosia. Largar os andrajos prepara-nos para receber as vestes reais daqueles que por mérito próprio ousaram atravessar um caminho cheio de armadilhas para chegar ao próprio coração.

Um dia quis compreender o Amor, busquei-o por todos os lugares e tudo o que encontrei foi solidão e desespero. Um dia experimentei Ser esse Amor e nada mais precisei de compreender.

Eva Colibri Azul

10
Dez15

ESTÁ NA HORA DE PERDOAR

Eva Veigas

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HigherThanEagle – 17.1.11

 

Não levaremos bagagem para o outro mundo, apenas aquela que guardamos nos nossos corações. E será ela quem encaminhará os nossos espíritos para as trevas ou para luz. Quando conseguimos avançar sem nada, apenas com a consciência e o amor, estamos livres de tudo, de todas as correntes que nos prendem a esta fisicalidade, e podemos, enfim, vislumbrar um poder maior de existência.

Mas como se libertar? Como deixar tudo para trás? Não é fácil, logicamente, querido leitor. Nunca ninguém disse que seria fácil. Nunca ninguém disse que não teríamos de suar para alcançarmos aquilo que precisamos de alcançar. Veja que este esforço, todavia, se dá por já estarmos totalmente condicionados e manipulados pela Matriz, de contrário seria mais fácil. Mas ele então estará presente na evolução de cada pessoa deste mundo. Sendo assim, essa não é a desculpa para não se libertar. Todos passam por isso. Se muitos conseguem, porque é que você não?

Há algo que não está a ser totalmente levado a sério nestes tempos: o perdão. Não há maneiras de se chegar ao desapego com qualquer resquício de rancor e amargura que ainda tenha no seu coração, querido leitor. E não falamos apenas de perdoar a terceiros, falo de perdoar a si mesmo e às suas assim consideradas falhas num passado, até mesmo no presente. E tal rancor alimentando por si nada mais é do que um prego que você mesmo martela no seu coração, dia após dia. Está na hora de parar de martelar, está na hora de retirar esse prego.

1º Passo

O primeiro passo é ter aquela conversa séria consigo mesmo. Aquela que tantos ainda se negam a ter. Você precisa de se conhecer, saber das suas verdadeiras emoções, e daquilo que está escondido no âmago do seu ser. Não será um diálogo fácil, pois estará à procura de algo que o seu Ego não quer entregar: o prazer de sentir dor emocional. Ele fará de tudo para o ludibriar e fazer desistir da sua tarefa, mas você não deve cair nessa conversa. O Ego depende única e exclusivamente da sua vontade para estar presente, para ter forças e reagir, portanto está em si o poder para o domar e obter dele tudo o que é necessário para o seu desenvolvimento.

Encontrando o que deve ser encontrado, terá de o remover por completo. Haverá muitas coisas sobre a sua vida que estarão presentes nesta tarefa. Coisas que você fez e que acha que não deveria ter feito. Coisas que deixou de fazer, e que acha que deveria ter feito. Atitudes, acções, palavras que foram ditas, tudo aquilo que a sua mente ainda teima em considerar digna de vergonha, de ódio por si mesmo. Alguma vez que magoou alguém... Essa dói, não é, querido leitor? Sim, dói demasiado. Mas só se você aceitar a dor como o principal estado da sua existência. De contrário, não vai doer.

Mas como perdoar os nossos erros? Como remediar tanta amargura, ainda mais alimentada durante tanto tempo? Há duas coisas que você deve entender:

  1. O erro cria circunstâncias de aprendizagem;
  2. Toda a atitude leva a algum lugar.

Assim sendo, aquilo que você considera um erro no seu passado, seja pela acção ou omissão, serviu para o situar num contexto mais favorável de acções a serem tomadas. Quantos de vocês repetiriam a mesma atitude que fez nascer esse rancor por si mesmos? Poucos, obviamente. Os nossos erros, mesmo que não admitamos, mesmo que não percebamos, ensinam-nos sempre, directa ou indirectamente, os nossos caminhos. Então não pense que tal atitude apenas o constrangeu, o fez sair como o mau da fita, ou magoou alguma pessoa que não deveria ser magoada, etc. Pense que ela serviu para que você ampliasse um pouco a sua consciência a respeito de lidar com pessoas e fazer acções na sua vida.

E outra coisa a considerar é: onde é que você provavelmente estaria se não tivesse cometido os erros que acha que cometeu? Qual seria o seu actual estado de vida? Já pensou que sem ter feito as coisas que acha que não merecem perdão, talvez não estivesse aqui, a ler essas linhas, despertando e procurando a liberdade espiritual? Já pensou que nada do que fazemos passa batido (?), mas que tudo ainda assim serve a um propósito maior? Não há coincidências, assim como não há atitude em vão. Tudo, de um ângulo mais abrangente, tem um significado e uma utilidade em determinada circunstância, seja para si ou para outra pessoa.

Então, perdoar-se a si mesmo é dizer “Obrigado por estar onde estou”. Obrigado por a vida ter me levado onde eu precisava estar. Obrigado por as minhas atitudes terem, de alguma forma, favorecido o meu crescimento interior e o meu despertar espiritual. Obrigado e eu perdoo-me.

2º Passo

Embora não tão pungente quanto o acto de se perdoar a si mesmo, perdoar a terceiros ainda causa grande desconforto a muitas pessoas. Mas é necessário para o desapego. É necessário para começar o processo de emancipação emocional de cada um, levando-o então ao amor incondicional. Sem perdoar a tudo e a todos, nada do que dissemos será possível.

Pessoas causam-nos dor emocional toda a nossa vida; pessoas agridem-nos física e emocionalmente; pessoas agem de maneira a nos prejudicar; pessoas não nos dão o devido valor e consideração; pessoas... As pessoas são apenas pessoas. Robotizadas, programadas para agirem desta forma, reféns das suas emoções e atitudes impulsivas, sem questionar porque é que as fazem. Elas dormem, não compreendem nada do que muitos de vocês já têm claramente desenvolvido nos vossos corações.

Então como podemos odiar aqueles que dormem? Como podemos odiar aqueles que não sabem que tudo o que fazem volta para eles? Como podemos odiar aqueles que não entendem que perpetuando acções negativas estarão cada vez mais presos à Matriz? Será uma atitude sábia, um mestre, com a consciência ampliada, odiar uma criança que não tem noção dos seus actos? Será isso uma atitude madura, querido leitor?

Pois os que dormem são isso: crianças adultas tentando virar-se, num mundo criado para as iludir. Eles não sabem dos seus actos, não têm a menor consciência do que estão a fazer. Acham que têm, muitos acham, mas na verdade são padrões comportamentais e mentais induzidos pela sociedade como ponto de referência para valores pessoais. Então, o que ganho eu em odiar uma criança que deita comida no chão? Que ganho eu ao guardar emoções negativas que senti quando isso aconteceu, sendo que tive que limpar todo o chão da cozinha? Será mesmo sábio guardar essas emoções? Obviamente, não. A criança um dia irá crescer e entender que não se deve deitar comida no chão, pois além de desperdício, alguém terá de limpar a porcaria. Cedo ou tarde todos crescem, querido leitor. As pessoas que dormem também, se não nesta, noutra vida. Então odiá-las é puro “nonsense”. É uma tolice sem tamanho.

E mesmo que o sentimento que corrói o seu coração não seja ódio, apenas amargura, essa não passa de uma faceta do primeiro, não se engane. A amargura é o ódio contraído e voltado para dentro de si próprio. Então você precisa de decidir se vai continuar preso a este sentimento corrosivo e, por conseguinte, à Matriz, ou vai tirar esse cancro emocional de dentro de si e começar a libertar-se de verdade?

 

O Perdão é o Início da Libertação

O perdão é o desistir de carregar o peso do mundo nos ombros; é a quebra das correntes da negatividade; é o relaxamento do ponto de tensão. A questão é: até que ponto você se quer libertar? Apenas no pensamento, ou em toda a alma? Se a sua escolha é a segunda opção, então, querido leitor, está na hora de começar a agir.

 

Exercícios:

1º - A primeira coisa a se fazer é anotar num papel, ou mesmo no computador, tudo aquilo que ainda está guardado no seu coração que diz respeito a não se perdoar a si mesmo. Avalie cada item com toda a atenção possível, fazendo questão de recordar o sentimento que teve quando tal acção ou omissão se passou. Não tenha medo de reviver. O importante foi sempre o de se localizar no presente, no agora. Contudo, sem limpar a casa isso não será possível.

Feito isso, fique em silêncio por algum tempo, em cada item, respire fundo e deixe que todo o amor contido no seu coração se aflore. Lembre-se de que o amor é uma escolha. Reconheça a existência do que fez e perdoe-se, fazendo com que o sentimento de luz e paz percorra cada centímetro do seu corpo. Sinta, imagine esse acto, essas trevas a sair do seu corpo. Sinta a liberdade de já não carregar mais essa amargura no seu peito. Pode parecer difícil, mas apenas na medida em que você estiver fechado à sua libertação.

Repita o processo para cada item da folha. Tente, com a sua imaginação, arrancar todo o rancor do seu corpo, mente e espírito. Lembre-se também de que a imaginação é o prelúdio da acção, e que a mente não distingue realidade de ficção, portanto ela, a imaginação, tem o poder de ajudar nas nossas mudanças interiores. Também se lembre de que não se poderá amar a si mesmo verdadeiramente enquanto não se perdoar.

 

- Talvez um pouco mais difícil que o anterior, este vai lidar com terceiros. Portanto, talvez exija de cada um muita coragem. Se em algum item do exercício anterior estiver algum que diga respeito a atitudes que você fez a outras pessoas, coloque-as numa nova lista e reflicta bem sobre cada uma delas. Veja até que ponto se consegue perdoar apenas por si mesmo, apenas com a sua vontade de o fazer, sem necessitar de um descargo de consciência.

Caso isso não seja possível, e você precise de expressar de alguma forma o que está a sentir para que tal perdão se dê de uma maneira profunda, deverá perder o medo e confrontar uma face das suas amarguras. Portanto, se acha que errou com alguém, que magoou alguém, mas não se consegue perdoar sozinho, a não ser que peça perdão àqueles que magoou, então é isso mesmo que deverá fazer.

Não tenha medo, de agir para cumprir o que precisa de ser feito: perdoar-se a si mesmo. Se for necessário entrar em contacto com alguém para se desculpar, o faça, não tenha receios, não pense duas vezes. Contudo, não espere ser perdoado. Você não sabe o estado emocional da outra pessoa, portanto é tolice só se querer perdoar-se a si mesmo se for perdoado. O acto de se desculpar a si próprio deve ser suficiente para que o peso que carrega sobre os seus ombros seja finalmente libertado. E é nisso que você deve pensar, caso necessite de pedir desculpas.

 

3º - Este passo é um complemento do anterior, e talvez o mais difícil: perdoar aqueles que lhe fizeram mal. Sim, muitas pessoas, como dissemos anteriormente, costumam agir de maneira inconsequente, impensada e magoam-nos sem notar que o estão a fazer, e mesmo fazendo-o intencionalmente, ainda não têm verdadeira compreensão daquilo que fazem a terceiros e a si mesmos, como consequência. Por isso, essa consciência que você agora tem, querido leitor, já lhe faz compreender que agimos grande parte das nossas vidas inconscientes das nossas acções.

Portanto, tudo o que foi feito já não deve ser encarado da mesma maneira. A sua visão agora está ampliada e você entende que ninguém o magoou, sabendo o que estava a fazer, sabendo das consequências. Fizeram como a criança que deita comida para o chão. Não sabem que aquilo é desperdício; não sabem que alguém terá de limpar o chão; não sabem que o sentimento que aquilo causou, mais cedo ou mais tarde será descontado nela mesma pelos pais, se eles forem desequilibrados. E como crianças, os que dormem não têm noção dos seus actos e portanto, você, querido leitor, não deve ser o adulto desequilibrado. Deve ser o adulto consciente, amoroso, que entende que não podemos guardar mágoas daqueles que não sabem o que fazem, ou mesmo, dos que sabem, já que a mágoa é um veneno que você toma por livre e espontânea vontade.

Então pergunto-lhe: Até quando continuará a tomar este veneno?

Deste modo, querido leitor, se alguém lhe pediu desculpas e você não as aceitou, está na hora de o fazer. Entre em contacto com essa pessoa e faça as pazes. Caso a pessoa que o tenha magoado não se tenha desculpado, perdoe-a também, à distância, na paz da sua mente e coração. Por favor, pare de se envenenar.

Quando morremos, levamos os nossos sentimentos e pensamentos connosco, criando assim nosso pós-vida baseado nessas emoções, que, de forma directa, irão criar padrões para nos prendermos ao ciclo da encarnação, devido ao peso das nossas consciências. Apenas despindo-nos de todas as negatividades é que podemos alcançar a liberdade. E o perdão é o início da libertação. Deste modo, querido leitor, é hora de parar de brincar, de parar de ficar na teoria. É hora de agir!

 

Vamos em Paz.

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